20º Domingo Comum

16 de Agosto de 2009

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Senhor que nos dais guarida, F. da Silva, NRMS 90-91

Salmo 83, 10-11

Antífona de entrada: Senhor Deus, nosso protector, ponde os olhos no rosto do vosso Ungido. Um dia em vossos átrios vale mais de mil longe de Vós.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Em tempo de férias, precisamos, mais do que nunca, de nos encher do espírito de sabedoria e de nos alimentar da Eucaristia.

 

Oração colecta: Deus de bondade infinita, que preparastes bens invisíveis para aqueles que Vos amam, infundi em nós o vosso amor, para que, amando-Vos em tudo e acima de tudo, alcancemos as vossas promessas, que excedem todo o desejo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: A Sabedoria convida-nos a evitar a inexperiência e a lutar contra a insensatez.

 

Provérbios 9, 1-6

1A Sabedoria edificou a sua casa e levantou sete colunas. 2Abateu os seus animais, preparou o vinho e pôs a mesa. 3Enviou as suas servas a proclamar nos pontos mais altos da cidade: 4«Quem é inexperiente venha por aqui». E aos insensatos ela diz: 5«Vinde comer do meu pão e beber do vinho que vos preparei. 6Deixai a insensatez e vivereis; segui o caminho da prudência».

 

A leitura é tirada da parte final da introdução do livro dos Provérbios, um longo e insistente convite para se deixar guiar pela sabedoria. Aqui é a própria Sabedoria personificada a convidar para o banquete por ela preparado na casa que ela construiu (v. 1); as iguarias simbolizam os ensinamentos dos sábios nas suas reflexões sobre a Lei, incluindo também sentenças sábias de povos vizinhos. As «sete colunas» desta casa parece que são as sete colecções de provérbios de que a obra se compõe: 1ª, 10, 1 – 22, 16; 2ª, 22, 17 – 24, 22; 3ª, 24, 23-34; 4ª, 25, 1 – 29, 27; 5ª, 30, 1-14; 6ª, 30, 15-33; 7ª, 31, 1-9. As «criadas» da Sabedoria (v. 3) são os profetas, enviados a falar em nome de Deus. A sabedoria personificada oferece um belo pano de fundo ao Evangelho de S. João: Jesus, o Verbo eterno junto de Deus, é a Sabedoria de Deus incarnada. O convite «Vinde comer do meu pão e beber do meu vinho» (v. 5) prefigura bem as palavras de Jesus no discurso do Pão da Vida, que temos vindo a ler no Evangelho destes domingos.

 

Salmo Responsorial     Sl 33 (34), 2-3.10-11.12-13.14-15 (R. 9a)

 

Monição: Devemos habituar-nos a saborear a bondade do Senhor.

 

Refrão: Saboreai e vede como o Senhor é bom.

 

A toda a hora bendirei o Senhor,

o seu louvor estará sempre na minha boca.

A minha alma gloria-se no Senhor:

escutem e alegrem-se os humildes.

 

Temei o Senhor, vós os seus fiéis,

porque nada falta aos que O temem.

Os poderosos empobrecem e passam fome,

aos que procuram o Senhor não faltará riqueza alguma.

 

Vinde, filhos, escutai-me,

vou ensinar-vos o temor do Senhor.

Qual é o homem que ama a vida,

que deseja longos dias de felicidade?

 

Guarda do mal a tua língua

e da mentira os teus lábios.

Evita o mal e faz o bem,

procura a paz e segue os seus passos.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Cumpramos a vontade de Deus; que o Espírito Santo nos conduza na recitação de salmos, hinos e cânticos espirituais e dando graças por tudo a Deus Pai, por Jesus Cristo.

 

Efésios 5, 15-20

Irmãos: 15Vede bem como procedeis. Não vivais como insensatos, 16mas como pessoas inteligentes. Aproveitai bem o tempo, porque os dias que correm são maus. 17Por isso não sejais irreflectidos, mas procurai compreender qual é a vontade do Senhor. 18Não vos embriagueis com o vinho, que é causa de luxúria, mas enchei-vos do Espírito Santo, 19recitando entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e salmodiando em vossos corações, 20dando graças, por tudo e em todo o tempo, a Deus Pai, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Continuamos com textos respigados de Efésios, umas exortações em catadupa, em ordem a uma vida cristã autêntica. Os versículos seleccionados para a Liturgia da Palavra são os que insistem nos aspectos positivos, deixando ficar fora os de cores mais negras, as listas de vícios reprováveis, como os que se lêem nos vv. 3-5: «de prostituição e qualquer espécie de impureza nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos…». A Liturgia achou mais prudente seleccionar as exortações positivas e as que levam a atacar o mal pela raiz, para não dar lugar às ocasiões e aos incentivos do pecado, como a insensatez (v. 15), a irreflexão e a ociosidade (v. 16) o abuso do álcool (v. 18). Mas a advertência não se limita a dizer que é preciso evitar a ociosidade e a perda de tempo; vai mais longe, pois aquele apelo: «aproveitai bem o tempo» reveste-se duma força especial no original grego, que tem um verbo próprio da linguagem do mercado (agorázein), como se nos urgisse a «comprar o tempo», que escasseia e que de repente pode desaparecer do mercado (a ágora). Também se dá aqui uma razão particular para o aproveitamento do tempo: «pois os dias que correm são maus» (v. 16), o que nos impele a trabalhar com maior ardor na santificação própria e alheia.

