Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos

1ª Missa

2 de Novembro de 2010

 

As leituras escolhem-se entre as que se propõem para as Missas pelos defuntos (no Leccionário: Missas de Defuntos, vol. VIII). Sugerem-se os textos seguintes:

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Felizes os mortos, F. dos Santos, NRMS 19-20

cf. 1 Tess 4, 14; 1 Cor 15, 22

Antífona de entrada: Assim como Jesus morreu e ressuscitou, também aos que morrem em Jesus, Deus os levará com Ele à sua glória. Se em Adão todos morreram, em Cristo todos voltarão à vida.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Estamos a celebrar o amor incondicional de Deus por todos os seus filhos. Se ontem a celebração nos estimulava à alegria pela vitória de todos os que assumiram o projecto de Jesus Cristo, hoje, é um convite à contemplação do amor de Deus e da sua grande misericórdia em desejo de salvar a todos.

Por entre as dificuldades do tempo: correrias, falta de fé, ausência de compromisso, somos interpelados a um profundo desejo de Vida Eterna; ao sentido da nossa responsabilidade; ao compromisso da nossa vida com as coisas que o Pai revela aos pequeninos; a uma profunda comunhão orante e eucarística com todos os que partiram, surpreendidos pela morte, sem estarem ainda verdadeiramente maduros para a glória eterna.

 

Oração colecta: Deus, Pai de misericórdia, escutai benignamente as nossas orações, para que, ao confessarmos a fé na ressurreição do vosso Filho, se confirme em nós a esperança da ressurreição dos vossos servos. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: «Eu sei que o meu Redentor está vivo …». Job alimentou toda a sua vida por esta forte convicção.

Sou convidado, por entre as maiores dificuldades, a viver a confiança no poder do amor de Deus.

 

Job 19, 1.23-27a

1Job tomou a palavra e disse: 23«Quem dera que as minhas palavras fossem escritas num livro, ou gravadas em bronze 24com estilete de ferro, ou esculpidas em pedra para sempre! 25Eu sei que o meu Redentor está vivo e no último dia Se levantará sobre a terra. 26Revestido da minha pele, estarei de pé na minha carne verei a Deus. 27aEu próprio O verei, meus olhos O hão-de contemplar».

 

Este pequeno trecho é um dos mais citados pela tradição cristã; corresponde à resposta de Job às acusações dos seus amigos; é um hino de esperança e confiança em Deus no meio do seu atroz sofrimento, um hino que fica bem realçado, ao dizer: «palavras escritas… esculpidas em pedra para sempre».

25 «E no último dia Se levantará sobre a terra». Esta última reformulação da tradução litúrgica – que antes já tinha abandonado o texto latino da Vulgata («Et in novíssimo die de terra surrecturus sum») para se cingir ao texto hebraico massorético – parece ter querido recuperar um sentido escatológico (o da ressurreição final), ao não ter o adjectivo «último» referido a Deus, mas sim a «dia» (um substantivo que não aparece no hebraico, mas que a Vulgata pressupôs). No entanto, o verbo «Se levantará» (que em S. Jerónimo se traduz pela 1ª pessoa, referindo-o a Job) segue o texto hebraico.

26 «Na minha carne verei a Deus». O texto massorético significa que, ainda nesta vida (com a minha carne já curada) hei-de sentir a sua protecção, o seu amor e bondade (é este o sentido corrente no A. T. de «ver a Deus»). A verdade é que a nova tradução litúrgica, baseada na pauta da Nova Vulgata, quis manter o sentido escatológico do texto, de acordo com o antigo uso do texto na Liturgia dos defuntos. De facto, quando o justo que sofre (Job) haverá de ver plenamente a Deus com a sua carne, será na Ressurreição (ainda que a doutrina da ressurreição não apareça no livro de Job e seja algo ao arrepio desta obra). A Vulgata de S. Jerónimo tinha uma tradução que hoje nenhum crítico segue: «Eu sei que o meu Redentor vive e que no último dia eu hei-de ressuscitar da terra e serei novamente revestido da minha pele e com a minha própria carne verei o meu Deus». A verdade, porém, é que estamos diante duma passagem que oferece bastantes dificuldades para a reconstituição do texto original e a Nova Vulgata optou por um texto aberto a um sentido escatológico, semelhante ao da tradução litúrgica que temos.

 

Salmo Responsorial     Sl 26 (27), 1.4.7 e 8b e 9a.13-14 (R. 1a ou 13)

 

Monição: O salmo convida-me a não temer, a procurar a face do Senhor, a confiar e a ter coragem.

 

Refrão:        Espero contemplar a bondade do Senhor

                     na terra dos vivos.

 

Ou:               O Senhor é a minha luz e a minha salvação.

