13º Domingo Comum

27 de Junho de 2010

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Deus vive na sua morada santa, F. dos Santos, NRMS 38

cf. Salmo 46, 2

Antífona de entrada: Louvai o Senhor, povos de toda a terra, aclamai a Deus com brados de alegria.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Cristão é aquele que escolheu Cristo e O segue. Jesus instruiu e deixou-nos mestres espirituais cujas palavras são guia para aliança assídua com Deus.

 

Oração colecta: Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz, não permitais que sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por Nosso Senhor ...

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Elias, com um gesto simbólico, chama Eliseu a ser profeta, a obedecer à voz divina e a deixar as outras ocupações.

 

1 Reis 19, 16b.19-21

Naqueles dias, disse o Senhor a Elias: 16b«Ungirás Eliseu, filho de Safat, de Abel-Meola, como profeta em teu lugar». 19Elias pôs-se a caminho e encontrou Eliseu, filho de Safat, que andava a lavrar com doze juntas de bois e guiava a décima segunda. Elias passou junto dele e lançou sobre ele a sua capa. 20Então Eliseu abandonou os bois, correu atrás de Elias e disse-lhe: «Deixa-me ir abraçar meu pai e minha mãe; depois irei contigo». Elias respondeu: «Vai e volta, porque eu já fiz o que devia». 21Eliseu afastou-se, tomou uma junta de bois e matou-a; com a madeira do arado assou a carne, que deu a comer à sua gente. Depois levantou-se e seguiu Elias, ficando ao seu serviço.

 

O gesto com que Elias chama Eliseu como seu continuador na missão profética – «Lançou sobre ele a sua capa» (v. 19) – era deveras expressivo para um semita: a veste considerava-se como parte da personalidade. Elias, ao atirar o seu manto para cima de Eliseu agregava-o à sua própria missão divina de intrépido defensor do javismo. E este gesto foi decisivo para Eliseu; deixa definitivamente a sua vida de proprietário agricultor, a fim de seguir o mestre. O seu carácter firme e generoso ficou patente na atitude decidida de queimar (v. 21) os instrumentos de trabalho. No entanto, Elias permite ao seu discípulo ir abraçar o pai e a mãe (v. 20), mas, no Evangelho de hoje, vê-se como aquele que quer ser discípulo de Jesus não pode por qualquer restrição (cf. Lc 9, 61-62).

 

Salmo Responsorial         Sl 15 (16), 1-2a.5.7-11 (R. cf. 5a)

 

Monição: Este salmo afirma a confiança em Deus, a fidelidade ao Senhor, único bem, a afeição pelos santos que O adoram e a repulsa contra as falsidades.

 

Refrão:          o senhor é a minha herança.

 

Guardai-me, Senhor, Vós sois o meu refúgio!

Digo ao meu Deus: «Vós sois o meu bem!

Sois Vós, Senhor, a parte da minha herança,

está nas Vossas mãos o meu destino».

 

Exaltarei o Senhor que me guia e me conduz,

que até de noite me adverte o coração.

O Senhor está sempre na minha presença,

com Ele a meu lado não vacilarei.

 

Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta;

repousa tranquilo todo o meu corpo.

Ele não me entregará às mãos da morte,

nem deixará o Seu servo conhecer a corrupção.

 

Ele me apontará o caminho da vida;

a seu lado viverei na plenitude da alegria.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Cristo libertou-nos, a liberdade recebida de Cristo dá capacidade de cumprirmos a lei e nos pormos ao serviço do próximo, viver segundo o Espírito.

 

Gálatas 5, 1.13-18

Irmãos: 4, 31bFoi para a verdadeira liberdade que Cristo nos libertou. 5, 1Portanto, permanecei firmes e não torneis a sujeitar-vos ao jugo da escravidão. 13Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Contudo, não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, 14porque toda a Lei se resume nesta palavra: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». 15Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tende cuidado, que acabareis por destruir-vos uns aos outros. 16Por isso vos digo: Deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os desejos da carne. 17Na verdade, a carne tem desejos contrários aos do Espírito e o Espírito desejos contrários aos da carne. São dois princípios antagónicos e por isso não fazeis o que quereis. 18Mas se vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sujeitos à Lei de Moisés.

