Solenidade do Pentecostes

Missa da Vigília

22 de Maio de 2010

 

Esta Missa diz-se na tarde do sábado, antes ou depois das Vésperas I do Pentecostes.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Abri os Corações ao Sopro do Senhor, J. Santos, NRMS 35

Rom 5, 5; 8, 11

Antífona de entrada: O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

«O amor de Deus difundiu-se em nossos corações pelo Seu Espírito Santo que habita em nós» (Rom 5, 5; 10, 11). Pelo Baptismo e Confirmação tornámo-nos verdadeiramente filhos de Deus, irmãos de Jesus Cristo e templos do Espírito Santo.

Celebramos a festa do Pentecostes; completam-se hoje os cinquenta dias do mistério pascal; preparemo-nos para esta grande solenidade, purificando-nos de tudo o que possa ser obstáculo à acção santificadora do Espírito Santo.

 

Oração colecta: Deus eterno e omnipotente, que na festa de Pentecostes completais os cinquenta dias do mistério pascal, fazei que, pela acção do vosso Espírito, os povos dispersos se reúnam de novo e todas as línguas proclamem numa só fé a glória do vosso nome. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Ou

 

Brilhe sobre nós, Deus omnipotente, o esplendor da vossa glória, e a luz da vossa luz confirme, com os dons do Espírito Santo, o coração daqueles que por vossa graça renasceram. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Ezequiel faz um anúncio profético da vinda do Espírito de Deus aos nossos corações: «dar-vos-ei um coração novo e porei em vós um espírito novo… porei o meu Espírito em vós».

 

Ezequiel 37, 1-14

Naqueles dias, 1a mão do Senhor pairou sobre mim e o Senhor levou-me pelo seu espírito e colocou-me no meio de um vale que estava coberto de ossos. 2Fez-me andar à volta deles em todos os sentidos: os ossos eram em grande número, na superfície do vale, e estavam completamente ressequidos. 3Disse-me o Senhor: «Filho do homem, poderão reviver estes ossos?» Eu respondi: «Senhor Deus, Vós o sabeis». 4Disse-me então: «Profetiza acerca destes ossos e diz-lhes: Ossos ressequidos, escutai a palavra do Senhor. 5Eis o que diz o Senhor Deus a estes ossos: Vou introduzir em vós o espírito e revivereis. Hei-de cobrir-vos de nervos, encher-vos de carne e revestir-vos de pele. 6Infundirei em vós o espírito e revivereis. Então sabereis que Eu sou o Senhor».7Eu profetizei, segundo a ordem recebida. Quando eu estava a profetizar, ouvi um rumor e vi um movimento entre os ossos que se aproximavam uns dos outros. 8Vi que se tinham coberto de nervos, que a carne crescera e a pele os revestia; mas não havia espírito neles. 9Disse-me o Senhor: «Profetiza ao espírito, profetiza, filho do homem, e diz ao espírito: Eis o que diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e sopra sobre estes mortos, para que tornem a viver». 10Eu profetizei, como o Senhor me ordenara, e o espírito entrou naqueles mortos; eles voltaram à vida e puseram-se de pé: era um exército muito numeroso. 11Então o Senhor disse-me: «Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eles afirmaram: ‘Os nossos ossos estão ressequidos, desvaneceu-se a nossa esperança, estamos perdidos’. 12Por isso, profetiza e diz-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Abrirei os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar, meu povo, para vos reconduzir à terra de Israel. 13Haveis de reconhecer que Eu sou o Senhor, quando Eu abrir os vossos túmulos e deles vos fizer ressuscitar, meu povo. 14Infundirei em vós o meu espírito e revivereis. Hei-de fixar-vos na vossa terra e reconhecereis que Eu, o Senhor, digo e faço».

 

A leitura é tirada da última parte da obra de Ezequiel, que, a partir do cap. 33, reúne oráculos de esperança e de renovação do povo (36, 16 – 39, 29) e de restauração templo e do culto (40 – 48).

12 «Vos farei ressuscitar». Não se trata aqui da ressurreição final, mas do ressurgimento moral do povo de Deus, que, esmagado pelas duras provas do cativeiro, se ergue de novo e é reconduzido à terra de Israel, segundo a célebre visão dos ossos relatada nos primeiros versículos deste mesmo capítulo.

14 «Infundirei em vós o meu espírito» (cf. Ez 36, 27). Vê-se aqui um anúncio profético da acção do Espírito Santo nas almas com a obra salvadora de Cristo: «dar-vos-ei um coração novo e porei em vós um espírito novo; arrancarei o coração de pedra das vossas carnes e dar-vos-ei um coração de carne» (Ez 36, 26). S. Paulo, como faz na 2.ª leitura de hoje, há-de insistir nesta ideia da acção do Espírito Santo nas almas dos cristãos (Rom 8).

