aCONTECIMENTOS eclesiais

DO PAÍS

 

 

PORTUGAL: 

Antigos Alunos dos Seminários proclamam São Francisco Marto como padroeiro

 

A assembleia geral da União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses (UASP) proclamou São Francisco Marto como seu padroeiro, na sua sessão ordinária de outono.

“Para que, por sua intercessão, cumpra a sua missão, enriquecendo a vida das associadas e seus membros, pois reconhece na sua experiência espiritual um forte estímulo para o crescimento na fé, no amor e na esperança”, informa a UASP.

Sobre a proclamação de São Francisco Marto como seu padroeiro, a União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses assinala que nesse ano (2019) se estava a viver o centenário da morte do pastorinho vidente.

A associação contextualiza também que já passaram 10 anos do seu congresso que foi patrocinado pelo Santuário de Fátima no contexto das celebrações do centenário do nascimento do pastorinho vidente Francisco Marto.

A UASP promoveu o retiro ‘Contemplar com S. Francisco Marto’, entre sexta-feira, dia 22 de novembro de 2019, e o domingo, 24, orientado por monsenhor Luciano Guerra, antigo reitor do Santuário de Fátima, no Centro de Espiritualidade Francisco e Jacinta Marto.

A União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses é uma pessoa jurídica canónica privada que foi fundada em 17 de setembro de 2011 e ereta pela Conferência Episcopal Portuguesa a 23 de outubro de 2012.

 

FÁTIMA:

Conferência Episcopal propõe declaração

de S. Bartolomeu dos Mártires e São Martinho de Dume como doutores

 

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou em 14 de novembro do ano findo que vai propor a declaração como doutores da Igreja de São Bartolomeu dos Mártires e São Martinho de Dume, bispos de Braga nos séculos XVI e VI, respetivamente.

“A Assembleia aprovou a proposta para que se inicie o processo das causas de declaração de São Bartolomeu dos Mártires e São Martinho de Dume como Doutores”, refere o documento conclusivo da reunião magna dos bispos católicos, que decorreu em Fátima.

D. Manuel Clemente explicou que a proposta tinha de passar pela conferência episcopal, falando em “belíssimos autores cristãos”.

“Temos muito a aprender com eles”, declarou aos jornalistas, no final da Assembleia Plenária, em conferência de imprensa.

Um ‘doutor’ é alguém reconhecido pela Igreja Católica como exemplo de “santidade de vida, ortodoxia doutrinal e ciência sagrada”; o título foi atribuído a Santo António de Lisboa pelo Papa Pio XII, em 1946.

São Bartolomeu dos Mártires, novo santo português, pode vir a ser declarado doutor da Igreja devido aos seus escritos com “profundidade doutrinal”.

“Pelos seus escritos que foram estudados merecem que seja declarado doutor da igreja. Da minha parte irei fazer tudo para que possa acontecer efetivamente os seus escritos não são ocasionais nem de circunstâncias, são escritos com uma profundidade doutrinal e não apenas doutrinal mas com uma atualidade impressionante, escritos para ontem mas também para hoje e para sempre”, disse D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, em declarações à Agência Ecclesia.

Também o bispo de Viana do Castelo aponta a atualidade da mensagem do arcebispo português.

“Teve sempre a preocupação de ter uma linguagem aberta às necessidades do povo em concreto, agora que ele deixou uma obra que, a nosso ver merece ser declarado doutor da igreja, isso não tenho dúvidas”, refere D. Anacleto Oliveira.

São Martinho de Dume nasceu no princípio do século VI; veio para a Galiza cerca do ano 550, onde converteu os suevos à fé católica, fixando-se em Dume; em 569 passou a ser bispo metropolita de Braga, de que é hoje padroeiro principal.

O santo que viveu no atual território português destacou-se pela sua luta em favor da erradicação de práticas pagãs, nas comunidades católicas; entre as suas obras, salienta-se o “De correctione rusticorum”, que denuncia as superstições do paganismo.

 

VIANA DO CASTELO:

Acolhimento é o tema do Encontro de Pastoral Litúrgica

 

A Diocese de Viana do Castelo promoveu o Encontro de Pastoral Litúrgica, em Darque (Centro Paulo VI), sobre o tema “Liturgia: Acolhidos para Acolher”.

«Acolhimento de novos elementos nos diversos Ministérios»; «O Acolhimento na perspetiva do Papa Francisco, e o papel de Maria da sua estruturação» e «O Acolhimento, à imagem de Maria, no Sacramento da Eucaristia», são alguns dos temas propostos aos participantes.

A jornada, presidida por D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, teve palestras também formativas para acólitos, músicos, catequistas, escuteiros, ministros extraordinários da comunhão, sacerdotes e leitores.

Monsenhor Luciano Guerra (Diocese de Leiria – Fátima), Aura Miguel (jornalista da Renascença), padre Amaro Gonçalo (Diocese do Porto) e vários oradores da Diocese de Viana do Castelo estiveram presentes neste encontro, que terminou com a Eucaristia presidida por D. Anacleto Oliveira, onde foram nomeados novos ministros extraordinários da comunhão.

 

PORTO:

Serviço nacional de Acólitos promoveu formação de formadores

em Ermesinde

 

O Serviço Nacional de Acólitos (SNA) promoveu o seu Encontro de Formação de Formadores, de 7 a 9 de fevereiro, no Seminário do Bom Pastor – Casa da Juventude da Diocese do Porto, em Ermesinde.

O SNA informa que o encontro de formação teve como tema ‘Jovem, Eu te digo: levanta-te! (Lc 7,14): Juventude – Testemunho – Serviço’.

Os membros da direção do Serviço Nacional de Acólitos foram oradores/formadores no evento e no tema ‘Ser santo hoje: Ele vive!’ apresentaram “alguns testemunhos de santidade na juventude”.

‘O serviço na comunidade: desafios aos acólitos’ foi o tema desenvolvido pelo diretor do Secretariado Diocesano de Liturgia do Porto, o cónego João da Silva Peixoto, que é pároco de São Lourenço de Ermesinde e pelo diretor do Secretariado Diocesano de Liturgia do Porto.

O tema ‘«Jovem, Eu te digo: levanta-te!» (Lc 7,14) – Palavra e Vida’ foi desenvolvido pelo professor na Faculdade de Teologia da UCP Porto, José Carlos Silva Carvalho biblista e exegeta, especialista em Novo Testamento.

A professora universitária e educadora Maria Helena da Silva Gil da Costa, especialista em sociologia da religião, falou sobre as ‘muitas juventudes: Desafios, feridas e procuras’.

Do programa constava também uma visita à Igreja Catedral e ao Paço Episcopal da Diocese do Porto e depois os participantes estiveram com o bispo diocesano D. Manuel Linda num encontro de oração.

O Serviço Nacional de Acólitos é um departamento do Secretariado Nacional de Liturgia, destinado a promover e apoiar o exercício do ministério dos Acólitos, segundo as orientações da Igreja.

 

VILA REAL:

Bispo presidiu ao primeiro Conselho de Presbíteros

que refletiu sobre o «futuro do edifício do seminário»

 

O bispo de Vila Real presidiu ao Conselho de Presbíteros que refletiu sobre “o futuro do edifício do seminário”, a celebração do centenário da diocese, em 2022, e “perspetivas pastorais” da canonização de São Bartolomeu dos Mártires.

Na informação enviada à Agência Ecclesia, D. António Augusto afirmou que o futuro do edifício do seminário “é uma questão da maior importância para a diocese” e, num “tema tão delicado”, propôs aos sacerdotes “serenidade, comunhão e realismo”.

“Peço que nos fundamentemos no concreto da situação presente, na crueza dos números, e não iludamos com fantasias ou sentimentalismos”, disse o bispo.

“Reconheço que é necessário enfrentar esta questão e tomar decisões. Desde logo porque há propostas que carecem de uma resposta dentro de prazos razoáveis, mas julgo que mesmo que não existissem, a diocese precisaria de debater e resolver esta questão”, explicou na reunião Casa do Clero.

A Diocese de Vila Real vai celebrar o seu centenário, em 2022, e no Conselho de Presbíteros foram apresentadas algumas propostas para a sua comemoração descentralizada, como a realização de um sínodo, a criação de um hino, um logotipo, e peregrinações dos vários lugares da diocese à Sé, e foi criada uma comissão para ajudar o vigário da Pastoral, o padre Manuel Queirós, a preparar o programa comemorativo.

O terceiro ponto de reflexão pedido a este conselho foram “perspetivas pastorais” no contexto da canonização de São Bartolomeu dos Mártires (1514-1590) celebrada a 10 de novembro; O frade Dominicano foi arcebispo de Braga quando compreendia os territórios das atuais Dioceses de Viana do Castelo, Vila Real e Bragança-Miranda.

“S. Bartolomeu percorreu longos e difíceis territórios para estar junto do clero e das comunidades, desejamos que as visitas pastorais, a começar em janeiro no arciprestado do Centro I, sejam momentos de presença do bispo junto das comunidades e oportunidades de encontro, de festa e revitalização das paróquias”, disse D. António Augusto.

A missão requer hoje um estilo sinodal. Um estilo proposto a todos, clero e leigos, que se distingue pela capacidade de escutar e pela coragem de falar com verdade; um estilo que brota da consciência que ninguém trabalha sozinho ou por conta própria, antes se empenha em promover a comunhão, a partilha e a entreajuda”.

