aCONTECIMENTOS eclesiais

DO MUNDO

 

 

Brasil

 

Conferência Episcopal reage a preocupações

manifestadas pelo Governo sobre Sínodo especial para a Amazónia

 

O secretário-geral da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) afirmou esta segunda-feira que o Sínodo especial sobre a Amazónia, que vai decorrer em outubro no Vaticano, quer ser uma “uma celebração da Igreja e para a Igreja”.

A declaração surge depois de o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Brasil ter assumido a “preocupação funcional do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional com alguns pontos da pauta do Sínodo sobre a Amazónia”.

“Parte dos temas do referido evento tratam de aspetos que afetam, de certa forma, a soberania nacional. Por isso, reiteramos o entendimento do GSI de que cabe ao Brasil cuidar da Amazónia Brasileira”, acrescenta a nota, que rejeitava notícias sobre uma alegada vigilância à Igreja Católica por parte da Agência Brasileira de Inteligência.

O secretário-geral da CNBB sublinhou, num vídeo divulgado no site do organismo católica, que o Sínodo convocado pelo Papa Francisco “envolve toda a questão da Pan-Amazónia: os povos, o meio ambiente”.

O documento preparatório para assembleia especial de bispos católicos foi divulgado em junho de 2018, denunciando a exploração levada a cabo por “interesses económicos” que ameaçam a natureza e os direitos dos povos indígenas.

“A riqueza da selva e dos rios da Amazónia está ameaçada pelos grandes interesses económicos que se alastram sobre diferentes regiões do território. Tais interesses provocam, entre outras coisas, a intensificação do desmatamento indiscriminado na selva, a contaminação dos rios, lagos e afluentes”, assinala o texto.

Entre as situações denunciadas elenca-se o “neocolonialismo configurado pelas indústrias extrativistas, pelos projetos de infraestrutura que destroem sua biodiversidade e pela imposição de modelos culturais e económicos estranhos à vida dos povos.

A assembleia de bispos foi anunciada pelo Papa a 15 de outubro de 2017 e vai realizar-se em outubro deste ano, refletindo sobre o tema ‘Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral.

O texto preparatório fala num “Grito da Amazónia” que pede a presença de Deus, “especialmente quando os povos amazónicos, ao defenderem as suas terras, se confrontam com a criminalização de seu protesto, tanto por parte das autoridades como pela opinião pública”.

“O processo de evangelização da Igreja na Amazónia não pode ser separado da promoção do cuidado do seu território (natureza) e de seus povos (culturas)”, acrescenta a Santa Sé.

 

 

Angola

 

Bispos alertam para casos de violência doméstica

 

A Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) manifestou em 11 de março a sua preocupação com o “elevado índice”de violência doméstica sobre a mulher, apelando à “atenção de toda sociedade” para estes casos.

“Aproveitamos para manifestar a nossa preocupação pelo índice elevado de casos de violência doméstica, muitos dos quais com fins trágicos, são muitas as mortes, os homicídios fruto da violência doméstica, é algo que deve merecer a atenção de todos”, disse o presidente da CEAST, Filomeno Vieira Dias, na abertura da primeira assembleia plenária da CEAST em 2019, sustentando que as pessoas “devem aprender que agredir uma mulher ou qualquer outra pessoa é crime”.

“Achamos que isso deve mudar e nós, cristãos e não cristãos, devíamos estar mais atentos a esta situação e denunciá-la. É preciso dizer basta e pôr termo a uma vida de sofrimento”, sublinhou o responsável.

A assembleia da CEAST decorreu em Luanda, até 20 de março, debatendo ainda as conclusões da recente cimeira sobre a proteção de menores, que decorreu no Vaticano, por iniciativa do Papa Francisco.”

Somos chamados a tomarmos consciência de que a transparência representa o nosso futuro, é a nossa carta de identidade e de credibilidade, devemos saber enfrentar os nossos pecados e não procurar fazê-los desaparecer como se não existissem”, frisou D. Filomeno Vieira Dias, que participou no encontro.

 

 

Burquina Faso

 

Salesiano espanhol e funcionários alfandegários

assassinados na fronteira com o Togo

 

A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) informou que um salesiano espanhol foi assassinado por alegados jihadistas, no posto fronteiriço do Burquina Faso com o Togo.

O sacerdote António César Fernández, com 72 anos de idade, e quatro funcionários da alfândega foram mortos a tiro num ataque, com cerca de 20 homens armados, ao princípio da tarde de 15 de fevereiro.

