aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

 

BRAGA

 

NOVO BISPO AUXILIAR

PARA O PORTO

 

O Cón. Pio Alves de Sousa, de 65 anos, do presbitério da arquidiocese, foi nomeado, no dia 18 de Fevereiro passado, Bispo Auxiliar da diocese do Porto pelo Santo Padre.

 

Na saudação que escreveu por ocasião da nomeação, diz:

“A nomeação para Bispo Auxiliar do Porto, que me foi comunicada há dias pelo Núncio de S.S. Bento XVI, marca, inevitavelmente, uma nova etapa na minha vida.

“Surpreendeu-me descansado, por que não corri para ela; livre, porque pude dizer que não; perplexo, porque, necessariamente, implica recomeçar em várias frentes.

“Não obstante os muitos e aliciantes projectos que tinha à minha frente nos trabalhos que me tinham sido confiados, decidi, diante de Deus, dizer que sim, pela mesma razão pela qual tive que recomeçar em outras tantas ocasiões ao longo da vida. Tenho experimentado, com frequência, que, se não fugimos de Deus, Deus anda sempre por perto. E isso não tem preço!

“Estarei disponível, com o que sou, com as minhas limitações e capacidades, para ser um trabalhador mais, com «Caridade na Verdade», na Missão para que estamos convocados. Ecoam ainda em mim aquelas palavras de Bento XVI que pude escutar, no passado 14 de Maio, na Avenida dos Aliados: «Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado (…)!»

“Na pessoa do Sr. D. Manuel Clemente, a quem estimo desde há muito e de quem serei leal auxiliar, saúdo o povo da Diocese do Porto: todo o Povo de Deus, ainda que, de um modo especial, o Presbitério Portuense, Diáconos e Seminaristas.

“Na hora da despedida, não posso deixar de ter uma palavra de gratidão àquela que foi, até agora, a minha Diocese: Braga.

“Na pessoa do Senhor Arcebispo Primaz agradeço a amizade de todos, com especial menção para os Colegas de Presbitério e os incansáveis e leais colaboradores das duas principais tarefas que, ultimamente, tinha entre mãos: a Universidade Católica Portuguesa em Braga e a Sé Primacial.

“Confio na amizade e oração de todos e entrego a minha nova tarefa eclesial nas mãos da Virgem Maria, que evoco como Nossa Senhora da Assunção, Santa Maria de Braga».

 

Nesta mensagem, Pio Gonçalo Alves de Sousa saúda a diocese do Porto e agradece a amizade e a colaboração recebida em Braga, diocese na qual trabalhou e onde será ordenado bispo no dia 10 de Abril, no Santuário do Sameiro.

Cónego da Catedral bracarense, o Cón. Pio Alves de Sousa, natural de Viana do Castelo, onde nasceu em Abril de 1945, tem um percurso marcado pelo trabalho académico, nomeadamente na Universidade de Navarra onde se doutorou em Teologia Patrística em 1971 e, entre 1972 e 1983, leccionou disciplinas teológicas nas Faculdades de Teologia, Farmácia, Ciências Biológicas e Filosofia e Letras.

Tendo regressado a Braga em 1983, foi professor no Instituto Superior de Teologia (Seminário Conciliar de Braga) e, com a incorporação deste Instituto na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, passou a integrar o quadro docente desta Faculdade, da qual foi director-adjunto (Núcleo de Braga).

Na Universidade Católica Portuguesa, onde é professor catedrático desde 2003, o Cón. Pio Alves de Sousa foi vice-reitor, entre 1994 e 2000, e presidente da Comissão Instaladora do Centro Regional de Braga (2007-2009).

Para além do trabalho académico, com investigação e publicação bibliográfica sobre a vida das comunidades cristãs nos primeiros séculos do cristianismo, o Cón. Pio Alves de Sousa liderou o trabalho de conservação e restauro do património da Sé de Braga, onde dirigiu o Arquivo, a Biblioteca e o Tesouro-Museu.

