13º Domingo Comum

27 de Junho de 2004



RITOS INICIAIS


Cântico de entrada: Deus vive na sua morada santa, F. dos Santos, NRMS 38

cf. Salmo 46, 2

Antífona de entrada: Louvai o Senhor, povos de toda a terra, aclamai a Deus com brados de alegria.


Introdução ao espírito da Celebração


Chamados por Deus, tornados «filhos da luz» pela graça do Santo Baptismo, procuremos «permanecer no esplendor da Verdade» (Colecta) e ser verdadeiramente uma Comunidade de fiéis... A fidelidade à própria vocação é fruto da graça de Deus e da correspondência generosa e constante de cada um.

O Senhor vai falar-nos hoje de vocação. Estejamos atentos à sua voz.


Oração colecta: Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz, não permitais que sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por Nosso Senhor ...



Liturgia da Palavra


Primeira Leitura


Monição: O profeta Eliseu é chamado por Deus a continuar a missão profética de Elias. Este lançou sobre ele a sua capa – gesto bastante expressivo que Eliseu entendeu claramente como um chamamento divino. A veste era considerada no ambiente semita como parte da personalidade.


1 Reis 19, 16b.19-21

Naqueles dias, disse o Senhor a Elias: 16b«Ungirás Eliseu, filho de Safat, de Abel-Meola, como profeta em teu lugar». 19Elias pôs-se a caminho e encontrou Eliseu, filho de Safat, que andava a lavrar com doze juntas de bois e guiava a décima segunda. Elias passou junto dele e lançou sobre ele a sua capa. 20Então Eliseu abandonou os bois, correu atrás de Elias e disse-lhe: «Deixa-me ir abraçar meu pai e minha mãe; depois irei contigo». Elias respondeu: «Vai e volta, porque eu já fiz o que devia». 21Eliseu afastou-se, tomou uma junta de bois e matou-a; com a madeira do arado assou a carne, que deu a comer à sua gente. Depois levantou-se e seguiu Elias, ficando ao seu serviço.


O gesto com que Elias chama Eliseu como seu continuador na missão profética – «Lançou sobre ele a sua capa» (v. 19) – era deveras expressivo para um semita: a veste considerava-se como parte da personalidade. Elias, ao atirar o seu manto para cima de Eliseu agregava-o à sua própria missão divina de intrépido defensor do javismo. E este gesto foi decisivo para Eliseu; deixa definitivamente a sua vida de proprietário agricultor, a fim de seguir o mestre. O seu carácter firme e generoso ficou patente na atitude decidida de queimar (v. 21) os instrumentos de trabalho. No entanto, Elias permite ao seu discípulo ir abraçar o pai e a mãe (v. 20), mas, no Evangelho de hoje, vê-se como aquele que quer ser discípulo de Jesus não pode por qualquer restrição (cf. Lc 9, 61-62).


Salmo Responsorial Sl 15 (16), 1-2a.5.7-11 (R. cf. 5a)


Monição: A alegria que inunda os corações dos que são fiéis à sua vocação está bem expressa no Salmo 15 que vamos meditar.


Refrão: o senhor é a minha herança.


Guardai-me, Senhor, Vós sois o meu refúgio!

Digo ao meu Deus: «Vós sois o meu bem!

Sois Vós, Senhor, a parte da minha herança,

está nas Vossas mãos o meu destino».


Exaltarei o Senhor que me guia e me conduz,

que até de noite me adverte o coração.

O Senhor está sempre na minha presença,

com Ele a meu lado não vacilarei.


Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta;

repousa tranquilo todo o meu corpo.

Ele não me entregará às mãos da morte,

nem deixará o Seu servo conhecer a corrupção.


Ele me apontará o caminho da vida;

a seu lado viverei na plenitude da alegria.


Segunda Leitura


Monição: Sempre que Deus chama, pede-nos que entreguemos a nossa liberdade para o serviço da Sua glória e do bem dos nossos irmãos. Sejamos «servos uns dos outros pela caridade»!


Gálatas 5, 1.13-18

Irmãos: 4, 31bFoi para a verdadeira liberdade que Cristo nos libertou. 5, 1Portanto, permanecei firmes e não torneis a sujeitar-vos ao jugo da escravidão. 13Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Contudo, não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, 14porque toda a Lei se resume nesta palavra: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». 15Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tende cuidado, que acabareis por destruir-vos uns aos outros. 16Por isso vos digo: Deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os desejos da carne. 17Na verdade, a carne tem desejos contrários aos do Espírito e o Espírito desejos contrários aos da carne. São dois princípios antagónicos e por isso não fazeis o que quereis. 18Mas se vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sujeitos à Lei de Moisés.