 

4, 31 «Foi para a liberdade…», que a nossa tradução adjectivou: «a verdadeira» (um adjectivo que não aparece no texto original), isto é, para a liberdade que procede da Redenção. Cristo liberta-nos do pecado e do erro e também das prescrições da Antiga Lei mosaica (v. 18), dumas normas rituais e jurídicas que deixam de ter sentido para quem já foi redimido pelo Sangue de Jesus, pois eram prescrições preparatórias, «o pedagogo» que levava a Cristo (cf. Gal 3, 24). Certamente que S. Paulo não está a considerar aqui aquelas prescrições que correspondem à lei moral natural. «Não abuseis da liberdade como pretexto…» (v. 13): a liberdade não é permissivismo moral, nem libertinagem, não é estar livre de normas, de compromissos, para o bem e para a verdade. É-se livre para, por si próprio, responsavelmente, escolher a Verdade e o Bem, isto é, para amar e servir a Deus, em cuja posse está a felicidade autêntica. Fazer o mal é sinal de que se é livre, mas então usa-se a liberdade para se tornar escravo do mal. A liberdade não se basta a si mesma, pois é-se livre para alguma coisa: a liberdade precisa dum rumo, dum norte, dum compromisso, senão está-se à mercê do egoísmo, do comodismo, da preguiça, da sensualidade, etc., isto é, de todas as más tendências da nossa natureza caída, dos apetites desordenados da natureza ferida pelo pecado original, daquilo que S. Paulo aqui chama «a carne, os desejos da carne» (vv. 13.16.17). Esse rumo ou norte para a liberdade é o amor («a caridade», v. 13), que nos leva a servir os outros sem nos sentirmos escravizados; e é «o espírito» (v. 16), quer no sentido de o Espírito Santo, (assim a Neovulgata, seguida pela tradução litúrgica, que usa a maiúscula), quer no sentido de o homem novo, regenerado pela graça, na nossa condição de «filhos adoptivos de Deus» (daí o espírito com minúscula na edição da Vulgata).

18 «Não estais sujeitos à Lei», isto é, não estais sob o regime da Lei de Moisés, mas no regime da graça que não só não nos tem sujeitos às prescrições judaicas, como também faz com que as próprias normas morais da Lei não nos tirem a liberdade, pois a graça nos conduz sem violência segundo desejos do Espírito.

 

Aclamação ao Evangelho              1 Sam 3, 9; Jo 6, 68c

 

Monição: Jesus toma a grande resolução: dirigir-se a Jerusalém. São muitos os seus ensinamentos e as suas máximas a contrastar com a atitude dos discípulos ao anúncio da paixão.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS 16

 

Falai, Senhor, que o vosso servo escuta.

Vós tendes palavras de vida eterna.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 9, 51-62

51Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. 52Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. 53Mas aquela gente não O quis receber, porque ia a caminho de Jerusalém. 54Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram a Jesus: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu que os destrua?» 55Mas Jesus voltou-Se e repreendeu-os. 56E seguiram para outra povoação. 57Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». 58Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». 59Depois disse a outro: «Segue-Me». 60Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». 61Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». 62Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus».

 

É aqui (neste v. 51) que começa a segunda parte do ministério de Jesus, com a grande viagem para Jerusalém (Lc 9, 51 – 19, 28), muito mais extensa que nos Sinópticos, pois engloba quase 10 capítulos e com vários relatos exclusivos do III Evangelho.

52 «Samaritanos». Procediam da mistura de israelitas com colonos assírios mandados para a Samaria por Sargão II, em substituição dos exilados após o fim do Reino do Norte com a queda de Samaria em 721. A sua religião era híbrida, pois, embora admitissem o Pentateuco, tinham certas práticas supersticiosas e não aceitavam o Templo de Jerusalém como único santuário para a oferta dos sacrifícios. Havia uma grande incompatibilidade com os judeus que ainda hoje se mantém, embora os samaritanos tendam a desaparecer (não chegam a um milhar).

57-62 Lucas é o Evangelista que mais põe em relevo a radicalidade do seguimento de Cristo. «Lançar as mãos ao arado» é dedicar-se a trabalhar no Reino de Deus. «Olhar para trás» é a falta de decisão, como também o cálculo humano para avaliar com mera visão humana o valor do que se deixa. Quando Deus chama, não se pode olhar para trás, tem que se ser fiel e leal a Deus, que nos confia uma missão insubstituível no seu Reino.

