7º Domingo da Páscoa

16 de Maio de 2010

 

Onde a solenidade da Ascensão se celebra na quinta-feira da Semana VI do Tempo Pascal.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Aproximai-Vos do Senhor, F. da Silva, NCT 375

Salmo 26, 7-9

Antífona de entrada: Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica. Diz-me o coração: «Procurai a sua face». A vossa face, Senhor, eu procuro; não escondais de mim o vosso rosto. Aleluia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Jesus deu a vida por nós. Ressuscitou glorioso em Domingo de Páscoa. Continua a amar-nos, esperando que O amemos também. Sem Ele nada somos. Com Ele a nossa vida tem sentido. Se vivermos com o Senhor na Terra seremos felizes com Ele eternamente no Céu.

 

Oração colecta: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo e fazei que, assim como acreditamos que o Salvador do género humano está convosco na glória, assim também sintamos que, segundo a sua promessa, está connosco até ao fim dos tempos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Estêvão, condenado injustamente e perdoando aos perseguidores, à imitação do Divino Mestre, anima-nos a consagrarmos a vida ao Senhor.

 

Actos dos Apóstolos 7, 55-60

Naqueles dias, 55Estêvão, cheio do Espírito Santo, de olhos fitos no Céu, viu a glória de Deus e Jesus de pé à sua direita 56e exclamou: «Vejo o Céu aberto e o Filho do homem de pé à direita de Deus». 57Então levantaram um grande clamor e taparam os ouvidos; depois atiraram-se todos contra ele, 58empurraram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas colocaram os mantos aos pés de um jovem chamado Saulo. 59Enquanto o apedrejavam, Estêvão orava, dizendo: «Senhor Jesus, recebe o meu espírito». 60Depois ajoelhou-se e bradou com voz forte: «Senhor, não lhes atribuas este pecado». Dito isto, expirou.

 

O diácono Estêvão tinha sido acusado perante o Sinédrio, com testemunhas falsas, do grave crime de blasfémia (6, 11-14). O relato não fala de uma sentença de morte; o seu apedrejamento é descrito como tratando-se de um linchamento popular, com a aprovação tácita do Sinédrio, que não gozava do poder de executar a pena de morte. O primeiro mártir cristão morre como o Mestre: condenado injustamente, perdoa aos perseguidores e reza por eles. E isto mesmo se veio a repetir milhões de vezes sem conta até aos mártires dos nossos dias, mesmo quando humilhados e torturados da maneira mais cruel.

 

Salmo Responsorial    Sl 96 (97), 1.2b.6.7c.9 (R. 1a.9a ou Aleluia)

 

Monição: Rezemos (cantando) ao Senhor que, sendo o Rei de toda a Terra, nos pede para darmos testemunho d’Ele durante a nossa vida.

 

Refrão:        O Senhor é Rei,

                     o Altíssimo sobre toda a terra.

 

Ou:               Aleluia.

 

O Senhor é rei: exulte a terra,

rejubile a multidão das ilhas;

a justiça e o direito são a base do seu trono.

 

Os céus proclamam a sua justiça

e todos os povos contemplam a sua glória,

todos os deuses se prostram diante do Senhor.

Vós, Senhor, sois o Altíssimo sobre toda a terra,

estais acima de todos os deuses.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Cada um de nós receberá a recompensa conforme as suas obras – diz o Senhor. Procuremos por isso praticar sempre o Bem.

 

Apocalipse 22, 12-14.16-17.20

Eu, João, ouvi uma voz que me dizia: 12«Eis que venho em breve e trago comigo a recompensa, para dar a cada um segundo as suas obras. 13Eu sou o Alfa e o Ómega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. 14Felizes os que lavam as suas vestes, para terem direito à árvore da vida e poderem entrar, pelas portas, na cidade. 16Eu, Jesus, enviei o meu Anjo para vos dar testemunho no que diz respeito às Igrejas. Eu sou o rebento da descendência de David, a estrela brilhante da manhã». 17O Espírito e a Esposa dizem: «Vem!». E aquele que ouvir diga: «Vem!». Quem tem sede, venha; e quem a deseja, receba de graça a água da vida. 20Aquele que dá testemunho destas coisas diz: «Sim, Eu venho em breve». Amen! Vem, Senhor Jesus!