Celebração Litúrgica, revista radicada na arquidiocese, junta-se a quantos estimam o novo Bispo nas orações pelo seu novo ministério pastoral.

 

O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, afirmou na sua saudação ao futuro Bispo Auxiliar:

“Dou graças a Deus e ao Santo Padre Bento XVI pela nomeação do Senhor D. Pio Gonçalves Alves de Sousa para Bispo Auxiliar do Porto. Agradeço também à Arquidiocese de Braga e ao Senhor D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz, o contributo que dão à Diocese do Porto na pessoa do novo Bispo Auxiliar.

“Reconheço especialmente a generosidade e fé com que aceitou este exigente encargo eclesial. Além disso, o profundo conhecimento que tem das primeiras evangelizações do nosso território será um valioso contributo para a «nova evangelização” que agora empreendemos (Cf. A sua Patrologia Galaico-Lusitana, 2001).

“Por tudo isto, transmito ao novo Bispo a saudação grata e amiga da Diocese do Porto. – Bem-vindo, Senhor D. Pio Alves!

“A ordenação Episcopal ocorrerá a 10 de Abril de 2011, às 16 horas, no Santuário do Sameiro. Acompanhemo-lo todos, com a nossa presença e oração”.

 

 

LISBOA

 

MUSICAL WOJTYLA

 

A encenadora do musical Wojtyla, uma evocação do Papa João Paulo II que esteve em cena em Lisboa e Porto entre 17 e 27 de Fevereiro, afirmou que “pode e deve haver mais presença cristã no teatro”.

 

“Há poucas coisas positivas e eu gostava de fazer mais – declarou Matilde Trocado, de 30 anos –, não só temas marcadamente cristãos como também realizações mais simples onde se transmitam esses valores”.

Matilde Trocado desconhece por que é que a Igreja não tem aproveitado a oportunidade de veicular a sua mensagem através do teatro, quando, como se verificou no caso deste musical, a procura excedeu as expectativas.

O espectáculo, que foi apresentado pela primeira vez em 2010, no Estoril (Patriarcado de Lisboa), é cantado e dançado ao vivo, inspirando-se na vida de Karol Wojtyla, nascido na Polónia em 1920 e Papa desde 1978 até à data da morte, 2 de Abril de 2005.

Aos sete espectáculos inicialmente previstos para Lisboa e Porto (nos teatros Tivoli e Sá da Bandeira), juntaram-se quatro sessões extra, sempre com a lotação esgotada, num total de 11 mil espectadores.

Este ciclo possibilitou a actores amadores representarem em teatros com tradição. Matilde sublinhou que o projecto “foi sempre rezado”, com orações antes e depois dos ensaios, além de catequeses sobre a vida de João Paulo II e explicações acerca das letras das músicas cantadas em palco.

A encenadora, que tem recebido pedidos de vários pontos do continente e ilhas para apresentar o espectáculo, considera que “Maio vai ser um mês muito especial” para quem integra o projecto, já que no dia 1 decorre a beatificação de João Paulo II, no Vaticano. “Foi um privilégio ter sido anunciada a beatificação no dia em que estávamos a ensaiar”, referiu.

A reposição de ‘Wojtyla’ está a ser equacionada com “algum cuidado”, ainda que os actores tenham estabelecido “uma relação muito forte” e, no fim da última representação, a 27 de Fevereiro, no Porto, alguns se tenham inquietado com a possibilidade de ser a última.

“Este espectáculo é feito por alunos universitários, cuja prioridade na vida tem de ser estudar e ter boas notas, pelo que não podem inverter estes objectivos para andar a reboque de um espectáculo”, justificou a encenadora.

A equipa de ‘Wojtyla’ integra 28 actores, 12 músicos, 10 membros da produção e oito técnicos, além de pessoal de apoio, totalizando cerca de 70 pessoas, das quais 60 são voluntárias.

