6º Domingo da Páscoa

29 de Maio de 2011

 

Onde a Ascensão do Senhor se celebra no domingo seguinte, podem ler-se, no Domingo VI da Páscoa, a Leitura I e o Evangelho indicados para o Domingo VII da Páscoa: pp. 226 e 228

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Anunciai com voz de Júbilo, Az. Oliveira, NRMS 32

cf. Is 48, 20

Antífona de entrada: Anunciai com brados de alegria, proclamai aos confins da terra: O Senhor libertou o seu povo. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Neste sexto Domingo da Páscoa estamos já a 15 dias da solenidade do Espírito Santo. Ele é luz, fogo e energia, luz com os dons da ciência, do entendimento e do conselho, fogo com o dom da piedade e da sabedoria que nos inflama no perfeito amor, energia com o dom da fortaleza e também do temor de Deus, que não nos inibe, mas antes nos situa no nosso lugar de criaturas em adoração a Deus e contrição palas nossas faltas. 

Num momento de recolhimento reconheçamos tão grande amor de Deus para connosco e peçamos-Lhe confiadamente a sua misericórdia (pausa)

Arrependidos, confessemos que somos pecadores.

 

 

Oração colecta: Concedei-nos, Deus omnipotente, a graça de viver dignamente estes dias de alegria em honra de Cristo ressuscitado, de modo que a nossa vida corresponda sempre aos mistérios que celebramos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Monição à Liturgia da Palavra:

 

Na primeira leitura temos a narração de como, com a perseguição em Jerusalém por ocasião do martírio de Estêvão, os cristãos se dispersaram, mas não ficaram inibidos e inactivos: evangelizaram a Samaria. Na 2ª leitura é São Pedro a convidar-nos a dar as razões da nossa fé aos não crentes: No Evangelho Jesus garante-nos as mais ricas promessas. Sejamos dignos delas!

 

Primeira Leitura

 

Actos 8, 5-8.14-17

Naqueles dias, 5Filipe desceu a uma cidade da Samaria e começou a pregar o Messias àquela gente. 6As multidões aderiam unanimemente às palavras de Filipe, ao ouvi-las e ao ver os milagres que fazia. 7De muitos possessos saíam espíritos impuros, soltando enormes gritos, 8e numerosos paralíticos e coxos foram curados. E houve muita alegria naquela cidade. 14Quando os Apóstolos que estavam em Jerusalém ouviram dizer que a Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João. 15Quando chegaram lá, rezaram pelos samaritanos, para que recebessem o Espírito Santo, 16que ainda não tinha descido sobre eles. 17Então impunham-lhes as mãos e eles recebiam o Espírito Santo.

 

A perseguição por ocasião do martírio de Estêvão levou a que a primitiva comunidade cristã de Jerusalém se dispersasse (v. 1). Lucas regista um aspecto do bem que daí adveio para a propagação da fé cristã, que se expandiu até à Samaria.

5 «Filipe». Um dos 7 diáconos (Act 6, 5), que no capítulo 21, 8 é designado por Evangelista. Os cristãos do Jerusalém, com motivo da perseguição que acompanhou o martírio de Estêvão, dispersaram-se pelas várias terras da Judeia e Samaria, tendo ficado em Jerusalém os Apóstolos e portanto também o Apóstolo do mesmo nome (v. 1).

«Uma cidade da Samaria». Não a cidade de Samaria que, nesta altura, depois de várias destruições e reconstruções, se chamava Sebastê (Augusta), nome que lhe dera Herodes, o Grande, para honrar a Augusto. Poderia tratar-se de Siquém (a actual Nablus), mas não o sabemos ao certo. Teria a pregação de Filipe frutificado tanto devido à semente que Jesus ali deixou por ocasião da conversão da Samaritana (Jo 4, 28-30.39-42)?

14 «Enviaram-lhes Pedro e João». O facto de se dizer que Pedro foi enviado não significa qualquer subordinação, pois a supremacia de Pedro está patente em todo o livro de Actos (1, 15; 2, 14.37; 3, 5.12; 4, 8; 5, 29; 8, 19; 9, 32; 10, 5-48; 11, 4; 12, 3; 15, 7). A expressão corresponde a que foi designado de comum acordo.

