31º Domingo Comum

31 de Outubro de 2010

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: O Cordeiro de Deus é o nosso pastor, Az. Oliveira, NRMS 90-91

Salmo 37, 22-23

Antífona de entrada: Não me abandoneis, Senhor; meu Deus, não Vos afasteis de mim. Senhor, socorrei-me e salvai-me.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Já faz parte da nossa agenda este tempo reservado em cada domingo para virmos à missa. O Senhor recebe-nos a todos com estima e amor. Queremos escutá-l’O, agradecer-Lhe mais uma semana que nos concedeu e pedir-Lhe a Sua protecção para a nossa vida.

 

Oração colecta: Deus omnipotente e misericordioso, de quem procede a graça de Vos servirmos fiel e dignamente, fazei-nos caminhar sem obstáculos para os bens por Vós prometidos. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Diante de Deus eterno e omnipotente, reconhecemo-nos humildes e pecadores mas confiando sempre na Sua infinita misericórdia.

 

Sabedoria 11, 22 – 12, 2

22Diante de Vós, Senhor, o mundo inteiro é como um grão de areia na balança, como a gota de orvalho que de manhã cai sobre a terra. 23De todos Vos compadeceis, porque sois omnipotente, e não olhais para os seus pecados, para que se arrependam. 24Vós amais tudo o que existe e não odiais nada do que fizestes; porque, se odiásseis alguma coisa, não a teríeis criado. 25E como poderia subsistir, se Vós não a quisésseis? Como poderia durar, se não a tivésseis chamado à existência? 26Mas a todos perdoais, porque tudo é vosso, Senhor, que amais a vida. 1O vosso espírito incorruptível está em todas as coisas. 2Por isso castigais brandamente aqueles que caem e advertis os que pecam, recordando-lhes os seus pecados, para que se afastem do mal e acreditem em Vós, Senhor.

 

O autor do livro da Sabedoria, um sábio judeu helenista, já nos umbrais do Novo Testamento, quer confirmar na fé os seus compatriotas, que, deslumbrados com a cultura grega, corriam o perigo de subestimar a sabedoria que pertencia à revelação de Deus. O texto é tirado da 3ª parte da obra (capítulos 10 a 19), onde se exalta a sabedoria divina ao longo da história da salvação. O trecho da leitura é de notável riqueza doutrinal.

11, 23 Exalta-se a omnipotência, grandeza e transcendência de Deus: todo o mundo, diante dele, não passa de «um grão de poeira», «uma gota de orvalho». Mas o poder de Deus mostra-se aos pagãos na sua misericórdia – «de todos vos compadeceis» –, de um modo inesperado e desconhecido.

24-25 Deus é Criador e ama irrevogavelmente a sua obra, ficando excluído tudo o que possa ser pessimismo dualista ou maniqueu, algo não só estranho, mas também contrário à Revelação divina.

12, 1 «O vosso Espírito… está em tudo». Se, por um lado, está bem vincada a transcendência divina, conforme se acabou de dizer, por outro lado, não se pode deixar esquecido o reverso da medalha: a exacta imanência divina. A omnipresença divina não subordina o Criador à criatura, mas, ao contrário, torna a criatura essencialmente presente ao seu Criador, indissoluvelmente unida e intrinsecamente subordinada ao seu Senhor, que é um Pai providente. Este texto explicita e actualiza Gn 1, 2 e Gn 2, 7, onde se apresenta o Espírito de Deus a pairar sobre o caos das águas primordiais para dali tirar a maravilha da criação e a infundir no barro o sopro da vida.

2 «Corrigis brandamente… para que se afastem do mal». O Deus da Revelação não é cruel e vingativo, como os deuses da mitologia grega: Ele é o Pai que corrige, para o bem dos seus filhos, pois, mesmo quando irado, Ele «lembra-se da sua misericórdia» (cf. Habac 3, 2).

 

Salmo Responsorial     Sl 144 (145), 1-2.8-9.10-11.13cd-14

 

Monição: Aproveitemos todos os momentos da vida que o Senhor nos concede para O louvar, adorar e amar.

 

Refrão:        Louvarei para sempre o vosso nome,

                     Senhor, meu Deus e meu Rei.

 

Quero exaltar-Vos, meu Deus e meu Rei,

e bendizer o vosso nome para sempre.

Quero bendizer-Vos, dia após dia,

e louvar o vosso nome para sempre.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

paciente e cheio de bondade.

O Senhor é bom para com todos

e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.

 

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas

e bendigam-Vos os vossos fiéis.

Proclamem a glória do vosso reino

e anunciem os vossos feitos gloriosos.

 

O Senhor é fiel à sua palavra

e perfeito em todas as suas obras.