 

Salmo Responsorial    Sl 103 (104), 1-2a.24.35c.27-28.29bc-30 (R. 30 ou Aleluia)

 

Monição: O Salmo Responsorial é uma súplica ao Senhor para que nos envie o seu Espírito, que renovará a face da terra.

 

Refrão:        Enviai, Senhor, o vosso Espírito

                     e renovai a face da terra.

 

Ou:               Mandai, Senhor, o vosso Espírito

                     e renovai a terra.

 

Ou:               Aleluia.

 

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

Senhor, meu Deus, como sois grande!

Revestido de esplendor e majestade,

envolvido em luz como num manto.

 

Como são grandes, Senhor, as vossas obras!

Tudo fizestes com sabedoria:

a terra está cheia das vossas criaturas!

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.

 

Todos de Vós esperam

que lhes deis de comer a seu tempo.

Dais-lhes o alimento e eles o recolhem,

abris a mão e enchem-se de bens.

 

Se lhes tirais o alento, morrem

e voltam ao pó donde vieram.

Se mandais o vosso espírito, retomam a vida

e renovais a face da terra.

 

Segunda Leitura

 

Monição: S. Paulo recorda-nos que o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza e intercede por nós com gemidos inenarráveis.

 

Romanos 8, 22-27

Irmãos: 22Nós sabemos que toda a criatura geme ainda agora e sofre as dores da maternidade. 23E não só ela, mas também nós, que possuímos as primícias do Espírito, gememos interiormente, esperando a adopção filial e a libertação do nosso corpo. 24É em esperança que estamos salvos, pois ver o que se espera não é esperança: quem espera o que já vê? 25Mas esperar o que não vemos é esperá-lo com perseverança. 26Também o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. 27E Aquele que vê no íntimo dos corações conhece as aspirações do Espírito, sabe que Ele intercede pelos santos, em conformidade com Deus.

 

Neste texto deixa-se ver como «Paulo entende que a libertação do cosmos é consequência da libertação do homem. Embora não vejamos ainda com clareza os seus efeitos, aguardamos que se cumpram, assistidos pelo Espírito que vem em ajuda da nossa fraqueza» (Bíblia de Navarra, t. 5, p. 927).

22 «Toda a criatura geme». S. Paulo usa uma belíssima prosopopeia, propondo-nos a criação irracional a suspirar também pela restauração da ordem do mundo transtornado pelo pecado. Na medida em que os filhos de Deus santificam o mundo, todas as actividades terrenas, também estas participam da glória dos filhos de Deus. De qualquer modo, o texto é de difícil interpretação, sobre a qual não há acordo entre os estudiosos.

23 «Possuímos as primícias do Espírito», isto é, já possuímos o Espírito Santo, «mas sem que tenhamos ainda tudo o que esta posse desde já nos garante» (Pirot-Clamer). Embora já sejamos filhos adoptivos de Deus (vv. 14-15), vivemos «esperando a adopção filial» em plenitude, o que acontecerá só quando se vier a verificar «a libertação do nosso corpo», isto é, de tudo o que em nós é carnal, sujeito à corrupção e à morte (cf. 2 Cor 5, 1-5).

26 «Gemidos inefáveis». As íntimas moções da graça, as inspirações do Espírito Santo na alma, não se podem definir, nem sequer descrever.

 

Aclamação ao Evangelho

 

Monição: O Espírito Santo vem aos nossos corações como rios de Água viva. Agradeçamos e louvemos o Senhor.

 

Aleluia

 

Cântico: S. Marques, NRMS 73-74

 

Vinde, Espírito Santo,

enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.

 

 

Evangelho

 

São João 7, 37-39

37No último dia, o mais solene da festa, Jesus estava de pé e exclamou: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba: 38do coração daquele que acredita em Mim correrão rios de água viva». 39Referia-se ao Espírito que haviam de receber os que acreditassem n’Ele. O Espírito ainda não viera, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

 

Em cada um dos oito dias da festa dos Tabernáculos, em solene procissão, o sumo sacerdote trazia, numa jarra de oiro, água da fonte de Siloé, para aspergir o altar do Templo, a fim de recordar a prodigiosa água do Êxodo e pedir chuva abundante (cf. Ex 17, 1-7). Pertenciam ao rito o canto de Is 12, 3 e a leitura de Ez 47. Não podia haver melhor enquadramento para as palavras de Jesus à multidão, que então se aglomerava: «se alguém tem sede, venha a Mim!». As palavras de Jesus parecem aludir a Ez 36, 25ss, onde se anuncia para os tempos messiânicos que o povo será purificado com uma água pura, recebendo um Espírito novo, que lhe transformará o coração de pedra em coração de carne. Essa água é o Espírito Santo, que brotando simbolicamente do peito do Senhor aberto pela lança (cf. Jo 19, 34), se derrama no Pentecostes (Act 2, 1-36) e se recebe nos Sacramentos da iniciação cristã. Nas palavras de Jesus também se pode ver uma evocação do convite da sabedoria divina em Sir, 24, 19 e Prov 9, 4-5.

