2º Domingo do Advento

6 de Dezembro de 2009

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: O Senhor virá no esplendor, Az. Oliveira, NRMS 64

 

cf. Is 30, 19.30

Antífona de entrada: Povo de Sião: eis o Senhor que vem salvar os homens. O Senhor fará ouvir a sua voz majestosa na alegria dos vossos corações.

 

Não se diz o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

O homem muitas vezes põe a sua confiança nos próprios projectos de felicidade. Por isso, opõe resistência ao encontro com a salvação oferecida por Deus.

Tal resistência pode durar algum tempo mas, no fim, o homem acabará certamente por se deixar conquistar e preparar para O acolher.

O tempo do Advento recorda-nos que o Senhor continua a vir para realizar esta obra. Que fazer, então, para O acolher?

A liturgia da Palavra deste domingo aponta-nos o caminho.

Procuremos escutá-la com atenção e, no íntimo do coração, peçamos perdão ao Senhor pelas ocasiões em que recusámos acolhê-l’O.

 

Oração colecta: Concedei, Deus omnipotente e misericordioso, que os cuidados deste mundo não sejam obstáculo para caminharmos generosamente ao encontro de Cristo, mas que a sabedoria do alto nos leve a participar no esplendor da sua glória. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O profeta Baruc aponta a intervenção misericordiosa de Deus em favor do seu povo, dirigindo-lhe palavras de alegre exortação e salvação pelo regresso dos exilados à sua pátria, Jerusalém.

 

Baruc 5, 1-9

1Jerusalém, deixa a tua veste de luto e aflição e reveste para sempre a beleza da glória que vem de Deus. 2Cobre-te com o manto da justiça que vem de Deus e coloca sobre a cabeça o diadema da glória do Eterno. 3Deus vai mostrar o teu esplendor a toda a criatura que há debaixo do céu; 4Deus te dará para sempre este nome: «Paz da justiça e glória da piedade». 5Levanta-te, Jerusalém, sobe ao alto e olha para o Oriente: vê os teus filhos reunidos desde o Poente ao Nascente, por ordem do Deus Santo, felizes por Deus Se ter lembrado deles. 6Tinham-te deixado, caminhando a pé, levados pelos inimigos; mas agora é Deus que os reconduz a ti, trazidos em triunfo, como filhos de reis. 7Deus decidiu abater todos os altos montes e as colinas seculares e encher os vales, para se aplanar a terra, a fim de que Israel possa caminhar em segurança, na glória de Deus. 8Também os bosques e todas as árvores aromáticas darão sombra a Israel, por ordem de Deus, 9porque Deus conduzirá Israel na alegria, à luz da sua glória, com a misericórdia e a justiça que d’Ele procedem.

 

O autor apresenta-se como estando no exílio de Babilónia; felicita jubilosamente Jerusalém, ao mesmo tempo que anuncia a sua restauração e o regresso dos cativos, com uma linguagem de sabor escatológico e messiânico, à maneira de Isaías, de quem retoma as ideias e as próprias expressões poéticas, como se pode ver: v. 1 – Is 52, 1; v, 2 – Is 61, 10; v. 7 – Is 40, 3.4; v. 8 – Is 41, 19; v. 9 – Is 40, 10-11; 42, 16; 52, 12. Também são notáveis as semelhanças com a literatura sapiencial (cf. Salm 126), o que leva a situar a obra entre os livros proféticos e os sapienciais. A Jerusalém descida dos Céu de Apoc 21, 1-4 tem grande semelhança com o texto da nossa leitura. O autor e a data do escrito continuam a ser discutidos.

4 «Paz da justiça e glória da piedade» são hebraísmos (genitivos de qualidade) que correspondem à nossa maneira de dizer: paz justa e piedade gloriosa.

7 «Aplanar a terra», abatendo «montes» e preenchendo «vales» é uma grandiosa imagem com que, à maneira isaiana (cf. Is 40, 3-5), dramatiza a preparação do caminho do regresso de Babilónia, vista como um novo Êxodo. O Baptista, no Evangelho de hoje, apela para o sentido messiânico da imagem: a vinda do exílio prefigura a salvação definitiva. No fundo, temos sempre a teologia do deserto; assim como a libertação da escravidão do Egipto se deu através do deserto, assim também será a libertação do cativeiro e também a salvação messiânica.