O conselho realçou a importância de “valorizar o culto” do santo português, celebrar a sua festa no dia 18 de julho, e a necessidade de “dar a conhecer melhor a sua vida de santidade”, pelo “ainda muito desconhecimento por parte do povo Deus da diocese”.

Sobre o Conselho Presbiteral, D. António Augusto assinalou que era a primeira sessão de um dos “órgãos mais importantes da vida de uma diocese”, que, pela sua natureza, “exprime e exercita a comunhão e a corresponsabilidade entre o bispo e o presbitério” e conta com a contribuição de cada um para que o conselho “realize plenamente a missão que lhe compete”; E adiantou que o Conselho Diocesano de Pastoral, o Colégio de Consultores e o Conselho Económico também vão iniciar atividade “em breve”.

 

ÉVORA:

D. Francisco Senra Coelho visita presos e refugiados na diocese

 

Na véspera de Natal, dia 24 deste mês, o Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, visitou dois grupos fragilizados da sociedade: presos e refugiados.

A visita ao Estabelecimento Prisional de Elvas, foi às 10h00, com celebração da Eucaristia, de tarde, às 16h00, D. Francisco Senra Coelho visitou o Centro de Acolhimento de Refugiados, em Évora, projeto do Serviço Jesuíta aos Refugiados.

O arcebispo de Évora pediu também que se celebrasse o Natal “como mistério e proposta de encontro”, numa sociedade “marcada por tantos desencontros”, de consumo e individualista, para que se leve Jesus “aos mais desprotegidos e abandonados”.

“Nesta sociedade marcada por tantos desencontros, celebremos o Natal como mistério e proposta de encontro. Em Jesus, nascido em Belém, encontramos Deus feito Homem e n’Ele nos encontramos com todos os Humanos”, escreveu D. Francisco Senra Coelho na mensagem para o Natal 2019.

No documento enviado à Agência Ecclesia, o Arcebispo de Évora afirma que o ruído “da sociedade de consumo” atual “confunde os autênticos valores do Natal”, com propostas meramente fúteis e banais, por isso, os cristãos são chamados a “mostrar a beleza autêntica do Natal, a sua mensagem e os seus desafios”.

“O mistério do Natal é, pois, um convite de abertura total a Deus e à humanidade. É esta abertura que configura a nossa libertação e a nossa felicidade”, assinala.

 “Façamos do Natal um acontecimento gerador de paz, pois na manjedoura nasceu a paz duradoura. É essa paz que somos chamados a semear na nossa vida e na humanidade”, acrescenta, realçando que “não foi para o mundo ficar igual que Deus se fez Natal”.

Nesta mensagem, D. Francisco Senra Coelho convidava a levar Jesus “aos mais desprotegidos e abandonados”, como discípulos e missionários do Natal, que se encontrem com Cristo e saibam ver em quem sofre.

“Que a nossa criatividade pessoal e a criatividade das nossas comunidades cristãs vençam a rotina ou a inércia e percorram caminhos novos de encontros humanizadores. Natal é tempo propício e favorável a gestos comprometidos com a esperança e empreendedores de humanidade”, desenvolve.

 

SETÚBAL:

Bispo apela à mobilização da diocese

para acolhimento de peregrinos na JMJ 2022

 

O bispo de Setúbal convidou a diocese a preparar a vivência da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2022, que vai decorrer em Lisboa, apontando ao acolhimento de peregrinos dos vários continentes.

“É juntos que acolhemos aqueles que aqui vão chegar de todo o mundo”, refere D. José Ornelas, num vídeo divulgado através do YouTube.

O Departamento da Juventude da Diocese de Setúbal lançou a proposta ‘GetReady’ para a vivência de um caminho de preparação espiritual rumo à JMJ 2022.

“Prepara-te diocese, prepara-te jovem, prepara-te animador para este grande evento. Não é simplesmente uma questão de trazer muita gente para cá e fazermos uma festa que passa rapidamente”, aponta o bispo sadino.

D. José Ornelas convida a preparar “este acontecimento de universalidade da Igreja”, particularmente “dos jovens que passam por cima de todas as fronteiras” para encontrar-se, “em nome de Jesus”.

A proposta dirige-se em especial aos animadores de jovens e delegados dos conselhos paroquiais da Juventude

“Que possamos todos deixar que o Evangelho e a mensagem destas Jornadas nos toquem”, indica o bispo de Setúbal.

O itinerário está a ser construído em sintonia com as orientações resultantes do Sínodo dos Bispos sobre os “Jovens, a fé e o discernimento vocacional”, e com base no tema da JMJ 2022: “Maria levantou-se e partiu apressadamente”.

As JMJ nasceram por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível local (diocesano) no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos, numa grande cidade.

As edições internacionais destas jornadas promovidas pela Igreja Católica são um acontecimento religioso e cultural que reúne centenas de milhares de jovens de todo o mundo, durante cerca de uma semana.

 

PORTALEGRE-CASTELO BRANCO:

Diocese desafiou jovens à reflexão vocacional da «vida

com mais seriedade»

 

 O Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil de Portalegre-Castelo Branco promoveu o encontro de jovens ‘Para quem sou eu?’, no âmbito da Semana dos Seminários, com o objetivo de fazer “uma proposta vocacional alargada”.

“Há cerca de quatro anos que venho a este dia aberto e sempre gostei bastante; Esta atividade é bastante boa para sabermos o que é a vida de um seminarista”, disse a jovem Mariana Sardinha em declarações à Agência Ecclesia.

A jovem de Portalegre, que está no primeiro ano do Curso de Economia, na Universidade Católica Portuguesa, revela que ainda não pensou muito no futuro vocacional mas a vida consagrada “é uma hipótese”.

Já o escuteiro António, do Agrupamento 142 de Portalegre, do Corpo Nacional de Escutas, adianta que no seu caso o futuro “não se enquadra” numa vocação consagrada mas estas atividades “dão sempre um pouco que pensar sobre a vida católica”.

“Queremos desmistificar o que é um seminário, mas não queremos que sejam todos seminaristas ou padres”, afirmou a irmã Maria Fernanda Luz, diretora do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil de Portalegre-Castelo Branco.

O encontro foi promovido no âmbito da Semana de Oração pelos Seminários e a religiosa da congregação Filha de Maria Auxiliadora assinalou que querem que os jovens “se habituem a escutar”.

“A escutar-se a si mesmos, a escutar o Senhor para depois poderem decidir”, explicou a diretora do Secretariado Diocesano da Pastoral Juventude e Vocações de Portalegre-Castelo Branco.

O encontro de jovens teve como tema a pergunta ‘Para quem sou eu?’, do Papa Francisco na exortação apostólica pós-sinodal ‘Cristo Vive’.

“A dimensão é que acolham e se acolham como pessoas que têm uma missão e são uma missão”, desenvolveu a irmã Maria Fernanda Luz.

Neste contexto, foi proposto aos mais novos “encontrar” a resposta à questão ‘Para quem sou eu?’ “através de jogos” e aos mais velhos foram apresentados momentos “de reflexão, trabalho de grupo, partilha” e “confronto com os seminaristas”.

 “O maior testemunho que posso dar é ter confiança e não desistir. Se realmente na sua vida sentem este apelo da parte de Deus sigam e não tenham medo de arriscar, de dar toda a sua vida, se for essa a vontade de Deus”, disse o seminarista Gonçalo Gomes, a partir da sua experiência vocacional.

O seminarista, de Escalos de Baixo, que entrou no ano propedêutico e está no Seminário de São José, comenta que, às vezes, os jovens andam “tão atarefados com outras coisas” que não dão “espaço para que Deus atue”, coisas que “os afastam” de procurar “o sentido de Deus para a sua vida”, seja a vida matrimonial, de leigo, de padre ou de consagrado.

“O desafio a cada dia é muito de procurar qual é a vontade de Deus e tentar fazer que a nossa vontade seja também essa vontade, muito na perspetiva de procurar a felicidade”; acrescentou Diogo Fernandes, que está no segundo ano, no Seminário dos Olivais, em Lisboa.

Neste contexto, explica estar no seminário “é muito procurar a vontade de Deus que é no fundo procurar a felicidade”.

‘Jovens, que Igreja?! Dar voz aos jovens e ouvi-los’ é o tema da Diocese de Portalegre-Castelo Branco para os próximos três anos, até à Jornada Mundial da Juventude de 2022, em Lisboa.

 

SANTARÉM:

Colaboradora do Papa participa no Encontro Nacional de Leigos

 

Linda Ghisoni foi uma das oradoras da «Praça Central», no Encontro Nacional de Leigos

A Conferência Nacional do Apostolado de Leigos (CNAL) convidou a jurista Linda Ghisoni, colaboradora do Papa Francisco, para participar no encontro que promove este sábado, em Santarém.

Linda Ghisoni apresentou o tema ‘Prometo que hei de viver a vida em pleno e até ao fim’: Os desafios à vida e à santidade hoje’, que dá mote ao 5.º Encontro Nacional de Leigos.

A jurista, nomeada pelo Papa Francisco para a subsecretária do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida da Santa Sé em novembro 2017, encerrou os trabalhos da manhã de sábado, no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas – CNEMA, em Santarém.

Linda Ghisoni é doutorada em Direito Canónico, Filosofia e Teologia; em 2019, participou na Convenção para a Proteção de Menores, no Vaticano, que foi convocada pelo Papa; em abril de 2018, foi escolhida para consultora da Congregação para a Doutrina a Fé.

