Sagrado Coração de Jesus

1 de Julho de 2011

 

Sexta-feira a seguir ao Domingo II depois de Pentecostes

 

Solenidade

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sagrado Coração de Jesus Redentor, F. da Silva, NRMS 93

Salmo 32, 11.19

Antífona de entrada: Os pensamentos do seu coração permanecem por todas as gerações para libertar da morte as almas dos seus fiéis, para os alimentar no tempo da fome.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A Solenidade que hoje celebramos faz-nos reflectir no Amor de Jesus, manifestado no símbolo mais eloquente e claro do próprio Amor – o Seu Sagrado Coração.

Ter devoção ao Coração de Jesus é assim afirmar que acreditamos no Seu Amor.

A importância desta fé, levou Santo Afonso Maria de Ligório a afirmar que “A devoção ao Coração de Jesus é a mais bela e mais sólida do cristianismo”. Os Papas, sobretudo desde Pio XI, têm sido unânimes em chamar a atenção para a importância desta devoção. O próprio Jesus, através de Santa Margarida Maria, diz-nos, com Seus pedidos e promessas, quão querida Lhe é esta devoção. Queremos levar muito a sério tão claros e veementes apelos.

 

Oração colecta: Concedei, Deus todo-poderoso, que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ou

 

Deus de bondade, que no Coração do vosso Filho, ferido pelos nossos pecados, nos abristes os tesouros infinitos do vosso amor, fazei que, prestando-Lhe a homenagem fervorosa da nossa piedade, cumpramos também o dever de uma digna reparação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Senhor ao escolher o Seu Povo, revela-lhe o Amor que lhe tem. Nós somos agora esse novo Povo escolhido por Deus. A correspondência a esta predilecção divina passa pelo cumprimento dos Mandamentos da Lei do Senhor.

 

Deuteronómio 7, 6-11

Moisés falou ao povo nestes termos: 6«Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus; foi a ti que o Senhor teu Deus escolheu, para seres o seu povo entre todos os povos que estão sobre a face da terra. 7Se o Senhor Se prendeu a vós e vos escolheu, não foi por serdes o mais numeroso de todos os povos, uma vez que sois o menor de todos eles. 8Mas foi porque o Senhor vos ama e quer ser fiel ao juramento feito aos vossos pais, que a sua mão poderosa vos fez sair e vos libertou da casa da escravidão, do poder do Faraó, rei do Egipto. 9Reconhece, portanto, que o Senhor teu Deus é o verdadeiro Deus, um Deus leal, que por mil gerações é fiel à sua aliança e à sua benevolência para com aqueles que amam e observam os seus mandamentos. 10Mas Ele pune directamente os seus inimigos, fazendo-os perecer e infligindo sem demora o castigo merecido àquele que O odeia. 11Guardarás, portanto, os mandamentos, leis e preceitos que hoje te mando pôr em prática».

 

Temos um texto tirado do 2.º discurso deutereronómico, um texto clássico, em que se proclama a gratuita eleição de Israel por Deus. Esta escolha de predilecção faz de Israel «um povo consagrado ao Senhor» (v. 6). Estamos diante dum tema central de todo o Antigo Testamento e em que insiste particularmente o Deuteronómio.

O motivo da escolha é inteiramente gratuito, é uma eleição de puro amor, pois trata-se de «o menor de todos» os povos (v. 7): foi «porque o Senhor vos ama», com um amor gratuito (v. 8). É assim o amor de Deus para connosco: um amor «fiel à sua aliança» (v. 9). Mas um amor tão grande não pode ser desprezado impunemente (cf. v. 10). A correspondência de amor consiste em guardar os mandamentos, leis e preceitos (v. 11).

 

Salmo Responsorial    Sl 102 (103), 1-2.3-4.6-7.8 e 10 (R. 17)

 

Monição: O Salmo, que vamos ouvir, exalta e canta as misericórdias do Senhor sobre todos aqueles que têm felicidade de O amar.

 

Refrão:        a graça do senhor é desde sempre

                     sobre aqueles que o amam.

 

A minha alma louva o Senhor,

todo o meu ser bendiz o Seu nome santo,

A minha alma louva o Senhor,

e não esquece os seus dons.