 

 

LISBOA

 

MENSAGEM QUARESMAL

DO PATRIARCA

 

O Patriarcado de Lisboa vai encaminhar para a diocese de Mindelo, em Cabo Verde, os donativos das comunidades católicas recolhidos durante a Quaresma, por decisão do Patriarca, D. José Policarpo.

 

Na mensagem quaresmal para 2011, o Cardeal-Patriarca explica que “no momento em que um sacerdote de Lisboa, o P. Ildo Augusto dos Santos Fortes, foi nomeado Bispo da Diocese do Mindelo, em Cabo-Verde, as necessidades dessa Igreja terão um lugar privilegiado”.

A «renúncia quaresmal» é uma modalidade de partilha deste período do calendário litúrgico da Igreja Católica que apela à oferta de um montante monetário destinando a finalidades eclesiais ou socio-caritativas, por parte dos cristãos, obtido pela abstenção de gastos não essenciais da vida quotidiana.

O Cardeal-Patriarca alude ainda à publicação do segundo volume do livro «Jesus de Nazaré», assinado por Joseph Ratzinger, apelando a “todos os que puderem” para que se “apoiem na sua leitura, para a caminhada quaresmal deste ano, até à Páscoa”.

O actual Papa, diz D. José Policarpo “apresenta a caminhada do Jesus real, desde a sua entrada em Jerusalém até à ressurreição”, recordando que quem aclama Jesus como Messias nesta entrada “não são os habitantes da cidade, mas os peregrinos que se juntam a Ele”.

 O jejum, a esmola e a oração são três expressões tradicionais da caminhada quaresmal apontadas por D. José Policarpo nesta mensagem, onde desafia as comunidades “a intensificarem a oração, a partir da Palavra de Deus”.

O documento refere-se também à beatificação de Maria Clara do Menino Jesus, marcada para o próximo dia 21 de Maio, e à “radicalidade de amor” da futura beata, que viveu e morreu em Lisboa nos finais do séc. XIX, “repleta de pobres e marginalizados”.

A mensagem patriarcal termina com um agradecimento à diocese pelo relevo dado à celebração dos 50 anos da sua ordenação sacerdotal, deixando um desejo: “Que o meu sacerdócio continue a ser, apesar do meus limites, um foco irradiador do amor de Jesus Cristo, e que esta celebração jubilar, mais do que uma homenagem pessoal, seja este abrir-se da Igreja de Lisboa ao «ardor» de uma nova evangelização”.

 

 

PORTALEGRE

 

IMPORTÂNCIA DOS

CONFESSIONÁRIOS

 

Na sua Mensagem para a Quaresma deste ano, em 7 de Março passado, o Bispo de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias, recordou a importância de os sacerdotes voltarem a esperar os penitentes nos confessionários das igrejas.

 

“Apelando aos Sacerdotes para que dêem o melhor do seu tempo ao atendimento das pessoas no Sacramento da Confissão, recordo, para todos nós, o que dizia o Cardeal Arcebispo de Colónia numa conferência sobre conversão e missão: «Ter negligenciado o Sacramento da Penitência é a raiz de muitos males na vida da Igreja e na vida do sacerdote. E a chamada crise do Sacramento da Penitência não se deve apenas ao facto de as pessoas terem deixado de se confessar, mas também ao facto de nós, sacerdotes, já não estarmos presentes no confessionário. Um confessionário em que um sacerdote está presente, numa igreja vazia, é o símbolo mais tocante da paciência de Deus que espera. É assim que é Deus. Ele nos espera a vida inteira».

“Os próprios confessionários, que muitas igrejas, em nome da estética, esconderam ou deitaram fora, deixaram eles mesmos de ser um sinal catequético, pedagógico e interpelativo. Gostaria que, mesmo assim, alguns a darem nas vistas porque inestéticos, regressassem aos seus lugares como, aliás, a Igreja nos manda, para serem utilizados dentro da liberdade de escolha dos filhos de Deus (cân. 964). São sinais. A conversão também passará por aí”.