 

Salmo Responsorial      Sl 125 (126), 1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R.3)

 

Monição: O salmo que iremos proclamar é uma oração colectiva de súplica, apoiada na gratidão pela libertação do exílio.

 

Refrão:         Grandes maravilhas fez por nós o Senhor:

                      por isso exultamos de alegria.

 

Ou:                O Senhor fez maravilhas em favor do seu povo.

 

Quando o Senhor fez regressar os cativos de Sião,

parecia-nos viver um sonho.

Da nossa boca brotavam expressões de alegria

e de nossos lábios cânticos de júbilo.

 

Diziam então os pagãos:

«O Senhor fez por eles grandes coisas».

Sim, grandes coisas fez por nós o Senhor,

estamos exultantes de alegria.

 

Fazei regressar, Senhor, os nossos cativos,

como as torrentes do deserto.

Os que semeiam em lágrimas

recolhem com alegria.

 

À ida, vão a chorar,

levando as sementes;

à volta, vêm a cantar,

trazendo os molhos de espigas.

 

Segunda Leitura

 

Monição: S. Paulo nas suas orações manifesta o seu afecto pela comunidade de Filipos, pois desde o início cooperou e participou com toda a generosidade no trabalho da evangelização realizada pelo apóstolo.

 

Filipenses 1, 4-6.8-11

Irmãos: 4Em todas as minhas orações, peço sempre com alegria por todos vós, 5recordando-me da parte que tomastes na causa do Evangelho, desde o primeiro dia até ao presente. 6Tenho plena confiança de que Aquele que começou em vós tão boa obra há-de levá-la a bom termo até ao dia de Cristo Jesus. 8Deus é testemunha de que vos amo a todos no coração de Cristo Jesus. 9Por isso Lhe peço que a vossa caridade cresça cada vez mais em ciência e discernimento, 10para que possais distinguir o que é melhor e vos torneis puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo, 11na plenitude dos frutos de justiça que se obtêm por Jesus Cristo, para louvor e glória de Deus.

 

A leitura é tirada do início da Carta aos fiéis de Filipos, a primeira cidade europeia onde Paulo tinha fundado uma comunidade florescente. Temos aqui uma das dimensões da espiritualidade do Advento: a preparação de modo efectivo e progressivo (vv. 9-11) com frutos de santidade – «na plenitude dos frutos de justiça» – para «o dia de Cristo», isto é, o da sua segunda vinda, o seu advento escatológico, que pode dar-se a todo o momento. Os primeiros cristãos de tal maneira viviam numa forte tensão para ele, que o consideravam iminente. S Paulo quer que a espera da vinda de Cristo sirva de estímulo para crescer no amor de Deus – «que a vossa caridade cresça cada vez mais» –, de modo que saibam discernir «o que é melhor» (v. 10), para o porem em prática.

 

Aclamação ao Evangelho            Lc 3, 4.6

 

Monição: Dando à história o verdadeiro sentido, é Jesus Quem realiza o destino do mundo. Conta, todavia, com a colaboração de cada um de nós para realizar o projecto de Deus.

 

Aleluia

 

Cântico: F. Silva, NRMS 35

 

Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas

e toda a criatura verá a salvação de Deus.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 3, 1-6

1No décimo quinto ano do reinado do imperador Tibério, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe tetrarca da região da Itureia e Traconítide e Lisânias tetrarca de Abilene, 2no pontificado de Anás e Caifás, foi dirigida a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto. 3E ele percorreu toda a zona do rio Jordão, pregando um baptismo de penitência para a remissão dos pecados, 4como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías: «Uma voz clama no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. 5Sejam alteados todos os vales e abatidos os montes e as colinas; endireitem-se os caminhos tortuosos e aplanem-se as veredas escarpadas; 6e toda a criatura verá a salvação de Deus’».