 

O Senhor é minha luz e salvação:

a quem hei-de temer?

O Senhor é o protector da minha vida:

de quem hei-de ter medo?

 

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:

habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,

para gozar da suavidade do Senhor

e visitar o seu santuário.

 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,

tende compaixão de mim e atendei-me.

A vossa face, Senhor, eu procuro:

não escondais de mim o vosso rosto.

 

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor

na terra dos vivos.

Confia no Senhor, sê forte.

Tem coragem e confia no Senhor.

 

Segunda Leitura

 

Monição: A ressurreição de Cristo é a nossa vitória e a nossa glória.

 

2 Coríntios 4, 14-18 – 5, 1

14Como sabemos, irmãos, Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos há-de ressuscitar com Jesus e nos levará convosco para junto d’Ele. 15Tudo isto é por vossa causa, para que uma graça mais abundante multiplique as acções de graças de um maior número de cristãos para glória de Deus. 16Por isso, não desanimamos. Ainda que em nós o homem exterior se vá arruinando, o homem interior vai-se renovando de dia para dia. 17Porque a ligeira aflição dum momento prepara-nos, para além de toda e qualquer medida, um peso eterno de glória. 18Não olhamos para as coisas visíveis, olhamos para as invisíveis: as coisas visíveis são passageiras, ao passo que as invisíveis são eternas. 5, 1Bem sabemos que, se esta tenda, que é a nossa morada terrestre, for desfeita, recebemos nos Céus uma habitação eterna, que é obra de Deus e não é feita pela mão dos homens.

 

A leitura é de uma grande riqueza doutrinal e projecta a luz da fé sobre o mistério da morte, um mistério a que ninguém pode fechar os olhos, sobretudo na comemoração do dia de hoje. A esperança da ressurreição e da glória do Céu, que animava o Apóstolo Paulo, é a mesma que nos anima a nós.

16 «Ainda que em nós o homem exterior se vá arruinando, o homem interior vai-se renovando de dia para dia». A antítese «homem exterior» «homem interior» visa a oposta dualidade da antropologia teológica paulina, mais do que a dualidade da antropologia filosófica grega, embora sem prescindir dela. O homem exterior é o ser humano considerado na sua mortalidade, votado à ruína e decomposição física (cf. v. 7: um frágil «vaso de barro»), em contraste com o homem interior, que aqui, mais do que a imortalidade da filosofia grega (a athanasía: cf. 1 Cor 15, 53-54; 1 Tim 6, 16), parece indicar a vitalidade sobrenatural imperecível infundida no Baptismo, um princípio de santificação que possibilita que o homem regenerado se vá renovando de dia para dia, identificando-se cada vez mais com Cristo ressuscitado. A vida dos santos demonstra esta afirmação paulina: à medida que os seus corpos se vão consumindo por sofrimentos e penitências corporais, renova-se a sua juventude de alma, a sua alegria. A propósito destas noções, temos que reconhecer que Paulo não utiliza nos seus escritos um modelo antropológico único; com efeito, embora a sua formação seja radicalmente hebraica, ele, ao dirigir-se ao mundo helenístico, também se serve de categorias do pensamento filosófico grego corrente. Daqui provém, às vezes, alguma dificuldade de interpretação dos seus textos, cuja antropologia não se pode absolutizar.

5, 1 «Tenda... morada terrestre...» Tenda (skênos), designa no mundo grego o corpo, como invólucro da alma, uma alusão ao carácter provisório da nossa morada terrestre, em contraposição com o corpo já ressuscitado e glorioso, à maneiro do de Cristo. Que Paulo admite uma escatologia individual e intermédia, distinta da ressurreição final, é uma coisa que fica bem clara neste mesmo capítulo 5 da 2ª aos Coríntios «preferimos exilar-nos do corpo para ir morar junto de Cristo» (cf. Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé em 17-5-79; ver texto em CL, ano C (1979-80), n.º 11/12, pp. 1698-1700).

 

Aclamação ao Evangelho       

 

Monição: Os pequeninos são os sábios de Deus que renunciaram ao orgulho e à soberba dos seus próprios esquemas e sabedoria, e libertaram-se na escuta humilde do Pai.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 16

 

Bendito sejais, ó Pai, Senhor do céu e da terra,

porque revelastes aos pequeninos os mistérios do reino.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 11, 25-30

25Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. 30Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

 

O trecho da leitura é considerado como a jóia dos Sinópticos, com uma impressionante revelação do Coração de Cristo, sendo os vv. 25-27 uma das mais belas orações de Jesus, também registada em Lucas (Lc 10, 21-24).