O tema “’Prometo que hei de viver a vida em pleno e até ao fim’: os desafios à vida e à santidade hoje”, é inspirado em Etty Hillesum, jovem judia holandesa que morreu em Auschwitz em 1943, e na exortação apostólica do Papa Francisco dedicada à santidade, ‘Gaudete et Exsultate’ (Alegrai-vos e Exultai).

O bispo de Santarém, D. José Traquina, presidiu à Missa vespertina da Solenidade de Cristo Rei, às 18h45; e a ‘Praça Central’ terminou com o concerto de Joana Espadinha, às 21h30, no Teatro Sá Bandeira.

A Conferência Nacional do Apostolado de Leigos que reúne organismos, associações e movimentos de leigos de todo o país, promoveu este encontro que já se realizou nas Dioceses de Coimbra, Porto, Évora e Viseu.

 

PORTO:

Aos 50 anos, Voz Portucalense

apresenta uma «prometedora performance»

 

O jornal diocesano “Voz Portucalense”, a celebrar 50 anos de existência e disponível em formato digital, apresentou uma “prometedora performance” com mais de 207 mil visitas, em 2019.

“Segundo o número acumulado de 2019 os visitantes de Voz Portucalense foram mais de 120 mil, ultrapassando as 207 mil visitas”, revela o site do jornal diocesano.

Em 2020 foram vistas “mais de 21 mil páginas”.

“Este novo sítio de comunicação diocesana foi o meio escolhido para acompanhar as mudanças implantadas na produção de conteúdos e na renovação estética e gráfica do jornal iniciadas em setembro de 2017. Uma reestruturação que deu início ao trabalho conjunto entre a redação do jornal e o gabinete de comunicação da diocese”, pode ler-se

O novo formato digital apresenta notícias da diocese, do Vaticano, sobre a vida da Igreja, cultura, sociedade e liturgia, bem como tem espaço para a opinião, e conta com atualização diária, a conferir no site, e ainda presente nas redes sociais Twitter e Facebook.

 

CNE:

Escuteiros lançam projeto de limpeza de zonas costeiras e fluviais

 

O Corpo Nacional de Escutas (CNE) promoveu, desde a segunda semana de novembro até ao dia 24 do mesmo mês, um projeto de limpeza de zonas costeiras e fluviais, em parceria com o Oceanário de Lisboa.

A Secretaria Nacional para o Ambiente e Sustentabilidade do movimento informa, em comunicado, que esta é “uma ação ambiciosa, alargada a todo o país, de forma a demonstrar que estamos prontos a agir por um mundo melhor, e simultaneamente assinalar os 41 anos que passaram desde a primeira ação de limpeza de praias dinamizada pelo CNE”.

Além da operação de limpeza, decorreu também uma formação para dirigentes das III e IV Secções e Caminheiros/Companheiros, denominada “Missão MAR”, no Oceanário de Lisboa, a 24 de novembro de 2019.

De acordo com José Rodrigues, Secretário Nacional para o Ambiente e Sustentabilidade, promotor desta ação, o objetivo é “impulsionar uma onda de mudança de comportamentos e agir localmente”, num “exercício importante de cidadania, numa área que precisa de mudanças sérias e de fundo, promovidas pelos jovens”.

Vários agrupamentos do país dedicaram-se também a campanhas de reflorestação, sobre tudo nas áreas mais devastadas pelos incêndios.

 

COIMBRA:

«Hoje é preciso que a formação passe pelo sacrário,

pelo computador e pela mesa», diz reitor do seminário

 O bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, presidir a uma vigília de oração da Semana dos Seminários, no seminário diocesano.

O reitor do Seminário Maior de Coimbra explica que se trata de “um tempo de ação de graça” e, sobretudo, “de súplica confiante”.

O padre Nuno Santos explicou que nesta semana especial dos Seminários, rezam pelos seminaristas, pelos seus educadores, pelos seus formadores e por todos os que trabalham nos seminários.

Neste âmbito, destacou que rezam “especialmente” pelos oito seminaristas da Diocese de Coimbra: João Miguel (1.º ano), Rúben Cunha (1.º ano), David Silva (2.º ano), Carlos Gregório (2.º ano), João Mota (2.º ano), Vitor Pauseiro (4.º ano), o António José, que está a concluir algumas cadeiras e a iniciar a tese de mestrado e o Ricardo Ribeiro que está a concluir a tese de mestrado.

No início do novo ano letivo 2019/2020, o pré-seminário desta diocese fez um vídeo vocacional para “convocar, provocar e desafiar à possibilidade de ser padre”, intitulado ‘Atreve-te’ e que divulgou na internet/redes sociais.

“Hoje é preciso que a formação passe pelo sacrário, pelo computador e pela mesa; pela internet, pelos temas emergentes e pela atenção aos mais frágeis; pela humildade, pelo serviço e pela alegria da entrega”, assinalou o reitor do seminário.

O padre Nuno Santos, responsável do Seminário Maior da Sagrada Família de Coimbra explica que, cada vez mais, estas casas de formação terão que encontrar respostas que “não sejam massificadas ou uniformizadas, mas adaptadas a vivências e a idades diferentes”, com processos de discernimento “diversificados, profundos e exigentes”.

O Seminário de Coimbra com mais de 250 anos é uma das “mais impressionantes presenças da arte italiana” do século XVIII em Portugal, junto ao jardim botânico, a primeira pedra foi lançada a 16 de julho de 1748, abriu oficialmente em 1758, e as obras foram concluídas a 28 de outubro de 1765.

‘Cristo não pensa apenas naquilo que tu és mas naquilo que poderás chegar a ser’, inspirado na Exortação Apostólica Pós-Sinodal do Papa Francisco ‘Christus Vivit’ (Cristo Vive), foi o lema da Semana de Oração pelos Seminários 2019, e foram publicados vários subsídios para esta vivência.

 

BRAGANÇA-MIRANDA:

Diocese inicia ano pastoral dedicado à Eucaristia

 

A Diocese de Bragança-Miranda assinalou a abertura do ano pastoral 2019/2020, com a presença do seu bispo, D. José Cordeiro, no Centro Cultural de Vila Flor.

Neste ano (2019/20), a diocese vai centrar-se na temática “Eu sou a ressurreição e a vida… Acreditas nisto?” do Evangelho de São João.

“A Eucaristia, dom da caridade e mistério de vida eterna, encontra aqui a sua íntima interligação, ou seja, o mandato litúrgico, o mandato missionário e o mandato da caridade completam-se harmonicamente. Palavra e Eucaristia impelem à missão e à caridade. A relação celebração-evangelização-vida é dinâmica e conciliatória”, afirmou o bispo diocesano.

D. José Cordeiro na sua nota de abertura do ano pastoral referiu que esta terceira e última etapa do projecto pastoral trienal, “Por Cristo, com Cristo e em Cristo”, é dedicada à Eucaristia com vista ao aprofundamento da comunhão e caridade.

“É verdade que a Igreja faz a Eucaristia e a Eucaristia faz a Igreja. Celebrar a Eucaristia é, com efeito, reconhecer a centralidade do Senhor quando parte e reparte o pão e para juntos fazermos o mesmo”, referiu.

Colocando a eucaristia como tema central da vida cristã, D. José Cordeiro desafiou os diocesanos a prolongá-la na vida e na adoração eucarística.

“Porque não promover em cada domingo a adoração eucarística comunitária nas nossas comunidades eclesiais? Porque não criar um lausperene eucarístico diocesano com todas as Paróquias e comunidades nas Unidades Pastorais?”, questionou o prelado.

O bispo de Bragança-Miranda deixou ainda uma palavra aos santuários para que ajudem os peregrinos no “encontro profundo com Cristo” e que cuidem da celebração da eucaristia.

“Sendo a celebração eucarística o suporte da múltipla ação dos santuários (catequese, culto, caridade e cultura), será frutuoso: levar os peregrinos – partindo da peculiar devoção do santuário – a um profundo encontro com Cristo; cuidar da celebração exemplar da Eucaristia; encorajar e cuidar a prática do sacramento da Penitência, assegurando, segundo as possibilidades, a disponibilidade de confessores em horários úteis para as pessoas”, pediu.

Na sua intervenção D. José Cordeiro fez ainda referência à exortação do Papa Francisco em ordem à Jornada Mundial da Juventude de 2022, a realizar-se em Lisboa, ao 52º Congresso Eucarístico Internacional em Budapeste, a decorrer em setembro de 2020, e deixou 18 propostas pastorais práticas para a celebração da Eucaristia. 

 

BEJA:

Diocese inicia programa espiritual e comemorativo

para os 250 anos da sua restauração

 

A Diocese de Beja vai assinalar a partir de 1 de dezembro do ano findo os 250 anos da sua restauração com programa de celebrações, de cunho pastoral.

“Quisemos que as comunidades vivessem espiritualmente este acontecimento, procuramos que cada paróquia assumisse em três dias do ano, à escolha, um momento de oração pela diocese, pelo bispo, e pela própria comunidade local”, exemplificou o cónego Domingos Pereira, vigário episcopal para a Pastoral.