 

A leitura oferece-nos alguns versículos respigados do final do Apocalipse. Os títulos de Jesus, indicam, por um lado, a sua condição divina de Senhor da História (v. 13), por outro, a sua condição de Messias anunciado pelos profetas (v. 16): «rebento de David» (Is 11, 1.10) e «estrela da manhã» (Num 24, 17). O Apocalipse termina com chave de ouro: um diálogo impressionante amoroso entre a «Esposa» que é a Igreja animada pelo Espírito Santo e o seu Esposo no Céu, um diálogo a viver por cada um dos fiéis – «aquele que ouvir diga… vem, Senhor Jesus!» Este diálogo tem um colorido litúrgico; a liturgia da terra é um eco e prenúncio da celeste.

 

Aclamação ao Evangelho        cf. Jo 14, 18

 

Monição: O Senhor roga por todos nós. Como Lhe devemos estar agradecidos! Saibamos corresponder, transformando a nossa vida em oração.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4, F. da Silva, NRMS 50-51

 

Não vos deixarei órfãos, diz o Senhor:

vou partir, mas virei de novo e alegrar-se-á o vosso coração.

 

 

Evangelho

 

São João 17, 20-26

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: 20«Pai santo, não peço somente por eles, mas também por aqueles que vão acreditar em Mim por meio da sua palavra, 21para que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti, para que também eles sejam um em Nós e o mundo acredite que Tu Me enviaste. 22Eu dei-lhes a glória que Tu Me deste, para que sejam um, como Nós somos um: 23Eu neles e Tu em Mim, para que sejam consumados na unidade e o mundo reconheça que Tu Me enviaste e que os amaste como a Mim. 24Pai, quero que onde Eu estou, também estejam comigo os que Me deste, para que vejam a minha glória, a glória que Me deste, por Me teres amado antes da criação do mundo. 25Pai justo, o mundo não Te conheceu, mas Eu conheci-Te e estes reconheceram que Tu Me enviaste. 26Dei-lhes a conhecer o teu nome e dá-lo-ei a conhecer, para que o amor com que Me amaste esteja neles e Eu esteja neles».

 

A leitura corresponde à parte final da chamada oração sacerdotal de Jesus, que ocupa todo o capítulo 17 de S. João, com que termina o longo discurso do adeus. Jesus não pede uma unidade qualquer para os crentes, suplica «que eles cheguem à perfeição da unidade», como traduz Vanhoye o v. 23. A repetição nestes versículos, por três vezes (vv. 20.24.25), do vocativo «Pai», e com a adjectivação de «santo» (v. 20) e de «justo» (v. 25), confere ao final da oração sacerdotal uma maior intensidade e até mesmo emotividade. De facto está em causa que se mantenha firme a obra de Jesus, a sua Igreja na unidade da fé e do amor, aliás Jesus veria baldado todo o seu sacrifício e entrega total à salvação da humanidade.

 

Sugestões para a homilia

 

Jesus recompensa-nos

Oremos a Jesus que reza por nós

Como Estêvão consagremos a vida a Jesus

Jesus recompensa-nos

Aqueles que odeiam, perseguem, caluniam e matam vivem continuamente atormentados pelo remorso, sem paz e sem felicidade.

Aqueles que amam, auxiliam, animam e protegem sentem-se felizes e dispostos a viverem sempre assim, recordando as palavras do Senhor: «Eis que venho em breve e trago Comigo a recompensa para dar a cada um segundo as suas obras» (Segunda Leitura).

Não sabemos se a nossa vida será breve ou longa… Não adiemos para um dia que pode não chegar, aquilo que é mais importante para nós: praticar o Bem, tornando o mundo melhor.

Há tanto que fazer! Reparemos nos rostos tristes, nos pobres desprezados, nas crianças maltratadas, nos jovens seduzidos pelo vício, nos adultos sem emprego, nos velhinhos abandonados, nos doentes à espera de um cireneu que os ajude a levar a Cruz até ao fim…

Todas estas pessoas podem voltar a ser felizes se formos ao seu encontro.

Oremos a Jesus que reza por nós

Nós que temos Fé contemos com a ajuda de Jesus que reza por nós: «Pai, quero que onde Eu estou, também estejam Comigo os que Me deste» (Evangelho).

Que bom sabermos que o Senhor quer viver connosco para nos tornar felizes!

Invoquemos o Senhor quando surgirem problemas e dificuldades, angústias, anseios, trevas e escuridão…

Agradeçamos tudo o que nos vai concedendo: a vida, a saúde, a família, os amigos, a natureza, o optimismo, a esperança da salvação…

Nas decisões importantes que temos de tomar invoquemos antes a luz interior para vermos bem aquilo que é melhor para nós. Depois sigamos em frente, cumprindo em cada dia a missão que o Senhor nos confiou.