 

Aclamação ao Evangelho            Jo 6, 56

 

Monição: Alimentando-nos de Cristo, permaneceremos n’Ele e Ele em nós.

 

Aleluia

 

Cântico: F. da Silva, NRMS 35

 

Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue

permanece em mim e Eu nele, diz o Senhor.

 

 

Evangelho

 

São João 6, 51-58

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 51«Eu sou o pão vivo que desceu do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei-de dar é minha carne, que Eu darei pela vida do mundo». 52Os judeus discutiam entre si: «Como pode Ele dar-nos a sua carne a comer?» 53E Jesus disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia. 55A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele. 57Assim como o Pai, que vive, Me enviou e Eu vivo pelo Pai, também aquele que Me come viverá por Mim. 58Este é o pão que desceu do Céu; não é como o dos vossos pais, que o comeram e morreram: quem comer deste pão viverá eternamente».

 

O discurso do pão da vida, que temos vindo a seguir nestes últimos domingos, introduzido com o sinal milagroso da multiplicação dos pães, atinge agora o seu cume. Se a própria descrição do milagre já era feita com um forte cunho e colorido eucarístico, nestes versículos o sentido eucarístico não pode ser mais claro. Não importa que os estudiosos sintam dificuldade em estabelecer os limites entre o que são as palavras originais de Jesus e o que é resultado da reflexão do evangelista e da vida eucarística dos primeiros cristãos. Não há dúvida de que, se no IV Evangelho os relatos de acontecimentos parecem estar mais próximos da realidade dos factos, também é verdade que os discursos de Jesus pressupõem uma profunda meditação e vivência das suas palavras. Se João não conta a instituição da Eucaristia, por intencionalmente pretender diluir o carácter de Ceia Pascal da Última Ceia para que toda a atenção se fixasse no verdadeiro Cordeiro, é indiscutível que ele teve o mérito de nos ter facilitado a leitura correcta do relato da instituição da Eucaristia, ao tornar patente o seu verdadeiro sentido e o profundo alcance para a vida do cristão.

51-58. «O pão vivo é o pão que eu hei-de dar»: este «dar» não é um dar qualquer, mas um oferecimento «pela vida» (salvação) «do mundo»; assim se deixa ver uma referência à morte de Cristo (cf. 3, 15-16) e à instituição da Eucaristia (cf. 1 Cor 11, 24; Lc 22, 19), fácil de descobrir; também se pode ver nestas palavras a dimensão cósmica da Eucaristia, em ordem a transformar o mundo (cfr Bento XVI, Angelus de 14.06.2009; e em Marienfeld em 21.08.2005 dizia aos jovens: «…foi esta a transformação substancial que se realizou no cenáculo e que estava destinada a suscitar um processo de transformações cuja finalidade última é a transformação do mundo até àquela condição em que Deus será tudo em todos»).

Por outro lado, o realismo eucarístico das palavras de Jesus não pode ser mais claro: a) o pão vivo é a «carne» (não simplesmente corpo) de Jesus e simultaneamente o «sangue» que é preciso beber (o que não podia ser mais chocante para a fé e a cultura judaica: cf. Lv 17, 10-14; Act 15, 20); b) perante o escândalo dos ouvintes (v. 52), Jesus não desfaz um mal-entendido como costumava, não apela para um sentido metafórico, nem suaviza as suas palavras, antes as reforça com mais clareza; c) nos vv. 54, 56, 57 e 58, emprega-se um verbo que exprime, com um realismo cru, o próprio acto de comer com os dentes (mastigar – trôgêin) e que nós traduzimos por comer mesmo/realmente (cf. Bíblia Sagrada da Difusora Bíblica); d) também o adjectivo grego aqui usado, «verdadeiro» (v. 55: alêthês) tem em S. João uma força particular, pois equivale a genuíno (o que é verdadeiro, correspondente à sua designação, «apesar das aparências»), distinguindo-se de outro adjectivo do mesmo campo semântico, alêthinós (cf. Jo 1, 9) que encerra a ideia de exclusividade (o que é real, em oposição a putativo); d) Jesus insiste na necessidade de beber o seu Sangue, uma coisa que não admite qualquer sentido figurado, pois era algo extremamente repugnante para um judeu a quem até estava proibido comer o sangue dos próprios animais.

