S. José operário

1 de Maio de 2010

 

O Evangelho desta memória é próprio.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Deus Vive na Sua Morada Santa, F. dos Santos, NRMS 38

cf. Salmo 127, 1-2

Antífona de entrada: Feliz de ti que temes o Senhor e andas na sua lei: comerás do trabalho das tuas mãos e serás feliz em todos os teus caminhos. Aleluia.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A crise económica que caiu sobre a humanidade actual, atinge de uma maneira especial os operários e o mundo do trabalho. Precisamos de quem nos ajude a resolver os graves problemas com que o mundo se debate neste campo tão necessário e importante, para uma digna subsistência das famílias de muitos trabalhadores. Desde 1955, S. José foi proposto pelo Papa Pio XII como Padroeiro e Modelo dos homens do trabalho. Foi então instituída a Festa do Trabalho que hoje celebramos. Vamos pedir a intercessão de S. José, valiosíssimo Patrono junto de Deus para a feliz solução destas problemas que a todos tanto preocupam na hora que passa. Como Pai adoptivo de Jesus, S. José, muito pode diante de Deus.

 

Oração colecta: Deus, criador do universo, que estabelecestes a lei do trabalho para todos os homens, concedei-nos que, a exemplo de São José e com a sua protecção, realizemos a obra que nos mandais e recebamos o prémio que nos prometeis. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Ele quis, de alguma forma, associar-nos à Obra da Criação, chamando-nos a «submeter a terra e todas as coisas que nela existem», e as governar «na justiça e na santidade e orientar para Deus todo o universo». (GS 34)

 

Génesis 1, 26 – 2, 3

26Disse Deus: «Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre os animais selvagens e sobre todos os répteis que rastejam pela terra». 27Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus. Ele o criou homem e mulher. 28Deus abençoou-os, dizendo: «Crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem na terra». 29Disse Deus: «Dou-vos todas as plantas com semente que existem em toda a superfície da terra, assim como todas as árvores de fruto com semente, para que vos sirvam de alimento. 30E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todos os seres vivos que se movem na terra dou as plantas verdes como alimento». E assim sucedeu. 31Deus viu tudo o que tinha feito: era tudo muito bom. Veio a tarde e, em seguida, a manhã: foi o sexto dia. 1Assim se completaram o céu e a terra e tudo o que eles contêm. 2Deus concluiu, no sétimo dia, a obra que fizera e, no sétimo dia, descansou do trabalho que tinha realizado. 3Deus abençoou e santificou o sétimo dia, porque nele descansou de todo o trabalho da criação.

 

A primeira página da Escritura apresenta-nos Deus não apenas como um trabalhador que descansa após uma semana de trabalho, mas como o Criador de tudo e o Senhor soberano e providente, que tudo orienta para a sua obra prima, o ser humano, criado à sua «imagem e semelhança». No texto, o ser humano aparece como um ser pessoal, interlocutor de Deus. Como comentário desta rica expressão, limitamo-nos a transcrever a síntese do Catecismo da Igreja Católica: «Porque é à imagem de Deus, o indivíduo humano possui a dignidade de pessoa: ele não é somente alguma coisa, mas alguém. É capaz de se conhecer, de se possuir e de livremente se dar e entrar em comunhão com outras pessoas. E é chamado, pela graça, a uma aliança com o seu Criador, a dar-Lhe uma resposta de fé e amor que nenhum outro pode dar em seu lugar» (nº 357). Note-se que neste texto inspirado se proclama, pela primeira vez na história da humanidade, a igual dignidade do homem e da mulher, pois ambos são igualmente imagem e semelhança de Deus (v. 27). Também na comunhão de pessoas, homem e mulher (no matrimónio), se reflecte a imagem de Deus; fazendo finca-pé na expressão «e disse-lhes» (esta força expressiva aparece diluída no «dizendo» da tradução litúrgica do v. 28), João Paulo II comenta: «O homem acolhe a palavra de Deus como pessoa, e como tal tem de orientar o exercício da sexualidade; a geração não é fruto do instinto inscrito da natureza, como no caso dos animais, mas um acto de resposta pessoal a Deus que lhe disse: crescei e multiplicai-vos». Por outro lado, também no trabalho o homem manifesta a sua condição de imagem de Deus.

 

Ou:

Em vez da leitura precedente, pode utilizar-se a seguinte:

 

Colossenses 3, 14-15.17.23-24

14Irmãos: Acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. 15Reine em vossos corações a paz de Cristo, à qual fostes chamados para formar um só corpo. Vivei em acção de graças. 17Tudo o que fizerdes, por palavras ou por obras, seja tudo em nome do Senhor Jesus, dando graças, por Ele, a Deus Pai. 23Qualquer que seja o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como quem serve ao Senhor e não aos homens, 24certos de que recebereis como recompensa a herança do Senhor. Servi a Cristo, que é o Senhor.

