7º Domingo Comum

19 de Fevereiro de 2012

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Cantarei ao Senhor (Eu confio Senhor), F. da Silva, NRMS 70

cf. Salmo 12, 6

Antífona de entrada: Eu confio, Senhor, na vossa bondade. O meu coração alegra-se com a vossa salvação. Cantarei ao Senhor por tudo o que Ele fez por mim.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Hoje é um dia diferente. Dia de descanso para a maioria das pessoas. Dia de festejos carnavalescos em algumas localidades. Dia do Senhor que santificamos nesta Eucaristia.

Viemos ao encontro de Jesus. Ele quer estar connosco para nos dirigir a Sua Palavra e para O recebermos na Sagrada Comunhão.

 

Oração colecta: Concedei-nos, Deus todo-poderoso, que, meditando continuamente nas realidades espirituais, pratiquemos sempre, em palavras e obras, o que Vos agrada. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Profeta Isaías fala em nome de Deus para que sigamos sempre o caminho que nos aponta.

 

Isaías 43, 18-19.21-22.24b-25

Eis o que diz o Senhor: 18«Não vos lembreis mais dos acontecimentos passados, não presteis atenção às coisas antigas. 19Eu vou realizar uma coisa nova, que já começa a aparecer; não o vedes? Vou abrir um caminho no deserto, fazer brotar rios na terra árida. 21O povo que formei para Mim proclamará os meus louvores. 22Mas tu não Me chamaste, Jacob, não te preocupaste Comigo, Israel. 24bPelo contrário, obrigaste-Me a suportar os teus pecados, cansaste-Me com as tuas iniquidades. 25Sou Eu, sou Eu que, em atenção a Mim, tenho de apagar as tuas transgressões e não mais recordar as tuas faltas».

 

Este pequenino trecho é rebuscado do Segundo Isaías (Is 40 – 55), da primeira secção, chamada «Livro da Consolação» (Is 40 – 48) em que o autor foca o povo ainda no exílio. Aqui o profeta está a dirigir-se aos exilados falando-lhes do regresso à pátria, como sendo um «novo êxodo», que superará em grandiosidade o primeiro (vv. 16-21). Depois de recordar, sentida mas serenamente, as infidelidades do povo (vv. 22-24), o profeta anuncia o perdão divino: «não recordarei os teus pecados» (v. 25). Esta leitura foi escolhida em função do Evangelho (Mc 2, 1-12), em que Jesus se revela como o Deus que perdoa.

 

Salmo Responsorial    Salmo 40 (41), 2-3.4-5.13-14 (R. 5)

 

Monição: Ao recitarmos este salmo lembremo-nos que muitos crentes antes de nós se santificaram com esta oração.

 

Refrão:        Salvai-me, Senhor, porque pequei contra Vós.

Ou:               Salvai, Senhor, a minha alma, pois contra Vós eu pequei.

 

Feliz daquele que pensa no pobre:

no dia da desgraça o Senhor o salvará.

O Senhor lhe concederá protecção e vida,

fá-lo-á ditoso na terra

e não o abandonará ao ódio dos seus inimigos.

No leito do sofrimento o Senhor o assistirá

e na doença o aliviará.

Eu digo: Senhor, tende piedade de mim,

curai-me, pois pequei contra Vós.

 

Vós me conservareis são e salvo

e em vossa presença me estabelecereis para sempre.

Bendito seja o Senhor, Deus de Israel,

desde agora e para sempre. Amen.

 

Segunda Leitura

 

Monição: São Paulo viveu, após a conversão, as virtudes que expõe nesta Leitura. Imitemo-lo, rezando para nos mantermos firmes na Fé.

 

2 Coríntios 1, 18-22

Irmãos: 18Deus é testemunha fiel de que a nossa linguagem convosco não é sim e não. 19Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que nós pregámos entre vós eu, Silvano e Timóteo não foi sim e não, mas foi sempre um sim. 20Todas as promessas de Deus são um sim em seu Filho. É por Ele que nós dizemos «Amen» a Deus para sua glória. 21Quem nos confirma em Cristo a nós e a vós é Deus. Foi Ele que nos concedeu a unção, 22nos marcou com o seu sinal e imprimiu em nossos corações o penhor do Espírito.