 

1 «No décimo quinto ano de Tibério»: Lucas, um talento de historiador, não se limita a apresentar a substância da mensagem de salvação. Ele quer que fique bem claro que não se trata duma mensagem fora do tempo, de uma ideia como os mitos; é uma mensagem situada no tempo e no espaço em que se desenvolve a história humana. É assim que nos deixa um dado de excepcional valor para sincronizar os acontecimentos salvíficos com os sucessos da história profana, a saber, ao ano 15 do reinado do imperador romano Tibério, aduzindo também outros cinco dados que, mais do que a cronologia, visam descrever-nos o ambiente político da época (vv. 1-2).

A pregação do Baptista teve início, pois, no ano 27-28 da nossa era. Com efeito, Tibério começou propriamente a reinar só com a morte de Augusto em 19 de Agosto de 767 a. U. c.. Ora, segundo a contagem síria que adoptaria S. Lucas, em 1 de Outubro – o início do ano – já se começava a contar o 2º ano de Tibério; isto leva a pensar que o 15.º ano do reinado de Tibério vem a ser o ano 781 de Roma, o que corresponde ao ano 27-28 da nossa era cristã.

«Pôncio Pilatos» foi governador ou procurador (na inscrição de Cesareia chama-se præfectus) da Judeia, Samaria e Idumeia desde o ano 26 a 36. «Herodes» é o Antipas, filho de Herodes o Grande, com o simples título de tetrarca na Galileia; foi quem mandou degolar João Baptista na fortaleza de Maqueronte, tendo reinado de 4 a. C, a 39 d. C, ano em que foi destituído e exilado para a Gália por Calígula; «Filipe», filho de Cleópatra de Jerusalém (distinto do seu meio irmão Herodes Filipe casado com Herodíades), foi quem reconstruiu Panias com o nome de Cesareia de Filipe e Betsaida com o nome de Júlia; veio a casar com Salomé, filha de Herodíades e Herdes Filipe.

2 José «Caifás» presidiu ao Sinédrio, como sumo sacerdote de 18 a 36 da nossa era, após a deposição pelos romanos, no ano 15, de seu sogro «Anás», que continuou a manter grande influência político-religiosa (cf. Jo 18, 12-24). A discrição e respeito com que o IV Evangelho fala de Caifás leva alguns a imaginarem que se terá feito cristão, o que falta provar.

4-6 «Preparai o caminho do Senhor…» A longa citação do início da segunda parte de Isaías, o Dêutero-Isaías (Is 40, 3-5), é aplicada pelo Baptista a si próprio (cf. Jo 1, 23). Esta passagem isaiana contempla, num primeiro plano, o «regresso triunfal» dos deportados de Babilónia, uma figura dos tempos messiânicos, em que «toda a criatura verá a salvação de Deus». S. Lucas, o único evangelista a dar-nos a citação completa de Isaías, em que inclui o v. 5, pretende sublinhar a universalidade da salvação trazida por Cristo. A imagem de «endireitar os caminhos» provém do costume de ajeitar os caminhos, em geral escabrosos, por onde vai passar um soberano; presta-se muito bem a indicar a purificação das consciências para receberem a Cristo.

 

Sugestões para a homilia

 

Deus intervém na vida dos homens

E realiza as Suas promessas

Com a nossa colaboração

Deus intervém na vida dos homens

Em Israel a mulher que perdia o marido ou um filho ficava inconsolável, inactiva, cobria-se com vestidos de luto, recusava todas as palavras de conforto, deixava de se arranjar e de preparar as próprias refeições.

Ora, a primeira leitura de hoje compara Jerusalém a uma viúva que viu partir para o exílio, levados pelos seus inimigos, o marido e os filhos e que jamais pensara em revê-los. Todavia, segundo a leitura, Deus decidiu «aplanar todos os montes e aterrar todos os vales» de modo que os israelitas pudessem voltar sem contrariedade para a sua mãe, Jerusalém. Diz o profeta que Jerusalém será o lugar onde reinará a «paz da justiça», não a paz fictícia que é uma tirania legitimada e a «glória da piedade», ou seja a lealdade ao seu Deus.

