Imaculado Coração de Maria

2 de Julho de 2011

 

Memória

 

O Evangelho desta memória é próprio.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Coração Imaculado de Maria, M. Faria, NRMS 33-34

cf. Salmo 12, 6

Antífona de entrada: O meu coração exulta em Deus meu Salvador. Cantarei ao Senhor por tudo o que Ele fez por mim.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Em Fátima, em 1917, Nossa senhora veio pedir a devoção ao Seu Coração Imaculado. A pequena Jacinta dizia: -“Gosto tanto do Imaculado Coração de Maria. É o Coração da nossa Mãezinha do Céu”.

Vamos celebrar com alegria este amor tão grande da Virgem por cada um de nós.

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que preparastes no coração da Virgem Santa Maria uma digna morada do Espírito Santo, transformai-nos, por sua intercessão, em templos da vossa glória. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Isaías fala da beleza da nova Jerusalém, que é figura da Igreja e também figura de Maria.

Deus encheu de graça o Coração da Virgem para ser a Mãe de Cristo e de todos os homens.

 

Isaías 61, 9-11

A linhagem do povo de Deus será conhecida entre os povos e a sua descendência no meio das nações. Quantos os virem terão de os reconhecer como linhagem que o Senhor abençoou.

Exulto de alegria no Senhor, a minha alma rejubila no meu Deus, que me revestiu com as vestes da salvação e me envolveu num manto de justiça, como noivo que cinge a fronte com o diadema e a noiva que se adorna com as suas jóias. Como a terra faz brotar os germes e o jardim germinar as sementes, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor diante das nações.

 

O Terceiro Isaías (Is 56 – 66) não se cansa de cantar as glórias de Jerusalém, em especial nos capítulos 60 a 64, donde é extraído o trecho da leitura. Jerusalém é uma figura da Igreja e a Liturgia, como acontece frequentemente aplica a Virgem Maria o que se diz da Igreja de quem ela é Mãe, modelo e tipo (cf. LG 53).

10 «A minha alma rejubila… com as vestes da salvação». O capítulo 61 de Isaías canta as alegrias do regresso do exílio, mas com um profundo sentido messiânico, como consta do discurso de Jesus na sinagoga de Nazaré (cf. Lc 4, 16-22). É por isso que os Padres gostavam de identificar estas «vestes da salvação» com o manto de Sol da Mulher do Apocalipse (cf. Apoc 12, 1): Cristo é o Sol da Justiça que purifica de toda a mancha a sua Mãe desde o primeiro instante da sua concepção (cf. o artigo de Karol Wojtyla na obra colectiva: «Im Gewande des Heils», Essen, 1979).

 

Salmo Responsorial    1 Sam 2, 1.4-5.6-7.8abcd (R. 1a)

 

Monição: O salmo é um cântico de louvor a Deus e também de humildade, muito parecido com o magnificat que a Virgem pronunciou perante o elogio de Sua prima Isabel.

 

Refrão:        O meu coração exulta no Senhor, meu Salvador.

 

Exulta o meu coração no Senhor,

no meu Deus se eleva a minha fronte.

Abre-se a minha boca contra os inimigos,

porque me alegro com a vossa salvação.

 

A arma dos fortes foi destruída

e os fracos foram revestidos de força.

Os que viviam na abundância andam em busca de pão

e os que tinham fome foram saciados.

A mulher estéril deu à luz muitos filhos

e a mãe fecunda deixou de conceber.

 

É o Senhor quem dá a morte e dá a vida,

faz-nos descer ao túmulo e de novo nos levanta.

É o Senhor quem despoja e enriquece,

é o Senhor quem humilha e exalta.

 

Levanta do chão os que vivem prostrados,

retira da miséria os indigentes

fá-los sentar entre os príncipes

e destina-lhes um lugar de honra.

 

 

Aclamação ao Evangelho        cf. Lc 2, 19

 

Monição: Aclamemos a Jesus e aprendamos com Sua Mãe a guardar e meditar em nosso coração todos os Seus ensinamentos.