 

Começamos hoje a leitura respigada da 1ª parte da 2ª Carta ao Coríntios.

S. Paulo, defendendo-se dos seus detractores em Corinto, que o acusavam de inconstância – um problema ocasional que nada tem a ver connosco hoje –, apela para uma doutrina e princípios sempre actuais; é esta a razão da actualidade perene das suas cartas. Ao pregador e ao seguidor de Cristo não lhe resta outro caminho que não seja o de seguir a Cristo, que é a «Verdade» (cf. Jo 14, 6): «o que há n’Ele é um ‘sim’!» (v. 19), como se vê no facto de ter cumprido «todas as promessas de Deus» (v, 20). O Apóstolo joga com o sentido da palavra hebraica «amén», que por via litúrgica chegou até nós, a qual certamente também então era usada na Liturgia (cf. 1 Cor 14, 16). O «amén» (da raiz «émet»: verdade, fidelidade) aparece equiparado ao «sim», pois era uma fórmula de adesão e assentimento, que nos põe em consonância com Jesus Cristo, o qual, como nunca nenhum rabino tinha feito, garante a verdade da sua palavra fazendo preceder frequentemente as suas afirmações de «amén» (sempre repetido em S. João): «em verdade vos digo».

Por outro lado, a firmeza, o oposto a inconstância de que Paulo é acusado, é um dom concedido por Deus a todos os cristãos: «a nós e a vós» (v. 21). Pela graça estamos de tal modo unidos a Cristo, que não podemos deixar de nos identificar com Ele, permanecendo firmes na fé e numa perfeita coerência de vida. «The new Jerome biblical commentary» (Bangalore, 2001), p. 818, diz que a expressão Deus (ho Theós=o Pai) «tendo-nos ungido» poderia traduzir-se por: «tendo-nos cristificado», (tendo em conta o jogo de palavras ungir/Cristo), pois os fieis são outros Cristos (2 Cor 4, 10; Rom 8, 29). A expressão «tendo-nos selado e dado a primeira prestação» corresponde à linguagem do comércio (nas feiras selava-se a rês e pagava-se o sinal ou 1ª prestação), sendo usada esta linguagem para exprimir o efeito do Baptismo (cf. Ef 1, 13-14), que, de modo público, marca os fiéis como pertença de Cristo (cf. 1 Cor 3, 23; 6, 19) e dá o Espírito Santo (2 Cor 5, 5) como sinal de «garantia» de cumprimento futuro. A alusão às três Pessoas da SS. Trindade também aqui fica clara. Vem a propósito o comentário do Catecismo da Igreja Católica: «Porque indica o efeito indelével da Unção do Espírito Santo nos Sacramentos do Baptismo, da Confirmação e da Ordem, a imagem do selo (sfrágis) foi utilizada em certas tradições teológicas, para exprimir o ‘carácter’ indelével impresso por estes três sacramentos, que não podem ser repetidos» (nº 698).

 

Aclamação ao Evangelho        Lc 4, 18

 

Monição: Como há dois mil anos também hoje o Senhor nos propõe a Sua Doutrina. Seremos felizes se a vivermos agora e sempre.

 

Aleluia

 

Cântico: Az. Oliveira, NRMS 36

 

O Senhor me enviou a anunciar a boa nova aos pobres,

a proclamar aos cativos a liberdade.

