S. João Baptista

Missa do Dia

24 de Junho de 2011

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Os povos proclamam a sabedoria, M. Simões, NRMS 59

Jo 1, 6-7; Lc 1,17

Antífona de entrada: Apareceu um homem enviado por Deus, que tinha o nome de João. Ele veio para dar testemunho da luz e preparar o povo para a vinda do Senhor.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

São João Baptista, único Santo, com a Virgem Maria, de quem a liturgia celebra o nascimento terreno, viveu toda a sua vida orientada para Cristo. Ele foi a «voz» enviada para anunciar a vinda do Verbo de Deus, Jesus Cristo, luz para todas as nações.

Ele é a primeira «testemunha» de Jesus, indicando-O como Filho de Deus, quando viu o Espírito Santo repousar sobre Ele, no momento em que Jesus emergia da água do baptismo.

Celebremos o seu nascimento pedindo a coragem de também sermos capazes de testemunhar, como São João Baptista, o amor e a verdade de Cristo a todos os homens.

De coração contrito e com propósito firme de emenda, peçamos perdão ao Senhor de todas as nossas infidelidades a esse testemunho.

 

Oração colecta: Senhor, que enviastes São João Baptista a preparar o vosso povo para a vinda do Messias, concedei à vossa família o dom da alegria espiritual e guiai o coração dos fiéis no caminho da salvação Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Esta leitura fala de um Servo fiel a Deus que será a luz de todos os povos. João não era a luz, mas foi enviado para dar testemunho dela.

 

Isaías 49, 1-6

1Terras de Além-Mar, escutai-me povos de longe, prestai atenção. O Senhor chamou-me desde o ventre materno, disse o meu nome desde o seio de minha mãe. 2Fez da minha boca uma espada afiada, abrigou-me à sombra da sua mão. Tornou-me semelhante a uma seta aguda, guardou-me na sua aljava. 3E disse-me: «Tu és o meu servo, Israel, por quem manifestarei a minha glória». 4E eu dizia: «Cansei-me inutilmente, em vão e por nada gastei as minhas forças». 5Mas o meu direito está no Senhor e a minha recompensa está no meu Deus. E agora o Senhor falou-me, Ele que me formou desde o seio materno, para fazer de mim o seu servo, a fim de Lhe restaurar as tribos de Jacob e reconduzir os sobreviventes de Israel. Eu tenho merecimento aos olhos do Senhor e Deus é a minha força. 6Ele disse-me então: «Não basta que sejas meu servo, para restaurares as tribos de Jacob e reconduzires os sobreviventes de Israel. Farei de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue até aos confins da terra».

 

Este texto é o II Cântico do Servo de Yahwéh. O sentido profundo desta passagem visa o Messias, Luz das nações (v. 6; cf. Lc 2, 32). No entanto, temos aqui, como tantas vezes na Liturgia, uma adaptação deste texto a outra figura que não é o Messias, mas o seu Precursor, João Baptista. Joga-se, portanto, com o sentido acomodatício, que não é um sentido propriamente bíblico; é um sentido que nós pomos na Sagrada Escritura, tendo em conta uma certa semelhança de fundo ou meramente verbal. Aqui trata-se duma «acomodação real ou por extensão», pois há uma grande semelhança de fundo entre o texto e o que realmente se passou com o Baptista: v. 1b – Chamado antes do nascimento (cf. Lc 1, 13-17); v. 1b – Santificado no ventre materno (cf. Lc 1, 15.41-44); Chamado antes do nascimento (cf. Lc 1, 13-17); 1b – Santificado no ventre materno (cf. Lc 1, 15.41-44); 2 – Pregador intrépido das exigências divinas (cf. Mt 3, 7-10; 14, 4); 5-6 – Reconduz Israel a Deus e restaura o Povo (cf. Lc 1, 16-17; 3, 1-20.

 

Salmo Responsorial    Sl 138 (139), 1-3.13-14ab.14c-15 (R. 14a)

 

Monição: Deus conhece e está presente ao homem. É o mistério que está na fonte e no fundo de toda a vida, não só o corpo, mas o interior e a história pessoal, que ultrapassa a compreensão do próprio homem.

 

Refrão:        eu vos dou graças, senhor,

                     porque admiravelmente me criastes.

 

Senhor, Vós conheceis o íntimo do meu ser:

sabeis quando me sento e quando me levanto;

de longe penetrais o meu pensamento,

Vós me vedes quando caminho e quando descanso;

observais todos os meus passos.

 

Vós formastes as entranhas do meu corpo,

e me criastes no seio de minha mãe.