 

Ele perdoa todas as tua culpas,

e tem compaixão de todos os teus males;

liberta do túmulo a tua vida

e reveste-a de graça e de ternura.

 

O Senhor faz justiça,

defende o direito dos oprimidos.

Revelou os Seus caminhos a Moisés

e as Suas obras aos filhos de Israel.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

lento para a ira, rico de misericórdia.

Não nos trata como as nossas ofensas merecem,

não nos paga segundo as nossas culpas.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Não fomos nós que primeiro amamos a Deus, merecendo o seu amor, pois ele ama gratuitamente, Deus é amor.

 

1 São João 4, 7-16

Caríssimos: 7Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus; e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. 8Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 9Assim se manifestou o amor de Deus para connosco: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que vivamos por Ele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou, e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados. 11Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. 12Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito. 13Nisto conhecemos que estamos n'Ele e Ele em nós: porque nos deu o seu Espírito. 14E nós vimos e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15Se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 16Nós conhecemos o amor que Deus nos tem e acreditámos no seu amor. Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele.

 

Também nesta leitura se fala do amor de Deus, objecto das páginas mais belas do Antigo Testamento (cf. 1ª leitura; e Is 54, 5-10). E fala-se de um amor gratuito: «não fomos nós que amámos a Deus» primeiro, de modo a merecer o seu amor, «mas foi Ele que nos amou» (v. 10) e levou o seu amor por nós até ao ponto de que nos «enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados». Por isso insiste São João em que «Deus é amor» (vv. 8.16), a mais bela definição do que é Deus e que jamais alguém poderia excogitar.

7 «Nasceu de Deus», isto é, é filho de Deus, como tanto se insiste nos escritos joaninos: 1 Jo 2, 29; 3, 1-2.9; 5, 1.4.18; Jo 1, 13…

10 «Vítima de expiação»: temos aqui uma linguagem sacrificial do AT (cf. Ex 29, 36-37) que apresenta a morte de Jesus como um sacrifício voluntário, revelador do seu imenso amor (cf. Rom 3, 24-25).

 

Aclamação ao Evangelho        Mt 11, 25-30

 

Monição: Só através da virtude fundamental da humildade teremos possibilidade de saborear as doçuras do Amor infinito do nosso Deus.

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 73-74

 

Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim,

que sou manso e humilde de coração.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 11, 25-30

25Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. 30Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

 

O trecho da leitura é considerado como a jóia dos Sinópticos, com uma impressionante revelação do Coração de Cristo, sendo os vv. 25-27 uma das mais belas orações de Jesus, também registada em Lucas.

25 «Sábios e inteligentes» (prudentes) são os sábios orgulhosos, que confiam apenas na sua sabedoria, auto-suficientes, julgam poder salvar-se com os seus próprios recursos de inteligência e poder. Os «pequeninos» são os humildes, abertos à fé, capazes de visão sobrenatural. A revelação divina só pode ser aceite e captada pela fé: uma ciência soberba impede de aceitar a loucura divina da Cruz (cf. 1 Cor 1, 19-31); os pequeninos são, pois aqueles «que o mundo considera vil e desprezível», mas «que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa» (ibid. v. 28).

27 Jesus reivindica para si um conhecimento do Pai (Deus) perfeitamente idêntico ao conhecimento que o Pai tem do Filho (Jesus), e isto porque Ele, e só Ele, é o Filho, igual ao Pai, Deus com o Pai.

28-30 Palavras estas maravilhosas, que nos patenteiam os sentimentos do Coração de Cristo. O povo andava «cansado e oprimido» com as minuciosas exigências da lei antiga – que o Sirácida (51, 33) apodava de «jugo» – e das tradições que os fariseus e doutores da lei impunham com todo o rigorismo do seu frio e insuportável legalismo, que oprimia a liberdade interior e roubava a paz ao coração (cf. Act 15, 10). Jesus não nos dispensa de levar o seu «jugo» e a sua «carga», mas não quer que nos oprima, pois deseja que O sigamos por amor, e, «para quem ama, é suave; pesado, só para quem não ama» (Santo Agostinho, Sermão 30, 10). O mesmo Santo Agostinho comenta esta passagem: «qualquer outra carga te oprime e te incomoda, mas a carga de Cristo alivia-te do peso. Qualquer outra carga tem peso, mas a de Cristo tem asas. Se a uma ave lhe tirares as asas, parece que a alivias do peso, mas, quanto mais lhas tirares, mais esta pesa; restitui-lhe o peso das suas asas, e verás como voa» (Sermão 126, 12).