 

 

PORTO

 

BISPO DENUNCIA

CONTRADIÇÕES

 

O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, questionou na passada Quarta Feira das Cinzas a contradição entre “princípios geralmente aceites” e a sua concretização em domínios como a vida humana, família, emprego, solidariedade e manifestação pública da liberdade religiosa.

 

A incoerência face às convicções pessoais tem resultado na aceitação de “expedientes” que, “não tendo assegurado no passado” a sua viabilidade, também não “resolverão o futuro”, afirmou o prelado durante a missa realizada na catedral portuense.

“Adiaremos ainda mais o futuro quanto menos respeitarmos o presente, ou seja, a realidade actual do que somos e devemos ser”, acentuou o responsável da Igreja católica portuguesa pela cultura, bens culturais e comunicações sociais na celebração que marcou o início da Quaresma.

Ao concluir “necessariamente” pela “absoluta arbitrariedade e incoerência de depreciar qualquer fase da vida – embrionária ou intra-uterina, debilitada ou terminal –, não devemos corrigir tudo quanto a desrespeite no seu todo, mesmo que legal e abusivamente permitido?”, perguntou o prelado.

Depois de interrogar se a sociedade não deveria realçar a “essencial complementaridade” de “homem e mulher”, “novos e velhos”, o bispo do Porto sublinhou as implicações da “visão positiva e essencial do trabalho humano”.

“Não devemos tomar como grande prioridade a sua prossecução e garantia, para jovens e menos jovens, alargando criativamente o leque das actividades e da respectiva valorização, bem como reconhecendo e incentivado a dimensão social das empresas?”, indagou.

Referindo-se à influência do Estado na acção social, Manuel Clemente sugeriu que uma “sociedade de cidadãos, com responsabilidade e participação alargadas”, requer “que cada instância política e administrativa não esgote em si, antes promova, tudo quanto os corpos intermédios, das famílias às escolas, da beneficência às empresas, das autarquias às diversas associações, possam fazer por si próprias”.

Por seu lado, a protecção à “dimensão espiritual de cada pessoa, pela qual se transcende e responde a interpelações definitivas”, reclamaria “reconhecer e habilitar a liberdade religiosa em que tal espiritualidade também se desenvolve e compartilha, inclusive nos sinais que publicamente manifeste”.

 

 

FÁTIMA

 

ENCERRAMENTO DO

CENTENÁRIO DA JACINTA

 

Terminou no passado dia 11 de Março o ano comemorativo do centenário do nascimento da Beata Jacinta Marto, que presenciou com Lúcia e Francisco as seis aparições marianas na Cova da Iria entre Maio e Outubro de 1917.

 

O encerramento das comemorações, realizou-se com a celebração da Missa na igreja da Santíssima Trindade, pelas 11h00, no dia em que a vidente completaria 100 anos.

As iniciativas evocativas da efeméride, que tiveram por tema “Reparte com alegria, como a Jacinta”, suscitaram “muitos gestos de partilha de amor, de bens, de tempo, de capacidades”, afirmou o reitor do Santuário, padre Virgílio Antunes.

O responsável salientou que as celebrações motivaram “uma maior atenção às necessidades materiais dos pobres e a um grande desenvolvimento do Centro de Acção Social”.

“Considero como momento mais marcante a peregrinação das crianças, no dia 10 de Junho de 2010”, disse o reitor, acrescentando que ela foi a maior de “uma já longa história, de mais de 30 anos”.

O Pe. Virgílio Antunes sublinhou também a realização do Congresso sobre Jacinta Marto, com 510 participantes, e a exposição dedicada à vidente, que foi vista por mais de 325 mil pessoas.

O sacerdote recordou que a peregrinação do Papa ao Santuário, a 12 e 13 de Maio de 2010, “foi vivida no contexto do décimo aniversário da beatificação dos pastorinhos”, Jacinta e Francisco Marto.

“Jacinta teve uma devoção tão grande pelo Papa, que não pôde deixar indiferente Bento XVI”, realçou o reitor do Santuário integrado na diocese de Leiria-Fátima.

O centenário das aparições marianas na Cova da Iria, que se assinala em 2017, começou a ser preparado em Dezembro de 2010 com conteúdos espirituais e culturais específicos para cada um dos anos que antecede as comemorações.

O programa comemorativo prevê melhoramentos no interior e exterior do Santuário, a começar pelo desnivelamento da artéria que passa diante do recinto da esplanada e da igreja da Santíssima Trindade.

 

 

VISEU

 

NA “ROTA DAS CATEDRAIS”

 

A Sé de Viseu entrou oficialmente na “Rota das Catedrais”, um programa em que a Igreja Católica se associa ao Estado, na preservação e promoção do património histórico, cultural e religioso do país.

 

O protocolo de cooperação foi assinado no dia 17 de Março passado, em Viseu, entre a Direcção Regional de Cultura do Centro e o Cabido da Sé local, e vai possibilitar a realização de obras de restauro e conservação naquele edifício e instalações anexas.

“O objectivo é proporcionar à população local e aos visitantes uma oferta cultural de excelência, que espelhe a identidade matricial que nos fez como somos e que colocou em nós sonhos e desejos de superação e de grandeza humana”, refere um comunicado publicado pela Diocese de Viseu.

O secretário de Estado da Cultura, Elísio Summaville, e o bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, presidiram à sessão solene de assinatura do acordo.

Elísio Summaville sublinhou que “este projecto, concretizado quando se celebra o Centenário da República, corresponde a um correcto relacionamento institucional, entre o Estado e a Igreja, sem afectar a separação e independência de poderes, para a prossecução do bem comum público”.

O Deão do Cabido da Sé viseense, cónego Orlando Paiva, manifestou o seu regozijo pela adesão a esta iniciativa, enquanto que Pedro Pita, responsável pela Direcção Regional de Cultura do Centro, recordou “a importância das Catedrais no desenvolvimento económico e social das cidades medievais”, enquanto “verdadeiros pólos dinamizadores da economia e da coesão social”.

A “Rota das Catedrais” abrange 23 catedrais, de Portugal continental e dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, e partiu de um acordo firmado entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa.

No que respeita à Sé de Viseu, o investimento deverá ultrapassar os dois milhões e trezentos mil euros, sendo comparticipado pela União Europeia, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), em oitenta por cento.

 

 

 

FÁTIMA

 

PREPARAÇÃO DA PRÓXIMA

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

 

A Igreja católica espera superar a expectativa inicial que apontava para a participação de quinze mil jovens portugueses na Jornada Mundial da Juventude, que decorre de 16 a 21 de Agosto próximo, em Madrid.

 

“Cremos que até Agosto conseguiremos superar o número previsto de 15 mil portugueses”, afirmou o Padre Pablo Lima, director do Departamento Nacional de Pastoral Juvenil, sublinhando que um pouco por todo o país os jovens estão a mobilizar-se e a realizar actividades.

O responsável assinalou que as dioceses continuam “a promover as catequeses e encontros de formação” previstos na preparação para o encontro na capital espanhola, ao mesmo tempo que cresce, “mesmo naqueles que não podem ir a Madrid”, a “vontade de participar, de organizar-se e estar em comunhão”.

O entusiasmo está muito grande, realçou por seu lado o bispo de Viseu e vogal da Comissão do Laicado e Família dos bispos portugueses, D. Ilídio Leandro, para quem tudo aponta para que a presença nacional “seja numerosa e positiva para a caminhada dos jovens”.

O prelado acredita que a participação lusa pode ser um estímulo para atenuar os efeitos da “grande onda de secularismo” existente em Espanha, “que parece asfixiar tudo e todos”.

“Os jovens portugueses cristãos são muito animados, alegres e, normalmente, expansivos na manifestação da sua alegria”, disse D. Ilídio Leandro, confiante de que “a presença “de mais de um milhão de jovens de todo o mundo vai ser uma lufada de ar fresco e um sinal muito positivo para afirmar a juventude cristã”.

 


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