 

Sugestões para a homilia

 

a)        Viagem exigente, de rupturas

b)       Compromissos sérios

 

a) O nosso peregrinar é inegável, testemunhado e vivido de forma semelhante por todos os que nos precederam:

– bons e maus,

– Santos e pecadores,

elementos que compõem o número dos filhos de Deus.

Não somos romeiros nem turistas, mesmo que religiosos, em direcção a santuários terrenos por mais nobres que sejam os materiais da sua construção. Caminhamos para a Jerusalém celeste, o céu.

Afirmamo-nos caminheiros crescidos, conhecedores dos percursos e seus pavimentos, onde vemos as pegadas, neles incrustadas, por passageiros heróis e santos.

A seta da vida aponta o céu.

Os seus esforços denunciam-nos como santos – mártires ou não – mas tingiram de sangue, profundamente, na imitação do Cordeiro Imaculado, Jesus Cristo, a sua vida, vida em Deus. Os carreiros e caminhos da santidade são daqueles que os percorrem para um dia entrarem no espiritual reino da justiça e da paz, descascados das maldades e bagatelas maldosas do que é mundano e conspurca.

Não contaminemos com o mal.

A exigência desta viagem é cortar o que é inútil, tosco e feio para a vida futura.

 

A grande viagem é composta por material que lhe é próprio:

- ter Jesus por mestre

- caminhar com firmeza para um destino feliz

- ter paciência por companhia

- ter disposição para suportar desprezos

- saber enfrentar rupturas que possam ferir interiormente

 

b) Jesus exigiu aos apóstolos renúncias fortes, radicais, a bens como casa, local de vida, tarefas, que passam a compromissos.

Trabalhar em missão, em clausura, atenção às obras de misericórdia e ao dever do serviço pelos outros, são desafios.

Os compromissos são justos, os sacrifícios elevados mas o prémio é importante. A paz futura vale todas as renúncias e o mais custoso é viver, no tempo humano, tantos desprendimentos.

O mundo promete bens acessíveis sem custo: dinheiro, poder, glória, prazer, mas não são eternos nem elementos de eterna felicidade.

Sem fé, sem amor verdadeiro e sem o sofrimento do desprendimento não vamos à felicidade.

 

Fala o Santo Padre

 

«É na obediência ao Pai que Jesus realiza a própria liberdade

como escolha consciente motivada pelo amor.»

 

Amados Irmãos e Irmãs

As leituras bíblicas da Missa deste Domingo convidam-nos a meditar sobre um tema fascinante que se pode resumir deste modo: liberdade e seguimento de Cristo. O evangelista Lucas narra que Jesus, enquanto «estavam a chegar os dias de ser levado deste mundo, dirigiu-se resolutamente a Jerusalém» (Lc 9, 51). Na expressão «resolutamente», podemos entrever a liberdade de Cristo.

De facto, ele sabe que a morte na cruz o aguarda em Jerusalém, porém, em obediência à vontade do Pai, oferece-se a si mesmo por amor. É nesta sua obediência ao Pai que Jesus realiza a própria liberdade como escolha consciente motivada pelo amor. Quem é mais livre do que ele, que é o Omnipotente? Ele, porém, não viveu a sua liberdade como arbítrio ou poder. Ele viveu-a como serviço. Deste modo, «preencheu» de conteúdo a liberdade que, se assim não fosse, permaneceria «vazia» possibilidade de fazer o bem ou não. Como a própria vida do homem, a liberdade haure o sentido do amor. Quem realmente é mais livre? Quem se reserva de todas as possibilidades por medo de perdê-las, ou quem se consome «resolutamente» no serviço e assim se encontra cheio de vida pelo amor que deu e recebeu?

O apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos da Galácia, na actual Turquia, diz: «Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não tomeis, porém a liberdade como pretexto para servir a carne. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade» (Gl 5, 13). Viver segundo a carne significa seguir a tendência egoísta da natureza humana. Viver segundo o Espírito, porém, é deixar-se guiar pelas intenções e pelas obras do amor de Deus, que Cristo nos deu. A liberdade cristã, portanto, é algo totalmente diferente da arbitrariedade; é o seguimento de Cristo no dom de si mesmo até ao sacrifício da Cruz. Pode parecer um paradoxo, mas o ápice da sua liberdade o Senhor viveu-o na cruz, como vértice do amor. Quando no Calvário lhe gritavam: «Se és o Filho de Deus, desce da cruz», ele demonstrou a sua liberdade de Filho exactamente permanecendo naquele patíbulo para cumprir completamente a vontade misericordiosa do Pai. Esta experiência foi partilhada por muitas outras testemunhas da verdade: homens e mulheres que demonstraram permanecer livres mesmo numa cela de prisão ou sob a ameaça da tortura. «A verdade vos tornará livres». Quem pertence à verdade jamais será escravo de algum poder, mas sempre saberá, livremente, fazer-se servo dos irmãos.