25 «Sábios e inteligentes» (prudentes) são os sábios orgulhosos, que confiam apenas na sua sabedoria, auto-suficientes, julgam poder salvar-se com os seus próprios recursos de inteligência e poder. Os «pequeninos» são os humildes, abertos à fé, capazes de visão sobrenatural. A revelação divina só pode ser aceite e captada pela fé: uma ciência soberba impede de aceitar a loucura divina da Cruz (cf. 1 Cor 1, 19-31); os pequeninos são, pois aqueles «que o mundo considera vil e desprezível», mas «que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa» (ibid. v. 28).

27 Jesus reivindica para si um conhecimento do Pai (Deus) perfeitamente idêntico ao conhecimento que o Pai tem do Filho (Jesus), e isto porque Ele, e só Ele, é o Filho, igual ao Pai, Deus com o Pai.

28-30 Palavras estas maravilhosas, que nos patenteiam os sentimentos do Coração de Cristo. O povo andava «cansado e oprimido» com as minuciosas exigências da lei antiga – que o Sirácida (51, 33) apodava de «jugo» – e das tradições que os fariseus e doutores da lei impunham com todo o rigorismo do seu frio e insuportável legalismo, que oprimia a liberdade interior e roubava a paz ao coração (cf. Act 15, 10). Jesus não nos dispensa de levar o seu «jugo» e a sua «carga», mas não quer que nos oprima, pois deseja que O sigamos por amor, e, «para quem ama, é suave; pesado, só para quem não ama» (Santo Agostinho, Sermão 30, 10). O mesmo Santo Agostinho comenta esta passagem: «qualquer outra carga te oprime e te incomoda, mas a carga de Cristo alivia-te do peso. Qualquer outra carga tem peso, mas a de Cristo tem asas. Se a uma ave lhe tirares as asas, parece que a alivias do peso, mas, quanto mais lhas tirares, mais esta pesa; restitui-lhe o peso das suas asas, e verás como voa» (Sermão 126, 12).

 

Sugestões para a homilia

 

Os pequeninos, sábios do Reino.

O Evangelho traduz a alegria de Cristo quando louva e exulta a beleza da atitude de Deus Pai que se revela aos pequeninos e esconde aos sábios e aos inteligentes as verdades do Reino.

Claro que a vontade de Deus é salvar a todos. E a celebração de hoje é precisamente esta certeza de uma vontade de salvar o máximo de pessoas. Na sua grande misericórdia o senhor dá-nos mais uma grande possibilidade de amadurecimento, o purgatório.

Mas os sábios e inteligentes que se colocam como centro de tudo, que não abrem a sua reflexão e o sentido das suas vida ao projecto de Deus, fecham-se miseravelmente nos seus esquemas de morte e de impossibilidade de salvação.

Os pequeninos são sábios e inteligentes que em humilde verdade se abriram às perspectivas de Deus, que não se colocam no centro como se tivessem a última palavra, que sabem que só Deus salva.

Job dá testemunho de uma grande humildade. Abre-se a Deus. E abre a sua perspectiva em termos de futuro de vida: parece olhar para Cristo, Redentor, que assume todo o sofrimento, limitação e dor, e tudo transforma no mistério da sua ressurreição.

Ou como Paulo que firmemente proclama a centralidade da fé no dinamismo de Cristo ressuscitado. Ele mesmo conhece o dinamismo da ressurreição de Cristo que actua na nossa aparente fragilidade e ruína.

Vida marcada pela fé.

A vida de cada cristão deve ser marcada pela fé. A fé autêntica que gera convicção, fidelidade e compromisso.

O testemunho de Job é forte. Todos conhecemos como a sua vida fora marcada por grande sofrimento. Procurou sempre compreender tudo no mistério do amor de Deus e do Seu projecto de Vida.

Ainda mais a vida de Paulo marcada pelo amor insubstituível a Jesus Cristo. Ele refere vezes sem conta o dinamismo da vida de Cristo nos discípulos. Ele mesmo sente a força do poder do ressuscitado na sua fraqueza e na sua fragilidade!

Mas a vida do cristão é marcada, desde o baptismo, pelo fundamento do seu ser e do seu agir: Jesus Cristo morto e ressuscitado. Assim vive a experiência baptismal de morte e ressurreição, que atingirá a sua plenitude em cada um que assume em si a pessoa e missão de Jesus Cristo.

Nesta vida marcada pela fé surge a confiança, a coragem, a paz, a busca da face de Deus, a fortaleza, o olhar para o alto e para as coisas invisíveis, alegria da humildade. Assim permite-se que Deus realize a sua obra em nós com toda a perfeição.

O Purgatório: crescer na maturidade.

