Santa Maria Mãe de Deus

D. M. da Paz

01 de Janeiro de 2022

 

Na Oitava do Natal do Senhor

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada:  O Povo de Deus te aclama – M. Carneiro, NRMS, 33-34

 

Sedúlio

Antífona de entrada: Salvé, Santa Mãe, que destes à luz o Rei do céu e da terra.

 

Ou

cf. Is 9, 2.6; Lc 1, 33

Hoje sobre nós resplandece uma luz: nasceu o Senhor. O seu nome será Admirável, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz. E o seu reino não terá fim.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Neste primeiro dia do ano somos muito agradecidos a Deus pelo ano que passou, por tantas graças recebidas. Estamos chamados a viver este dia fazendo nossos os sentimos da Virgem Maria que meditava no Seu coração e dava graças pelo amor de Deus por ela.

Santa Maria é Mãe de Deus porque é mãe de Cristo que, é verdadeiramente Deus e verdadeiramente Homem. É provável que este título dado a Nossa Senhora (Theotókos) tenha aparecido pela primeira vez na região de Alexandria do Egipto e foi definido dogmaticamente pela Igreja em 431 d.C, no concílio de Éfeso.

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que, pela virgindade fecunda de Maria Santíssima, destes aos homens a salvação eterna, fazei-nos sentir a intercessão daquela que nos trouxe o Autor da vida, Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: A bênção que Deus nos quer dar é para que nos disponhamos a acolher a paz que só Ele pode dar. A paz interior é em primeiro lugar um dom de Deus, mas também é uma resposta do Homem para dispormos na nossa vida tudo o que está ao nosso alcance para que Ele possa entrar na nossa vida com a Sua paz.

 

Números 6,22-27

22O Senhor disse a Moisés: 23«Fala a Aarão e aos seus filhos e diz-lhes: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo: 24‘O Senhor te abençoe e te proteja. 25O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. 26O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz’. 27Assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e Eu os abençoarei».

 

24-26 Esta é uma bênção própria da liturgia judaica, ainda hoje usada. É tripla e crescente: com três palavras a primeira; com 5 palavras a segunda e com 7 palavras a terceira (no original hebraico). A tríplice invocação do Senhor, faz-nos lembrar a bênção da Igreja, em nome das Três Pessoas da SS. Trindade.

Quando, ao começar o ano civil, nos saudamos desejando Ano Novo feliz, aqui temos as felicitações, isto é, as bênçãos que o Senhor – e a Igreja – nos endereça.

 

Salmo Responsorial     Sl 66 (67), 2-3.5.6 e 8 (R. 2a)

 

Monição: Neste ano que começa podemos rezar este salmo para agradecer a Deus os bons frutos do ano que passou e implorar a Sua bênção para que neste ano que começa, com as nossas boas obras de caridade, correspondamos ao amor de Deus.

 

Refrão:        Deus Se compadeça de nós

                     e nos dê a sua bênção.

 

Deus Se compadeça de nós e nos dê a sua bênção,

resplandeça sobre nós a luz do seu rosto.

Na terra se conhecerão os seus caminhos

e entre os povos a sua salvação.

 

Alegrem-se e exultem as nações,

porque julgais os povos com justiça

e governais as nações sobre a terra.

 

Os povos Vos louvem, ó Deus,

todos os povos Vos louvem.

Deus nos dê a sua bênção

e chegue o seu temor aos confins da terra.

 

Segunda Leitura

 

Monição: É da vontade de Deus que Jesus Cristo, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, tenha assumido a natureza humana, sendo verdadeiramente Deus e verdadeiramente Homem. Nossa Senhora é Mãe de Deus e foi-nos dada por mãe. Ela está constantemente atenta a nós, por isso peçamos-lhe a graça de sermos bons filhos de Deus na nossa amizade diária com Jesus.

 

Gálatas 4,4-7

Irmãos: 4Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, 5para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adoptivos. 6E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: «Abbá! Pai!». 7Assim, já não és escravo, mas filho. E, se és filho, também és herdeiro, por graça de Deus.

 

O texto escolhido para hoje corresponde à única vez que S. Paulo, em todas as suas cartas, menciona directamente a Virgem Maria. Não deixa de ser interessante a alusão à Mãe de Jesus, sem mencionar o pai, o que parece insinuar a maternidade virginal de Maria.

5 Segundo o pensamento paulino, Cristo, sofrendo e morrendo, satisfaz as exigências punitivas da Lei, que exigia a morte do pecador; assim «resgatou os que estavam sujeitos à Lei» e mereceu-nos vir a ser filhos adoptivos de Deus. O Natal é a festa do nascimento do Filho de Deus e também a da nossa filiação divina.