Como Estêvão consagremos a vida a Jesus

O exemplo de Estêvão interpela-nos (Primeira Leitura). É o primeiro mártir cristão que morre como Cristo, condenado injustamente e perdoando aos seus perseguidores.

No nosso apostolado teremos algumas vezes quem nos agradeça mas teremos muitas vezes a incompreensão e a perseguição daqueles a quem queremos ajudar.

Não estranhemos. Seria falta de fé desanimarmos. O Senhor dar-nos-á a coragem necessária para vencermos.

Afastemos o fanatismo, respeitemos a consciência de cada um mas não cruzemos os braços, deixando que a maldade se instale no mundo.

Nós, cristãos, podemos marcar a diferença. Com a nossa dedicação o mundo voltará a ser bom. Depois será a felicidade sem fim com os anjos, com os santos, com Maria Santíssima, com Deus no Céu para sempre…

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.  Pelo Papa, Vigário de Cristo e Pastor de toda a Igreja,

pelos Bispos a ele unidos nas suas dioceses

e pelos Sacerdotes ao serviço do Povo Santo de Deus,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelos Religiosos e Diáconos que vivem generosamente a sua vocação,

pelos Catequistas que encaminham os educandos para Jesus

e pelos Leigos que no mundo dão testemunho da sua fé,

oremos, irmãos.

 

3.  Pelos pais que dão a vida pelos filhos,

pelos esposos que se amam como Cristo ama a Igreja

e pelos filhos eternamente gratos a seus pais,

oremos, irmãos.

 

4.  Pelas crianças que nos oferecem ternura e encanto,

pelos jovens que idealizam e querem um mundo melhor,

e pelos cristãos chamados ao apostolado,

oremos, irmãos.

 

5.  Pelos doentes que oferecem os sofrimentos pela salvação do mundo,

pelos idosos que ensinam com a sabedoria e experiência

e pelos pobres a precisarem da nossa ajuda,

oremos, irmãos.

 

6.  Pelos que faleceram e pedem os nossos sufrágios,

pelos amigos falecidos que confiamos à misericórdia do Senhor

e pelos familiares que no Céu esperam por nós,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-Vos atender estas súplicas

e, por intercessão da Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Para Vós Senhor, M. Carneiro, NRMS 73-74

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, as orações e as ofertas dos vossos fiéis e fazei que esta celebração sagrada nos encaminhe para a glória do Céu. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469 [602-714] ou 470-473; ou da Ascensão: p. 474 [604-716]

 

Santo: J. Santos, NRMS 6 (II)

 

Monição da Comunhão

 

A vida no mundo é cheia de anseios, problemas, sofrimentos…Nunca desanimemos perante as dificuldades. Olhemos com optimismo o futuro. Peçamos a Jesus Eucaristia as graças necessárias à perfeição e santidade.

 

Cântico da Comunhão: Senhor, Eu Creio que Sois Cristo, F. da Silva, NRMS 67

cf. Jo 17, 22

Antífona da comunhão: Eu Vos peço, ó Pai: assim como Nós somos um, também eles sejam consumados na unidade. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Cantai ao Senhor um cântico novo, J. Santos, NRMS 36

 

Oração depois da comunhão: Ouvi-nos, Deus nosso salvador, e, por estes sagrados mistérios, confirmai a nossa esperança de que todo o Corpo da Igreja alcançará um dia o mistério de glória inaugurado em Cristo, sua Cabeça. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Vivemos com muita alegria a Santa Missa. Agradecemos tudo o que nos tem concedido. Vivamos esta semana em oração, pedindo ao Divino Espírito Santo que celebraremos no próximo Domingo, nos ilumine durante toda a vida.

 

Cântico final: Eu Quero Viver na Tua Alegria, H. Faria, NRMS 11-12

 

 

Homilias Feriais

 

7ª SEMANA

 

2ª Feira, 17-V: As dificuldades e a fortaleza.

Act 19, 1-8 / Jo 16, 29-33

Eles responderam-lhe: Mas nem sequer ouvimos dizer que existe um Espírito Santo.

Vamos preparar-nos bem para conhecermos melhor o Espírito Santo. «Curando as feridas do pecado, o Espírito Santo renova-nos interiormente por uma transformação espiritual, ilumina-nos e fortalece-nos para vivermos como filhos da luz em toda a espécie de bondade, justiça e verdade» (CIC, 1695).