«Somos Igreja Celebrante» é o lema pastoral mobilizador para as comunidades do Baixo Alentejo

Em entrevista à Agência Ecclesia, o sacerdote de Beja afirmou que quiseram “acordar as comunidades cristãs” para os 250 da restauração da diocese, que vão assinalar em 2020, e um dos sinais exteriores é um painel com o ícone de Cristo, um desenho do bispo diocesano D. João Marcos, que vai estar na fachada da igreja para informar sobre “o que está a acontecer”.

O vigário episcopal para a Pastoral da Diocese de Beja refere também que vão ter uma exposição, a partir de março do próximo ano, com os quatro períodos desta Igreja local, desde o seu início: “531 é a primeira nota que temos com o bispo que inaugura a época visigótica dos bispos de Beja, o povo canonizou-o como santo Apríngio”.

Atualmente, a Diocese de Beja, a segunda maior de Portugal em território, tem 119 paróquias, e pouco clero, “50 padres disponíveis para o trabalho pastoral”, 13 diáconos permanentes, contabiliza o cónego Domingos Pereira dando como exemplo que no Concelho de Mértola “há uma paróquia que dista de outra 72 quilómetros”.

Existe também uma aposta nos leigos que vão a muitos locais onde “o padre só pode ir de 15 em 15 dias, ou de mês a mês, para a celebração da Palavra”.

O regadio proporcionado pelo Alqueva alterou a paisagem alentejana: “hoje, são quilómetros e quilómetros de oliveiras, amendoeiras, pomares, produtos hortícolas” e existem também “muitos migrantes das mais diversas partes”.

Neste contexto, adianta que com a celebração dos 250 anos da restauração desta diocese pretendem “ir acordando as comunidades para esta novidade” de existir “outra gente no interior das comunidades” e “se são ou não capazes de dialogar”.

 

ÉVORA:

Arcebispo de Évora manifesta «total apoio» às Monjas de Belém

 

O arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, manifestou o seu “total apoio” à Família Monástica de Belém da Assunção da Virgem e de São Bruno, conhecida como “Monjas de Belém”.

“A presença da Família Monástica de Belém, da Assunção da Virgem e de São Bruno, no Mosteiro de Nossa Senhora do Rosário, na Arquidiocese de Évora, cumpre todos os requisitos legais e canónicos”, lê-se no comunicado enviado hoje à Agência Ecclesia.

Segundo o documento, a comunidade do Mosteiro de Nossa Senhora do Rosário, situado no Couço, é acompanhada com a assistência religiosa de um padre da Arquidiocese de Évora e tem “o total apoio e proximidade” do arcebispo.

A posição é assumida após uma reportagem transmitida pela RTP, com acusações do pai de uma jovem que fez uma experiência vocacional naquela ordem religiosa.

“Como em todas as comunidades humanas e religiosas, nem todas as experiências vocacionais correm pelo melhor. Contudo, a Arquidiocese de Évora reza por todas as experiências quer sejam positivas quer sejam negativas”, indica o comunicado.

Segundo a nota, D. Francisco Senra Coelho deslocou-se ao Mosteiro no dia 19 de janeiro, onde deu “uma entrevista de cerca de hora e meia na qual respondeu a todas as perguntas colocadas pelo jornalista” e facultou todos os documentos oficiais em sua posse.

 

BRAGA:

Igrejas Cristãs encontraram-se em oração ecuménica

 

As Igrejas Cristãs em Braga – Católica, Metodista, Lusitana – dinamizaram uma celebração ecuménica pela Semana Anual de Oração pela Unidade dos Cristãos.

“Aqui nos reunimos para orar pela unidade entre cristãos e pela reconciliação no mundo. […] Acreditamos no poder da oração. Juntos, com os cristãos do mundo inteiro, oferecemos as nossas preces enquanto buscamos superar a separação”, disse D. Sifredo Teixeira, bispo da Igreja Metodista que acolheu este encontro, informou a Arquidiocese de Braga.

A reflexão proposta para as igrejas cristãs foi preparada pelas comunidades do arquipélago maltês, a partir do relato bíblico do naufrágio de São Paulo (século I), que o levou até à ilha de Malta, onde, segundo o livro dos Atos dos Apóstolos, foi tratado com “invulgar humanidade”.

“Houve um tempo em que os cristãos viveram uns contra os outros e depois houve um tempo em que caminhavam lado a lado. Hoje importa caminharmos juntos, sempre em fidelidade às nossas Igrejas. Temos que dar um passo em frente e agir, procurar ações concretas”, referiu o bispo-auxiliar de Braga, em representação do arcebispo D. Jorge Ortiga.

D. Nuno Almeida assinalou que a Igreja Católica estava a celebrar o centenário do nascimento da fundadora do Movimento dos Focolares, Chiara Lubich, uma “profetiza da unidade”.

“Vivemos num mundo de indiferença religiosa e humana. As diversas confissões terão de promover uma verdadeira cultura do encontro. Como diz o texto, Paulo e os amigos foram tratados com invulgar humanidade. É precisamente disso que precisamos e é chegada a hora de iniciativas concretas, não só no que diz respeito ao acolhimento dos refugiados”, desenvolveu.

Na celebração as diferentes Igrejas apresentaram oito remos, cada um significou uma prece, associada a diferentes palavras: Reconciliação, Iluminação, Esperança, Confiança, Fortalecimento, Hospitalidade, Conversão e Benevolência.

O bispo da Igreja Lusitana, D. Jorge Pina Cabral, afirmou que tinham de ser “palavras de alegria e esperança” e pediu aos presentes para terem em atenção a imagem da barca no texto bíblico.

“Naquela barca e naqueles 276 homens está a imagem da humanidade que somos, também numa barca frágil que é a nossa casa comum, a Terra, assolada por questões transversais a todos, independentemente da sua raça, cultura, ou religião”, salientou, explicando referir-se a questões como o clima, guerras e sistema capitalista corrompido que enfrentamos, como se tem visto pelas últimas notícias”, afirmou

“O movimento ecuménico é para o mundo, que precisa da unidade dos cristãos. Temos de dar sinais de alento e esperança, como o Apóstolo Paulo fez”, observou D. Jorge Pina Cabral.

No seu sítio online, a Arquidiocese de Braga destaca também a presença dos pastores metodistas Emanuel de Carvalho e Eunice Alves, e do sacerdote católico Paulo Terroso, na celebração ecuménica realizada esta quarta-feira.

As principais divisões entre as Igrejas cristãs ocorreram no século V, depois dos Concílios de Éfeso e de Calcedónia (Igreja copta, do Egito, entre outras); no século XI com a cisão entre o Ocidente e o Oriente (Igrejas Ortodoxas); no século XVI, com a Reforma Protestante e, posteriormente, a separação da Igreja de Inglaterra (Anglicana).

 

AVEIRO:

Seminário inaugurou Biblioteca «D. António Francisco dos Santos»,

com portas abertas para a cidade

 

A Diocese de Aveiro inaugurou a biblioteca D. António Francisco dos Santos, no seminário local, um espaço de portas abertas para a cidade que homenageia o “trabalho apostólico” do antigo bispo, falecido em 2017.

“Representa o carinho da nossa parte pelo seu episcopado e pela sua forma de ser pastor na diocese, onde é querido e recordado”, disse D. António Moiteiro, bispo de Aveiro, falando sobre o seu antecessor.

Já o reitor do seminário diocesano falou numa “homenagem” da diocese e da casa de formação que D. António Francisco dos Santos “amava verdadeiramente”.

“Vamos vendo os textos e aquilo que o Sr. D. António nos ia dizendo e percebemos como queria o bem desta casa e tinha consciência da importância sacerdotal, do cuidado da formação e da paciência que era necessário para esta formação”, salientou o padre João Santos.

A inauguração da renovada biblioteca aconteceu no 68º aniversário da abertura deste seminário; o salão nobre é dedicado a D. António Francisco dos Santos e tem uma pintura do bispo, da autoria do mestre António Bessa.

No espaço, com “exemplares desde o século XVI, alguns em pergaminho”, existe ainda uma mitra, um anel, um báculo e a cruz peitoral da Missão Jubilar, dos 75 anos da Diocese de Aveiro, com uma medalha de agradecimento do Município de Aveiro.

Sobre o livro antigo, o reitor do seminário adiantou que “as grandes áreas” são a Teologia, o Direito Canónico, a Botânica e da Literatura, e “têm interesse museológico”.

“O grande objetivo é promover a formação cristã para os nossos leigos, ser uma referência e também o sinal de uma biblioteca religiosa na cidade de Aveiro: Temos biblioteca da universidade, a municipal e teremos a do seminário com um cariz mais religioso”, acrescentou o padre João Santos.

D. António Moiteiro destacou que o seminário é “um espaço de cultura” e explicou também que decidiram ampliar a biblioteca porque precisavam de “tratar convenientemente o espólio de livro antigo”, alargar o espaço e catalogar.

Antes da inauguração foi apresentado o livro ‘Caminhando com D. António Francisco, a propósito de um monumento em Tendais’, que é “uma obra coletiva”, no auditório do seminário.

O livro, para além da história da construção do monumento na aldeia-natal do antigo bispo de Aveiro e do Porto conta também com diversos testemunhos, de bispos, de personalidades da sociedade portuense.

D. António Francisco dos Santos morreu no dia 11 de setembro de 2017 aos 69 anos, vítima de um ataque cardíaco, na Casa Episcopal do Porto, diocese para onde foi nomeado em fevereiro de 2014, pelo Papa Francisco.