 

14 «A caridade, que é o vinculo da perfeição». Eis o comentário de S. João Crisóstomo: «O Apóstolo não diz: a caridade é a coroa, mas sim algo com maior alcance, a saber, o vínculo, pois que este é mais necessário do que aquela; com efeito, uma coroa culmina a perfeição, ao passo que o vínculo mantém juntas as partes da perfeição».

15 «A paz de Cristo reine....»: O original grego (bravenétô) significa «seja o árbitro» (a Nova Vulgata traduz dominetur; a Vulgata, exultet). O mesmo Crisóstomo exclama: «o Apóstolo coloca nos nossos corações um estádio, jogos, e um árbitro! Realmente, se no coração do cristão falta a paz de Cristo, não só não pode haver ordem nas intenções e afectos, como também se torna difícil encaminhar os múltiplos afazeres para a glória de Deus» (cf. 1 Cor 10, 31).

17 «Seja tudo em nome do Senhor Jesus». Deve-se fazer tudo, concretamente o trabalho, com os mesmos sentimentos de Jesus (cf. Fil 2, 5), como faria Jesus, se estivesse no nosso lugar! Assim, será feito «de boa vontade, como quem serve o Senhor» (v. 23).

 

Salmo Responsorial    Sl 89 (90), 2.3-4.12-13.14 e 16 (R. 17c)

 

Monição: «Mil anos a vossos olhos, são como o dia de ontem que passou». Como é importante aproveitar este tempo sempre tão passageiro! Que todo o nosso trabalho mereça ser confirmado e aceite pelo Senhor.

 

Refrão:        Confirmai, Senhor, a obra das nossas mãos.

 

Antes de se formarem as montanhas

e nascer a terra e o mundo,

desde toda a eternidade

Vós, Senhor, sois Deus.

 

Vós reduzis o homem ao pó da terra

e dizeis: «Voltai, filhos de Adão».

Mil anos a vossos olhos são como o dia de ontem que passou

e como uma vigília da noite.

 

Ensinai-nos a contar os nossos dias,

para chegarmos à sabedoria do coração.

Voltai, Senhor! Até quando

Tende piedade dos vossos servos.

 

Saciai-nos, desde a manhã, com a vossa bondade,

para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias.

Manifestai a vossa obra aos vossos servos

e aos seus filhos a vossa majestade.

 

 

Aclamação ao Evangelho        Sl 67 (68), 20

 

Monição: Jesus, Deus e Homem verdadeiro, quis santificar de tal modo o trabalho que viveu como simples artesão até aos trinta anos. Por isso, era conhecido como o filho de José, o carpinteiro. Cantemos em seu louvor.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Bendito seja Deus em cada dia.

Vela por nós o Senhor, nosso Salvador.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 13, 54-58

54Naquele tempo, Jesus foi à sua terra e começou a ensinar os que estavam na sinagoga, de tal modo que ficavam admirados e diziam: «De onde Lhe vem esta sabedoria e este poder de fazer milagres? 55Não é Ele o filho do carpinteiro? A sua Mãe não se chama Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? 56E as suas irmãs não vivem entre nós? De onde Lhe vem tudo isto?». 57E estavam escandalizados com Ele. Mas Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra e em sua casa». 58E por causa da falta de fé daquela gente, Jesus não fez ali muitos milagres.

 

55 «O filho do carpinteiro». É o único lugar do Evangelho onde aparece a profissão de S. José. Provavelmente ele era o artesão que na aldeia de Nazaré realizava vários tipos de ofícios manuais: tanto forjaria o ferro, como construiria móveis ou arados para lavrar. Em Mc 6, 3, a mesma profissão é aplicada ao próprio Jesus, mas, ao não ter relatado a sua concepção virginal, Marcos tem o cuidado de não o chamar filho de José, como fazem Mateus, aqui, e Lucas no lugar paralelo (Lc 4, 22).