55-58 «Aquele que se nutre do alimento eucarístico une-se cada vez mais intimamente a Deus, recebendo, portanto, a vida eterna sempre mais abundante. É que, assim como o Pai comunica a vida eterna ao Filho Unigénito, na geração eterna, assim também o Filho comunica a vida da graça a quem come a sua Carne» (Vacari).

 

Sugestões para a homilia

 

1.  A Sabedoria é um dom do Espírito Santo. Todos os dons recebidos devem ser cultivados. A Sabedoria ajuda-nos a contemplar as realidades divinas e humanas com outros olhos. Não com os nossos olhos meramente humanos mas auxiliados pela luz divina.

Quem é conduzido pela Sabedoria não vive da insensatez, procura ter bom senso, não é leviano.

Será que se tem cultivado nas pessoas a bom senso? Um dos meios mais excelentes para chegar ao bom senso é a frequência da Eucaristia.

 

2.  São Paulo, na Carta aos Efésios apela para aquilo que supra dissemos: «Não vivais como insensatos (Efésios 5, 15). De seguida faz esta recomendação: «Aproveitai bem o tempo, porque os dias são maus. (Efésios 5, 16)

São Paulo parece escrever para os jornais dos nossos dias.

É ou não verdade que os tempos são maus? Estamos em crise. Todos o afirmam. Mas não vejo ninguém a dizer que é preciso «aproveitar bem o tempo».

Aquele jovem que morre esfaqueado às seis horas da manhã, numa discoteca, estava a aproveitar bem o tempo? Como podemos sair da crise sem trabalhar? Sem aproveitar o tempo? Quantos milhares de pessoas vivem do subsídio de desemprego porque não querem trabalhar. Quem não vê isto? Até os cegos!

São Paulo faz também esta recomendação: «Procurai compreender qual é a vontade do Senhor».

Quem se preocupa com saber qual é a vontade de Deus? Poucos. Para a maior parte a única coisa que conta, em nossos dias, é a vontade de alguns leigos.

Cuidado com o vinho que é causa de luxúria… Enchei-vos do Espírito Santo… dai graças a Deus Pai em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo».

O trabalho que São Paulo recomenda, nas Escolas, Universidades, etc, não visa apenas o progresso material mas também o espiritual.

 

3.  Do Evangelho de São João, que foi proclamado nesta Eucaristia, cito estas palavras: «Jesus disse a multidão: Eu sou o pão vivo que desceu do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente».

Quantas vezes se lembrou que a Santa Missa é actualização da Paixão e Morte de Cristo, portanto verdadeiro sacrifício; e Banquete em que todos, devidamente preparados, podem alimentar-se do pão vivo que desceu do Céu.

A participação na Santa Missa deve conduzir-nos à união com Cristo, `à identificação com Cristo.

 

 

Oração Universal

 

Todos fomos convidados a comer o pão do Céu. Digamos ao Senhor:

Senhor, dai-nos o pão do Céu

 

1.  Pela Igreja

para que celebre a Eucaristia com fé; amor e dignidade, oremos.

 

2.  Pelo progresso dos povos, pela boa administração das coisas públicas

e pelos que se dedicam aos mais pobres, oremos.

 

3.  Pelas famílias, pelos que vivem como insensatos

e pelos que não querem trabalhar, oremos.

 

4.  Pelos jovens que se preparam para o matrimónio,

para que se respeitem como verdadeiros filhos de Deus, oremos.

 

5.  Por todos nós que participamos nesta Eucaristia

e pelos que faltaram, sem motivos justificados, oremos.

 

Senhor, dai-nos a graça de participar nesta Eucaristia como verdadeiros irmãos em Cristo,

Ele que Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Caminho pelo deserto, J. santos, NRMS 69

 

Oração sobre as oblatas: Aceitai, Senhor, o que trazemos ao vosso altar, nesta admirável permuta de dons, de modo que, oferecendo-Vos o que nos destes, mereçamos receber-Vos a Vós mesmo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

Quem não comunga na Santa Missa, porque não está na graça de Deus, deve confessar-se quanto antes, para tomar parte na Sagrada Comunhão.