Na Diocese de Aveiro tomou posse a 8 de dezembro de 2006, após ter sido nomeado pelo agora Papa emérito Bento XVI, em setembro desse ano; o Papa São João Paulo II nomeou-o bispo auxiliar de Braga, a 21 de dezembro de 2004.

 

ÉVORA:

Pastoral Vocacional promove encontro de acólitos

e torneio de futsal

O Departamento da Pastoral das Vocações de Évora promoveu um encontro para os acólitos da diocese e um torneio de futsal para os 7º e 8º anos da catequese.

As atividades promovidas em novembro estavam relacionadas com os encontros mensais que decorrem no Seminário de Vila Viçosa para adolescentes e jovens que participam no “pré-seminário” e para “realizar um discernimento sério e profundo sobre a sua vocação”.

No dia 24 de novembro, a Pastoral Vocacional e o Departamento da Catequese convidaram todos os acólitos da Arquidiocese de Évora para um encontro no Seminário Maior de Évora, a partir das 15h00, que terminou com uma Missa presidida por D. Francisco Senra Coelho.

No dia 30 de novembro decorreu um Torneio de Futsal para os 7º e 8º anos da Catequese no Pavilhão dos Salesianos.

Na mensagem para a Semana dos Seminários, o arcebispo de Évora disse que a Semana dos Seminários deve ficar marcada pela “criatividade, profundidade e muita generosidade” e pediu às comunidades da diocese para “refletir e rezar” sobre o tema proposto para estes dias.

A Igreja Católica em Portugal assinalou a Semana de Oração pelos Seminários com o tema ‘O Senhor não pensa apenas naquilo que tu és, mas em tudo aquilo que poderás chegar a ser’, inspirado na Exortação Apostólica Pós-Sinodal ‘Christis Vivit’, do Papa Francisco.

D. Francisco Senra Coelho informou sobre os seminários presentes na diocese – Seminário Nossa Senhora da Purificação, Seminário Redemptoris Mater, Seminário Salesiano, Seminário de S. José de Vila Viçosa e o Seminário Propedêutico Interdiocesano, em Faro – e convidou “toda a diocese” a promover “momentos de oração e de louvor pelos seminários.

“Agradeço a Missão dos Catequistas e de todos os Educadores Cristãos e sobremaneira a oração oferecida pelas famílias, pelas crianças, pelos doentes, idosos e sós”, acrescentou o arcebispo de Évora.

 

BRAGA:

Os restos mortais de D. António Barroso

trasladados para a igreja paroquial de Santa Marinha de Remelhe,

em Barcelos

 

O arcebispo de Braga presidiu no domingo 16 de novembro de 2019 à trasladação dos restos mortais de D. António Barroso do cemitério da freguesia de Remelhe para a igreja paroquial de Santa Marinha de Remelhe, arciprestado e concelho de Barcelos.

“A urna será colocada agora no interior da igreja paroquial de Santa Marinha de Remelhe, num espaço especialmente preparado pelo arquiteto António Veiga Araújo, a fim de receber a visita dos devotos e admiradores do bispo missionário”, refere um comunicado enviado à Agência Ecclesia.

De acordo com o comunicado, para além do arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, esteve presente o bispo do Porto e presidente da Comissão Episcopal Missão e Nova Evangelização, D. Manuel Linda, que “integraram um cortejo com familiares do falecido bispo missionário que saiu do cemitério de Remelhe.

Natural de Remelhe, em Barcelos, D. António Barroso nasceu no dia 5 de novembro de 1854 e morreu no dia 31 de agosto de 1918, no Porto, com 63 anos.

Considerado como o “Bispo dos Pobres”, foi um dos frequentadores do Colégio das Missões Ultramarinas, em Cernache, criado em 1856 por Sá da Bandeira e encerrado em 1912 por Afonso Costa.

O Colégio das Missões foi frequentado por cinco mil jovens e desses foram ordenados 320 padres, cujos nomes ficam inscritos na estátua de homenagem a D. António Barroso, um dos frequentadores deste colégio, inaugurada por ocasião do encerramento do Ano Missionário em Portugal, em outubro de 2019.

Considerado um dos maiores pensadores da missão do século XIX, D. António Barroso promoveu a renovação do Colégio das Missões Ultramarinas e foi precursor da Sociedade Portuguesa das Missões Católicas Ultramarinas, atualmente designada por Sociedade Missionária da Boa Nova, fundada por Pio XI em 1930.

D. António Barroso foi missionário no Congo, bispo em Moçambique, entre 1891 e 1997, depois bispo de São Tomé de Meliapor, na Índia, entre 1887 e 1889, e bispo do Porto desde 1889 e até 1918.

Como bispo do Porto na transição para o século XX e na emergência da República, D. António Barroso afirmou a autonomia da esfera religiosa diante da política, expressa na “Pastoral do Episcopado Português” de 1911, que motivou a sua prisão, em 1914 e em 1917.

 

COIMBRA:

Formação para os conselhos económicos e comissões de capelas

 

A Vigararia Geral da Diocese de Coimbra promoveu, no dia 8 de fevereiro, no Seminário da cidade, uma ação de formação para os conselhos económicos e comissões de capelas.

Esta iniciativa era dirigida aos novos membros dos conselhos económicos e comissões de capelas e trata-se de uma ação anual, implementada desde a promulgação do novo Regulamento para a Administração dos Bens da Igreja na Diocese de Coimbra”, realça uma nota enviada à Agência Ecclesia.

“É também objetivo da vigararia dignificar este serviço, de modo que possa ser alvo do mesmo reconhecimento público que os restantes ministérios mediante o mandato e envio pelo bispo diocesano, D. Virgílio Antunes, na habitual celebração do III Domingo da Páscoa.

 

LISBOA:

«Biografia espiritual de Carlo Acutis» apresenta modelo de santidade aos jovens

 

O padre Ricardo Figueiredo, do Patriarcado de Lisboa, assina o livro ‘Não eu, mas Deus – Biografia espiritual de Carlo Acutis’, um jovem que morreu aos 15 anos e que o Papa Francisco apresentou como modelo de santidade.

“Carlo começa desde pequenino a dar sinais de fé e de amor a Jesus, com várias histórias que se vão contando, das amas, da própria mãe”, disse o autor.

O sacerdote, pároco em Óbidos, escreve que descobriu a vida Carlo Acutis quando foram reconhecidas pelo Santo Padre as suas virtudes heroicas, em julho de 2018.

Segundo o autor da biografia espiritual, Carlo Acutis cresce com um percurso “normal de vida”, é um “jovem normalíssimo na escola”, onde também “cuida da vida cristã” e em frente aos colegas “mostra o desejo de ter formação cristã”, e, por exemplo, num debate na sua turma, foi “o único contra o aborto”.

O padre Ricardo Figueiredo destaca que o jovem se revelou também “um grande informático”, “um gosto pessoal com alguma chave já profissional”; os amigos engenheiros informáticos dos pais diziam que era “um génio” e uma colega da escola conta que para ele deviam “saber programação” e não apenas conhecer a ótica do utilizador.

Este sacerdote adianta que espera que o Carlo Acutis venha a ser declarado como santo padroeiro dos informáticos, mostrando “como a informática é meio de santificação pessoal e também dos outros”.

Recorda ainda a “grande surpresa” que teve quando já tinha terminado a primeira redação do livro e ouviu o Papa Francisco propor Carlo Acutis como “modelo de vida”.

“Senti-me muito confirmado e a certeza que seria uma história que marcaria e ajudaria muitos dos nossos jovens católicos a serem santos”, explicou.

Na sua exortação apostólica pós-sinodal ‘Christus Vivit’ (Cristo Vive), o Papa refere aos jovens e a todo o povo de Deus que o venerável Carlos Acutis usou os meios digitais, “as novas técnicas de comunicação”, para “transmitir o Evangelho, para comunicar valores e beleza”.

“Não caiu na armadilha. Via que muitos jovens, embora parecendo diferentes, na verdade acabavam por ser iguais aos outros, correndo atrás do que os poderosos lhes impõem através dos mecanismos de consumo e aturdimento”, escreveu Francisco no documento que surgiu depois do Sínodo dos Bispos ‘Os jovens, a fé e o discernimento vocacional’, realizado em outubro de 2018.

No livro ‘Não eu, mas Deus – Biografia espiritual de Carlo Acutis’, publicado pela Paulus Editora, há também uma memória fotográfica onde se mostra a passagem por Portugal, nomeadamente Lisboa e Fátima deste jovem proclamado venerável.

Carlo Acutis nasceu em maio de 1991, em Londres onde os pais estavam a trabalhar, faleceu em setembro 2006, com 15 anos, vítima de uma leucemia fulminante, e foi proclamado venerável, requerendo-se apenas um milagre devidamente aprovado, para a sua beatificação.

 

ALGARVE:

Diocese recebeu a cruz e o ícone

da Jornada Mundial da Juventude em janeiro de 2021

 

O bispo do Algarve anunciou que a cruz e ícone mariano da Jornada Mundial da Juventude iria percorrer a diocese do sul de Portugal em janeiro de 2021, na preparação para o encontro do ano seguinte, que se vai realizar em Lisboa.

“Vai ser um mês em que toda a diocese é convidada a viver antecipadamente as jornadas”, afirmou D. Manuel Quintas no último Conselho Diocesano de Pastoral.