Eu vos dou graças,

por me haverdes feito tão maravilhosamente;

admiráveis são as Vossas obras.

 

Vós conhecíeis já a minha alma,

e nada do meu ser Vos era oculto,

quando secretamente era formado,

modelado nas profundezas da terra.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Paulo mostra como Deus preparou o seu povo para a vinda do Messias e como João cumpriu com fidelidade a sua missão de precursor.

 

Actos dos Apóstolos 13, 22-26

Naqueles dias, Paulo falou deste modo: 22«Deus concedeu aos filhos de Israel David como rei, de quem deu este testemunho: ‘Encontrei David, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará sempre a minha vontade’. 23Da sua descendência, como prometera, Deus fez nascer Jesus, o Salvador de Israel. 24João tinha proclamado, antes da sua vinda, um baptismo de penitência a todo o povo de Israel. 25Prestes a terminar a sua carreira, João dizia: ‘Eu não sou quem julgais mas depois de mim, vai chegar Alguém, a quem eu não sou digno de desatar as sandálias dos seus pés’. 26Irmãos, descendentes de Abraão e todos vós que temeis a Deus: a nós é que foi dirigida esta palavra de salvação».

 

A leitura é tirada do discurso de São Paulo em Antioquia da Pisídia, por ocasião da primeira grande viagem, o primeiro discurso kerigmático do Apóstolo a ser registado nos Actos dos Apóstolos. Corresponde a um modelo primitivo, mas a redacção de Lucas tem presente certamente os seus leitores, a quem se dirige ao redigir a sua obra.

24-25 «João dizia». Breve referência à substância da pregação do Baptista: a preparação do povo para receber bem o Messias que ele anunciava. Mas a santidade de João era tão grande e impressionante que ele precisou de deixar bem claro que «eu não sou aquilo que julgais», pois o tinham como o Messias (cf. Jo 1, 20-30; 3, 25-30).

 

Aclamação ao Evangelho        cf. Lc 1. 76

 

Monição: O cântico de Zacarias demonstra como se concluiu a promessa de uma nova época, e como João iniciou a realização dessa promessa anunciando a vinda do Salvador.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 87

 

Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo,

irás à frente do Senhor a preparar os seus caminhos.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 1, 57-66.80

Naquele tempo, 57chegou a altura de Isabel ser mãe e deu à luz um filho. 58Os seus vizinhos e parentes souberam que o Senhor lhe tinha feito tão grande benefício e congratularam-se com ela. 59Oito dias depois, vieram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome do pai, Zacarias. 60Mas a mãe interveio e disse: «Não, Ele vai chamar-se João». 61Disseram-lhe: «Não há ninguém da tua família que tenha esse nome». 62Perguntaram então ao pai, por meio de sinais, como queria que o menino se chamasse. 63O pai pediu uma tábua e escreveu: «O seu nome é João». Todos ficaram admirados. 64Imediatamente se lhe abriu a boca e se lhe soltou a língua e começou a falar, bendizendo a Deus. 65Todos os vizinhos se encheram de temor e por toda a região montanhosa da Judeia se divulgaram estes factos. 66Quantos os ouviam contar guardavam-nos em seu coração e diziam: «Quem virá a ser este menino?». Na verdade, a mão do Senhor estava com ele. 80O menino ia crescendo e o seu espírito fortalecia-se. E foi habitar no deserto até ao dia em que se manifestou a Israel.

 

A leitura de hoje apresenta-nos o relato do nascimento do Precursor bem como da imposição do nome e circuncisão. Na vigília já se leu o anúncio do nascimento.

63 «O seu nome é João». Com grande surpresa para toda a família, o menino não recebe o nome do pai, ou, como era mais frequente, o do avô paterno, mas o nome anunciado pelo Arcanjo Gabriel: João, que quer dizer «Yahwéh concedeu uma graça». Do versículo anterior deduz-se que Zacarias estava mudo e surdo, pois lhe «perguntaram por sinais» (v. 62).

80 «E foi habitar no deserto». Não é crível que João tenha ido para o deserto ainda menino muito pequeno, como dizem os apócrifos, nem apenas pouco tempo antes da vida pública de Cristo. O facto de Lucas dizer logo neste momento que João foi para o deserto, corresponde a uma técnica da composição lucana, chamada técnica de eliminação: antes de passar a outro assunto, avança com coisas que se referem à pessoa de que está a falar, eliminando o que entrementes sucedeu, sem se preocupar da cronologia; assim se explica que a Virgem Maria não apareça no nascimento do Baptista, etc. João, tendo à sua frente uma carreira brilhante, pois era da classe sacerdotal, renuncia a ela, para levar uma vida recolhida e penitente, vida que havia de conferir grande autenticidade e autoridade à sua futura pregação. Não foi para um deserto arenoso, mas para uma zona pobre e árida, provavelmente a Noroeste do Mar Morto. Por ali se fixaram os essénios, concretamente a seita de Qumrã, dirigida pelos sacerdotes sadoquitas dissidentes do sacerdócio oficial de Jerusalém. Até que ponto manteve João contacto com estes essénios é coisa para nós desconhecida, ainda que provável.