 

 

Evangelho

 

São Marcos 2, 1-12

1Quando Jesus entrou de novo em Cafarnaum e se soube que Ele estava em casa, 2juntaram-se tantas pessoas que já não cabiam sequer em frente da porta; e Jesus começou a pregar-lhes a palavra. 3Trouxeram-Lhe um paralítico, transportado por quatro homens; 4e, como não podiam levá-lo até junto d’Ele, devido à multidão, descobriram o tecto por cima do lugar onde Ele Se encontrava e, feita assim uma abertura, desceram a enxerga em que jazia o paralítico. 5Ao ver a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico: «Filho, os teus pecados estão perdoados». 6Estavam ali sentados alguns escribas, que assim discorriam em seus corações: 7«Porque fala Ele deste modo? Está a blasfemar. Não é só Deus que pode perdoar os pecados?» 8Jesus, percebendo o que eles estavam a pensar, perguntou-lhes: «Porque pensais assim nos vossos corações? 9Que é mais fácil? Dizer ao paralítico ‘Os teus pecados estão perdoados’ ou dizer ‘Levanta-te, toma a tua enxerga e anda’? 10Pois bem. Para saberdes que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados, ‘Eu to ordeno disse Ele ao paralítico levanta-te, toma a tua enxerga e vai para casa’». 12O homem levantou-se, tomou a enxerga e saiu diante de toda a gente, de modo que todos ficaram maravilhados e glorificavam a Deus, dizendo: «Nunca vimos coisa assim».

 

Marcos, logo no início do seu Evangelho, apresenta Jesus – cumprindo o anúncio dos profetas (Jer 31, 34; Ez 36, 25) – como o próprio Deus que vem perdoar os pecados. Ele arroga-se uma prerrogativa de Deus: «quem pode perdoar os pecados, senão somente Deus?» (v. 7). Nunca é demais explicar aos fiéis que, no Sacramento da Reconciliação, quem perdoa os pecados é Deus, através do ministério dos sacerdotes, que não são detentores de um poder arbitrário.

4 «Descobriram o telhado». Em geral as casas tinham o tecto em forma de terraço construído com massa de barro com palha numa armação de madeira; servia para secar cereais e frutos e o acesso fazia-se por uma escada exterior.

10 «O Filho do homem». Uma forma discreta e simpática (um asteísmo) de Jesus se referir a si mesmo, segundo a linguagem hebraica: ben ’adam = (este) homem. Dado que nalguma literatura apocalíptica, incluindo Dn 7, 13-14, já se lhe dava um sentido messiânico, a fórmula, que se encontra quase só nos Evangelhos – e aqui só nos lábios de Jesus –, encerra uma certa ambiguidade propositada, ao ser uma forma discreta e sugestiva de Jesus se apresentar no mistério da sua pessoa, o Homem Deus. A expressão coaduna-se bem com a grande questão de fundo que a redacção evangélica vai deixando ao leitor: «quem é este homem?» (cf Jo 4, 29; 5, 12; 7, 46; 8, 40; 9, 11.16.24; 10, 33; 11, 47.50; 18, 14.17.29; 19, 5; Mc 4, 41 par; 6, 2-3 par; etc.). O leitor inteligente é levado a dar a resposta certa: Jesus é Deus, pois perdoa os pecados. Sobe o título de «Filho do Homem», pode ver-se o belo desenvolvimento teológico de Bento XVI no último capítulo do seu livro: Jesus de Nazaré.

 

Sugestões para a homilia

 

Somos todos irmãos

Somos chamados pelo Senhor

Somos cristãos no mundo

Somos todos irmãos

Após uma semana de trabalho reunimo-nos, celebrando o Dia do Senhor. Jesus e a Igreja querem a nossa presença aqui. Mas é sobretudo o nosso amor a Deus que nos move à participação na Eucaristia. Se voluntariamente e sem qualquer motivo faltássemos, não nos sentiríamos bem com a nossa consciência…

Entre nós não há separação nem distinções.

As crianças com a sua inocência, simplicidade e ternura ajudam-nos a compreender a beleza e o encanto de Deus…

Os jovens com a sua audácia e generosidade ajudam-nos a prosseguir sempre em frente, construindo um futuro melhor…

Os adultos com as mais diversificadas actividades ajudam-nos a darmos as mãos para vivermos mais felizes…

Os idosos com a sabedoria e experiência adquiridas ao longo da vida ajudam-nos a aprender em cada dia novos conhecimentos, úteis para o progresso da humanidade…

Somos chamados pelo Senhor

 Todos juntos escutamos a Palavra do Senhor que ilumina a nossa vida para jamais nos separarmos d’Ele na Terra e futuramente no Céu.