“Foram atacados por homens armados, supostamente jihadistas, após terem passado pela fronteira”, explicou o padre José Elegbede.

O motorista do padre Salesiano, Fabrice Aziawo, disse que “homens armados” levaram” o missionário para a floresta, onde ouviu “disparos”.

“Um bom homem e um homem de Deus; ao nosso irmão António Cesar roubaram a vida, tiraram-lha sem qualquer motivo”, afirmou o reitor-mor dos Salesianos, padre Ángel Fernández Artime.

Missionário em vários países de África desde 1982, o falecido religioso nasceu a 7 de julho de 1946, em Pozoblanco, município da província de Córdoba; era salesiano há 55 anos e sacerdote há 46.

Segundo dados da ONU, mais de 1 milhão de pessoas “necessitam de assistência urgente” num país onde a violência provocou uma crise humanitária.

A agência de notícias francesa AFP informa que “mais de 300 pessoas” foram mortas em “ataques jihadistas, nos últimos quatro anos, no Burkina Faso”.

A Fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre contextualiza que outros países da região africana do Sahel – a sul do deserto do Sara – também “enfrentam a ameaça terrorista”: Mali, Mauritânia, Níger e Chade.

 

 

Etiópia

 

Papa envia mensagem de condolências após queda de avião

 

O acidente provocou 157 mortes

 

O Santo Padre enviou uma mensagem de condolências após a queda de avião perto da capital da Etiópia, Adis Abeba, que no domingo, 11 de março, provocou 157 mortes. O texto era assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin.

 “O Papa Francisco envia sentidas condolências às suas famílias e a todos os que choram esta perda trágica e invoca as bênçãos divinas da consolação e da força”, refere A mensagem, divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé, realça que o Papa teve conhecimento, “com tristeza” do acidente de avião da Ethiopian Airlines, e “oferece orações pelos falecidos de vários países e encomenda as suas almas à misericórdia do Deus Todo-Poderoso”.

Nenhuma dos 157 ocupantes do avião que se despenhou, pouco depois de descolar de Adis Abeba, sobreviveu; no Boeing 737-8 MAX estavam pessoas de 33 nacionalidades.

 

 

Iémen

 

Irmã Margarida Mártir da Caridade

 

A irmã Margarida nasceu no Ruanda, viveu no Brasil – onde aprendeu a falar português – e morreu no Iémen. Foi assassinada, juntamente com três outras irmãs das Missionárias da Caridade, apenas por causa do fanatismo religioso. A sua história é comovente. E inspiradora…

Tinha 44 anos. Foi assassinada a tiro, juntamente com mais três irmãs, quando um grupo de radicais islâmicos invadiu o convento e o albergue de idosos e deficientes onde vivia e trabalhava em Áden, no Iémen.

A Irmã Margarida pertencia às Missionárias da Caridade. Viveu quatro anos no Brasil, há quase duas décadas, e aí aprendeu também a rezar em português. A sua simplicidade contagiante deixou marcas. O Arcebispo de Salvador conheceu-a quando ela esteve em missão em várias favelas “para trabalhar com pobres e idosos abandonados”.

D. Murilo Krieger garante que ainda hoje há pessoas que se lembram dela com saudade. Pessoas que se recordam da sempre alegre Irmã Margarida. “Gostava de brincar com as crianças e de visitar famílias. Onde ia, preocupava-se em ensinar a oração do terço.”

O Iémen é um país localizado no sul da península arábica, está mergulhado desde 2014 num conflito armado brutal entre a guerrilha xiita dos huties e o Governo sunita. Calcula-se que mais de 16 mil pessoas tenham morrido em consequência dos combates.

A crise humanitária afecta milhões de pessoas. Há fome. Ninguém é poupado. É neste contexto extremamente duro e agressivo que as Missionárias da Caridade realizavam o seu trabalho em Áden junto de idosos e de pessoas deficientes. Um trabalho que foi interrompido abruptamente no dia 4 de Março de 2016. Ninguém imaginaria o que estava para acontecer.

 

Um testemunho impressionante. Margarida e as outras quatro irmãs já conheciam bem o barulho das bombas a cair, os prédios a estremecer. e até escreveram sobre isso. Foi uma carta enviada em Junho de 2015 que revelou o assassinato das quatro irmãs. Ela é um testemunho impressionante da dedicação daquelas irmãs à comunidade local. “Os bombardeamentos continuam, os disparos ocorrem por todos os lados e temos farinha só para hoje. Como faremos para alimentar amanhã os nossos pobres?