6 «Abbá». Porque somos realmente filhos de Deus, podemos dirigirmo-nos a Ele com a confiança de filhos pequenos e chamar-Lhe, à maneira das criancinhas: «Papá». «Abbá» é o diminutivo carinhoso com que ainda hoje, em Israel, os filhos chamam pelo pai (abbá). S. Paulo, escrevendo em grego e para destinatários que na maior parte não sabiam hebraico (daí o cuidado de traduzir a palavra), parece querer manter a mesma expressão carinhosa e familiar com que Jesus se dirigia ao Pai, a qual teria causado um grande impacto nos próprios discípulos, porque jamais um judeu se tinha atrevido a invocar a Deus desta maneira; esta é a razão pela qual a tradição não deixou perder esta tão significativa palavra original de Jesus.

 

Aclamação ao Evangelho          Hebr 1, 1-2

 

Monição: Os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém porque queriam muito encontrar-se com Aquele que era o Seu Salvador, Jesus Cristo. Ali depararam-se com um Deus menino e Nossa Senhora a acarinhá-lo. Hoje somos convidados a dirigir-nos apressadamente para Jesus, deixarmos alguma coisa da nossa vida que nos impede de caminhar para Ele e corrermos apressadamente para a fidelidade ao encontro com Deus menino e Sua e nossa Mãe que nos acarinha com a sua intercessão maternal.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Faria, NRMS, 87

 

Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais pelos Profetas.

Nestes dias, que são os últimos, Deus falou-nos por seu Filho.

 

 

Evangelho

 

São Lucas 2,16-21

Naquele tempo, 16os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém e encontraram Maria, José e o Menino deitado na manjedoura. 17Quando O viram, começaram a contar o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino. 18E todos os que ouviam admiravam-se do que os pastores diziam. 19Maria conservava todas estas palavras, meditando-as em seu coração. 20Os pastores regressaram, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes tinha sido anunciado. 21Quando se completaram os oito dias para o Menino ser circuncidado, deram-Lhe o nome de Jesus, indicado pelo Anjo, antes de ter sido concebido no seio materno.

 

Texto na maior parte coincidente com o do Evangelho da Missa da Aurora do dia de Natal (ver notas supra).

21 Repetidas vezes se insiste em que o nome de Jesus é um nome designado por Deus: o nome, etimologicamente, significa aquilo que Jesus é na realidade, «Yahwéh que salva».

 

Sugestões para a homilia

 

Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe

 

Neste primeiro dia do ano, Deus continua a centrar o nosso olhar na Sua encarnação, no entanto, hoje convida-nos a alegrar-nos de forma particular com a Maternidade de Nossa Senhora, pela qual Deus se fez Homem e entrou no mundo. Que bom começarmos assim o ano com esta solenidade porque nos ajuda a entrarmos logo desde o início na vida de Deus guiados por Maria e, ninguém melhor do que ela para nos conduzir ao Seu Filho.

Maria ensina-nos a sermos fiéis à vontade de Deus numa vida de intimidade com Ele na oração diária. Assim como ela meditava com espanto, alegria, confiança e paz no Seu coração o que Deus estava a santificar nela, e por meio dela noutros, também cada um de nós hoje pode chamar pela Mãe do Céu para que ela nos ensine a acolher na oração pessoal, com fé e confiança, as bençãos que Deus quer oferecer à nossa vida. Na primeira leitura Deus diz-nos que o que mais quer é trazer-nos a Vida eterna, a qual queremos esperar ansiosamente. Esta é a esperança que nos vem da Sua benção, o que acontece ao escolher Maria para ser Sua Mãe. A maternidade divina de Nossa Senhora é para nós fonte de esperança e não apenas numa esperança ilusória e passageira assente apenas em promessas humanas, mas em promessas divinas de salvação de cada um de nós. Deus assume a natureza humana em Maria e deste modo, pela vocação de ser Mãe de Deus, Ele torna-a caminho seguro da nossa salvação.

Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe - «Eis a tua mãe!» (Jo 19, 27) e o nosso caminho de fé está intimamente ligado a ela. Nossa Senhora é para nós fonte de esperança e de alegria verdadeira, por isso, podemos todos os dias confiar-lhe as nossas alegrias e tristezas, os nossos desejos e os nossos medos, as nossas dificuldades, o nosso desejo de que Ela gere em nós o Seu Filho. Coração dulcíssimo de Maria, prepara-nos um caminho seguro!