O Senhor ampara os que vacilam

e levanta todos os oprimidos.

 

Segunda Leitura

 

Monição: No nosso apostolado rezemos sempre por aqueles a quem queremos anunciar o Salvador do Mundo.

 

2 Tessalonicenses 1, 11 – 2, 2

Irmãos: 11Oramos continuamente por vós, para que Deus vos considere dignos do seu chamamento e, pelo seu poder, se realizem todos os vossos bons propósitos e se confirme o trabalho da vossa fé. 12Assim o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo será glorificado em vós, e vós n’Ele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. 2,1Nós vos pedimos, irmãos, a propósito da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo e do nosso encontro com Ele: 2Não vos deixeis abalar facilmente nem alarmar por qualquer manifestação profética, por palavras ou por cartas, que se digam vir de nós, pretendendo que o dia do Senhor está iminente.

 

Uns perturbadores dos cristãos daquela comunidade de Tessalónica tinham introduzido a desordem, propagando a ideia de que a segunda vinda de Cristo (parusia) estava iminente, o que andava a acarretar trágicas consequências para a vida dos fiéis, que começaram a levar «uma vida ociosa, em vez de trabalhar, dedicando-se apenas a vãs curiosidades» (3, 11). É por isso que Paulo os previne – «não vos deixeis abalar… nem alarmar…» (2, 1) – e, mais adiante, lhes diz seriamente que «trabalhem com paz» (3, 12); e sai-se com aquela sentença plena de sensatez: «se alguém já não quer trabalhar, então que também deixe de comer» (3, 10). Para tranquilizar os fiéis, mais adiante (vv. 3-4) diz que antes da parusia tem de vir a «apostasia» e o «homem da impiedade», com um recurso a imagens do Antigo Testamento, que para nós são muito obscuras, mas que bastariam para fazer calar os agitadores.

 

Aclamação ao Evangelho        Jo 3, 16

 

Monição: Não permitamos que as ocupações constantes do dia-a-dia nos impeçam de ver o Senhor. Ele quer encontrar-nos como outrora encontrou Zaqueu.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4,F. Silva, NRMS 50-51

 

Deus amou tanto o mundo que lhe deu o seu Filho unigénito;

quem acredita n’Ele tem a vida eterna.

 

 

Evangelho

 

Lucas 19, 1-10

Naquele tempo, 1Jesus entrou em Jericó e começou a atravessar a cidade. 2Vivia ali um homem rico chamado Zaqueu, que era chefe de publicanos. 3Procurava ver quem era Jesus, mas, devido à multidão, não podia vê-l’O, porque era de pequena estatura. 4Então correu mais à frente e subiu a um sicómoro, para ver Jesus, que havia de passar por ali. 5Quando Jesus chegou ao local, olhou para cima e disse-lhe: «Zaqueu, desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». 6Ele desceu rapidamente e recebeu Jesus com alegria. 7Ao verem isto, todos murmuravam, dizendo: «Foi hospedar-Se em casa dum pecador». 8Entretanto, Zaqueu apresentou-se ao Senhor, dizendo: «Senhor, vou dar aos pobres metade dos meus bens e, se causei qualquer prejuízo a alguém, restituirei quatro vezes mais». 9Disse-lhe Jesus: «Hoje entrou a salvação nesta casa, porque Zaqueu também é filho de Abraão. 10Com efeito, o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido».

 

Este episódio da conversão de Zaqueu é contado apenas por Lucas; é mais um dado que o «secretário da misericórdia de Cristo» (Dante) regista, a fim de pôr em evidência, por um lado, o amor de Cristo aos pecadores e, por outro, a universalidade da salvação que Ele traz à terra. É de notar como o Evangelista, que especialmente exalta a pobreza, deixa ver como também a salvação pode chegar a um homem rico. Há mesmo uma tradição que diz que Zaqueu veio a ser discípulo de Pedro e bispo de Cesareia.

2 «Chefe de publicanos», ou dos cobradores de impostos a favor dos romanos dominadores; seria um homem detestável, não só pelo seu ingrato trabalho, mas sobretudo pela colaboração com o opressor estrangeiro, além de que certamente abusaria da profissão para enriquecer à custa de exigir mais do que seria justo; e, para cúmulo, o seu nome – Zacai –, que em aramaico significa puro, era um verdadeiro sarcasmo. O negócio seria rendoso, pois Jericó era uma grande cidade de comércio, situada no fértil vale inferior da margem direita do rio Jordão, numa encruzilhada de vias que ligavam Jerusalém às cidades do Norte e da Transjordânia. A condição pecadora de Zaqueu fica bem clara nos vv. 7-10.