D. Manuel Quintas realçou que é preciso “alargar o horizonte do anúncio do Evangelho, envolvendo os jovens” e explicou que vão ser feitas catequeses de preparação do evento, tendo em conta os temas dos três anos até 2022, referindo ainda que o delegado diocesano ao Comité Organizador Local da JMJ 2022 já participou em duas reuniões nacionais.

A Cruz de madeira das Jornadas Mundiais da Juventude tem quase 4 metros de altura e foi São João Paulo II que a entregou aos jovens de todo o mundo, no final do Ano Santo da Redenção (1983-1984); Mede 380 cm de altura e pesa 31 kg; os braços medem 175 cm de largura e os painéis em madeira medem 25 cm de largura.

A primeira peregrinação da Cruz do Ano Santo (como era então conhecida) foi em julho de 1984, a Munique na Alemanha para o “Katholikentag” (Dia Católico); ao longo desse ano, os jovens levaram a Cruz a Lourdes, Paray-le-Monial e outros locais na França.

O Papa polaco também confiou aos jovens de todo o mundo um Ícone da Virgem Maria “Salus Populi Romani” – venerado durante a XV Jornada Mundial da Juventude de 2000, em Roma – que agora está também presente em todas as JMJ; Mede 118 cm de altura, 79 cm de largura e 5 cm de profundidade, pesando 15 Kg.

A Cruz da JMJ e o ícone de Maria estão em Roma e vão ser entregues a uma delegação de jovens portugueses no Domingo de Ramos do próximo ano, a 5 de abril de 2020, no Vaticano; O Patriarcado de Lisboa acolhe a próxima edição internacional deste encontro de jovens, no verão de 2022, a primeira em território português.

O Sector Diocesano da Pastoral Juvenil do Algarve está a promover uma viagem a Roma, de 3 a 6 de abril de 2020, para integrar o contingente português.

 

BRAGA:

Exposição de presépios do cónego João Aguiar, em Braga

 

O Museu Pio XII, em Braga, teve patente ao público, desde 7 de dezembro a 6 de janeiro de 2020, uma exposição de Presépios – coleção particular do Padre João Aguiar Campos – intitulada «Deus fez-se Presente».

Nesta exposição estiveram expostos mais de 70 presépios, feitos nos mais diversos materiais, acompanhados com alguns textos da autoria do referido sacerdote que ajudam à compreensão e vivência espiritual do evento.

A exposição manteve-se até ao dia de Reis, 6 de janeiro de 2020, e era visitável no horário normal de funcionamento do Museu Pio XII.

 

LISBOA:

Núncio apostólico em Portugal apela a globalização solidária

 

 O núncio apostólico em Portugal, D. Ivo Scapolo, decano do corpo diplomático, fez no dia 25 de janeiro o seu primeiro discurso na apresentação de cumprimentos de ano novo ao presidente da República Portuguesa.

“A globalização deve ser sempre acompanhada pela inclusão e a solidariedade, começando com os que vivem próximo de nós”, referiu o representante diplomático da Santa Sé, numa intervenção enviada hoje à Agência Ecclesia.

D. Ivo Scapolo alertou para a indiferença perante “situações difíceis e dolorosas de caráter ambiental, social e político” em que se encontram vários países do mundo.

Na sessão que decorreu no Palácio Nacional da Ajuda, o decano do Corpo Diplomático elogiou a “empatia e proximidade” de Marcelo Rebelo de Sousa “com as categorias de pessoas mais necessitadas, como os sem-abrigo e os doentes”.

O núncio apostólico falou num momento da história da humanidade em que é “preciso unir forças, porque só uma comunidade internacional unida, verdadeiramente comprometida, pode dar respostas adequadas e eficazes”.

A intervenção citou a declaração conjunta sobre a “Fraternidade Humana” que o Papa Francisco assinou com o grande imã de Al-Azhar no mês de fevereiro de 2019, em Abu Dhabi.

“Trata-se de um documento que contém indicações muito importantes para favorecer o respeito, a concórdia, a colaboração não só entre cristãos e muçulmanos, mas também em geral, entre diferentes pessoas, comunidades e países de todo o mundo”, indicou.

Marcelo Rebelo de Sousa agradeceu o discurso do núncio apostólico, recordando a mensagem de Ano Novo do Papa Francisco, sobre a paz como “caminho de esperança, de reconciliação e de conversão ecológica”.

O chefe de Estado elogiou o exemplo do Papa “no combate à pobreza, no sentido de serviço, no respeito pelos outros, sobretudo os mais frágeis e indefesos, e na preocupação com as periferias marginalizadas da vida”.

 

LAMEGO:

Bispo afirma que o seminário

deve ser uma comunidade de «profunda amizade e caridade»

 

O bispo de Lamego afirmou que o seminário deve ser uma “comunidade impregnada de profunda amizade e caridade” e “deve configurar-se como comunidade de discípulos do Senhor Ressuscitado”.

Na mensagem para a Semana dos Seminários, com data de 1 de novembro, D. António Couto lembrava que o ambiente entre os que se preparam para o sacerdócio deve ser uma “verdadeira família”.

“Na sua vertente humana, o Seminário deve ser uma comunidade impregnada de profunda amizade e caridade, de modo a poder ser considerada uma verdadeira família, que vive na simplicidade, na confiança e na alegria”, escreve o bispo de Lamego.

No documento intitulado “Caminhar com Jesus”, D. António Couto acrescentava que, na sua vertente cristã, o seminário “deve configurar-se como comunidade de discípulos do Senhor Ressuscitado, reunida à volta da alegria do Senhor Ressuscitado, formada dia-a-dia na leitura e na meditação da Palavra de Deus, no sacramento da Eucaristia e no exercício da justiça e da caridade fraterna”.

O bispo de Lamego refere que um “ambiente simples e dinâmico do Seminário ajudará cada um dos candidatos ao sacerdócio a alcançar uma compreensão cada vez mais profunda das exigências e da beleza da sua vocação, em ordem à aceitação, cada vez mais radical e definitiva, do projeto de Deus”.

“Os formadores saberão acompanhar cada candidato, e levá-lo a ver a sua vocação à luz da Igreja, da sua doutrina, da sua prática pastoral e litúrgica e da sua legislação, de modo a fazer crescer no coração de cada candidato um coração novo à medida de Cristo, conforme ao coração de Cristo, sensível às dores de cada ser humano, para saber ser, neste mundo controverso, verdadeiro semeador de esperança e ceifeiro feliz”, acrescenta.

O bispo de Lamego informa que a diocese tem 10 seminaristas, 3 no Seminário de Lamego e 7 no Seminário Interdiocesano de S. José, sediado em Braga, onde frequentam a Faculdade de Teologia da Universidade Católica.

 

SANTUÁRIO DE FÁTIMA:

«Fátima é também a mais mística das aparições modernas»

 

O diretor do Departamento de Pastoral da Mensagem de Fátima afirmou que “Fátima é a mais mística das aparições modernas” na conferência sobre o santuário mariano como ‘lugar de fragilidade – doença e pecado’.

“Já foi definida como a mais profética das aparições e até a mais política.”, disse o padre José Nuno Silva.

‘Fátima como lugar da Fragilidade – doença e pecado’ foi o tema da conferência deste domingo, na última sessão do ciclo ‘Encontros da Basílica’ do atual ano pastoral, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

O sacerdote explicou que a narrativa do caminho místico, através do mistério da fragilidade humana iniciado na Cova da Iria, “é oferecida por Deus à história como paradigma”, isto é, como modelo, “padrão que permite a interpretação, a tal procura silenciosa, do mistério da fragilidade humana”.

 “Fátima é dada por Deus neste tempo da história para o resto do tempo da história. Não é apenas contexto histórico dos acontecimentos de Fátima, mas matéria da narrativa mistagógica paradigmática que Deus oferece à humanidade”, através da experiência de três crianças, assinalou o diretor do Departamento de Pastoral da Mensagem de Fátima.

 ‘Tempo de graça e misericórdia’ é o tema genérico dos ‘Encontros na Basílica’, uma proposta de reflexão sobre Fátima, com uma conferência e um momento musical, que o santuário está a dinamizar durante o triénio 2017-2020.

Neste contexto, o santuário mariano divulga que no próximo ano pastoral vai dinamizar mais cinco encontros: ‘Fátima: espiritualidade teologal’, pela Irmã Sandra Bartolomeu, religiosa das Servas de Nossa Senhora de Fátima, a 12 de janeiro; ‘Jacinta Marto, uma entrega até ao fim’, pela irmã Ana Luísa Castro, religiosa da Aliança de Santa Maria, a 8 de março; ‘Lúcia, uma vida plena de Luz’ pela irmã Ângela Coelho, religiosa da Aliança de Santa Maria, a 7 de junho; ‘Fátima: Histórias de santidade’, por Marco Daniel Duarte, diretor do Departamento de Estudos do Santuário de Fátima, a 6 de setembro e ‘Fátima, escola de santidade’, por Joaquim Teixeira, a 8 de novembro.

Todas as sessões são de entrada livre e começam às 15h30, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

 

PORTUGAL:

«Há uma pobreza estrutural que não estamos a conseguir combater»

 

A presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, afirmou que há um “elevado número de pessoas” que depende das ajudas para viver, valorizou o trabalho voluntário de recolha e distribuição de alimentos.