Por isso queremos evitar o pecado e praticar o bem, cumprindo a Sua vontade.

Por isso Lhe agradecemos o dom da Fé. Os que não acreditam em Deus não sentem esta felicidade que nos dá a alegria de viver.

Por isso O louvamos e adoramos. Nós, sem Ele, não somos nada. Ele é o nosso Criador. Ele abre um caminho no deserto e faz brotar rios na terra árida (1.ª Leitura). Ele é a nossa salvação.

Por isso, com a Fé do paralítico mencionado no Evangelho, pedimos todas as graças que necessitamos na certeza de que nos atende, dando-nos o que é melhor para nós.

Por isso O contemplamos no Altar e, devidamente preparados, recebemo-l’O na Sagrada Comunhão.

Depois é a meditação, a união mística, o êxtase porque, como São Paulo, cada um de nós pode dizer: «Já não sou eu que vive mas é Cristo que vive em mim» (Gálatas 2, 20)!

Somos cristãos no mundo

Aqui somos a família dos filhos de Deus. No final da Missa partimos para casa. Aí temos de mostrar que somos uma família feliz.

Dedicaremos o tempo de descanso para as nossas diversões, o desporto e o nosso passeio. Deus quer que O contemplemos também na beleza da criação.

Amanhã regressaremos ao trabalho. A nosso lado estarão os ateus, os indiferentes e os que acreditam como nós. O Senhor pede-nos para sermos fermento e luz no meio do mundo. Deste modo o ódio, a guerra e o crime darão lugar ao respeito mútuo, à paz e ao amor…

Os anjos e santos estão connosco para que vençamos as tentações do demónio e cumpramos a missão que o Senhor nos confiou.

Maria Santíssima, Mãe de Jesus e nossa terna Mãe, caminha connosco na Terra para nos acompanhar na hora da despedida até à felicidade eterna, até ao Céu…

 

Fala o Santo Padre

 

«O pecado é uma espécie de parálise do espírito

da qual só o poder do amor misericordioso de Deus nos pode libertar.»

A página evangélica, que a liturgia nos faz meditar neste sétimo Domingo do tempo comum, refere o episódio do paralítico perdoado e curado (Mc 2, 1-12). Enquanto Jesus estava a pregar, entre os numerosos doentes que lhe eram trazidos, eis que havia um paralítico num leito. Ao vê-lo, o Senhor disse: "Filho, os teus pecados estão perdoados" (Mc 2, 5). E dado que alguns dos presentes, ao ouvir estas palavras, tinham ficado escandalizados, acrescentou: "Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem poder de perdoar pecados na terra, eu te ordeno disse ele ao paralítico levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa" (Mc 2, 10-11). E o paralítico foi-se embora curado. Esta narração evangélica mostra que Jesus tem o poder não só de curar o corpo doente, mas também de perdoar os pecados; e aliás, a cura física é sinal da cura espiritual que produz o seu perdão. De facto, o pecado é uma espécie de parálise do espírito da qual só o poder do amor misericordioso de Deus nos pode libertar, permitindo que nos levantemos e retomemos o caminho pela via do bem. […]

Bento XVI, Angelus, Praça de São Pedro, 22 de Fevereiro de 2009

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo  confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.     Pelo Santo Padre, Vigário de Cristo na Terra,

pelos Bispos unidos ao Papa nas suas dioceses

e pelos Sacerdotes que são fiéis à vocação,

oremos.

 

2.     Pelos Diáconos que servem a Santa Igreja,

pelos Religiosos que respondem sim ao chamamento divino

e pelos Leigos que no mundo dão testemunho da sua Fé,

oremos.