Notar que gramaticalmente são possíveis duas pontuações diferentes dos vv. 37-38: a da Nova Vulgata (a que corresponde a tradução litúrgica), a saber, «Se alguém tem sede, venha a Mim; e quem crê em Mim que sacie a sua sede! Como diz a Escritura…», e a que corresponde à da Vulgata, «Se alguém tem sede, venha ter comigo e beba. Aquele que crê em Mim, como diz a Escritura, correrão das suas entranhas rios de água viva». Segundo a primeira interpretação, trata-se do seio do Messias: do peito de Cristo, atravessado pela lança, vem-nos o Espírito Santo, como fruto maravilhoso da árvore da Cruz. Na segunda interpretação, trata-se do seio do crente, a alma do homem santificado por Cristo.

 

Sugestões para a homilia

 

1. O Espírito Santo é Pessoa divina.

2. O Espírito Santo é a alma da Igreja.

3. O Espírito Santo habita em nós como num templo.

1. O Espírito Santo é Pessoa divina.

O Espírito Santo é uma pessoa divina, tal como o Pai e o Filho. Nós somos templos de Deus precisamente porque o Espírito Santo habita em nós (cfr. 1 Cor 3, 16-17).

Ele é o Autor dos livros inspirados, conhece todas as coisas, incluindo os segredos divinos mais ocultos, pois Ele mesmo é Deus. Perscruta o íntimo dos corações e nada escapa ao seu olhar divino. Por Ele a Virgem Maria concebeu Jesus no seu seio puríssimo; foi Ele que inspirou todas as acções de Jesus, pois é o Espírito do Pai e Jesus não quer nenhuma coisa fora do que quer o Espírito do Seu Pai; foi o Espírito Santo que levou Jesus ao deserto e que desceu sobre Ele em forma de pomba; foi por meio d’Ele que Jesus se ofereceu a Seu Pai no altar da cruz e ressuscitou dos mortos. É também por Ele que se realiza diariamente nos nossos altares o grande milagre da transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Jesus. Ele é o grande Consolador prometido por Jesus aos seus discípulos: «Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará um OUTRO Paráclito (Protector e Consolador) para que habite em vós para sempre» (Jo 14, 16).

2. O Espírito Santo é a alma da Igreja.

É o Espírito Santo quem leva a cabo toda a obra de organização da Igreja, assinalando a cada um o lugar que lhe está marcado desde toda a eternidade: «Foi num só Espírito que todos fomos baptizados, para constituirmos um só corpo» (1 Cor 12, 13). É o Espírito Santo que opera pelo ministério dos Apóstolos toda a espécie de maravilhas nas almas e torna fecundo o apostolado; é Ele quem ora em nós e a favor de nós com gemidos inenarráveis, mesmo quando nós nem pensamos n’Ele; é Ele quem põe em nossos corações os sentimentos de confiança e de afecto filial para com o Pai; é Ele quem nos santifica fazendo de cada um de nós verdadeiros filhos de Deus em Cristo Jesus (Cfr. Rom 8). É Ele o Santificador das nossas almas. É Ele a alma da Igreja, Corpo Místico de Jesus Cristo; presente em Jesus Cristo e em cada um dos membros do Seu Corpo, constitui o laço substancial que nos une a todos a Cristo e nos une uns aos outros em Cristo: «O Espírito Santo faz na Igreja o que a alma faz nos membros de um corpo» (S. Agostinho, sermão 267).

3. O Espírito Santo habita em nós como num templo.

«A todos nos foi dado beber um único Espírito» (1 Cor, 12, 13).

O Espírito Santo é com toda a verdade o nosso Espírito, porque, segundo o testemunho da Escritura, nos foi dado como o grande Dom de Deus. Jesus, dirigindo-se aos seus discípulos, na tarde da Ressurreição, disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo» (Jo 20, 22); porém, foi sobretudo no dia de Pentecostes quando lhes foi dado o Espírito Santo em forma de línguas de fogo: «E todos ficaram cheios do Espírito Santo» (Act 2, 4).

Aos três mil israelitas que, depois da pregação de S. Pedro, no dia de Pentecostes, se convertem e perguntam o que devem fazer, o Apóstolo responde-lhes: «Arrependei-vos e baptizai-vos no nome de Jesus Cristo e recebereis o dom do Espírito Santo» (Act 2, 38).