 

Maria conserva a Palavra de Deus no coração

 

Maria sempre gravou no seu coração aquele encontro com o Arcanjo São Gabriel, no qual ele, em nome de Deus lhe anunciava que ia ser Mãe de Deus. Como poderia ela esquecer-se? Este encontro decisivo para ela e para toda a humanidade, para nós hoje, foi sempre estando presente no seu coração porque a partir daí a Sua vida não foi a mesma, foi uma nova vida! Neste primeiro dia do ano, a Igreja faz questão de nos oferecer esta experiência interior da Mãe de Deus. Ela soube levar a cabo esta feliz e exigente vocação de entregar toda a Sua vida a Deus até ao fim precisamente porque manteve a Palavra de Deus no coração. Como é a minha relação com a Palavra de Deus, com a Sagrada Escritura? Ela é Palavra Viva que leio todos os dias um bocadinho e a converso no meu coração para deixar que Deus ilumine todos os recantos interiores e exteriores da minha vida e me indique propósitos concretos de mudança para me assemelhar mais a Ele?

 

Maria, Rainha da paz

 

Na primeira leitura vemos expresso o desejo de que Deus nos mostre o seu rosto e nos conceda a paz (cf. Nm 6, 26). Eis os votos que Deus nos traz hoje: Ele quer mais do que ninguém que vivamos em paz interior como filhos que se sentem seguros no colo da Mãe e, por isso somos chamados a ter um olhar sobrenatural, um olhar de fé sobre tudo o que acontece na nossa vida, desde a realidade mais incompreensível e dolorosa àquela que mais nos alegra, porque «sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados, de acordo com o seu desígnio» (Rm 8, 28). Desta forma também seremos fiéis ao chamamento que Deus nos faz de sermos construtores da paz, especialmente da paz nos corações dos nossos amigos mais próximos, propondo-lhes humildemente caminhos de conversão a Deus para alcançarem a paz que tanto anseiam. Quando nos confessamos ouvimos o sacerdote, que age na própria pessoa de Cristo Cabeça, a invocar o Deus Pai para que Ele nos «o perdão e a paz». A condição para ter paz é, por isso, querermos receber este grande dom que é o perdão e o amo de Deus e, se assim acontecer na nossa vida, sabemo-nos perto de Maria, Rainha da Paz. Invoquemo-la sempre e imediatamente quando sentirmos falta de paz interior, ela é verdadeiramente Mãe de Deus, nossa Mãe e Rainha da Paz. Confiamos hoje a Nossa Senhora os dias deste novo ano, o futuro da Igreja, da humanidade e do universo inteiro. Maria, Mãe de Deus, Rainha da Paz, olha por nós!

 

Fala o Santo Padre

 

«Hoje Nossa Senhora abençoa-nos a todos. Abençoa o caminho de cada homem e mulher neste ano que começa, e que será bom precisamente na medida em que cada um tiver acolhido a bondade de Deus que Jesus veio trazer ao mundo.»

Hoje, oitavo dia depois do Natal, celebramos a Santa Mãe de Deus. Como os pastores de Belém, permaneçamos com o olhar fixo nela e no Menino que tem ao colo. E deste modo, mostrando-nos Jesus, o Salvador do mundo, ela, a mãe, abençoa-nos. Hoje Nossa Senhora abençoa-nos a todos, a todos. Abençoa o caminho de cada homem e mulher neste ano que começa, e que será bom precisamente na medida em que cada um tiver acolhido a bondade de Deus que Jesus veio trazer ao mundo.

Com efeito, é a bênção de Deus que deve caracterizar todos os bons votos que são trocados nestes dias. E hoje a liturgia reconduz à antiquíssima bênção com a qual os sacerdotes israelitas abençoavam o povo. Ouçamos bem, recita assim: «O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te conceda a paz» (Nm 6, 24-26). Esta é uma bênção muito antiga.

Por três vezes o sacerdote repetia o nome de Deus, “Senhor”, estendendo as mãos em direção do povo reunido. Com efeito, na Bíblia o nome representa a própria realidade que é invocada, e assim, “dar o nome” do Senhor a uma pessoa, a uma família, a uma comunidade significa oferecer-lhe a força benéfica que brota d’Ele.

Nesta mesma fórmula, menciona-se duas vezes o “rosto”, o rosto do Senhor. O sacerdote reza para que Deus o “faça resplandecer” e o “dirija” para o seu povo, e assim lhe conceda a misericórdia e a paz.

Sabemos que segundo as Escrituras o rosto de Deus é inacessível ao homem: ninguém pode ver Deus e permanecer em vida. Isto expressa a transcendência de Deus, a grandeza infinita da sua glória. Mas a glória de Deus é totalmente Amor, e por conseguinte, mesmo permanecendo inacessível, como um Sol para o qual não se pode olhar, irradia a sua graça sobre cada criatura e, de modo especial, sobre os homens e mulheres, nos quais mais se reflete.