Infunde também a fortaleza: «É a virtude moral que, no meio das dificuldades, assegura a firmeza... Torna firme a decisão de resistir às tentações e de superar os obstáculos na vida moral…’Haveis de sofrer tribulações, mas tende coragem: Eu venci o mundo’(Ev.)» (CIC, 1808). Admiremos a fortaleza de Nª Senhora ao pé da cruz.

 

3ª Feira, 18-V: A hora de Jesus e o Espírito Santo.

Act 20, 17-27 / Jo 17, 1-11

Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: Pai, chegou a hora.

«Chegou por fim a hora de Jesus (Ev.). Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai, no momento em que pela sua morte vence a morte, de tal modo que ressuscitado dos mortos, logo dá o Espírito Santo, soprando sobre os discípulos» (CIC, 730).

É o Espírito Santo que orienta a vida dos primeiros cristãos: «Só sei que o Espírito Santo me avisa de cidade em cidade, que me aguardam cadeias e tribulações» (Leit). Há-de ser também para nós o mestre interior da nossa vida que nos inspira, guia e fortalece. Cobriu Nª Senhora para nos trazer o Filho de Deus e inspirou-a sempre.

 

4ª Feira, 19-V: A oração sacerdotal de Jesus (I).

Act 20, 28-38 / Jo 17, 11-19

Jesus ergueu os olhos ao céu e orou deste modo: Pai santo guarda os meus discípulos no teu nome.

Jesus pede para que os discípulos não se percam: «A Tradição cristã chama-lhe, a justo título, a oração sacerdotal de Jesus. Ela é de facto, a oração do Sumo Sacerdote, inseparável do seu sacrifício, da sua passagem (Páscoa) deste mundo para o Pai» (CIC, 2747).

S. Paulo pede igualmente aos anciãos de Éfeso: «Tomai cuidado convosco e com todo o rebanho» (Leit.). Também actualmente podemos e devemos fazer o mesmo pedido. Invoquemos Maria, Mãe da Igreja, para que todos os pastores saibam alimentar e defender o seu rebanho.

 

5ª Feira, 20-V: A oração sacerdotal de Jesus (II).

Act 22, 30; 23, 6-11 / Jo 17, 20-26

E eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que sejam um só, como nós somos um só: Eu neles e tu em mim.

Jesus dá-nos a conhecer a sua unidade com o Pai, para que ela sirva de modelo para unidade com os discípulos: «Foi por esta intenção que Jesus orou na hora da sua paixão e não cessa de orar ao Pai pela unidade dos seus discípulos: Que todos sejam um! (Ev.)» CIC, 820).

A unidade da Igreja é uma condição importante para a evangelização. S. Paulo, um dos discípulos, é encarregado de levar a Boa Nova a Roma, por mandato do Senhor (Leit.). «O desejo de recuperar a unidade de todos os cristãos é um dom de Cristo e um apelo do Espírito Santo» (CIC, 820).

 

6ª Feira, 21-V: Autoridade confirmada a S. Pedro.

Act 25, 13-21 / Jo 21, 15-19

Simão, filho de João, amas-me tu mais do que estes… Apascenta as minhas ovelhas.

Jesus confia a S. Pedro uma autoridade específica: «Apascenta as minhas ovelhas» (Ev.). Entrega-lhe a autoridade para absolver os pecados, pronunciar juízos doutrinais e tomar decisões disciplinares na Igreja (CIC, 553). Ao ouvirmos o sucessor de Pedro, lembremo-nos que ele tem a autoridade do próprio Cristo.

S. Paulo foi para a prisão, acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos dos Judeus, por questões sobre a religião e sobre um certo Jesus (Leit.). Para ajudarmos os nossos amigos nas suas dúvidas sobre a religião católica, melhoremos a nossa doutrina.

 

Sábado, 22-V: Testemunhas fiéis de Cristo.

Act 28, 16-20, 30-31 / Jo 21, 20-25

É esse discípulo que dá testemunho dessas coisas e as escreveu.

S. João conheceu Jesus muito bem, pode acompanhá-lo durante a sua vida terrena e ajudou-nos a descobrir os mistérios da sua vida. Através de gestos, milagres e palavras, Jesus manifestou que n’Ele habita a plenitude da divindade (CIC, 515).

S. Paulo, durante os dois anos de prisão em Roma, «pregava o reino de Deus e ensinava o que dizia respeito ao Senhor Jesus Cristo» (Leit.). Procuremos conhecer cada vez melhor a vida de Jesus, para sermos igualmente suas testemunhas fiéis perante aqueles que encontramos no nosso caminho.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio Araújo Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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