 

Sugestões para a homilia

 

1. Jesus, o Amigo dos Homens.

2. Os ensinamentos dos Santos Padres e a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

3. Como corresponder ao Amor do Coração de Jesus?

1. Jesus, o Amigo dos Homens.

Jesus, o Amigo por excelência de todos os homens, ao incarnar no Ventre puríssimo de Nossa Senhora, para nos resgatar do pecado, revela-nos com a Sua Vida, o caminho que devemos seguir para conseguirmos a felicidade que todos tanto desejamos. Desde o Nascimento até à morte, aponta-nos o caminho a seguir. Esse caminho é o da humildade. Por isso, Ele que nos dá os maiores exemplos em todas as virtudes, chama especialmente a nossa atenção para estas: «Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração».

Para saborearmos as doçuras do Coração de Jesus e consequente alegria de viver é essencial o cultivo desta virtude fundamental. Eis porque Ele nos diz no Evangelho: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos». Como é importante reconhecermo-nos aquilo que de facto somos – pequeninos, mesmo muito pequeninos diante do Senhor Criador do Céu e da Terra. Só nesta atitude de verdade e de consequente humildade, nos é dado experimentar a Bondade, a Misericórdia, o Amor infinito de Deus.

2. Os ensinamentos dos Santos Padres e a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

O Beato João Paulo II, desde a sua eleição a 16 de Outubro de 1978, até ao verão de 1982, falou 39 vezes sobre o Divino Coração de Jesus, a Quem consagrou também a Encíclica sobre a Misericórdia Divina em 30 de Novembro de 1980. A 31 de Março de 1984, dirigindo-se a peregrinos italianos do Apostolado da Oração fala mais uma vez desta devoção lembrando alocuções feitas por seus antecessores: “Dada a importância fundamental deste apostolado na Igreja em geral e na vida particular de cada fiel, o meu discurso deveria ser muito mais longo e profundo do que aquilo que é possível neste breve espaço de tempo. Refiro-me à mensagem do Sagrado Coração a Santa Margarida e às grandes encíclicas dos meus antecessores, Leão XIII (Annum sacrum, 25 de Maio de 1899), Pio XI (Miserentissimus Redemptor de 8 de Maio de 1928), Pio XII (Haurietis aquas, de 15 de Maio de 1956), Paulo VI (Investigabiles divitias Chisti de 6 de Fevereiro de 1965), Diserti interpretes facti de 25 de Maio de 1965) e às minhas duas encíclicas “Redemptor hominis” e “Dives in misericórdia”, exortando-vos a estender e a aprofundar cada vez mais o raio do vosso apostolado em cada paróquia, comunidade e Diocese, inculcando a oração e o oferecimento quotidiano pela conversão dos pecadores, pelas necessidades da Igreja, pelos Governantes e Autoridades civis, a fim de que possuam verdadeira e recta consciência no governo, e estimulando a autêntica devoção ao Coração de Jesus por meio da consagração das famílias e sobretudo a celebração vivida da primeira Sexta-Feira de cada mês com o confissão sacramental e a participação na Eucaristia”.

3.  Como corresponder ao Amor manifestado pelo Coração de Jesus?

O Papa Bento XV introduziu na Bula de Canonização de Santa Margarida as próprias palavras que o mesmo Jesus lhe tinha dirigido: “ O Senhor Jesus dignou-se falar à sua fiel esposa nestes termos: Na imensa misericórdia do meu Coração prometo, a todos aqueles que durante nove meses seguidos comungarem na primeira sexta-feira, a graça da penitência final; não morrerão em pecado grave contra Mim e sem receberem os Santos Sacramentos. O meu Coração será o seu refúgio seguro nos últimos momentos”.

A Santa sé várias vezes indulgenciou esta piedosa prática e muitos Bispos do mundo inteiro aprovaram-na e recomendaram-na. O notável moralista e insigne teólogo P. Vermeersch, professor da Universidade Gregoriana, escreve que: “ A grande promessa dá certeza moral suficiente para afastar toda a ansiedade, quanto à nossa salvação”.