Contemplemos Maria Santíssima. Humilde serva do Senhor, a Virgem é modelo de pessoa espiritual, plenamente livre porque imaculada, imune ao pecado, e toda santa, dedicada ao serviço de Deus e do próximo. Com o seu zelo materno nos ajude a seguir Jesus, para conhecer a verdade e viver a liberdade no amor.

 

                                                     Papa Bento XVI, Angelus, Domingo, 1 de Julho de 2007

 

Oração Universal

 

Oremos irmãos, e supliquemos ao Deus de misericórdia

que atenda a nossa oração pelo mundo inteiro.

 

1.  Para que à sua Igreja conceda a paz, a unidade e a santidade,

oremos ao Senhor.

 

2.  Para que atraia as nações ao Evangelho

e revele a todos os homens o seu amor, oremos ao Senhor.

 

3.  Para que abençoe as crianças,

conduza os jovens e ampare os velhinhos, oremos ao Senhor.

 

4.  Para que perdoe os nossos pecados

e os pecados do nosso povo, oremos ao Senhor.

 

Atendei, ó Deus de bondade, as preces da vossa Igreja; e fazei que,

vencendo em toda a parte o erro e o mal, ela possa servir-Vos com inteira liberdade.

Por Nosso Senhor Cristo...

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai Senhor e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que assegurais a eficácia dos vossos sacramentos, fazei que este serviço divino seja digno dos mistérios que celebramos. Por Nosso Senhor ...

 

Santo: J. Duque, NRMS 21

 

Monição da Comunhão

 

Jesus que rogou pelos Apóstolos roga também por nós para que o testemunhemos na vida.

 

Cântico da Comunhão: Em Vós Senhor está a fonte da vida, Az. Oliveira, NRMS 67

Salmo 102, 1

Antífona da comunhão: A minha alma louva o Senhor, todo o meu ser bendiz o seu nome santo.

 

Ou

cf. Jo 17, 20-21

Pai santo, Eu rogo por aqueles que hão-de acreditar em Mim, para que sejam em Nós confirmados na unidade e o mundo acredite que Tu Me enviaste.

 

Cântico de acção de graças: Povos batei palmas, C. Silva, NRMS 48

 

Oração depois da comunhão: Concedei-nos, Senhor, que o Corpo e o Sangue do vosso Filho, oferecidos em sacrifício e recebidos em comunhão, nos dêem a verdadeira vida, para que, unidos convosco em amor eterno, dêmos frutos que permaneçam para sempre. Por Nosso Senhor ...

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Finalmente prometamos seguir Jesus em todos os caminhos que percorremos onde quer que estejamos.

 

Cântico final: Somos testemunhas de Cristo, Az. Oliveira, NRMS 35

 

 

Homilia FeriaL

 

13ª SEMANA

 

2ª Feira, 28-VI: O seguimento de Cristo.

Am 2, 6-10. 13-16 / Mt 8, 18-22

Aproximou-se então um escriba, que lhe disse: Mestre, seguir-te-ei para onde fores.

Deus lamenta-se daqueles que se esqueceram das maravilhas que por eles realizou: «Fui eu que vos retirei da terra do Egipto» (Leit.). E Jesus tem pena daqueles que O querem seguir, mas com condições: «Deixa-me ir primeiro sepultar meu pai» (Ev.).

Que significa seguir Cristo? «Seguindo Cristo e em união com Ele, os cristãos podem esforçar-se por ser imitadores de Deus, como filhos bem amados e por proceder com amor, conformando os seus pensamentos, palavras e acções, com os sentimentos de Cristo Jesus e seguindo os seus exemplos» (CIC, 1694).

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:          Ferreira de Sousa

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                       Nuno Romão

Sugestão Musical:                  Duarte Nuno Rocha

 


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