17 «Impunham-lhes as mãos». Vê-se aqui uma referência ao Sacramento da Confirmação, que dá uma especial abundância da graça e que o diácono não podia administrar.

 

Salmo Responsorial    Sl 65 (66),1-3a.4-5.6-7a.16.20

 

Refrão:        A terra inteira aclame o Senhor.

 

Ou:               Aleluia.

 

Aclamai a Deus, terra inteira,

cantai a glória do seu nome,

celebrai os seus louvores,

dizei a Deus: «Maravilhosas são as vossas obras».

 

«A terra inteira Vos adore e celebre,

entoe hinos ao vosso nome».

Vinde contemplar as obras de Deus,

admirável na sua acção pelos homens.

 

Todos os que temeis a Deus, vinde e ouvi,

vou narrar-vos quanto Ele fez por mim.

Bendito seja Deus que não rejeitou a minha prece,

nem me retirou a sua misericórdia.

 

Segunda Leitura

 

1 São Pedro 3, 15-18

Caríssimos: 15Venerai Cristo Senhor em vossos corações, prontos sempre a responder, a quem quer que seja, sobre a razão da vossa esperança. Mas seja com brandura e respeito, 16conservando uma boa consciência, para que, naquilo mesmo em que fordes caluniados, sejam confundidos os que dizem mal do vosso bom procedimento em Cristo. 17Mais vale padecer por fazer o bem, se for essa a vontade de Deus, do que por fazer o mal. 18Na verdade, Cristo morreu uma só vez pelos nossos pecados – o Justo pelos injustos – para nos conduzir a Deus. Morreu segundo a carne, mas voltou à vida pelo Espírito.

 

Temos na leitura mais uma das belas lições sobre a atitude cristã perante as perseguições. Venerar a Cristo como Senhor, à letra, santificar, faz lembrar a oração ensinada por Jesus, sendo desta maneira Jesus posto no mesmo nível do Pai, a merecer a mesma glorificação. Aqui a esperança se identifica com a fé (cf. Bento XVI, Spe salvi, nº 2), uma fé de tal maneira fidedigna que todos devem estar prontos para dar o sentido e a razão de crer e do seu modo cristão de proceder; se este modo de vida segundo a vontade de Deus acarreta contradição e sofrimento, não se há-de estranhar, pois nisso seguem as pegadas de Cristo (cf. 2 Pe 2, 21; 4, 12-19)

18 «Morreu segundo a carne… voltou à vida pelo Espírito». A expressão difícil pode ser entendida de vários modos: Jesus morto como homem e vivo como Deus; ou talvez se trate antes de uma formulação primitiva para exprimir que Jesus, ao morrer, abandonou de vez a sua condição mortal para passar a viver no seu estado glorioso e imortal.

 

Aclamação ao Evangelho        Jo 14, 23

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação- 2, F da Silva, NRMS 50-51

 

Se alguém Me ama, guardará a minha palavra.

Meu Pai o amará e faremos nele a nossa morada.

 

 

Evangelho

 

São João 14, 15-21

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15«Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos. 16E Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor, para estar sempre convosco: 17o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece, mas que vós conheceis, porque habita convosco e está em vós. 18Não vos deixarei órfãos: voltarei para junto de vós. 19Daqui a pouco o mundo já não Me verá, mas vós ver-me-eis, porque Eu vivo e vós vivereis. 20Nesse dia reconhecereis que Eu estou no Pai e que vós estais em Mim e Eu em vós. 21Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-me-ei a ele».

 

Temos a continuação do chamado discurso do adeus, a 2ª parte do capítulo 14 de S. João, com ideias que se repetem no capítulo 16.

16 «Outro Defensor» (à letra, Paráclito»): etimologicamente a designação significa aquele que é chamado para junto de alguém com o fim de defender, proteger, assistir, acompanhar, consolar; poderia traduzir-se tanto por advogado, como por assistente, protector ou consolador. O contexto deixa ver que se trata do Espírito Santo, sublinhando o seu papel de advogado (ver 15, 26; 16, 7-11). Seria preferível manter a designação tradicional de Paráclito, para assim englobar os diversos aspectos e pôr em evidência a sua realidade misteriosa e transcendente, que não se identifica com a mera função salvífica. «Outro» deixa ver que é distinto de Jesus, também chamado «Advogado» em 1 Jo 2, 1; não virá, porém, para O substituir, mas para continuar e aprofundar a missão de Jesus (v. 26), assim como Jesus, que também não fala por conta própria (v. 24).