À devoção das primeiras sextas-feiras podem pois justamente aplicar-se as palavras do Concílio Vaticano II: “São muito de recomendar os actos de piedade do povo cristão, desde que estejam em conformidade com as leis da Igreja e, especialmente, quando aprovados pela Santa Sé”.

 Vamos desagravar e consolar o Coração de Jesus com muitas comunhões, cada vez mais fervorosas e divulgar também esta mesma devoção a todos quantos ainda a desconheçam. Eis uma forma concreta de corresponder ao Amor infinito do Coração de Jesus e de apontarmos o caminho certo da verdadeira paz, descanso e felicidade, que todos os homens tanto desejam e procuram.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos e irmãs:

Ao recordarmos o Amor infinito de Jesus

Que Se entregou por nós como Cordeiro.

Oremos ao Pai, que está nos céus,

Dizendo:

 

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso Amor.

 

 

1.     Pela Santa Igreja

Para que anuncie a todos aqueles que a escutam

Que Deus é Amor e permanece em quem O ama.

Oremos, irmãos.

 

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso Amor.

 

2.     Pelas nações da terra inteira

Para que as mais poderosas respeitem as mais fracas

E em todas elas os cidadãos se sintam livres,

Oremos, irmãos.

 

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso Amor.

 

3.     Pelos pecadores, pelos doentes, pelos pobres

E pelos que andam cansados e oprimidos,

Para que encontrem em Jesus o seu alívio,

Oremos, irmãos.

 

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso Amor.

 

4.     Por aqueles a quem Jesus chama pequeninos,

Para que lhes revele as verdades mais profundas

E os ensine a ser mansos e humildes de coração,

Oremos, irmãos.

 

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso Amor.

 

5.     Por todos os que já partiram para a eternidade,

Para que em breve possam viver as alegrias do céu

Junto do Coração de Jesus e de toda a Santíssima Trindade,

Oremos, irmãos.

           

R. Mostrai-nos, Senhor, o vosso Amor.

 

 

Senhor, nosso Deus,

Que pela vida e pelas palavras de Jesus

Nos ensinais a sermos seus discípulos,

Fazei-nos encontrar o repouso que buscamos

No Seu Coração manso e humilde.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,

Que Convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.

 

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Az. Oliveira, NRMS 93

 

Oração sobre as oblatas: Olhai, Senhor, para o inefável amor do Coração do vosso Filho e fazei que a nossa oferenda Vos seja agradável e sirva de reparação pelos nossos pecados. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio

 

O Coração de Cristo, fonte de salvação

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente! É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor. No seu imenso amor, quando foi elevado sobre a cruz, ofereceu-Se a Si mesmo por nós os homens, atraídos para o Coração aberto do Salvador, pudessem beber nas fontes vivas da salvação. Por Ele com os Anjos e os Santos proclamamos a Vossa glória, cantando a uma só voz:

Santo, santo, santo, Senhor Deus do universo...

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

Jesus, manso e humilde de coração, numa maravilhosa expressão de Amor pessoal por cada um, quer entrar em nós pela Sagrada Comunhão. Com Ele, como tudo se torna fácil nos caminhos da vida! Vamos recebê-lO com muito amor e profundo reconhecimento.

 

Cântico da Comunhão: Saboreai como é bom, M. Carneiro, NRMS 93

Jo 7, 37-38

Antífona da comunhão: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva.

 

Ou     

Jo 19, 34

Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água.

 

Cântico de acção de graças: Quanta alegria é para mim, H. faria, NRMS 18

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento do vosso amor nos una sempre mais a Jesus Cristo, vosso Filho, de modo que, inflamados na caridade, saibamos reconhecê-l'O nos nossos irmãos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Amor com amor se paga. Vamos levar muito a sério os pedidos que Ele nos faz através de Santa Margarida Maria, desagravando-O de tantos pecados e ingratidões, fazendo com muito fervor e devida preparação, as primeiras Sextas-Feiras e divulgando esta devoção tão querida do Coração de Jesus a todos quantos ainda a desconheçam.

Com esse propósito, ide em paz e Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: Deus é pai, Deus é Amor, Az. Oliveira, NRMS 35

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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