Ao olharmos hoje o nosso país, a nossa comunidade cristã, a nossa família e os nossos ambientes de trabalho poderemos apelidá-los de lugares de paz, de partilha, de justiça, de fraternidade ou lugares de discórdia, inveja e violência? Não serão antes lugares parecidos com uma «viúva desolada e sem filhos»?

Certamente que os inimigos que originaram esta situação foram: o egoísmo, a falta de escuta da Palavra de Deus e a insensatez materialista e relativista. Ora, se a salvação dependesse de nós não haveria esperança de recuperação possível. Mas o profeta assegura que Deus libertará as nossas comunidades de toda a sua condição penosa, para nos tornar «cidades de Deus».

O Advento serve para nos lembrar que o Senhor continua a intervir nas nossas vidas para realizar esta obra de salvação, desde que saibamos acolher convenientemente a Sua Palavra.

Como deveremos fazer, para serem concretizadas as Sua promessas?

E realiza as Suas promessas

Para tal milagre se realizar é necessário que Deus aplane os montes e os abismos antigos, encha os vales que nos mantêm desunidos e estabeleça pontes que nos ajudem a vencer a divisão com os nossos irmãos.

Segundo o Evangelho, a intervenção de Deus ocorreu num momento e num lugar bem determinado: Palestina, no reinado de Tibério, sendo sumos-sacerdotes Anás e Caifás. É caso para nos perguntarmos se a notícia que anunciamos, como cristãos e profetas dos dias de hoje, é igualmente concreta e associada ao âmbito cultural e político em que vivemos? Se vai ao encontro das carências do homem de hoje e dos seus problemas, ou lhe passam ao lado? Que interferência tem a fé, que dizemos professar, na nossa conduta: no trabalho, na escola, no ambiente conjugal e familiar, nos lugares de diversão?

São estes lugares que têm de ser remodelados pela salvação trazida por Cristo.

Ao olharmos a vocação de João Baptista vemos que Deus não se esquece nunca dos homens e que espera pelo momento favorável para nos estender a mão.

Tal como João, também nós, os cristãos, embora vivendo no mundo, habitamos num «deserto». Isso deve levar-nos a ser como estrangeiros que não pensamos, não falamos, nem nos comportamos como os outros. No meio dos que falam de riquezas desnecessárias, de guerras, desentendimentos, ódios, violências e vinganças, devemos proferir palavras de paz, de serviço e de perdão. Num mundo em que se reconhecem felizes os que têm riquezas, calcam e exploram os mais fracos, temos o dever de profetizar o amor, o serviço aos mais carenciados, a partilha dos bens e a renúncia de nós mesmos para o enriquecimento dos demais.

A salvação prometida por Deus só pode chegar se o caminho for preparado pelo esforço do homem, pois Ele não reserva a sua salvação a alguns privilegiados, mas oferece-a a todos, sem rejeição.

Se devemos celebrar o amor, a paz e a não-violência, por vezes teremos de ser ásperos como João Baptista e relembrar os compromissos sérios da vida, denunciando situações injustificáveis e tendo coragem de atacar os poderosos quando são impróprios.

Que montanhas teremos de aplanar e vales a preencher para que nas nossas vidas e na vida das nossas comunidades possamos acolher a Palavra e com bravura denunciar os erros e as situações de falta de valores sólidos e evangélicos?

Deus espera a nossa colaboração para esta sua obra.

Com a nossa colaboração

Foi por isso que S. Paulo deu graças a Deus pelas graças que realizou na comunidade de Filipos. Ele manifestou a sua própria comoção interior perante uma partilha de graças tão copiosas concedidas por Deus a essa comunidade, que soube realmente acolher a Palavra de Deus e colaborar activamente no anúncio do Evangelho.

O que nos falta, e às nossas comunidades, para acolher e levar à prática a Palavra ouvida, para nos poder ser também aplicada tão valiosa e bela oração? Será que estamos a cooperar nesta obra de evangelização querida por Deus?