 

Sugestões para a homilia

 

As escolhas de Deus

O início de uma nova época

Mudança radical de mentalidade

As escolhas de Deus

A primeira leitura do dia de hoje recorda-nos o desterro do povo israelita na Babilónia, cinco séculos antes da vinda de Cristo. A lembrança daqueles anos distantes suscita mágoa e tristeza por estar reduzido a um pequeno grupo de exilados dos quais apenas se pode ter compaixão. Todavia, mesmo nesta situação calamitosa, Israel é escolhido “para ser a luz das nações e levar a salvação até aos confins da terra”.

Na verdade, as escolhas de Deus nunca estão ligadas a virtudes ou à qualidade do homem, são independentes e inesperadas, tendo como única explicação o seu amor gratuito e são sempre dirigidas ao cumprimento de uma missão.

Como o servo de que fala a leitura, também São João foi escolhido desde o seio materno e repleto da força de Deus em vista de uma grande missão: preparar o caminho a Cristo, luz das gentes.

As nossas comunidades cristãs – chamadas a tornar presente Jesus que traz a luz e a salvação – devem tomar consciência de que não podem colocar a sua segurança nos meios e poderes que os homens aplicam para alcançar os seus êxitos.

Esta «vocação» reaparece também para cada um de nós, pois somos chamados a cumprir uma missão de levar a luz de Cristo, que inaugurou uma nova época para o mundo.

O início de uma nova época

Na realidade, quando Israel estava perseguido, decepcionado, desanimado, infeliz, surgiu sempre alguém que, em nome de Deus, pronunciou palavras de consolo e de esperança, profetizou uma próxima libertação, assegurou uma nova era.

O Evangelho de hoje apresenta a ocorrência que determinou a alvorada desse novo dia, a passagem das promessas do Senhor à sua execução.

O nascimento de João Baptista é visto como um acto de «compaixão» do Senhor em relação a Isabel. O seu ventre interpreta a humanidade: sem actividade, sem esperança, sem futuro. Deus intervém do alto para lhe restituir a vida, movido apenas pelo seu amor. E nesta ocasião expande-se a alegria que abrange pais, familiares e vizinhos. Sucede sempre assim quando Deus entra na história dos homens.

Relata o texto que ao oitavo dia levaram o menino a ser circuncidado, a tornar-se um israelita como o seu pai. É nesta altura que ganha importância o nome que recebe, o qual indica a sua condição, as suas qualidades, o seu destino. Já não se pode chamar Zacarias como o sacerdote, seu pai, pois o anjo que lhe aparecera no templo já indicara o nome querido por Deus: «João», que significa «o Senhor operou a graça, mostrou a sua bondade».

No templo, Zacarias ficara mudo, agora abrem-se-lhe os lábios e as palavras que profere não dizem respeito ao menino, mas ao Senhor. São palavras de bênção e canta as maravilhas que o Senhor vinha fazer, como tinha prometido por intermédio dos profetas.

João passa a adolescência e a juventude no deserto, onde prepara a sua missão. Agora está pronto a desenvolvê-la e anunciará ao povo Aquele que o há-de guiar para a liberdade: Jesus de Nazaré. Proclama uma mudança radical de mentalidade para O acolher.

Mudança radical de mentalidade

Por isso S. Paulo, como nos relata a segunda leitura, introduz a figura de João como o último dos profetas, encontra-se no final de uma época de espera e marca o início do cumprimento das promessas. Recorda da sua obra de precursor: a pregação de um baptismo de conversão através da mudança de mentalidade, para tomar parte na obra de salvação do Messias que está para chegar; recusa-se em ser considerado esse Messias e o seu testemunho indica que o Messias é maior do que ele.

João não quer que os olhos sejam apontados para ele, mas para um outro, Aquele ao qual «não será digno de desatar as correias das sandálias». É para Jesus que é preciso olhar.