4, 31 «Foi para a liberdade…», que a nossa tradução adjectivou: «a verdadeira» (um adjectivo que não aparece no texto original), isto é, para a liberdade que procede da Redenção. Cristo liberta-nos do pecado e do erro e também das prescrições da Antiga Lei mosaica (v. 18), dumas normas rituais e jurídicas que deixam de ter sentido para quem já foi redimido pelo Sangue de Jesus, pois eram prescrições preparatórias, «o pedagogo» que levava a Cristo (cf. Gal 3, 24). Certamente que S. Paulo não está a considerar aqui aquelas prescrições que correspondem à lei moral natural. «Não abuseis da liberdade como pretexto…» (v. 13): a liberdade não é permissivismo moral, nem libertinagem, não é estar livre de normas, de compromissos, para o bem e para a verdade. É-se livre para, por si próprio, responsavelmente, escolher a Verdade e o Bem, isto é, para amar e servir a Deus, em cuja posse está a felicidade autêntica. Fazer o mal é sinal de que se é livre, mas então usa-se a liberdade para se tornar escravo do mal. A liberdade não se basta a si mesma, pois é-se livre para alguma coisa: a liberdade precisa dum rumo, dum norte, dum compromisso, senão está-se à mercê do egoísmo, do comodismo, da preguiça, da sensualidade, etc., isto é, de todas as más tendências da nossa natureza caída, dos apetites desordenados da natureza ferida pelo pecado original, daquilo que S. Paulo aqui chama «a carne, os desejos da carne» (vv. 13.16.17). Esse rumo ou norte para a liberdade é o amor («a caridade», v. 13), que nos leva a servir os outros sem nos sentirmos escravizados; e é «o espírito» (v. 16), quer no sentido de o Espírito Santo, (assim a Neovulgata, seguida pela tradução litúrgica, que usa a maiúscula), quer no sentido de o homem novo, regenerado pela graça, na nossa condição de «filhos adoptivos de Deus» (daí o espírito com minúscula na edição da Vulgata).

18 «Não estais sujeitos à Lei», isto é, não estais sob o regime da Lei de Moisés, mas no regime da graça que não só não nos tem sujeitos às prescrições judaicas, como também faz com que as próprias normas morais da Lei não nos tirem a liberdade, pois a graça nos conduz sem violência segundo desejos do Espírito.


Aclamação ao Evangelho 1 Sam 3, 9; Jo 6, 68c


Monição: O Senhor anima os seus discípulos a segui-Lo com decisão numa entrega total, animando-os com a promessa do Reino dos Céus.


Aleluia


Falai, Senhor, que o vosso servo escuta.

Vós tendes palavras de vida eterna.


Cântico: M. Faria, NRMS 16



Evangelho


São Lucas 9, 51-62

51Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. 52Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. 53Mas aquela gente não O quis receber, porque ia a caminho de Jerusalém. 54Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram a Jesus: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu que os destrua?» 55Mas Jesus voltou-Se e repreendeu-os. 56E seguiram para outra povoação. 57Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». 58Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». 59Depois disse a outro: «Segue-Me». 60Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». 61Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». 62Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus».


É aqui (neste v. 51) que começa a segunda parte do ministério de Jesus, com a grande viagem para Jerusalém (Lc 9, 51 – 19, 28), muito mais extensa que nos Sinópticos, pois engloba quase 10 capítulos e com vários relatos exclusivos do III Evangelho.

52 «Samaritanos». Procediam da mistura de israelitas com colonos assírios mandados para a Samaria por Sargão II, em substituição dos exilados após o fim do Reino do Norte com a queda de Samaria em 721. A sua religião era híbrida, pois, embora admitissem o Pentateuco, tinham certas práticas supersticiosas e não aceitavam o Templo de Jerusalém como único santuário para a oferta dos sacrifícios. Havia uma grande incompatibilidade com os judeus que ainda hoje se mantém, embora os samaritanos tendam a desaparecer (não chegam a um milhar).

57-62 Lucas é o Evangelista que mais põe em relevo a radicalidade do seguimento de Cristo. «Lançar as mãos ao arado» é dedicar-se a trabalhar no Reino de Deus. «Olhar para trás» é a falta de decisão, como também o cálculo humano para avaliar com mera visão humana o valor do que se deixa. Quando Deus chama, não se pode olhar para trás, tem que se ser fiel e leal a Deus, que nos confia uma missão insubstituível no seu Reino.


Sugestões para a homilia


A vocação é um acto eterno e gratuito de Deus.

Quem olha para trás não serve para o Reino de Deus.