Em entrevista à Agência Ecclesia e à Renascença, Isabel Jonet disse que os indicadores do INE sobre a pobreza em Portugal, que apontam para 2 milhões e 200 mil portugueses em risco de exclusão social, que vivem com menos de 501 € por mês, são “muito preocupantes.

“Apesar da melhoria da situação económica, há uma pobreza que é estrutural, em Portugal, que não estamos a conseguir combater”.

Para Isabel Jonet, “é urgente que se encarem medidas que permitam fazer com que, pelo menos as próximas gerações, possam ter a esperança de ver alterada a sua situação real de vida”, o que “só se faz por via da economia”, pela “qualificação no trabalho”.

A economista referiu também que a habitação é “um problema” porque muitos trabalhadores cativam “grande parte do seu rendimento disponível para a renda de casa, que aumentou muito”. Isabel Jonet disse também que se assiste hoje, de novo, ao “fenómeno de sobre-endividamento das famílias” e alertou as famílias a não pensarem que “está tudo tão bem, para sempre”, apesar da situação económica ter melhorado.

“Seria bom que fosse assim! Mas o que tendencialmente observamos é que continua a haver um grande número de pessoas – e estes dados estatísticos confirmam-no –  que não são completamente autónomas para satisfazer as suas necessidades diárias”, afirmou.

O Banco Alimentar Contra a Fome promove a recolha de alimentos nos supermercados aderentes, em Portugal, e desafia à partilha a partir do slogan ‘Adira a esta rede social e partilhe o que é realmente importante’.

“Este apelo é para que as pessoas adiram a uma rede social que partilha coisas que são absolutamente necessárias, que têm sentido”, afirmou. Para a Isabel Jonet, os portugueses reconhecem o Banco Alimentar “como a entidade de referência e de confiança para canalizar as suas doações de alimentos, sempre numa lógica de partilha”.

Disse ainda que os vários bancos entregam os bens recebidos a 2400 instituições de todo o país para os distribuírem por 400 mil pessoas, acompanhando-as e criando programas que “possam promover estas autonomias em cada uma das famílias, equipando-as até com outro tipo de bens, que não sejam só alimentares”.

O Banco Alimentar Contra a Fome criou estruturas que colaboram no processo de promoção de todas as pessoas através dos projetos Banco de Bens Doados, o Banco de Equipamentos, a ‘Entrajuda’, o projeto ‘Tempo Extra’ e a Bolsa do Voluntariado

 

ALGARVE:

Formação para «organizadores de casamentos»

para «cerimónias bonitas» e de acordo com a Igreja católica

 

A Pastoral do Turismo da diocese do Algarve promoveu em 17 de novembro do ano findo uma formação para organizadores de casamentos com o objetivo de tornar as cerimónias “bonitas e corretas” no que a “Igreja Católica define para o sacramento do matrimónio”.

“A formação destina-se a todas as organizadoras de casamentos e visa dar a conhecer todos os procedimentos que são necessários para a preparação de um casamento católico, a documentação que é obrigatória, bem como os canais de comunicação a usar para obter as devidas autorizações/documentos. liturgia e as cerimónias católicas são temas a ser abordados durante a formação, procurando, desta forma, “estabelecer uma relação com todas as empresas de organização de casamentos que operam na região”.

“É já a segunda vez que se realiza esta formação, atividade que se tem revelado de grande utilidade e uma ferramenta de preparação importante para estes agentes que promovem a ligação entre noivos e a Igreja”, traduz o comunicado.

O crescente número de casamentos “feitos no Algarve por estrangeiros, sobretudo provenientes da Irlanda e de comunidades católicas do Reino Unido”, carece de acompanhamento por parte de profissionais que conheçam e possam fazer respeitar as regras que a Igreja católica prevê para estas cerimónias, indica o padre Miguel Neto, responsável por esta equipa de trabalho da Diocese.

“Se o número de casamentos deste tipo tem aumentado, consequentemente, a relação existente com as organizadoras também se tem aprofundado, pelo que se tornava importante a realização de uma formação que explicasse detalhadamente quais os passos a dar na preparação destes casamentos”, evitando, assim, “erros grosseiros, que podem colocar em risco a validade dos matrimónios de casais estrangeiros, ao mesmo tempo que se facilitam os procedimentos junto da Diocese”, assume o comunicado.

Cada formação fornece uma certificação válida por dois anos; os interessados poderão consultar mais informações no site da Pastoral do Turismo da Diocese do Algarve.

 

BRAGA:

«Morri Ontem», uma obra recheada de esperança

 

O mais recente livro do cónego João Aguiar Campos, «Morri Ontem», foi apresentado, no Espaço Vita, em Braga, como uma obra com “reflexões de amizade” e recheado de esperança.

“‘Morri ontem’ porque o livro é entregue a uma pessoa amiga do protagonista, do autor das histórias que vão sendo juntas, e é entregue com o recado para ser aberto no dia a seguir à sua morte, e é essa pessoa que recebe os textos e que decide publicá-los”, justifica o cónego João Aguiar, em declarações à Agência Ecclesia.

O autor referiu ainda que o protagonista ao pensar muitas vezes na morte, foi escrevendo aos amigos “sobre essa sensação”, as reações dos amigos foram sendo guardadas e surge depois a ideia de serem publicadas.

“A minha vida passa por diversos intervenientes do livro, tem bastante do Junior, tem muito do Ribeiro, tenho o voluntarismo teimoso e entusiasta do Antunes, um pouco deles todos”, aponta o autor.

O cónego João Aguiar, antigo diretor do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais, sugeriu ainda que este é um livro para “todos os tempos de preparação”.

“Saber que andamos na vida a ser tangentes humanas, andamos a viver amizades diáfanas e andamos a encostar a morte para a ponta do corredor… Se pararmos e pensarmos que a morte leva ao aperfeiçoamento da vida, também nos abre a esperança que começando no tempo tem a sua realização para além dele”, refere.

O livro foi apresentado em 29 de novembro do ani findo, em Braga, pelo padre Carlos Vaz que o considera “um título surpreendente”, que interpela e “mexe connosco”, um livro para ler várias vezes para “saborear o título, para a esperança”.

O padre Carlos Vaz, da arquidiocese de Braga, apresentou a obra “Morri Ontem” e referiu que o autor tem uma “maneira como ninguém de dizer as coisas, misturar sensações e mostra uma fineza de observação da realidade”. 

“Repare na produção literária nesta fase de doença do cónego Aguiar e a gente admira-se deste homem e deste padre que nos surpreende”.

Também o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, esteve presente na apresentação desta obra.  “O que mais me impressiona, disse, além da qualidade literária e de uma veia poética é uma literatura alicerçada nos sentimentos, e a partir de uma vida, da sua sensibilidade muito devidamente construída, que o faz escrever de modo totalmente diferente. Da sua escrita passa a vida neste momento, onde a dor e sofrimento o acompanha, mas ele mostra que o mais importante é a esperança”, concluiu.

 

PORTO:

Celebração dos 50 anos da Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos

 

A Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos (O.V.A.R.) celebrou, no Porto, em novembro último os seus 50 anos, com atividades alusivas a este dado histórico.

As comemorações realizam-se na sede do Conselho Central do Porto da Sociedade de São Vicente de Paulo (Rua de Santa Catarina, nº 769) e durante o dia a comunidade pode dialogar sobre o “sistema prisional” e pelas 15h00 decorreu uma “sessão solene de homenagem aos fundadores” com “lançamento de publicação alusiva”.

O bispo do Porto, D. Manuel Linda, preside, na Capela Nossa Senhora da Boa Hora de Fradelos à eucaristia de ação de graças pelo 50º aniversário da O.V.A.R.

No último ano, duas instituições decidiram realçar o trabalho feito pela Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos: A Assembleia da República com a atribuição do prémio «Direitos Humanos 2018» e, já em 2019, a «Terra Justa-Causas e Valores da Humanidade» (promovida pela Câmara Municipal de Fafe) que, também, premiou a O.V.A.R. pela sua ação humanitária.

 

LISBOA:

«Deus dá-nos força para o pior dos sofrimentos», diz presidente da República

 

O presidente da República Portuguesa participou em 9 de novembro do ano findo no ‘Meeting Lisboa’, encontro cultural, onde rejeitou a ideia de ter medo de ser confrontado com uma lei sobre a eutanásia.

O ‘Meeting Lisboa’, foi uma iniciativa do movimento Comunhão e Libertação, que incluía palestras, exposições e concertos.

“Telefonou-me uma jornalista esta semana a perguntar como é que me vou sentir perante estas leis. Eu respondi que me vou sentir muito bem. O problema é saber exatamente o que se defende, o que se pensa, aquilo em que se acredita, depois deixo fluir os acontecimentos”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, numa intervenção citada pela Renascença.

Antes do primeiro painel da tarde, uma conversa sobre o sofrimento, o chefe de Estado falou da sua própria experiência de fé, como cidadão católico, na vida política.

 “Confesso que sou um bocadinho providencialista. Admito que se possa ser cristão sem o ser, mas eu sou. Vejo sinais quando estamos atentos em momentos cruciais da nossa vida”,

Destacou também a necessidade de esperança, mesmo na maior adversidade, evocando o caso do sem-abrigo que nessa mesma semana salvou um bebé, que estava num caixote do lixo.