O caminho de conversão que João nos convida a experimentar é extenso, sério, misterioso e, às vezes, intolerável para a nossa maneira de pensar. Também ele o percorreu. Só quem tem a audácia de se deixar embarcar nesta mudança verá aquilo que o Baptista viu... «quando terminou a sua missão».

 

 

Oração Universal

 

Irmãos,

apresentemos a Deus, nosso Pai,

as nossas preces,

por intercessão de São João Baptista,

rezando:

 

Atendei, Senhor, as nossas preces.

 

1.     Por todas as Igrejas do Oriente e do Ocidente,

para que anunciem sem desfalecer

a necessidade da conversão interior,

para a recepção da luz de Cristo,

oremos, irmãos.

 

2.     Pelo Santo Padre, Bispos, Presbíteros e Diáconos,

para que sejam um testemunho vivo

da mudança de mentalidade,

oremos, irmãos.

 

3.     Pelos cristãos do mundo inteiro,

para que sejam anunciadores convictos

e coerentes do anúncio da Boa Nova,

oremos, irmãos.

 

4.     Para que a celebração desta solenidade

nos ajude a cumprir melhor a missão

que o Senhor nos destinou,

oremos, irmãos.

 

5.     Para que os jovens se sintam

chamados a colaborar no chamamento

vocacional que o Senhor lhes inspira,

oremos, irmãos.

 

Senhor,

atendei as preces que formulamos

e fazei que saibamos reconhecer

a necessidade de uma  conversão autêntica

aos vossos desígnios.

Por Nosso Senhor ...

 

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Queremos ver transformados, Az. Oliveira, 17

 

Oração sobre as oblatas: Trazemos ao altar, Senhor, os nossos dons para celebrarmos condignamente o nascimento de São João Baptista, que anunciou a vinda do Salvador do mundo e O mostrou já presente no meio dos homens. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio

 

A missão do Precursor

 

v. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Demos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor.

Ao celebrarmos hoje a glória do Precursor, São João Baptista, proclamado o maior entre os filhos dos homens, anunciamos as vossas maravilhas: antes de nascer, ele exultou de alegria, sentindo a presença do Salvador; quando veio ao mundo, muitos se alegraram pelo seu nascimento; foi ele, entre todos os Profetas, que mostrou o Cordeiro que tira o pecado do mundo; nas águas do Jordão, ele baptizou o autor do Baptismo e desde então a água viva tem poder de santificar os crentes; por fim deu o mais belo testemunho de Cristo, derramando por Ele o seu sangue.

Por isso, com os Anjos e os Santos no Céu, proclamamos na terra a vossa glória, cantando numa só voz:

 

Santo, Santo, Santo.

 

Santo: F. da Silva, NRMS 36

 

Monição da Comunhão

 

Que a comunhão do vosso Corpo sirva de alento, consolação e esperança para os momentos da nossa vida em que nos encontrarmos desiludidos, desencorajados ou tristes.

 

Cântico da Comunhão: Os justos viverão eternamente, M. Faria, NRMS 36

Lc 1, 78

Antífona da comunhão: Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, das alturas nos visitou o sol nascente.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes à mesa do Cordeiro celeste, concedei à vossa Igreja, que se alegra com o nascimento de São João Baptista, a graça de reconhecer o autor do seu renascimento espiritual n'Aquele cuja vinda ao mundo foi anunciada pelo Precursor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Que o exemplo de São João Baptista – que soube vencer as dúvidas que sentiu no decorrer da sua missão – nos encoraje e fortaleça para levar a bom termo a missão de que o Senhor nos encarregou: anunciar e tornar presente aos homens, através do nosso testemunho de vida, a luz viva de Cristo Jesus, único Salvador de toda a Humanidade.

 

Cântico final: Somos testemunhas, Az. Oliveira, NRMS 35

 

 

Homilia Ferial

 

Sábado, 25-VI: Boas disposições para a Comunhão.

Gen 18, 1-15 / Mt 8, 5-17

(O centurião): Senhor, eu não sou digno que entres debaixo do meu tecto. Diz uma só palavra e o meu criado ficará com saúde.

A Liturgia põe estas palavras na nossa boca antes de recebermos o Senhor na Comunhão: «Perante a grandeza deste sacramento (a Eucaristia), o fiel só pode retomar humildemente e com ardente fé a palavra do centurião: ‘Senhor eu não sou digno…’ (Ev.)» (CIC, 1386).

Abraão e Sara eram idosos e não tinham filhos. Acolheram bem o Senhor e, no ano seguinte, Sara deu à luz um filho: «Mas há para o Senhor alguma coisa impossível?» (Leit.). Se temos fé, tudo é possível!

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         António E. Portela

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                      Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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