Os testemunhos do Apóstolo S. Paulo são bem explícitos: «O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Rom 5, 5); «Se alguém não possui o Espírito de Cristo, esse não pertence a Cristo» (Rom 8, 9); «Não recebemos o espírito do mundo mas o Espírito Santo que procede de Deus» (1 Cor 2, 12); “Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito Santo habita em vós?» (1 Cor 3, 16); «Porventura não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós, que vos foi dado por Deus?...» (1 Cor 6, 19); «Guarda o bom depósito por meio do Espírito Santo que habita em nós» (2 Tim 1, 14).

A nossa sublime vocação, à imitação de Maria, é viver em comunhão de amor com Deus Pai, Filho e Espírito Santo, agora na «obscuridade» da fé e depois no esplendor da visão beatífica. As divinas pessoas comunicam-se a nós interiormente e estabelecem em nós uma nova maravilhosa presença. A nossa existência cristã torna-se vida espiritual, animada e guiada pelo Espírito Santo até à santidade e perfeição da caridade. Vivemos e caminhamos neste mundo segundo o Espírito de Deus (Cfr. Rom 8, 4- 5; Gal 5, 25).

 

 

Oração Universal

 

Unidos na mesma fé e confiança,

Supliquemos a Deus nosso Pai que, em sua bondade,

Santifique a Igreja com a abundância dos dons do Espírito Santo.

 

1.  Pela Santa Igreja de Deus:

para que celebrando os mistérios da Redenção,

sempre dócil ao Espírito Santo,

possa alegrar-se com os dons pascais,

oremos ao Senhor.

 

2.  Pelo Santo Padre, Bispos e Sacerdotes:

para que, cheios do Espírito Santo,

sejam sal da terra e luz do mundo,

e ajudem os homens a caminhar para Deus,

oremos ao Senhor.

 

3.  Pela paz e prosperidade de todo o mundo:

para que a fome, as calamidades e as guerras

se afastem dos povos,

oremos ao Senhor.

 

4.  Pelas famílias que estão desavindas ou indiferentes

para que compreendam que esta situação é incompatível com a fé,

e, com o auxílio do Espírito Santo,

procurem a reconciliação,

oremos ao Senhor.

 

5.  Pelos membros desta comunidade (paroquial),

para que escutem docilmente a Jesus Cristo

e se amem sempre como irmãos,

oremos ao Senhor.

 

6.  Por todos os que, neste Pentecostes, celebram a Eucaristia,

para que a força do Espírito Santo

os faça crescer na fé e na caridade.

oremos ao Senhor.

 

 

Ouvi, Pai de misericórdia,

as orações dos Vossos filhos suplicantes,

e a todos concedei em abundância

os frutos do Espírito Santo.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho

que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: O Pai Vos Enviará o Espírito Santo, F. da Silva, NRMS 58

 

Oração sobre as oblatas: Derramai, Senhor, a bênção do Espírito Santo sobre os dons que apresentamos ao vosso altar, a fim de que a Igreja, pela participação neste sacramento, se inflame de tal modo no vosso amor que manifeste a todo o mundo o mistério da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Pentecostes, como na Missa seguinte: p. 390 [606-718]

 

No Cânone Romano diz-se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) e o Hanc igitur (Aceitai benignamente, Senhor) próprios. Nas Orações Eucarísticas II e III fazem-se também as comemorações próprias.

 

Santo: Santo I, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

Antes de nos aproximarmos da Santíssima Eucaristia, para recebermos o Corpo do Senhor, vejamos se estamos devidamente preparados e nos encontramos dispostos a cumprir com fidelidade os Mandamentos da Lei de Deus e andamos de bem com todos os nossos irmãos. Só assim poderemos comungar, como verdadeiros amigos de Deus.

 

Cântico da Comunhão: Como é Suave Senhor, M. Luis, NRMS 36

Jo 7, 37

Antífona da comunhão: No último dia da festa, Jesus exclamava em alta voz: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Bendito sejas, sei que Tu pensas em mim, H. Faria, NRMS 2 (II)

 

Oração depois da comunhão: Este sacramento que recebemos, Senhor, nos comunique o fervor do Espírito Santo que admiravelmente derramastes sobre os Apóstolos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Unidos a Cristo pela Eucaristia, com a ajuda da Mãe de Deus, e fortalecidos pelos dons do Espírito Santo, procuremos ser dignas testemunhas das maravilhas de Deus no mundo em que vivemos.

 

Cântico final: Ó Rei da Glória, M. Carvalho, NRMS 85

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alfredo Melo

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 

 


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