Eu perguntei-lhe se ele era crente, disse que sim. Perguntei-lhe se tinha verdadeiramente noção daquilo que tinha feito, disse que sim. Percebesse mais ou percebesse menos, mesmo na pior das misérias há uma réstia de esperança e de vida. Mesmo na pior das fossas, Deus dá-nos sempre forças para o pior dos sofrimentos”.

Marcelo Rebelo de Sousa manifestou a sua fé na Ressurreição, falando da sua própria experiência enquanto voluntário junto de doentes terminais.

“Não há ressurreição sem sofrimento e morte. E hoje a publicidade na televisão e nas redes sociais quere-nos vender um ser humano sem sacrifício, sem sofrimento e sem morte. Não existe, como não existe ser perfeito. Querem-nos vender isso”, criticou.

Também o cardeal-patriarca de Lisboa passou nesse sábado pelo encontro, elogiando o evento, em declarações à Renascença.

“Não é um encontro casual, de toca e foge, como os que hoje relevamos tanto, e em que os millenials também são mais ou menos educados – coisas rápidas, de inputs e outputs. São realidades humanas convividas, apresentadas, também humanamente, com esta única tradução que somos capazes de entender. Por isso gosto muito e que haja mais”, declarou.

 

VISEU:

Ação Católica Rural quer «renovar os grupos» para consolidar presença na sociedade

 

        A Ação Católica Rural (ACR) em Portugal assumiu a “vontade de consolidar, crescer e renovar os grupos” nas prioridades para o ano pastoral 2019/2020, procurando consolidar a sua presença na sociedade.

        Num comunicado enviado à Agência Ecclesia, a ACR “reafirma a sua vontade de dar continuidade ao trabalho do Movimento como uma mais-valia pelo percurso de formação, bem como pelo incentivo à ação no meio”.

O Conselho Nacional reuniu-se este num fim de semana de novembro, no Centro Pastoral da Diocese de Viseu.

Neste encontro tomou posse a nova equipa nacional para o triénio 2019-2022, que tem como lema geral ‘Ser e Viver para Transformar’; o ano pastoral 2019-2020 vai ser vivido com o tema ‘Ser Primeiro’.

O movimento “reassumiu” a Revista ‘Mundo Rural’ como “órgão de comunicação, informação e formação integral” para os seus militantes e simpatizantes.

A ACR “está presente nas plataformas digitais”, tendo renovado o seu sítio na internet – www.movimento-acr.pt – e as contas no Facebook e no Youtube.

No programa para o ano pastoral 2019/2020, o movimento propõe estudar a temática da Ideologia de Género, com base no documento ‘Homem e Mulher os criou’, da Congregação para a Educação Católica (Santa Sé).

A ACR vai também retomar o estudo e aprofundar dois documentos do Papa Francisco, a encíclica ‘Laudato Si’ (Louvado Sejas), sobre o cuidado da Casa Comum, e a exortação pós-sinodal ‘Christus Vivit’ (Cristo Vive), como “caminho e modo de integração” na dinâmica de preparação para a Jornada Mundial da Juventude 2022, que se vão realizar em Lisboa.

O Conselho Nacional avaliou como “muito positivas” as atividades realizadas a nível diocesano, as atividades realizadas pela equipa nacional, e recordou em particular a 9.ª Assembleia Nacional de Delegados e o ACR Youth Festival.

A Ação Católica Rural foi criada pelo Papa Pio XI, em 1922, e está em Portugal desde 1933, atualmente implantado em 13 dioceses: Aveiro, Braga, Coimbra, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria-Fátima, Lisboa, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

 

AÇORES:

Pastoral Social quer conhecer «marca distintiva de ser Igreja» na ação dos centros sociais e paroquiais

 

O Serviço Diocesano da Pastoral Social de Angra, quer “tomar o pulso à ação concreta” dos 59 centros sociais e paroquiais nos Açores e enviou um inquérito para perceber qual é “o selo distintivo da igreja” na sua intervenção.

“Queremos saber se na ação dos nossos Centros há de facto esta marca distintiva de ser Igreja e que se traduz numa atenção permanente aos mais necessitados numa lógica de uma Igreja sensível, que acolhe e que ajuda os elementos da sua comunidade”, disse a diretora do serviço.

Neste contexto, os cinquenta e nove Centros Sociais e Paroquiais no Arquipélago dos Açores tiveram até ao final do mês de novembro do ano findo para responder ao inquérito do Serviço Diocesano de Apoio à Pastoral Social de Angra.

Para além de um maior conhecimento do terreno, o questionário quer perceber o que distingue a ação dos Centros Sociais e Paroquiais, estruturas na dependência direta da Igreja, e as restantes Instituições Particulares de Solidariedade Social que intervém socialmente.

“Os centros sociais e paroquiais têm na sua maioria protocolos com o Governo mas a sua ação não pode ser indistinta”, assinala Piedade Lalanda, relançado que os mais esquecidos esperam da Igreja “uma sensibilidade e um olhar de consideração próprios”, assente “em princípios e valores” que emanam da Doutrina Social da Igreja.

O Serviço Diocesano da Pastoral Social de Angra tem projetado um encontro destas instituições, que vai ser organizado na Primavera de 2020.

“Temos de perceber como é que as coisas estão a funcionar para definirmos prioridades e a formação adequada, se for caso disso. E, assim, o encontro servirá para acertar estratégias mas também para apresentar soluções e a formação pode ser também uma das necessidades”, adianta ainda a responsável.

A pobreza “continua a ser um dos problemas estruturais” do arquipélago português e, de acordo com o último estudo desenvolvido pela anterior equipa, as comunidades “debatem-se com vários problemas idênticos aos dos grandes centros urbanos mas numa escala diferente”, como dependências, do álcool e drogas; baixos rendimentos; falta de qualificação profissional; desestruturação familiar; dispersão geográfica, a falta de integração do trabalho em rede; vulnerabilidade laboral.

 

BRAGA:

Presépio ao vivo de Priscos ajuda na inclusão de reclusos

 

O projeto «Mais Natal Priscos» daquela paróquia da Arquidiocese de Braga dá trabalho há 5 anos a reclusos do Estabelecimento Prisional da cidade e esteve patente ao público de 15 de dezembro a 12 de janeiro.

No âmbito de um protocolo assinado entre a paróquia e a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), o padre João Torres, responsável pelo projecto «Mais Natal Priscos» e pároco desta comunidade paroquial, considera que se trata de uma iniciativa inovadora “para dar mais dignidade à vida dos reclusos”.

A reintegração social de reclusos “necessita de mais recursos humanos, tecnológicos, mais programas e, sobretudo mais financiamento para que os reclusos consigam refletir sobre a vida no geral, mas essencialmente acerca dos motivos que os levaram a cometer crimes e repensar nos objetivos para o futuro”.

No «Presépio ao Vivo de Priscos», os reclusos cumpriam um horário de trabalho entre as 08h30 e as 17h00 e eram acompanhados por um guarda prisional.

O sacerdote anunciou que os dividendos tirados da solidariedade dos visitantes do Presépio ao Vivo e «a ajuda preciosa» da Câmara de Braga, através do Orçamento Participativo suportam o pagamento aos reclusos, para compensar o trabalho prestado por cada um, na proporção do esforço despendido e em função do número de dias de trabalho.

São cerca de 800 os participantes que dão vida a uma história sempre antiga e sempre nova, num espaço com cerca de 30.000 m2 de ocupação e com mais de 90 cenários, com referência às culturas egípcia, judaica, romana, assíria, grega e babilónica.

“Não faltam muitos dos ofícios que existiam no tempo de Jesus: os ferreiros a forjarem e a temperar o ferro, o sapateiro a concertar sandálias rompidas, serradores que cortam lenha, camponeses a organizarem as ferramentas de trabalho, a tecedeira no tear a jogar fios de lã, o oleiro a moldar o barro, a padeira a amassar a farinha, entre tantos outros cenários da época, e, claro, a família de Nazaré a ser família diante das sombras do seu tempo…”, lê-se

 

Guarda:

Peregrinação dos pastores ao Santuário de Del Castañar

 

Os pastores do arciprestado da Guarda vão realizar uma peregrinação, dia 22 de março, ao santuário mariano de Del Castañar (Espanha).

Esta iniciativa é promovida pela Associação Cultural Recreativa de Fernão Joanes (Diocese da Guarda), juntamente com a paróquia e com a colaboração do município, realça um comunicado enviado à Agência Ecclesia.

Com partida às 08h30 da sede da associação e chegada às 19h00, os pastores peregrinos podem visitar este santuário da localidade de Béjar –  fica a cerca de 200 quilómetros da cidade da Guarda – e participar na Eucaristia e bênção da indumentária e utensílios da transumância.

Neste santuário mariano, também localizado numa serra, existe “uma grande devoção à Virgem do Soito a quem os pastores estão muito ligados”, lê-se.

 

Leiria-Fátima:

Diocese reúne padres em formação sobre a Eucaristia

 

A Diocese de Leiria-Fátima promoveu na segunda quinzena de janeiro o curso anual de formação permanente para o seu clero, sobre o tema “Eucaristia, comunidade cristã e missão”.

A iniciativa decorreu no Centro de Espiritualidade do Turcifal (Torres Vedras), com momentos de estudo, da oração e da celebração diária da Eucaristia, além de um passeio às Caldas da Rainha com contacto e celebração da missa na igreja paroquial.

O bispo diocesano, cardeal D. António Marto, participou e acompanhou os dois turnos.

 

 


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