Na surpresa da morte, e sobretudo na irreflexão, na fraca adesão, no compromisso débil, na imaturidade humana e cristã de muito homens e mulheres, Deus, na sua grande misericórdia e bondade, quer oferecer uma forte ajuda para o caminho da glória plena. O seu amor propõe o purgatório!

Como em todas as coisas, quantas vezes se é surpreendido e não se está preparado! Infelizmente também na ordem da salvação: quanta imaturidade! Uma imaturidade que se revela na ausência de uma amor maduro para com Deus e para com os irmãos. Um amor imperfeito, bruto, que precisa ser purificado como o ouro! Tanta escória que se leva de preguiça, irresponsabilidade, insensibilidade, violência, ódio, ciúme: o homem velho ainda não totalmente renovado!

Por isso a celebração de hoje é também um convite a uma maior colaboração com Deus e com os irmãos em ordem ao amadurecimento.

Mas deve ser também a celebração da memória. Pois quanto esquecimento da doutrina sobre o purgatório e a suas consequências para com os irmãos que já partiram! È necessário orar pelos defuntos. É necessário lembrá-los a Cristo na eucaristia: fonte de perfeição e santidade.

 

 

Oração Universal

 

Irmãs e irmãos: Oremos a Deus Pai

todo-poderoso, Senhor da vida e da morte,

pedindo-lhe que dê o descanso eterno a todos

os fiéis defuntos e a paz aos que os choram

com saudade, e com humildade

digamos (ou:  cantemos), com alegria:

 

R. Ouvi-nos Senhor.

Ou: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.

 Ou: senhor, vinde em nosso auxílio.

 

1.  Pelo Papa Bento XVI, pelos bispos, presbíteros e diáconos,

para que, seguindo o caminho da fé,

irradiem confiança, alegria e disponibilidade,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelas Igrejas cristãs de um extremo ao outro da terra,

para que ajudem os fiéis a apreciar com sabedoria

as coisas invisíveis e eternas,

oremos, irmãos.

 

3.  Por todos os fiéis que acreditaram no Evangelho,

para que, na manifestação de Cristo Redentor,

possam contemplar a Deus face a face,

oremos, irmãos.

 

4.  Pelos que se dedicaram à vida pública e social

e por aqueles que lutaram por maior justiça e fraternidade,

para que o Senhor os recompense dos seus trabalhos,

oremos, irmãos.

 

5.  Pelos que choram a morte de um ente querido,

esposa, marido, filho ou amigo,

para que sejam consolados

pela promessa da imortalidade,

oremos, irmãos.

 

6.  Por aqueles que na nossa comunidade (paroquial),

morreram sem o conforto da oração cristã,

para que o Senhor os acolha na sua misericórdia,

oremos, irmãos.

 

 

Deus todo-poderoso e eterno, que criastes o homem

à vossa imagem e semelhança, dai a luz da vossa presença

àqueles que já partiram deste mundo e concedei a consolação

da futura imortalidade aos pequeninos

a quem revelastes os vossos mistérios.

Por Jesus Cristo, nosso Senhor.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Queremos ver transformados, Az. Oliveira, NMRS 17

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai com bondade, Senhor, as nossas ofertas e fazei que os vossos fiéis defuntos sejam recebidos na glória do vosso Filho, a quem nos unimos neste sacramento de amor. Por Nosso Senhor...

 

Prefácio dos Defuntos: p. 509 [652-764] e pp. 510-513

 

Santo: Az. Oliveira, NRMS 8 (II)

 

Monição da Comunhão

 

Senhor, que eu tenha a coragem da conversão! Que eu tenha a sabedoria da Tua sedução! Que eu tenha a generosidade do Teu Espírito! Que eu tenha a alegria da escolha do Pai. Que me faça responsável na maturidade do amor de Deus.

Maria, Mãe sábia, ajuda-me a descobrir que a eternidade se prepara com a santidade de vida.

 

Cântico da Comunhão: Felizes os convidados, M. Luis, NRMS 4

Jo 11, 25-26

Antífona da comunhão: Eu sou a ressurreição e a vida, diz o Senhor. Quem crê em Mim, ainda que tenha morrido, viverá. Quem vive e crê em Mim viverá para sempre.

 

 

Oração depois da comunhão: Concedei, Senhor, que os vossos servos defuntos por quem celebrámos o mistério pascal sejam conduzidos à vossa morada de luz e de paz. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Tendo celebrado o amor e a vida de Deus que derrama com abundância, que eu procure viver o meu dia a dia, com sentido de responsabilidade e de coerente testemunho. Que eu acolha o projecto de vida que Deus me oferece.

Que o meu amor pelos irmãos também me leve à oração e ao sacrifício pelos que amadurecem no Purgatório.

 

Cântico final: Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, B. Salgado, NRMS 19-20

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Armando Rodrigues Dias

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 

 


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