 

Cântico da Comunhão: Se alguém tem sede venha a mim, M. Carneiro, NRMS 82-83

Salmo 129,7

Antífona da comunhão: No Senhor está a misericórdia, no Senhor está a plenitude da redenção.

 

Ou

Jo 6, 51-52

Eu sou o pão vivo descido do Céu, diz o Senhor. Quem comer deste pão viverá eternamente.

 

Cântico de acção de graças: Cantai alegremente, M. Luís, NRMS 38

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que neste sacramento nos fizestes participar mais intimamente no mistério de Cristo, transformai-nos à sua imagem na terra para merecermos ser associados à sua glória no Céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Cristo vai connosco. Que os faltosos à Eucaristia notem que somos diferentes.

 

Cântico final: Ao Deus do universo, J. Santos, NRMS 1 (I)

 

 

Homilias Feriais

 

20ª SEMANA

 

2ª Feira, 17-VIII: Jesus, o nosso tesouro.

Jz 2, 11-19 / Mt 19, 16-22

Ao ouvir estas palavras, o jovem retirou-se entristecido, pois tinha muitos bens.

«’Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?’(Ev). Ao jovem que lhe faz a pergunta, Jesus responde, primeiro, invocando a necessidade de reconhecer a Deus, como ‘Único Bom’, o Bem por excelência e a fonte de todo o bem» (CIC, 2052).

Também alguns filhos de Israel abandonaram o Senhor e prestaram culto aos deuses Baal. E, por isso, sofreram muito (cf Leit). Procuremos descobrir a riqueza da Eucaristia, onde está escondido Jesus, o nosso tesouro.

 

3ª Feira, 18-VIII: Confiança em Deus.

Jz 6, 11-24 / Mt 19, 23-30

Olha que nós deixámos tudo e te seguimos. Que nos será, pois, concedido?

«A fé em Deus leva-nos a usar de tudo quanto não for Ele, na medida em que nos aproximar d’Ele, e a desprender-nos de tudo, na medida em que d’Ele nos afastar» (CIC; 226).

S. Paulo diz que, para ganhar Cristo, tudo o resto deve ser considerado como lixo (cf Flp 3, 8). Uma das riquezas do Senhor é precisamente que para Ele tudo é possível (cf Ev). Assim ganharemos as batalhas de cada dia como fez Gedeão.

 

4ª Feira, 19-VIII: Disponibilidade para o serviço do Senhor.

Jz 9, 6-15 / Mt 20, 1-16

Ao sair pelas cinco horas, encontrou outros, que ali estavam, e disse-lhes: Por que ficais aqui o dia inteiro inactivos?

O Senhor procura trabalhadores para a sua vinha. Mas a maior parte dos convidados passava uma boa parte do dia ociosamente (cf Ev). Assim acontece com muitos que recebem o convite do Senhor para melhorarem a sua vida cristã, para trabalharem em obras de apostolado.

A alegoria das árvores mostra-nos igualmente que não estão disponíveis para renunciar às suas próprias coisas: «terei de renunciar a…?» (Leit). Precisamos vencer o egoísmo e o comodismo para nos dedicarmos mais ao Senhor.

 

5ª Feira, 20-VIII: O convite para o banquete eucarístico.

Jz 11, 29-39 / Mt 22, 1-14

O Reino dos céus é comparável a um rei que preparou o banquete nupcial para o seu filho.

Este banquete nupcial é o banquete da vida eterna. Mas significa também o banquete da Eucaristia, em que recebemos o alimento para chegar à vida eterna. É igualmente considerado como o símbolo da intimidade divina.

O Senhor exige que tenhamos um traje adequado (cf Ev), que é a graça de Deus. Procuremos estar em graça e, se alguma vez a perdemos por algum pecado grave, revistamo-nos outra vez do traje através da Confissão sacramental. Para o dia a dia, o traje representa as disposições adequadas para cada coisa que fazemos.

 

6ª Feira, 21-VIII: A fonte do amor a Deus.

Rut 1, 1-2. 3-6. 14-16. 22 / Mt 22, 34-40

Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente.

«O Amor a Deus e o amor ao próximo são inseparáveis, constituem um único mandamento. Mas ambos vivem do amor preveniente com que Deus nos amou primeiro» (Deus é amor, 18).

O amor a Deus e o amor ao próximo alimenta-se na oração e nos sacramentos. De um modo particular, a Eucaristia deve ser a fonte onde vamos buscar forças para amarmos a Deus com todo o nosso ser e agir.

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:          Adriano Teixeira

Nota Exegética:                     Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                   Nuno Romão

Sugestão Musical:                 Duarte Nuno Rocha

 


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