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 35

 

Bendita seja a Virgem Santa Maria,

que conservava a palavra de Deus, meditando-a em seu coração.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2, 41-51

41Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. 42Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. 43Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. 44Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. 46Passados três dias, encontraram-no no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. 47Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. 48Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados e sua Mãe disse-Lhe: «Filho, porque procedeste assim connosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura». 49Jesus respondeu-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». 50Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. 51Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todos estes acontecimentos em seu coração.

 

Segundo a Mixnáh (Niddáh, V, 6), depois dos 13 anos, o rapaz israelita começava a ser «bar-hamitswáh», «filho-da-lei», isto é, passava ter os deveres e direitos da Lei mosaica, incluindo o dever de peregrinar a Jerusalém, mas os pais piedosos costumavam antecipar um ano ou dois o cumprimento deste dever. Os judeus tinham por hábito deslocar-se em caravanas e em grupos separados de homens e de mulheres, podendo as crianças fazer viagem em qualquer dos grupos; nas paragens do caminho, as famílias reuniam-se. É neste contexto que se desenrola o relato. Para o leitor, a atitude de Jesus de ficar em Jerusalém é deveras surpreendente. Não deveria ter avisado os pais ou outros familiares? Mas não faz sentido buscar a explicação do episódio relatado numa rebeldia ou na irresponsabilidade dum adolescente – este rapaz é o Filho de Deus –, embora o relato evangélico possa fornecer luzes aos pais que se deparam com situações similares de filhos perdidos.

A teologia de Lucas talvez nos possa dar alguma pista para a compreensão do episódio narrado. «Jerusalém» não é simplesmente o centro da vida religiosa de Israel. Para os evangelistas, e de modo singular para Lucas, Jerusalém representa o culminar de toda a obra salvadora de Jesus, por ocasião da Páscoa da Paixão, Morte e Ressurreição; é por isso que Lucas, ao pôr em evidência a tensão de Jesus para a sua Paixão, apresenta grande parte do seu ensino «a caminho de Jerusalém» (Lc 9, 51 – 19, 27), onde Jesus tem de padecer para ir para o Pai e entrar na sua glória (cf. Lc 24, 26). A teologia de Lucas não é abstracta e desligada da realidade. Ora a realidade é que Jesus não é apenas «o Mestre», Ele é «o Profeta», e, por isso mesmo, não ensina apenas quando exerce a função de rabi, mas em todos os passos da sua vida actua como Profeta, ensinando através dos seu agir, mormente através de acções simbólicas de profundo alcance, por vezes bem chocantes. O «Menino perdido» não aparece como um simples menino, é apresentado como um Profeta que realiza uma acção simbólica para proclamar quem é e qual é a sua missão: «Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». Ele é o Filho de Deus, e tem de cumprir a missão que o Pai lhe confiou, em Jerusalém, ainda que isto lhe custe bem e tenha de fazer sofrer aqueles que mais ama – «aflitos à tua procura» (v. 48). O episódio passa-se em Jerusalém, como prenúncio e paralelo de um sofrimento bem maior, também em Jerusalém. A lição é clara: não se pode realizar plenamente a vontade do Pai do Céu e, ao mesmo tempo, evitar todo o sofrimento próprio e dos seres mais queridos; subir a Jerusalém é subir à Cruz, e subir à Cruz é «elevar-se» ao Céu, também em Jerusalém (cf. Lc 24, 50-51).

41 «Os pais de Jesus. Teu pai» (v. 48). Uma vez que Lucas tinha acabado de falar tão explicitamente da concepção virginal de Jesus, não tem agora qualquer receio de nomear S. José como pai (virginal) do Senhor.

49 «Eu devia estar na Casa de Meu Pai». A tradução de tá toû Patrós mou pode significar tanto «a casa de meu Pai», como «as coisas (assuntos, vontade) de meu Pai». A verdade é que o redactor pode ter querido dar à resposta de Jesus uma certa ambiguidade: «Não sabíeis que Eu tenho de estar nas coisas de meu Pai» (e que, por isso mesmo, me deveria encontrar aqui no Templo)?