3 «Esforçava-se por ver quem era Jesus». Podemos pensar que não se tratava de uma mera curiosidade frívola, mas antes de uma insatisfação escondida dentro de quem não se satisfaz só com as coisas materiais, estando aberto ao divino e disposto a rectificar a sua vida. A vontade de seguir a voz interior da consciência leva-o a superar os respeitos humanos e a sujeitar-se ao ridículo de trepar a uma árvore. A narrativa põe em foco o flagrante contraste entre o poder de um homem «pessoalmente rico» e a fraqueza de quem era de «pequena estatura».

4 «Sicómoro»: a própria etimologia grega do nome da árvore deixa ver a sua natureza, uma árvore bastante frondosa, com folhas semelhantes às da amoreira e frutos parecidos com os da figueira.

8 «Zaqueu parou e disse ao Senhor». Fica patente como não foi preciso que Jesus lançasse em rosto os abusos e pecados daquele homem; a bondade e a condescendência de Jesus, que desassombradamente entra em casa de um pecador público, leva-o à conversão e a propósitos bem concretos. Por outro lado, a avareza do «chefe de publicanos» é agora compensada com larga generosidade: «vou dar a metade dos meus bens aos pobres»; e as injustiças são reparadas com uma repartição superabundante, superior ao que ordenava a própria Lei de Moisés (cf. Ex 21, 37-38): «restituirei quatro vezes mais».

 

Sugestões para a homilia

 

Busquemos sempre o Senhor omnipresente

Procuremos ver Jesus como Zaqueu

Oremos a Deus Pai

Busquemos sempre o Senhor omnipresente

Faz-nos bem observar as flores dos nossos campos e jardins. Como são belas nas suas cores que nos encantam e no perfume que nos extasia!

Faz-nos bem subir a montanha e de lá olhar para tudo o que está ao alcance da nossa vista!

Faz-nos bem passear pelas vilas, aldeias, cidades e entrar nas igrejas, nas capelas, nos santuários! …

Faz-nos bem fechar os olhos e, ouvindo uma bela sinfonia, elevarmo-nos às alturas!...

Faz-nos bem ir até ao mar e, na praia, rezar: «Diante de Vós, Senhor, o mundo inteiro é como um grão de areia na balança! …» (Primeira Leitura)

Faz-nos bem contemplar a natureza e partirmos através dela ao encontro do Seu Criador para jamais nos separarmos d’Ele!...

Procuremos ver Jesus como Zaqueu

Para merecermos viver com o Senhor para sempre no Céu devemos viver com Ele já neste mundo.

Hoje, porém, é difícil encontrá-l’O porque muitos homens O negam ou não cumprem a Sua Lei.

Deus quer que a vida seja respeitada desde a concepção até à morte. Mas os crimes do aborto e da eutanásia praticam-se diariamente…

Deus quer que o sacramento do matrimónio seja uno e indissolúvel. Mas o divórcio e as uniões homossexuais arruínam a vida da família…

Deus quer que as crianças sejam respeitadas na sua pureza, inocência e ternura. Mas o crime da pedofilia envergonha a nossa sociedade…

Deus quer que a humanidade se oriente pela Sua Doutrina e pelos valores que ela inspira. Mas aparecem outras sugestões que, em vez da felicidade, causam angústia e sofrimento…

Deus quer que os símbolos religiosos sejam respeitados em toda a parte. Mas os crucifixos são retirados para se erguerem estátuas a quem não as merece…

Deus quer que todas as pessoas vivam a sério a Fé que professam. Mas pretende-se insinuar que a Religião é o ópio do povo e inimiga do progresso…

É difícil encontrar hoje o Senhor no mundo. Já outrora Zaqueu, para O conseguir ver, teve de subir a um sicómoro. Esse gesto inteligente valeu-Lhe poder receber em sua casa a Jesus que lhe concedeu a graça da conversão e salvação. (Evangelho)

Oremos a Deus Pai

A felicidade que o Senhor nos concede não a podemos guardar só para nós. Sentimos necessidade de a comunicar aos outros.

E partimos na aventura do apostolado. Semeamos sem esperar a colheita. Talvez recebamos incompreensões em vez de reconhecimento… Não pretendemos atrair ninguém para nós. A adesão é a Jesus Cristo. Por isso confiamos na Sua bênção.

Rezamos. Rezamos muito ao Senhor por aqueles a quem anunciamos o Evangelho. Como São Paulo podemos exclamar: «Oramos continuamente por vós para que Deus vos considere dignos do Seu chamamento…» (Segunda Leitura)

O bem que fazemos aos outros dá-nos paz, alegria e a certeza de que cumprimos a missão que nos foi confiada.