 

3.     Pelos Catequistas que são coerentes com a Doutrina que ensinam,

pelos Seminaristas que preparam a consagração a Cristo e à Igreja

e pelos Cristãos que se santificam nos grupos apostólicos ,

oremos.

 

4.     Pelos esposos que se amam como Cristo ama a Igreja,

pelos pais que educam bem os filhos que geraram

e pelos filhos que nunca abandonam os seus pais,

oremos.        

 

5.     Pelos marginalizados que buscam a reintegração social,

pelos idosos que continuam a ensinar com a experiência adquirida

e pelos doentes que oferecem o sofrimento a Cristo Redentor,

oremos.

 

6.     Pelos que faleceram e necessitam dos nossos sufrágios,

pelos familiares e amigos que diariamente recordamos

e por todos nós que nesta vida preparamos a felicidade eterna,

oremos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da  Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Levamos ao vosso altar, M. Borda, NRMS 43

 

Oração sobre as oblatas: Concedei, Senhor, que celebremos dignamente estes divinos mistérios, de modo que os dons oferecidos para vossa glória sejam para nós fonte de eterna salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo: M. Simões, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

O Senhor convidou-nos e nós aceitámos participar na Santa Missa. Ele é a misericórdia e o perdão. Cumpramos sempre a Sua vontade para vivermos em Graça e assim O podermos receber na Sagrada Comunhão.

 

Cântico da Comunhão: Senhor, eu creio que sois Cristo, F. da Silva, NRMS 60

Salmo 9, 2-3

Antífona da comunhão: Cantarei todas as vossas maravilhas. Quero alegrar-me e exultar em Vós. Cantarei ao vosso nome, ó Altíssimo.

 

Ou

 

cf. Jo 11, 27

Senhor, eu creio que sois Cristo, Filho de Deus vivo, o Salvador do mundo.

 

Cântico de acção de graças: É bom louvar-Te, Senhor, M. Carneiro, NRMS 84

 

Oração depois da comunhão: Nós Vos pedimos, Deus omnipotente, que este sacramento de salvação seja para nós penhor seguro de vida eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Demos graças por mais uma semana que o Senhor nos concedeu. Pedimos novas bênçãos para esta semana em que vamos iniciar a Quaresma. Agradeçamos, fazendo apostolado para que o Senhor seja conhecido e amado em todo o mundo!

 

Cântico final: Ficai connosco, Senhor, M. Borda, NRMS 43

 

 

Homilias Feriais

 

7ª SEMANA

 

2ª Feira, 20-II: Oração: audácia filial e fé.

Tg 3, 13-18 / Mc 9, 14-29

Jesus explicou-lhe: Se podes?! Tudo é possível a quem acredita.

«Do mesmo modo que Jesus ora ao Pai e lhe dá graças antes de receber os seus dons, assim também ensina esta audácia filial: ‘tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o alcançastes’. Tal é a força da oração: ‘tudo é possível a quem crê’ (Ev.), com uma fé que não hesita» (CIC, 2610).

A oração ajuda também a alcançar a sabedoria de Deus, que nos ensina a sermos rectos nas nossas intenções; que é portadora de paz, compreensiva, condescendente, cheia de compaixão e de benefícios (Leit.).

 

3ª Feira, 21-II: Necessidade de uma aproximação de Deus.

Tg 4, 1-10 / Mc 9, 30-37

E dizia-lhes: o Filho do homem vai ser entregue nas mãos dos homens. Estes hão-de matá-lo.

Jesus já tinha anunciado por três vezes a sua paixão e a sua ressurreição (Ev.). É difícil chegar a compreender plenamente o sentido destes acontecimentos. Mas a cruz é um sinal positivo: é um sinal salvífico.

Para o assimilarmos é melhor seguir o conselho de S. Tiago: «Aproximai-vos de Deus e Ele se aproximará de vós» (Leit.). Sendo humildes, receberemos mais luzes de Deus: «Deus resiste aos soberbos e dá a sua graça aos humildes». E purifiquemos o nosso coração para mais facilmente descobrirmos os caminhos de Deus.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio A. Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 

 

 


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