50 «Eles não entenderam». A resposta do Menino envolve um sentido muito profundo que ultrapassa uma simples justificação da sua «independência». O evangelista sublinha que não alcançam ver até onde poderia ir este «estar nas coisas do Pai», mas também deixa ver que não se atrevem a fazer mais perguntas, o que evidencia a sua extrema delicadeza e reverência, ditada por uma profunda fé. Estamos postos perante o mistério do ser e da missão de Jesus, perante mais um «sinal» e mais uma «espada» (cf. Lc 2, 34-35).

 

Sugestões para a homilia

 

Teu pai e Eu andávamos aflitos...

Guardava todos estes acontecimentos em Seu Coração

Teu pai e Eu andávamos aflitos...

Portugal prepara já a celebração do centenário das aparições de Fátima. Uma das mensagens mais importantes de Nossa Senhora, em 1917, foi a devoção ao Seu Coração Imaculado.

Vale a pena recordar as palavras da Virgem e vivê-las em nossa vida de cada dia.

Na segunda aparição, em Junho, dizia à Lúcia: “Tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. A quem a aceita prometer-lhe-ei a salvação e estas almas serão amadas de Deus como flores colocadas por Mim para enfeitar o Seu trono.”

 E quando a pastorinha se queixa por ficar sem os primos que Ela vai levar para o Céu, anima-a: “Eu nunca te deixarei. O Meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus”.

Os pequenitos viram uma luz maravilhosa que saía das mãos de Nossa Senhora. “À frente da palma da mão direita estava um coração cercado de espinhos, que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade”(Memórias da Irmã Lúcia, I (Fátima 2010)p.175 ).

Na aparição de Julho diz aos pastorinhos: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”

Depois de mostrar-lhes o inferno, exclama: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

Fala-lhes da guerra que virá assolar o mundo por causa dos pecados dos homens. “Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a devoção reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá e será concedido ao mundo algum tempo de paz” (Ib.p.176,s.).

O Coração de Maria é para cada um de nós caminho que nos conduz até Deus. Por Maria vamos a Jesus, uma e outra vez.Com Ela caminhamos seguros, porque Ela nos protege dos inimigos, nos anima com o Seu amor, e nos aponta o caminho da santidade.

Deus quer que os homens olhem para o Coração de Maria. Ele é a manifestação viva e acessível a todos da misericórdia de Deus, que deseja a salvação de cada homem, que anima os pecadores a voltarem à casa paterna como o filho pródigo.

Quer que Lhe peçamos a conversão dos pecadores e das nações pelo Coração de Maria. Ela é a mulher misteriosa de que Deus falou aos nossos primeiros pais como sinal de esperança.

Como mãe carinhosa e vigilante preocupa -Se com a salvação dos homens e da humanidade. As aparições em vários lugares nos últimos tempos, mostram-nos a Virgem preocupada pela salvação dos Seus filhos.

Guardava todos estes acontecimentos em Seu Coração

A devoção ao Coração de Maria há-de levar-nos a um trato filial com Ela, cada dia mais intenso e mais vivido. A manifestar-Lhe o nosso carinho nas pequenas coisas de cada dia: cumprindo fielmente a vontade de Deus ao longo do dia, falando com Ela muitas vezes, sabendo que nos ouve, que está onde chamam por Ela. Oferecendo-Lhe os nossos pequenos sacrifícios no cumprimento do dever, na caridade com os que no rodeiam, no esforço por fazer bem a oração, na guarda dos nosso olhos e dos outros sentidos.

Um exemplo deste amor a Nossa Senhora foi-nos dado pelo papa João Paulo II, há pouco beatificado. Escolheu como lema Totus tuus, “todo teu, ó Maria”. E procurou vivê-lo desde a juventude, entregando tudo nas Suas mãos maternais, rezando-Lhe muitas vezes ao longo do dia, sobretudo na recitação do rosário completo.