Consagremos a nossa vida à Virgem Maria. Ela quer estar connosco para nos tornar felizes e para salvar o mundo.

 

Fala o Santo Padre

 

«O Evangelho diz-nos que o amor, partindo de Deus e

agindo através do coração do homem, é a força que renova o mundo»

 

Hoje a liturgia apresenta à nossa meditação o conhecido episódio evangélico do encontro de Jesus com Zaqueu na cidade de Jericó. Quem era Zaqueu? Um homem rico que desempenhava a profissão de «publicano», isto é, de cobrador de impostos por ordem da autoridade romana, e precisamente por isso era considerado pecador público. Tendo sabido que Jesus passava por Jericó, aquele homem foi tomado por um grande desejo de o ver, mas, sendo de estatura baixa, subiu a uma árvore. Jesus parou precisamente debaixo daquela árvore e dirigiu-se a ele chamando-o pelo nome: «Zaqueu, desce depressa, pois tenho de ficar em tua casa» (Lc 19, 5). Que mensagem nesta frase simples! «Zaqueu»: Jesus chama pelo nome um homem desprezado por todos. «Hoje»: sim, precisamente agora é para ele o momento da salvação. «Tenho de ficar»: por que «Tenho»? Porque o Pai, rico em misericórdia, quer que Jesus vá «procurar e salvar quem estava perdido» (Lc 19, 10). A graça daquele encontro imprevisto foi tal que mudou completamente a vida de Zaqueu: «Senhor, confessou a Jesus, vou dar metade dos meus bens aos pobres e, se defraudei alguém em qualquer coisa, devolver-lhe-ei quatro vezes mais» (Lc 19, 8). Mais uma vez o Evangelho nos diz que o amor, partindo do coração de Deus e agindo através do coração do homem, é a força que renova o mundo. [...]

 

Bento XVI, Angelus, 4 de Novembro de 2007

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.  Pelo Santo Padre com os Bispos a ele unidos,

pelos sacerdotes, diáconos, religiosos, leigos

e pelos catequistas que ensinam a Doutrina de Jesus,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelos que, duvidando, procuram a Deus,

pelos que querem afastar o ódio e a violência

e pelos que confiam na misericórdia do Senhor,

oremos, irmãos.

 

3.  Pelas famílias onde há luto e sofrimento,

pelas famílias que vivem felizes e em paz

e pelas famílias onde os filhos se sentem chamados pelo Senhor,

oremos, irmãos.

 

4.  Pelos bebés a quem foi impedido o seu nascimento,

pelas crianças maltratadas a pedirem a nossa ajuda

e pelos jovens a quererem transformar o mundo,

oremos, irmãos.          

 

5.  Pelos doentes que precisam da nossa dedicação,

pelos idosos abandonados à espera da nossa companhia

e pelos marginalizados a exigirem a reintegração social,

oremos, irmãos.

 

6.  Pelos familiares falecidos que esperamos encontrar um dia,

pelos amigos que temos presentes na nossa oração,

 pelos que faleceram e se purificam a caminho do Céu,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da  Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: No meio da minha vida, F. da Silva, NRMS 1(II)

 

Oração sobre as oblatas: Senhor, fazei que este sacrifício seja para Vós uma oblação pura e para nós o dom generoso da vossa misericórdia. Por Nosso Senhor...

 

Santo: A. Cartageno, Suplemento CT

 

Monição da Comunhão

 

Jesus Cristo chamou Paulo e Zaqueu que se converteram. Também agora, na Sagrada Comunhão, nos interpela a permanecermos unidos a Ele durante toda a vida. Como é bom viver com o Senhor!

 

Cântico da Comunhão: Não fostes vós que Me escolhestes, Az. Oliveira, NRMS 59

Salmo 15, 11

Antífona da comunhão: O Senhor me ensinará o caminho da vida, a seu lado viverei na plenitude da alegria.

Ou:    Jo 6. 58

Assim como o Pai que Me enviou é o Deus vivo e Eu vivo pelo Pai, também o que Me come viverá por Mim, diz o Senhor.

 

Cântico de acção de graças: Pelo Pão do teu Amor, H. Faria, NRMS 2 (II)

 

Oração depois da comunhão: Multiplicai em nós, Senhor, os frutos da vossa graça, para que os sacramentos celestes que nos alimentam na vida presente nos preparem para alcançarmos a herança prometida. Por Nosso Senhor...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Estivemos aqui reunidos como irmãos a participar na Eucaristia dominical. O Senhor falou-nos e veio ao nosso encontro. Agora vai connosco para darmos testemunho d’Ele no mundo. Contemos com a presença maternal da Virgem Maria.

 

Cântico final: O Senhor me apontará o caminho, F. da Silva, NRMS 69

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio A. Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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