18-21 «Não vos deixarei órfãos; voltarei para junto de vós». Esta volta de Jesus não é a das aparições depois da Ressurreição, nem a da parusia, mas um regresso duradoiro, permanente, que se dará «daqui a pouco» (v. 19), uma presença só perceptível pela fé – «o munido já não Me verá» -, que Jesus promete a todos os Seus depois da Ressurreição (Jo 16, 16-24). Os discípulos de Jesus não estão condenados à orfandade, como os discípulos de Sócrates, segundo conta Platão (Fédon, 116).

 

Sugestões para a homilia

 

1. Introdução

 

Na segunda leitura, S. Pedro diz-nos para estar “prontos a responder a quem quer que seja sobre a razão da nossa esperança”. Concluímos hoje a série de 12 homilias doutrinais para este Ano A. Jesus promete o Espírito Santo no Evangelho de hoje, extraído do discurso de despedida ao fim da Ceia. Jesus vai partir para o Pai, mas garante-nos: “Não vos deixarei órfãos ” e promete-nos enviar do Pai “outro Defensor” – em grego, outro Paráclito (Advogado) –, a defender, proteger, assistir, consolar os seus.

 

2.  Creio no Espírito Santo

 

O Espírito Santo é Deus, a terceira Pessoa do mistério da SS. Trindade, é o Amor eterno de Deus, que há entre o Pai e o Filho – “que procede do Pai e do Filho” – (como dizemos no Credo). É enviado para dar a vida e santificar o mundo. Porque Ele é o único Deus, Ele faz tudo o que faz o Pai e o Filho eterno de Deus, mas nós atribuímos especialmente ao Espírito Santo a obra da nossa santificação, a preparação e o anúncio (pelos Profetas) da vinda do Salvador, a inspiração dos livros da Sagrada Escritura, a obra da Incarnação do Filho de Deus…

Foi Jesus que nos falou do Espírito Santo como alguém em Deus, o Paráclito, isto é, o Consolador e Advogado, que, após a Ressurreição, havia de enviar aos seus discípulos. E isto aconteceu de uma forma visível e estrondosa no dia do Pentecostes (50º dia, depois da Páscoa de Jesus; ver Act 2). Ele encheu dos seus dons os Apóstolos para, com grande sabedoria e fortaleza, anunciarem a todos os povos o Evangelho, a boa nova da nossa salvação.

Mas a acção do Espírito Santo na Igreja não se limita ao dia do Pentecostes, pois actua até ao fim dos tempos em todas as almas que se abrem à sua acção santificadora. Ele é a alma da Igreja, o motor de toda a vida divina nas nossas almas. Ele santifica cada um de nós com a sua graça e com os seus dons.

Os dons do Espírito Santo são imensos e variados, mas condensam-se em sete disposições, ou instintos sobrenaturais, que tornam a nossa alma sensível e dócil aos impulsos divinos e nos levam a agir e reagir como filhos de Deus, à maneira e ao estilo de Jesus; estes sete dons são: a Sabedoria, o Entendimento, o Conselho, a Fortaleza, a Ciência, a Piedade e o Temor de Deus.

Em todos os Sacramentos, se os recebemos bem, é-nos dado o Espírito Santo, que estabelece a sua morada dentro de nós e nos cumula dos seus dons, mas a Confirmação, ou Crisma, é por excelência o Sacramento do Espírito Santo, à maneira de como foi para os Apóstolos o Pentecostes.

Devemos ter grande devoção ao Espírito Santo, escutá-lo no silêncio interior do fundo da nossa alma, seguir as suas inspirações e invocá-lo, como a Liturgia da Igreja que reza: “Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis, e acendei neles o fogo do vosso Amor”. O pai de Karol Voityla ensinou-o a invocar todos os dias o Espírito Santo, desde muito jovem; e é bem visível como o Espírito de Deus esteve a actuar em João Paulo II, um verdadeiro santo e tão depressa elevado às honras dos altares.

 

3.  Creio na santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos

 

Jesus, para levar a cabo a obra da salvação da humanidade, fundou “a sua Igreja”: reuniu discípulos à sua volta, que haviam de constituir o novo Povo de Deus; pôs à frente deles os Apóstolos presididos por Pedro, a quem entregou poderes de ensinar em seu nome, de governar e de santificar, confiando-lhes o poder de administrar os Sacramentos, que são sete: o Baptismo, a Confirmação ou Crisma, a Eucaristia, a Penitência ou Confissão, a Santa Unção ou Unção dos Doentes, a Ordem (com os seus 3 graus da hierarquia: diáconos, presbíteros e bispos) e o Matrimónio.

Os Sacramentos fazem a Igreja. Pelo Baptismo começamos a fazer parte da Igreja, nascendo como filhos adoptivos de Deus; pelo Crisma somos tornamo-nos cristãos perfeitos com a abundância dos dons do Espírito Santo e somos investidos na missão de dar testemunho corajoso de Cristo; na Eucaristia unimos mais intimamente a nossa vida à de Cristo e à sua entrega, e Ele dá-se-nos como alimento espiritual da nossa vida de fé, de esperança e de amor; na Penitência Jesus, pelo ministério dos sacerdotes, perdoa os nossos pecados, quando os confessamos com sinceridade e arrependimento, curando as feridas da nossa alma; na Santa Unção é dado alívio e coragem aos doentes graves e a completa remissão dos pecados; na Ordem os sucessores dos Apóstolos transmitem a outros homens os poderes sagrados, em particular o de consagrar o Corpo e o Sangue de Jesus e o de perdoar os pecados; no Matrimónio os esposos entregam-se para sempre um ao outro para se amarem com o amor com Cristo amou a sua Igreja e para construírem a Igreja dando-lhe novos filhos educados na fé e no amor de Cristo.

A Igreja é o Corpo de Cristo, pois os cristãos formam com Cristo (a Cabeça) um organismo vivo, em que todos vivem a mesma vida divina que vem da Cabeça para todos os seus membros, os fiéis; neste Corpo todos têm a mesma vocação à santidade, a plenitude da vida cristã, que consiste no perfeito seguimento de Jesus; mas cada um tem a sua função própria, em ordem à edificação do Corpo de Cristo: difundir o Evangelho e construir a Igreja não é missão só da hierarquia, mas de todos os fiéis, cada um na situação em que desenvolve a sua vida corrente.

Na Igreja dá-se a Comunhão dos Santos: todos os membros participam dos bens espirituais que há na Igreja e os méritos de um aproveitam a todos os outros; a Igreja é a comunhão de todos os santos, os que estão no Céu, no Purgatório e ainda sobre a terra. “O Concílio Vaticano II retomou uma antiga expressão para designar a Igreja: “comunhão”. Com isso indica-se que a Igreja é a expansão da comunhão íntima da Santíssima Trindade aos homens; e que nesta terra ela é já comunhão com a Trindade divina, embora não se tenha consumado ainda na sua plenitude. Além de comunhão, a Igreja é sinal e instrumento dessa comunhão para todos os homens. Por ela participamos na vida íntima de Deus e pertencemos à família de Deus como filhos no Filho pelo Espírito. Isto realiza-se de forma específica nos sacramentos, principalmente na Eucaristia, também chamada muitas vezes comunhão (cf. 1 Cor 10, 16). Por último, chama-se também comunhão porque a Igreja configura e determina o espaço da oração cristã” (cf. Catecismo, 2655, 2672, 2790

São 4 as principais propriedades da Igreja de Cristo: a) é una, pois Jesus fundou uma só Igreja, com unidade de fé, de sacramentos e de governo; b) é santa, com todos os meios eficazes que levam à santidade; c) é católica, destinada a todos os homens de todos os tempos e culturas; d) e é apostólica, pois nela se conserva a sucessão que vem dos Apóstolos. Notar que todos os membros da Igreja participam, segundo as distintas funções, da missão recebida pelos Apóstolos de levar o Evangelho ao mundo inteiro. A vocação cristã é, pela sua própria natureza, vocação ao apostolado (cf. Catecismo, 863).

 

 

 

Oração Universal

 

Escutámos a Palavra do Senhor.

Proclamámos a nossa Fé.

Confiemos-Lhe agora os nossos pedidos, dizendo:

Atendei, Senhor, a nossa prece.

 

1.  Pelo Papa, pelos bispos e sacerdotes,

pelos religiosos, diáconos e leigos:

para que continuem a dar testemunho do Senhor

sempre e em toda a parte,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelos povos de toda a Terra:

para que, ao contemplarem a obra criadora de Deus,

procurem tê-l’O presente em todas as estruturas da sociedade,

oremos, irmãos.

 

3.  Pelas nações martirizadas pela guerra,

originada pelo ódio e pela violência:

para que, através do diálogo e do amor,

alcancem o dom da Paz,

oremos, irmãos.

 

4.  Pelos órfãos, pobres e doentes

e por todos os que sofrem:

para que nunca percam a Esperança

dum futuro melhor,

oremos, irmãos.

 

5.  Pelas mães, neste dia a elas consagrado:

para que, à imitação de Nossa Senhora,

cumpram sempre a sua nobre missão

orientando os filhos pelo caminho do bem

e recebam deles a gratidão e o amor que merecem,

oremos, irmãos.

 

6.  Pelos nossos familiares e amigos falecidos:

para que alcancem a felicidade eterna no Céu,

pedindo também ao Senhor

pela nossa própria salvação,

oremos, irmãos.

 

Deus Eterno e Omnipotente, pela Vossa misericórdia

e intercessão de Maria Santíssima,

dignai-Vos atender as nossas súplicas

e conceder-nos o que for melhor para nós.

Por N.S.J.C. Vosso filho que é Deus Convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Em redor do teu altar, M. Carneiro, NRMS 42

 

Oração sobre as oblatas: Subam à vossa presença, Senhor, as nossas orações e as nossas ofertas, de modo que, purificados pela vossa graça, possamos participar dignamente nos sacramentos da vossa misericórdia. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469 [602-714] ou 470-473

 

Santo: Az. Oliveira, NRMS 99-100

 

Monição da Comunhão

 

Ao recebermos, bem dispostos, Jesus na Comunhão, Ele enriquece-nos com os seus dons para vivermos no seu amor, como ouvimos no Evangelho de hoje: “Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-me-ei a ele”.

 

Cântico da Comunhão: Se cumprirdes os meus mandamentos, C. Silva, Cânticos de Entrada e Comunhão I, pág. 152

 

cf. Jo 14, 15-16

Antífona da comunhão: Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que vos mando, diz o Senhor. Eu pedirei ao Pai e Ele vos dará o Espírito Santo, que permanecerá convosco para sempre. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: É bom louvar-Te, Senhor, M. Carneiro, NRMS 84

 

Oração depois da comunhão: Senhor Deus todo-poderoso, que em Cristo ressuscitado nos renovais para a vida eterna, multiplicai em nós os frutos do sacramento pascal e infundi em nós a força do alimento que nos salva. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Cheios de alegria, vamos para nosso dia a dia, como nos dizia hoje o Apóstolo S. Pedro, com um propósito bem determinado: venerar Cristo Senhor em nossos corações, prontos a dar a razão da nossa esperança.

 

Cântico final: Deus é Pai, Deus é Amor, F. da Silva, NRMS 90-91

 

 

Homilia Ferial

 

6ª SEMANA

 

2ª Feira, 30-V: A actuação do Espírito Santo.

Act 16, 11-15 / Jo 15, 26-16, 4

 

Quando vier o Defensor, que eu hei-de enviar lá do Pai, o Espírito de verdade…

 

«Jesus, ao anunciar e prometer a vinda do Espírito Santo, chama-lhe ‘o Paráclito’ que, à letra, quer dizer ‘aquele que é chamado para adjunto’ (Ev.). ‘Paráclito’ traduza-se por Consolador, sendo Jesus o primeiro consolador» (CIC, 692). Nos momentos difíceis precisamos do Consolador: «Disse-vos estas palavras para não sucumbirdes».

É no momento do Baptismo que recebemos este dom de Deus. Assim aconteceu com Lídia e seus familiares (Leit.).

 

 

 

 

 

Celebração, Homilia e:Nota Exegética:     Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                      Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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