Um dos segredos do seu pontificado podemos descobri-lo na profunda devoção mariana. Nas suas visitas aos vários países quase sempre incluía a peregrinação a algum santuário dedicado a Nossa Senhora.

Santa Teresa de Jesus conta que, ao perder a mãe, muito jovem, se foi prostrar diante duma imagem de Maria e dizer-Lhe: -agora tens de ser Tu a minha mãe. E procurou viver na sua vida este amor filial à Virgem.

Que nos entreguemos a Ela totalmente como o miúdo se abandona os braços da mãe. Que Lhe ofereçamos cada dia tudo o que somos e fazemos, para que o entregue a Jesus.

Pode acontecer-nos como ao miudito que tinha recebido de presente um coelhinho branco – contava um dia S. Josemaria. Queria tanto ao seu bichinho que ao rezar “Ó Senhora minha...eu vos consagro inteiramente todo o meu ser”, acrescentava: “menos o meu coelhinho branco”. Temos de examinar-nos se não teremos também coelhinhos brancos que não queremos entregar ao Senhor.

Que o amor a Nossa Senhora, que a nossa confiança filial no Seu amor nos levem a imitá-La no Seu amor a Deus sem reservas, na Sua humildade, na Sua pureza, na Sua preocupação pelos outros. Que nos levem a imitá-La na Sua vida de oração, na vida de cada dia, guardando os acontecimentos diários e meditando-os em nosso coração.

 

 

Oração Universal

 

Trazemos a Jesus os nossos pedidos para que Ele os apresente ao Pai . Peçamos com fé e humildade, apoiados na intercessão de Maria, dizendo:

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

1-Pela Santa Igreja, para que por intercessão de Maria,

o Senhor a defenda dos ataques dos inimigos,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

2-Pelo Santo Padre, para que todos escutem os seus ensinamentos

e encontrem o caminho para Jesus,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

3-Pelos bispos e sacerdotes, para que apontem a todos com fé e valentia

o caminho da santidade na vida corrente de cada dia,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

4-Por todos os cristãos, para que saibam viver unidos a Jesus

no trabalho diário, fazendo dele oração,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

5-Para que todos procuremos crescer na devoção ao Imaculado Coração de Maria,

 imitando-A e pedindo os Seus favores,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

6-Por todos os que andam afastados de Deus, para que o Senhor os converta

e encontrem a alegria que só Jesus lhes pode dar,

Por intercessão do Imaculado Coração de Maria, ouvi-nos Senhor

 

Senhor, que nos destes Maria por Mãe e modelo para a nossa vida na terra, fazei que procuremos imitar os Seus exemplos e sintamos sempre com a Sua ajuda.

Por N.S.J.C.Vosso Filho que conVosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.

 

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Alegres, Jubilosos, F. da Silva, NRMS 10 (II)

 

Oração sobre as oblatas: Ouvi, Senhor, as orações dos vossos fiéis e aceitai os dons que Vos oferecemos, ao celebrar a memória da Virgem Mãe de Deus, para que esta oblação Vos seja agradável e nos obtenha o auxílio da vossa misericórdia. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio de Nossa Senhora I [e na veneração] p. 486 [644-756] ou II p. 487

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

Podemos aprender com a Virgem a preparar bem o nosso coração para acolher a Jesus.

 

Cântico da Comunhão: O Senhor alimenta, F. da Silva, NRMS 23

Lc 2, 19

Antífona da comunhão: Maria guardava todas estas palavras, meditando-as em seu coração.

 

Cântico de acção de graças: Minha Senhora e minha Mãe, H. Faria, NRMS 33-34

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos fizestes participar no sacramento da redenção eterna, concedei que, ao celebrarmos a memória da Mãe do vosso Filho, nos alegremos com a plenitude da vossa graça e sintamos crescer continuamente em nós os frutos de salvação. Por Nosso Senhor ...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Aumentemos cada dia a nossa devoção ao Imaculado Coração de Maria e espalhemo-la por toda a parte.

 

Cântico final: Glória da humanidade, NRMS 101

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Celestino C. Ferreira

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial