Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael

29 de Setembro de 2010

 

Festa

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Somos a Igreja de Cristo, M. Silva, NRMS 17

Sl 102, 20

Antífona de entrada: Bendizei ao Senhor todos os seus Anjos, poderosos executores das suas ordens, sempre atentos à sua palavra.

 

Diz-se o Glória

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

«Bendizei ao Senhor, vós Seus Anjos» (Salmo 102, 20).

A Liturgia da Igreja celebra hoje numa só festa os três Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael. Nunca estamos sós. Deus e os Seus Anjos contemplam a nossa luta espiritual diária e prestam-nos verdadeiros serviços na nossa caminhada para o Céu.

Celebremos, pois, esta festa com um grande espírito de gratidão a Deus por tê-los posto ao nosso serviço e da Santa Igreja.

 

Oração colecta: Senhor Deus do universo, que estabeleceis com admirável providência as funções dos Anjos e dos homens, concedei, propício, que a nossa vida seja protegida na terra por aqueles que eternamente Vos assistem e servem no Céu. Por Nosso Senhor...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Daniel descreve-nos, em estilo apocalíptico, o julgamento divino com três quadros: a apresentação do Juiz, Deus, a destruição do reino inimigo e o estabelecimento do reino de Deus.

            Nota: em vez desta leitura, pode proclamar-se a que se segue:

 

(Apoc. 12, 7-12)

Monição: S. Miguel e os seus Anjos realizam, pelo poder de Deus, a Vitória sobre o Dragão infernal.

 

 

Daniel 7, 9-10.13-14

9Estava eu a olhar, quando foram colocados tronos e um Ancião sentou-se. As suas vestes eram brancas como a neve e os cabelos como a lã pura. O seu trono eram chamas de fogo, com rodas de lume vivo. 10Um rio de fogo corria, irrompendo diante dele. Milhares de milhares o serviam e miríades de miríades o assistiam. O tribunal abriu a sessão e os livros foram abertos. 13Contemplava eu as visões da noite, quando, sobre as nuvens do céu, veio alguém semelhante a um filho do homem. Dirigiu-Se para o Ancião venerável e conduziram-no à sua presença. 14Foi-lhe entregue o poder, a honra e a realeza, e todos os povos e nações O serviram. O seu poder é eterno, que nunca passará, e o seu reino jamais será destruído.

 

Ver notas de CL, atrás neste mesmo número, na Festa da Transfiguração do Senhor.

 

Ou:

 

Apocalipse 12, 7-12a

7Travou-se um combate no Céu: Miguel e os seus Anjos lutaram contra o Dragão. O Dragão e os seus anjos lutaram também, 8mas foram derrotados e perderam o seu lugar no Céu para sempre. 9Foi expulso o enorme Dragão, a antiga serpente, aquele que chamam Diabo e Satanás, que seduz o universo inteiro foi precipitado sobre a terra e os seus anjos foram precipitados com ele. 10Depois ouvi no Céu uma voz poderosa que dizia: «Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e a autoridade do seu Ungido, porque foi precipitado o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava dia e noite diante do nosso Deus. 11Eles venceram-no, graças ao sangue do Cordeiro e à palavra do testemunho que deram, desprezando a própria vida, até aceitarem a morte. 12Por isso, alegrai-vos, ó Céus, e vós que neles habitais».

 

7 Houve um combate. É difícil determinar a que combate concreto se refere o texto sagrado. Não parece tratar-se aqui da rebelião dos Anjos maus no momento da sua criação (cf. Mt 25, 41; 2 Pe 2, 4), como alguns pensam, uma vez que o contexto nos situa nos tempos cristãos. Assim, prefere-se ver a luta tremenda desencadeada pelo demónio contra Cristo e os fiéis (os «nossos irmãos» - v. 10), a partir sobretudo da Morte, Ressurreição e Ascensão de Jesus (cf. v. 5b).

«Miguel» - em hebraico Mi-kha-el - quer dizer «quem como Deus?». Era o protector do antigo povo de Deus (Dan 10, 13.21), e que aparece agora como patrono e defensor da Igreja, o novo povo de Deus.

«O Dragão». É identificado no v. 9, com a «antiga serpente» que tentou os primeiros pais, por isso se chama antiga; é «aquele que chamam Diabo e Satanás». Diabo é um nome grego correspondente ao hebraico - Xatan (aramaico - xataná), que significa caluniador, acusador, adversário.