Fidelidade à vocação.


1. A vocação é uma acto eterno e gratuito de Deus: «Chamou a Si os que Ele mesmo quis» (Mc 3, 13).


A passagem de Jesus pela terra está marcada por um imenso carinho a toda a gente; ao longo dos três anos de vida pública, Ele foi preparando o prolongamento e a continuação da sua missão redentora ao longo da história humana. Logo no início da sua pregação, podemos notar-Lhe um propósito bem concreto e preciso: escolher os homens que hão-de ser os seus continuadores. E começa por chamá-los: «Chamei-te pelo teu nome: tu és meu» (Is 42, 1).

A vocação é um acto eterno e gratuito de Deus pelo qual se desvela ao homem concreto o porquê e o para quê da sua vida inteira:

«Se me perguntais como se nota a chamada divina, como nos damos conta dela, dir-vos-ei que é uma visão nova da vida. É como se se acendesse uma luz dentro de nós: é um impulso misterioso que move o homem a dedicar as suas mais nobres energias a uma actividade que, na prática, chega a tomar corpo de ofício. Essa força vital, que tem algo de irresistível, é o que outros chamam vocação. A vocação leva-nos, sem darmos por isso, a tomar uma posição na vida que manteremos com vibração e alegria, cheios de esperança, até ao mesmo momento da morte. É um fenómeno que comunica ao trabalho um sentido de missão, que enobrece e dá valor à nossa existência. Jesus mete-se com um acto de autoridade na alma, na tua e na minha: essa é a chamada» (S. Josemaria).


2. «Quem olha para trás não serve para o Reino de Deus» (Evangelho).


O profeta Eliseu quer ir primeiro abraçar seu pai e sua mãe...O Evangelho de hoje fala-nos de um outro a quem Jesus dirige o chamamento: «Segue-me». E ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». E um outro: «Deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». O Senhor, quando chama, exige um verdadeiro empenhamento, um compromisso vigoroso, uma dedicação sem limites nem condições: «Quem olha para trás, não serve para o Reino de Deus»; «O Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça»; «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos» (Ev.).

Para entender bem o que significa uma resposta pronta, decidida e vigorosa à vocação divina, há que pensar na sabedoria de Estêvão, primeiro mártir do Cristianismo, na palavra de Pedro, primeiro Vigário de Cristo na terra, no ímpeto de S. Paulo, o Apóstolo da gentes: nada podia conter ou diminuir a sua força; nem a cólera do povo, nem a violência dos tiranos, nem o ataque dos demónios, nem os perigos constantes. Como rio impetuoso passaram sobre tudo o que lhes apareceu por diante. A certeza da chamada, a consciência da missão, a fé heróica em Cristo ressuscitado despertava neles um arrojo sem limites: «Sei em Quem acreditei...Quem me separará do amor de Cristo?» (Rom 8).

Conduzidos pelo Espírito Santo, tornados servos uns dos outros pela caridade, amando o próximo por amor de Deus, mortificando as obras da carne, eles permaneceram firme no Senhor, perseverantes na sua vocação, com um zelo heróico que lhes comia as entranhas...(Cfr. 2ª leitura).


3. Fidelidade à vocação.


Temos que ser fiéis à nossa vocação. A nossa fidelidade tem que ser inquebrantável, sem vacilações. Temos que pedir ao Senhor o dom da perseverança. A vocação não se discute. Ser fiéis significa estar muito perto de Deus e mais alegria que essa não existe: «A Seu lado viverei na plenitude da alegria» (Salmo de Meditação).

Ser fiéis significa ser felizes e contagiar os demais com esse contentamento e esse gozo. Ser fiéis significa ter «uma determinada determinação de seguir em frente, ainda que haja escuridão, ainda que se afunde o mundo, aconteça o que acontecer» (Santa Teresa de Ávila).

A perseverança vai unida à fé e à confiança em Deus, que não falta com as suas graças: «Com o Senhor a meu lado não vacilarei» (Salmo de Meditação).

Nossa Senhora, a Virgem fiel, de pé, junto da Cruz de Seu Filho, com a maior dor humana, é modelo de perseverança heróica, de fidelidade total a tudo o que Deus lhe pediu. «Quem é fiel no pouco também é fiel no muito». Que Ela nos consiga de Deus a graça da fidelidade à nossa vocação: «O Senhor é parte da minha herança, nas Suas mãos está o meu destino» (Salmo de Meditação).