 

 

Oração Universal

 

Invoquemos o Senhor,

nosso Deus e Pai.

Peçamos-Lhe que ouça a nossa oração,

nos ajude a acolher a Sua Palavra

e a confiar na Sua promessa de salvação,

dizendo (cantando):

 

Senhor, vinde em nosso auxílio.

 

1. Pelo Santo Padre, o Papa, pelos Bispos, Presbíteros e Diáconos,

para que sejam exemplo de acolhimento activo

da Palavra do Senhor,

oremos, irmãos.

 

2. Por todos os baptizados,

para que embora conscientes da sua fragilidade,

não se deixem vencer pelo abatimento

mas saibam suplicar com coragem a ajuda de Deus,

oremos, irmãos.

 

3. Por todos os crentes,

para que encontrem na Palavra do Senhor

alento para as suas actividades quotidianas,

oremos, irmãos.

 

4. Por todos os homens,

para que não se deixem seduzir

pelas falsas promessas mundanas de felicidade,

mas descubram o plano de Deus para toda a humanidade,

oremos, irmãos.

 

5. Por todos os governantes das nações,

para que renunciem às guerras, violências e vinganças

e velem pela justiça e não exploração dos mais fracos,

oremos, irmãos.

 

Pai Santo,

ouvi as nossas orações

e ajudai-nos a acolher vigilantemente

a melhor orientação do coração,

para a vinda de Cristo a todos os homens.

Isto vos pedimos por intermédio de vosso Filho,

que é Deus convosco,

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Quando Virá Senhor o Dia, NRMS 39

 

Oração sobre as oblatas: Olhai benignamente, Senhor, para as nossas humildes ofertas e orações e, como diante de Vós não temos méritos, ajudai-nos com a vossa misericórdia. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio I do Advento I: p. 453 [586-698] ou I/A p. 454

 

Santo: Santo IV, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

A comunhão do Corpo e Sangue de Jesus é dom precioso de Deus nosso Pai. Que a sua recepção seja o coroar do acolhimento da sua Palavra e o reconhecimento das suas promessas.

 

Cântico da Comunhão: Levanta-te Jerusalém, F. Silva, NRMS 39

 

Bar 5, 5; 4, 36

Antífona da comunhão: Levanta-te, Jerusalém, sobe às alturas e vê a alegria que vem do teu Deus.

 

Cântico de acção de graças: Velai sobre nós (Antífona), J. Santos, NRMS 40

 

Oração depois da comunhão: Saciados com o alimento espiritual, humildemente Vos pedimos, Senhor, que, pela participação neste sacramento, nos ensineis a apreciar com sabedoria os bens da terra e a amar os bens do Céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Que o Senhor nos ajude a acolher a Palavra ao longo da vida e nos ensine a dar o justo valor às coisas e aos acontecimentos, para que, com vigilância permanente, continuemos fiéis a preparar com toda a confiança o advento quotidiano da salvação trazida por Cristo a todos os homens.

 

Cântico final: Exultai de alegria, cantai hinos, F. Silva, NRMS 87

 

 

Homilia Ferial

 

2ª SEMANA

 

2ª Feira, 7-XII: As maravilhas da actuação do Messias.

Is 35, 1-10 / Lc 5, 17-26

Então os olhos dos cegos hão-de abrir-se, e descerrar-se os ouvidos dos surdos. Então o coxo saltará de alegria.

Conforme é anunciado pelo profeta, a vinda do Messias proporcionará acontecimentos extraordinários (Leit). E Jesus realiza essas maravilhas. De entre elas destacam-se o perdão dos pecados e a cura de um paralítico (Ev).

Deixemos actuar o Messias nas nossas vidas para que cure as nossas paralisias: ausência de sacramentos, pouca vida de oração, pouco empenho no trabalho e na vida familiar. E que perdoe os nossos pecados, abeirando-nos do sacramento da Penitência, e levemos os nossos familiares e conhecidos a esta fonte de misericórdia.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:          António Elísio Portela

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                       Nuno Romão

Sugestão Musical:                 Duarte Nuno Rocha

 


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