 

 

Salmo Responsorial    Sl 137 (138), 1-2a.2bc-3.4-5 (R. 1c)

 

Monição: O Salmo Responsorial é um cântico de louvor e acção de graças a Deus pela sua infinita misericórdia, ao dar-nos os seus Anjos e Arcanjos como amigos e intercessores.

 

Refrão:        Na presença dos Anjos,

                     eu Vos louvarei, Senhor.

 

De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças,

porque ouvistes as palavras da minha boca.

Na presença dos Anjos Vos hei-de cantar

e Vos adorarei, voltado para o vosso templo santo.

 

Hei-de louvar o vosso nome pela vossa bondade e fidelidade,

porque exaltastes acima de tudo o vosso nome e a vossa promessa.

Quando Vos invoquei, me respondestes,

aumentastes a fortaleza da minha alma.

 

Todos os reis da terra Vos hão-de louvar, Senhor,

quando ouvirem as palavras da vossa boca.

Celebrarão os caminhos do Senhor,

porque é grande a glória do Senhor.

 

 

 

Aclamação ao Evangelho        Sl 102 (103), 21

 

Monição: Os Arcanjos são servidores fiéis dos desígnios de Deus. Louvemos o Senhor, cantando Aleluia.

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 46

 

Bendizei o Senhor todos os seus exércitos,

poderosos executores da sua vontade.

 

 

Evangelho

 

São João 1, 47-51

 

Naquele tempo, 47Jesus viu Natanael, que vinha ao seu encontro, e disse: «Eis um verdadeiro israelita, em quem não há fingimento». 48Perguntou-lhe Natanael: «De onde me conheces?». Jesus respondeu-lhe: «Antes que Filipe te chamasse, Eu vi-te quando estavas debaixo da figueira». 49-lhe Natanael: «Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel!». 50Jesus respondeu: «Porque te disse: ‘Eu vi-te debaixo da figueira’, acreditas. Verás coisas maiores do que estas». E acrescentou: 51«Em verdade, em verdade vos digo: Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem».

 

Filipe não tinha guardado para si a grande alegria de ter tido a dita de encontrar o Messias anunciado pelos Profetas, mas comunicara-a a seu amigo Natanael, que se mostrou incrédulo em face da procedência humilde de Jesus, filho dum carpinteiro de Nazaré, quando o Messias devia ser descendente de David e procedente de Belém. Filipe não se desmoraliza com as razoáveis objecções do amigo e também não confia nas explicações que o seu próprio engenho poderia excogitar; opta por convidar o amigo a aproximar-se pessoalmente de Jesus: «vem e verás» (v. 46).

47 «Natanael». Nome semítico que significa «dom de Deus». Deveu ser um dos Doze Apóstolos (cf. Jo 21, 2); mas qual deles? Muito provavelmente era Bartolomeu, o qual teria dois nomes, sendo este último um nome patronímico (filho de Tolmay), como o patronímico de Simão Pedro, Baryona (filho de Jonas). Esta identificação é deduzida dos diversos catálogos dos Apóstolos que nos deixaram os Sinópticos, onde Bartolomeu sempre se segue a Filipe, aquele Apóstolo que levou Natanael a Jesus (cf. Mt 10, 3; Mc 3, 18; Lc 6, 14).

48 «Eu vi-te, debaixo da figueira». Natanael sentiu que o olhar de Jesus penetrava os mais profundos recônditos da sua alma, pois algo de significativo devia ter passado no seu coração naquela hora e naquele local exacto a que Jesus se referia, e que só Deus podia conhecer.

49 «Tu é o Filho de Deus… Rei de Israel» - títulos messiânicos procedentes do Salmo 2. A intencionalidade do Evangelista (cf. 20, 31) evidencia-se ao apresentar, desde a primeira hora, confissões explícitas de fé em Jesus (cf. Mt 14, 33; 16, 16).

51 «Os Anjos de Deus subindo e descendo…» Trata-se duma forma muito expressiva de Jesus aparecer como Mediador entre o Céu e a terra, ficando assim os Céus abertos para a humanidade (Is 63, 19; Apoc 19, 11; Mt 3, 16 par.), numa clara alusão à escada de Jacob, pela qual subiam e desciam os Anjos na visão de Jacob (Gn 28,12). É por isso que adoptámos, na Bíblia da Difusora Bíblica, a tradução «por meio do Filho do Homem», em vez da tradução corrente «sobre o Filho do Homem», tendo em conta que aqui aparece a mesma preposição (epí) que no texto grego do sonho de Jacob, com o sentido de subir por.