«Os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas». Nas antigas línguas semíticas, hebraico, árabe, arameu, etc., não era costume usarem-se palavras diferentes para indicar os diversos graus de parentesco, como nas nossas línguas modernas (cf. Gn 13, 8; 14, 14.16; 29, 15; Tob 7, 9-11). Os que pertenciam à mesma família, clã, ou tribo, eram chamados «irmãos». Estes irmãos de Jesus não são filhos da Virgem Maria; a fé da Igreja na sua perpétua virgindade é confirmada pelos lugares paralelos dos Evangelhos; com efeito, os dois primeiros irmãos aqui nomeados, Tiago e José, eram filhos de uma outra Maria, a esposa de Cléofas, segundo se diz em Mt 27, 56; Mc 15, 40.47; Jo 19, 25; os outros dois irmãos, Simão e Judas, ao serem nomeados em segundo lugar, com mais razão seriam simples primos de Jesus. O facto de em Israel haver uma mesma palavra para designar toda a espécie de parentes leva a que, quando se nomeia em Jo 1, 41 Simão como irmão de André, se acrescente o adjectivo próprio (ídios), para que se veja que se trata de um verdadeiro irmão, no sentido próprio, e não apenas de um simples parente.

 

Sugestões para a homilia

 

A importância e valor do trabalho.

O exemplo de S. José.

Direitos e obrigações do trabalhador e importância da imitação de S. José operário.

1. A importância e valor do trabalho.

Deus, na Sua bondade infinita, quis associar-nos à Obra maravilhosa da Criação. Não é pois por acaso que Ele deixou o mundo como incompleto e com as Suas leis impressas no mesmo. Quis que nós homens, criados à Sua imagem e semelhança, descobríssemos essas mesmas leis e fôssemos assim, como Seus colaboradores, completando este mesmo mundo. O Homem ficou com o poder de, em nome de Deus, transformar com vantagem, o mundo em que vivemos. Como essa transformação se faz mediante o trabalho, este surge como uma grande honra para todo o trabalhador. A sua execução deve ser encarada com alegria. Trata-se de colaborar com o Senhor do Universo, o Criador de todas as coisas, com o grande Amigo, que é nosso Pai também. É sempre bom trabalhar com quem se ama. Sabemos como as descobertas de certas leis, impressas por Deus na Natureza, causaram verdadeiro prazer, admiração e enorme alegria em muitos daqueles que tiveram a felicidade de as descobrir.

Esta faceta tão importante, que a fé nos transmite, deverá estar presente em todo o agir humano de um cristão consciente. Encarar o trabalho como mera fonte de enriquecimento ou de subsistência é muito redutor, pois é não usufruir verdadeiramente de todo o seu valor e de toda a sua real importância e riqueza espiritual.

2. O exemplo de S. José.

Na Sagrada Família de Nazaré esta colaboração com Deus, que todos com alegria devemos sentir e cultivar no trabalho quotidiano, torna-se mais palpável, visível. S. José tem a seu a lado o próprio Filho de Deus, Aquele pelo Qual tudo existe e sem o qual nada foi feito, como dizemos, com verdade, no Credo. Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.

É fácil imaginar a alegria que deveria sentir S. José, ao ver-se ajudado pelo próprio Filho de Deus! Como o trabalho se tornava tão agradável e as horas, assim vividas, pareciam tão velozes. O trabalho assim realizado torna-se também menos cansativo. Como o amor vence todas as dificuldades, dá também alegria a toda a actividade humana. Se ao fim do dia o corpo se sentia mais ou menos fatigado, o espírito estava contente. Com que alegria, ao fim de cada jornada, para recuperar as forças dispendidas, a Sagrada Família deveria comer a frugal refeição preparada com tanta ternura e carinho pela própria Mãe de Deus, a Virgem Santa Maria!

Como é importante deixarmo-nos possuir por tão consoladoras verdades que a fé nos garantem existirem e as podermos viver em todas as nossas actividades!

3. Direitos e obrigações do trabalhador e importância da imitação de S. José operário.

A Igreja sempre se tem preocupado com o bem-estar de seus filhos. Sofre quando os vê sofrer. Por isso não pode ficar indiferente quando sabe existirem operários vítimas de actuações menos correctas por parte de alguns patrões ou de certos regimes políticos. Assim, sobretudo após a chamada revolução industrial iniciada no século XIX, todos os Papas, desde Leão XIII até Bento XVI, com a recente Carta Encíclica Caritas in Veritate, têm apresentado, com muita clareza e grande actualidade a doutrina social da Igreja, chamando a atenção para os direitos e obrigações que todos os intervenientes nas actividade laborais deverão possuir, para uma boa harmonia e proveito mútuo. Para que tal, sempre assim aconteça, essa doutrina tão sabiamente exposta pelos referidos Papas, deve ser conhecida e praticada por todos. Aí se encontram expressos os direitos e obrigações de cada um.