Oração Universal


Imploremos, irmãos, a misericórdia de Deus Pai

para nós e para quantos não puderam estar connosco,

e oremos pelas necessidades de todos os homens, dizendo:


R. Ouvi-nos, Senhor.


1. Pelo Papa, Bispos e Sacerdotes

para que através da união íntima com Jesus Cristo Ressuscitado,

dêem testemunho de fé, de esperança e de caridade,

sendo fiéis à sua vocação,

oremos, irmãos.


2. Pelos governantes dos povos

para que no desempenho da sua missão

sejam exemplares e fujam à tentação do poder,

oremos, irmãos.


3. Pelos fiéis que sofrem perseguição no mundo,

para que Deus lhes abrevie o tempo de prova

e os console e fortaleça com a graça do Espírito Santo,

oremos, irmãos.


4. Pelos fiéis da nossa comunidade (paroquial),

para que, ajudados pelas luzes do Espírito Santo,

dêem testemunho de fé em todas as circunstâncias da sua vida,

numa fidelidade constante à vocação de cada um,

oremos, irmãos.


5. Para que todos nós aqui presentes

sejamos fiéis aos compromissos do nosso baptismo

e, apoiados no triunfo de Seu Filho,

saibamos permanecer firmes na luta contra o mal,

oremos, irmãos.


6. Pelos nosso irmãos que morreram no Senhor,

para que Deus perdoe os seus pecados,

receba as suas almas e lhes conceda a luz e o descanso eterno,

oremos, irmãos.



Atendei, ó Deus eterno, a nossa oração,

e pois acreditamos que o Salvador dos homens

ressuscitou e está na sua glória,

concedei que a sua presença nos acompanhe sempre ao longo desta vida.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,

que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.



Liturgia Eucarística


Cântico do ofertório: Tomai Senhor e recebei, J. Santos, NRMS 70


Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que assegurais a eficácia dos vossos sacramentos, fazei que este serviço divino seja digno dos mistérios que celebramos. Por Nosso Senhor ...


Santo: J. Duque, NRMS 21


Monição da Comunhão


A Comunhão aumenta a nossa união com Cristo Ressuscitado, afasta-nos do pecado, torna-nos fortes contra as tentações. Comungar o Corpo e o Sangue do Senhor é unir-se a Ele pelo bem dos irmãos e segui-Lo fielmente pelos caminhos da própria vocação.


Cântico da Comunhão: Em Vós Senhor está a fonte da vida, Az. Oliveira, NRMS 67

Salmo 102, 1

Antífona da comunhão: A minha alma louva o Senhor, todo o meu ser bendiz o seu nome santo.


Ou

cf. Jo 17, 20-21

Pai santo, Eu rogo por aqueles que hão-de acreditar em Mim, para que sejam em Nós confirmados na unidade e o mundo acredite que Tu Me enviaste.


Cântico de acção de graças: Povos batei palmas, C. Silva, NRMS 48


Oração depois da comunhão: Concedei-nos, Senhor, que o Corpo e o Sangue do vosso Filho, oferecidos em sacrifício e recebidos em comunhão, nos dêem a verdadeira vida, para que, unidos convosco em amor eterno, dêmos frutos que permaneçam para sempre. Por Nosso Senhor ...



Ritos Finais


Monição final


O Senhor chamou os Seus, enriqueceu-os com os seus dons e enviou-os por toda a terra a anunciar e a comunicar a Salvação. Também nós somos chamados e enviados a todos os caminhos da terra, como sal e como luz: «Unidos a Cristo por um amor que não passa, demos frutos que permaneçam» (Oração depois da Comunhão).


Cântico final: Somos testemunhas de Cristo, Az. Oliveira, NRMS 35



Homilia Ferial


13ª SEMANA


2ª feira, 28-VI: O seguimento de Cristo.

Am 2, 6-10. 13-16 / Mt 8, 18-22

Aproximou-se então um escriba, que lhe disse: Mestre, seguir-te-ei para onde fores.

O Senhor lamenta-se daqueles que se esqueceram das maravilhas feitas em favor deles: «Fui eu que vos retirei da terra do Egipto» (Leit.). E Jesus tem pena daqueles que o querem seguir mas com condições: «deixa-me ir primeiro sepultar meu pai» (Ev.).

O que significa seguir Cristo? «Seguindo Cristo e em união com Ele, os cristãos podem esforçar-se por ser imitadores de Deus, como filhos bem amados, e por proceder com amor, conformando os seus pensamentos, palavras e acções com os sentimentos de Cristo Jesus e seguindo os seus exemplos» (CIC, 1694).







Celebração e Homilia: Alfredo Almeida Melo

Nota Exegética: Geraldo Morujão

Homilia Ferial: Nuno Romão

Sugestão Musical: Duarte Nuno Rocha


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