 

Sugestões para a homilia

 

1. Deus Criador dos Anjos e dos Arcanjos. S. Miguel Arcanjo.

2. Os Arcanjos e a sua missão específica. S. Gabriel e S. Rafael.

1. Deus Criador dos Anjos e dos Arcanjos. S. Miguel Arcanjo.

«A existência dos seres espirituais, não-corporais, a que a Sagrada Escritura habitualmente chama anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura é tão claro como a unanimidade da Tradição» (Catec. Da Igr. Católica, 328). Toda a vida da Igreja beneficia da ajuda misteriosa e poderosa dos Anjos. Na sua liturgia, a Igreja associa-se aos Anjos para adorar a Deus três vezes santo, invoca a sua assistência e festeja de modo mais particular a memória de certos anjos.

Neste dia 29 de Setembro, a Igreja honra numa mesma celebração os três Anjos que a Sagrada Escritura chama com um nome: S. Miguel Arcanjo, cujo nome exprime em síntese a atitude essencial dos espíritos bons. Mica-El significa, com efeito: «Quem como Deus?». O segundo é Gabriel, figura angélica vinculada sobretudo ao mistério da Encarnação do Filho de Deus. O seu nome significa: «Meu poder é Deus, o Poder de Deus». Por último, Rafael, que significa «Medicina de Deus, Deus cura». Meditando sobre a sua missão, compreendemos o ensino contido na Carta aos Hebreus: «Não são todos eles espíritos administradores, enviados para o serviço e em favor dos que são herdeiros da salvação?» (Hebr 1, 14).

Os Santos Padres interpretam os versículos do Apocalipse, que ouvimos na 1ª leitura, como testemunho da luta entre S. Miguel Arcanjo e o diabo quando foram postos à prova os espíritos angélicos. Sob esta luz entenderam também a luta que Satanás trava contra a Igreja ao longo dos séculos e que se radicalizará no fim dos tempos.

No Antigo Testamento é apresentado S. Miguel Arcanjo como aquele que, da parte de Deus, defende o povo eleito. A luta constante contra o demónio, que caracteriza a figura de S. Miguel Arcanjo, é actual também hoje, pois o demónio continua vivo e operante na terra. O grande triunfo do demónio nos dias de hoje consiste talvez em que muitos o esqueceram ou pensam que são crendices de outras épocas menos avançadas culturalmente. O Papa João Paulo II várias vezes voltou a rezar, em nome de toda a Igreja, uma antiga oração a este Santo Arcanjo: «S. Miguel Arcanjo defendei-nos neste combate, sede o nosso protector contra a maldade e insídias do demónio…precipitai no inferno, com o poder divino, a Satanás e os outros espíritos malignos que andam neste mundo para perdição das almas. Ámen» (João Paulo II, Alocução 24-IV-1987)

Os Arcanjos e a sua missão específica. S. Gabriel e S. Rafael.

A missão dos Anjos como embaixadores de Deus estende-se a cada um dos homens e de modo principal àqueles que têm uma missão específica em ordem à salvação e ao bem de nações inteira. Todos os dias e a todas as horas, quando se celebra a Eucaristia, se apela aos Anjos e aos Arcanjos para cantarem a glória de Deus.

S. Gabriel Arcanjo aparece aos homens para transmitir-lhes a Palavra divina. O seu nome significa Servidor de Deus e também «Deus se mostrou forte». Apresenta-se sempre como portador de boas e gratas notícias. Sobretudo, é o encarregado por Deus para transmitir a mais alegre de todas as mensagens: a Encarnação do Filho de Deus.

O Arcanjo S. Rafael dá-se-nos a conhecer principalmente pela história de Tobias, tão significativa pelo facto de confiar aos Anjos os filhos pequenos de Deus, sempre necessitados de guarda, cuidado e protecção. Narra a Sagrada Escritura que quando Tobias, jovem ainda, se dispunha a empreender uma longa viagem, «foi em busca de alguém que o acompanhasse e encontrou-se com Rafael, que era um Anjo» (Tob 5, 4). Não soube Tobias ao princípio quem era o seu companheiro, porém ao longo do caminho teve ocasião de experimentar repetidamente a sua protecção. S. Rafael, ainda que a Ele nos podemos encomendar todos, é especial guia e protector daqueles que ainda hão-de conhecer o que Deus espera deles: «Ris-te porque te digo que tens 'vocação matrimonial?' – Pois é verdade: assim mesmo, vocação. Pede a S. Rafael que te conduza castamente ao termo do caminho, como a Tobias» (Cam. 27).