Além disso, a actividade humana, deverá sempre ter presente as leis divinas, com que o mesmo Deus dotou as Suas criaturas. Quando tais são postas em causa, ou ultrapassadas, a própria Natureza como que se revolta, dando ocasião a verdadeiros desastres ecológicos. A poluição dos rios, mares e ar, certos cataclismos na terra e/ou no mar e tantas doenças que ameaçam e já atingiram homens, mulheres, crianças, animais e plantas, são consequência dessas loucuras dos mesmos homens. Pelo contrário, quando tais trabalhos são executados sob o terno olhar de Deus, como sempre o fazia S. José, tudo é bem sucedido e, mesmo com o esforço físico, que por vezes se exige, tudo se torna, em verdadeiro progresso da humanidade.

Feito com a consciência da presença de Deus, o trabalho é santificado, santifica e é instrumento de santificação. Quantas riquezas por vezes se desperdiçam!

Cada dia que passa, será positivo ou negativo, com repercussões eternas, conforme tiver sido vivido ou não pelo amor de Deus, sob o Seu sempre terno olhar.

Que S. José, modelo de todos os operários, interceda por nós, junto do Senhor, para que imitando-o, todos os nossos trabalhos contribuam para a maior glória de Deus e santificação de nossas vidas. Assim estaremos também a contribuir para um maior bem-estar social e verdadeiro progresso da humanidade. Este é ainda caminho seguro, que, pela misericórdia infinita do Senhor, nos conduzirá ao encontro definitivo com a Santíssima Trindade, Nossa Senhora, S. José e restantes Santos e Anjos, no reino dos Céus.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, reunidos para celebrar a memória de S. José operário,

trabalhador incansável, homem justo e humilde,

elevemos ao Pai do Céu as nossas súplicas,

dizendo, com fé e alegria: Ouvi-nos, Senhor.

 

 

1.  Pela Santa Igreja, espalhada pelo mundo,

para que anuncie com esperança e alegria a Palavra de Deus,

que dá sentido espiritual ao trabalho dos homens.

Oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

2.  Pelos pais e mães de família,

para que, com seu exemplo de fé,

ensinem os filhos a transformar o trabalho em oração,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

3.  Para que a todas as mulheres e homens operários

sejam respeitados os seus direitos,

e todoscumpram também os seus deveres,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

4.  Por todos quantos buscam trabalho,

para que consigam o que pretendem,

para uma digna e justa sustentação de suas famílias,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

5.  Para que Deus, nosso Pai,

por intercessão de S. José

abençoe os trabalhadores de todo o mundo,

oremos, irmãos.

   

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

6.  Por todos nós aqui reunidos em assembleia,

para que, imitando S. José operário,

sempre façamos do trabalho uma oração,

oremos, irmãos.

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

Senhor, nosso Deus, velai por todos nós

Para que, nas alegrias e trabalhos desta vida,

Com a protecção de São José operário,

Colaboremos com amor na obra da Criação,

E Vos sirvamos naqueles que mais precisam.

Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Para Vós Senhor, M. Carneiro, NRMS 73-74

 

Oração sobre as oblatas: Deus, fonte de misericórdia, olhai para os dons que Vos apresentamos na festa de São José e fazei que estas oferendas alcancem a vossa protecção para aqueles que Vos invocam. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio de S. José: p. 492

 

Santo: F. dos Santos, NTC 201

 

Monição da Comunhão

 

Jesus, que fez os encantos de S. José, trabalhando a seu lado, está aqui connosco, real e verdadeiramente presente na Santíssima Eucaristia. Vamos recebê-lO com muita fé, respeito e amor. Ele quer dar-nos a força e coragem que precisamos, para o bom aproveitamento de todos os trabalhos da nossa vida.

 

Cântico da Comunhão: Saciastes O Vosso Povo, F. da Silva, NRMS 90-91

Col 3, 17

Antífona da comunhão: Tudo o que fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus Cristo, dando graças, por Ele, a Deus Pai. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Não fostes vós que Me escolhestes, Az. Oliveira, NRMS 59

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentastes com o pão do Céu, ouvi as nossas súplicas e fazei que, à imitação de São José, levemos sempre em nossos corações o testemunho do vosso amor e gozemos eternamente da verdadeira paz. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Imitando S. José e com a sua ajuda, vamos colaborar na maravilhosa Obra da Criação. Trabalhar sob o olhar do Senhor, como S. José fazia, tornará o nosso trabalho mais leve e será caminho certo de santificação. Com esse propósito, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

 

Cântico final: Deus é Pai, Deus é Amor, F. da Silva, NRMS 90-91

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alves Moreno

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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