«Quando chegou a plenitude do tempo» (Gl 4, 4), Deus revelou-se no rosto de um homem, Jesus, «nascido de mulher». E aqui voltamos ao ícone da festa de hoje, do qual partimos: o ícone da Santa Mãe de Deus, que nos mostra o Filho, Jesus Cristo, Salvador do mundo. Ele é a Bênção para cada pessoa e para toda a família humana. Ele, Jesus, é fonte de graça, de misericórdia e de paz. […]

Gostaria que todos a saudássemos agora, dizendo três vezes: “Santa Mãe de Deus”. Juntos: “Santa Mãe de Deus”, “Santa Mãe de Deus”, “Santa Mãe de Deus”.

  Papa Francisco, Angelus, Praça São Pedro, 1 de janeiro de 2019

 

Oração Universal

 

Caríssimos fiéis:

No primeiro dia deste novo ano,

oremos a Deus Pai todo-poderoso,

para que, por intercessão da Virgem, dê a paz ao mundo,

e digamos (ou: e cantemos), confiadamente:

 

R. Ouvi-nos, Senhor.

Ou: Abençoai, Senhor, o vosso povo.

Ou: Senhor, dai-nos a vossa paz.

 

1. Para que o Senhor abençoe a santa Igreja

e a leve a meditar, como Maria,

nas palavras ouvidas dos pastores, oremos.

 

2. Para que o Senhor abençoe e ilumine

os responsáveis pela paz entre as nações

e lhes conceda grandes êxitos e progressos, oremos.

 

3. Para que o Senhor abençoe e fortaleça

os que vão trabalhar, durante este ano,

na defesa dos direitos dos mais pobres, oremos.

 

4. Para que o Senhor abençoe e dê coragem

aos doentes, prisioneiros e exilados

e aos que perderam alguém a quem amavam, oremos.

 

5. Para que o Senhor nos abençoe e nos proteja,

faça brilhar sobre nós a sua face

e nos envolva com o seu olhar de bondade, oremos.

 

(Outras intenções: grupos cristãos da comunidade paroquial; catequistas ...).

 

Pai santo, que chamais vossos filhos

àqueles que promovem a paz,

concedei-nos a graça de trabalhar incansavelmente

pela instauração da justiça,

que pode garantir aos homens a paz firme e verdadeira.

Por Cristo Senhor nosso.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Ave Maria, Mãe de Jesus – Az. Oliveira, NRMS, 75

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que dais origem a todos os bens e os levais à sua plenitude, nós Vos pedimos, nesta solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: assim como celebramos festivamente as primícias da vossa graça, tenhamos também a alegria de receber os seus frutos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

Prefácio de Nossa Senhora I [na maternidade] p. 486 [644-756]

 

No Cânone Romano diz-se o Communicantes (Em comunhão com toda a Igreja) próprio. Nas Orações Eucarísticas II e III faz-se também a comemoração própria do Natal.

 

Santo: C. Silva/A. Cartageno – COM, (pg 194)

 

Monição da Comunhão

 

Recebamos hoje Jesus com um fervor interior renovado. Que este ano seja maior no amor a Jesus Eucarístico, que o recebamos melhor, mais próximos da pureza, humildade e devoção com que Nossa Senhora O recebeu e a tornou Mãe de Deus.

 

Cântico da Comunhão: Jesus Cristo, ontem e hoje – A. Cartageno, CEC (I)

Hebr 13, 8

Antífona da comunhão: Jesus Cristo, ontem e hoje e por toda a eternidade.

 

Cântico de acção de graças: Magnificat – Terreiro Nascimento, CT

 

Oração depois da comunhão: Recebemos com alegria os vossos sacramentos nesta solenidade em que proclamamos a Virgem Santa Maria, Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja: fazei que esta comunhão nos ajude a crescer para a vida eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Na Missa celebrada em latim o sacerdote termina por exortar os presentes dizendo «Ite Missa est», o que significa «Ide em Missão». Neste primeiro dia do ano também somos enviados em missão para anunciar a verdadeira Paz, que é Jesus Cristo nas nossas vidas, pelo caminho seguro de Maria, rezando por todos a quem somos enviados entregando-os na protecção maternal de Maria.

 

Cântico final:  Gloriosa Mãe de Deus – M. Carneiro, NRMS, 33-34|

 

Celebração e Homilia:       Tomás de A. E. Castel-Branco

Nota Exegética:                Geraldo Morujão

Sugestão Musical:            José Carlos Azevedo

 


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