 

 

Oração Universal

 

Confiadamente, imploremos, irmãos,

Por intercessão dos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael,

As melhores bênçãos de Deus para a Igreja e para o mundo.

 

1.  Pela Santa Igreja de Deus:

    para que, por intercessão de S. Miguel,

    o Senhor lhe conceda a paz interna

    e fiel generosidade na sua missão divina em favor dos homens,

    oremos ao Senhor.

 

2.  Pelo Santo Padre, Bispos e Sacerdotes:

    para que, cheios do Espírito Santo,

    sejam sal da terra e luz do mundo,

    e ajudem os homens a caminhar para Deus,

    oremos ao Senhor.

 

3.  Por todos os que buscam generosamente a vontade de Deus

     na vocação matrimonial, para que, por intercessão de S. Gabriel,

     se entreguem fielmente nesse caminho de santidade,

     a exemplo da Santíssima Virgem,

    oremos ao Senhor.

 

4.  Pelos jovens do mundo inteiro, para que,

    por intercessão de S. Rafael,

    o Senhor os proteja e eles vejam claramente

    o caminho da sua própria vocação,

    oremos ao Senhor.

 

5.  Por todos nós aqui presentes,

    para que aumentemos a nossa fé na existência dos Anjos,

    nossos intercessores e amigos,

    e um dia vamos gozar com eles da Bem-aventurança eterna,

    oremos ao Senhor.

   

 

 

Senhor, que confiastes aos Arcanjos

ministérios em favor da Santa Igreja:

fazei que aproveitemos a sua intercessão

e alcancemos a felicidade do Céu.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho

que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Com os benditos Anjos, M. Faria, NRMS 11-12

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, este sacrifício de louvor e fazei que, pelo ministério dos Anjos, seja levado à presença da Vossa divina majestade e se torne para nós fonte de salvação eterna Por Nosso Senhor.

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

Antes de recebermos o Corpo do Senhor, vejamos se estamos devidamente preparados e nos encontramos dispostos a cumprir com fidelidade os Mandamentos da Lei de Deus e andamos de bem com todos os nossos irmãos. Os Anjos e os Arcanjos nos acompanham no amor e na adoração à Santíssima Eucaristia.

 

Cântico da Comunhão: Santos Anjos e Arcanjos, J. Parente, NCT 701

 

Antífona da comunhão: De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças. Na presença dos Anjos Vos louvarei, meu Deus.

 

Oração depois da comunhão: Senhor, nosso Pai, que nos fortalecestes com o pão do Céu, fazei que, protegidos pelos santos Anjos, sigamos firmemente o caminho da salvação. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Fortalecidos e alimentados com o pão do Céu e guardados pelos Anjos e Arcanjos que sempre nos acompanham, avançaremos firmemente no caminho da salvação.

 

Cântico final: Ao Deus do universo, J. Santos, NRMS 1 (I)

 

Homilias Feriais

 

5ª Feira, 30-IX: A paz e a ordem interior.

Job 19, 21-27 / Lc 10, 1-12

Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: Paz a esta casa.

Jesus encarrega os seus discípulos de uma missão de paz (Ev.). No entanto, para poder comunicá-la aos outros, precisamos tê-la antes na nossa alma.

Consegui-la-emos se procurarmos viver o amor a Deus. Assim fez Job, que aceitava tudo como vindo das mãos de Deus (Leit.). Além disso, a paz verdadeira exige luta por desterrar o pecado da nossa vida. Por alguma razão, dizia S. Agostinho: «a paz é a tranquilidade na ordem». Ordem, por exemplo, que encontramos nos dois mandamentos, que são resumo da Lei. A seguir, procuremos transmitir esta paz na família, no local de trabalho, preocupando-nos pelos outros, pelos seus problemas.

 

6ª Feira, 1-X: Falta de correspondência e contrição.

Job 38, 1. 12-21 / Lc 10, 13-16

Disse Jesus: Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida!

Lamenta-se o Senhor da falta de correspondência dos habitantes daquelas cidades. Receberam tantas graças e viram tantos milagres! Também nós recebemos muitas graças do Senhor em cada dia, e Ele espera de nós algumas conversões.

Não deixemos de manifestar a Deus a nossa pena por aquilo que fizemos mal. Job arrependeu-se de ter sido precipitado nas palavras dirigidas a Deus: «Eu fui precipitado nas minhas palavras… vou pôr a mão na minha boca. Falei uma vez, mas não hei-de repetir, duas vezes, mas não voltarei a fazê-lo» (Leit.).

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alfredo Melo

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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