Com confiança amorosa e abandono total, nós cinco corremos para a nossa casa, também quando o bombardeamento é forte. Às vezes, refugiamo-nos debaixo das árvores, pensando que esta é a mão de Deus que nos protege.”

Na carta, fala-se em cinco irmãs que integravam a comunidade das Missionárias da Caridade. No dia 4 de Março de 2016, durante o ataque jihadista, quatro foram assassinadas e uma conseguiu esconder-se, escapando com vida.

A carta descreve o que se passou: “Em seguida, corremos novamente para ajudar os nossos pobres que nos esperavam serenamente. São muito idosos, alguns não vêem, outros têm deficiência física ou mental. Rapidamente iniciamos o nosso trabalho limpando, lavando, cozinhando, utilizando os últimos sacos de farinha e as últimas garrafas de óleo, precisamente como a história do Profeta Elias e a viúva.”

No dia 4 de Março de 2016, o ataque começou passavam trinta minutos das oito horas da manhã. Margarida e as outras três religiosas da sua comunidade e mais 12 pessoas que as ajudavam foram assassinadas por terroristas muçulmanos enquanto serviam o café da manhã aos idosos e deficientes, no albergue de Áden. Morreram com os aventais vestidos.

Na carta, revelada depois do assassinato, as irmãs contavam que, quando os bombardeamentos eram mais fortes, se escondiam debaixo das escadas, as cinco, sempre juntas. “Vivemos juntas, morremos juntamente com Jesus e Maria, nossa Mãe.” Na verdade, viveram e morreram juntas. Apenas uma das irmãs não foi assassinada. Ainda hoje a Irmã Margarida é recordada pela sua generosidade. Sempre sorridente, sempre afável, sempre disponível. Viveu doando-se completamente. Morreu como mártir.

 

 

Angola

 

Papa aceita renúncia de bispo português, responsável pela Diocese de Viana

 

O Papa aceitou em 11 de fevereiro a renúncia do bispo português D.Joaquim Ferreira Lopes, de 69 anos, como responsável pela Diocese de Viana, em Angola, nomeando como seu sucessor D. Emílio Sumbelelo, até agora bispo do Uíje.

D. Joaquim Ferreira Lopes foi bispo de Viana desde a criação da diocese angolana em 2007.

O religioso capuchinho foi vigário-geral da Arquidiocese de Luanda, responsável pela direção nacional das Obras Missionárias Pontifícias angolanas; a 9 de novembro de 2001 foi nomeado bispo da Diocese do Dundo, por João Paulo II, tendo recebido a ordenação episcopal a 3 de fevereiro de 2002, numa celebração presidida por D. Francisco de Mata Mourisca.

 

 

Brasil

 

Navio-hospital «Papa Francisco» está quase pronto

para começar a levar cuidados de saúde às populações da Amazónia

 

O navio-hospital ‘Papa Francisco’, um projeto apoiado pelo Vaticano que visa prestar cuidados de saúde a mais de 700 mil pessoas, na zona da Amazónia, deverá entrar em funcionamento no mês de junho.

A embarcação, atualmente no Estaleiro de Fortaleza, no Estado de Ceará, já realizou durante a última semana os primeiros testes na água.

Esta iniciativa começou a ganhar forma em 2013, durante as Jornadas Mundiais da Juventude que tiveram lugar no Rio de Janeiro, no Brasil.

Na altura, Francisco visitou um hospital administrado pela Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus, no Rio de Janeiro, e perguntou ao responsável pela instituição, frei Francisco Belotti, se eles estavam presentes na região da Amazónia, e encorajou a congregação a criar um projeto naquele território.

“Eu referi que não estávamos na Amazónia, e o Papa disse-me então que deveríamos ir”, recordou frei Francisco Belotti, que destacou o caminho que entretanto já foi feito.

“Depois de dois hospitais que já assumimos lá, mais uma tribo de índios onde vamos agora fazer missão, temos agora este projeto do barco que é um hospital completo com centro cirúrgico, com exames, e que vai percorrer o rio Amazonas”, salientou.

Ao todo, a embarcação vai servir 12 municípios e em especial comunidades ribeirinhas dispersas por mais de mil quilómetros, num território abrangido pelo Estado do Pará.

Entre os serviços prestados por este barco-hospital, batizado com o nome do Papa Francisco, está a prevenção do cancro e de outras patologias com maior incidência na região, num trabalho em parceria com diversas universidades.

Os trabalhos de atendimento às populações, de acordo com a imprensa local, deverão começar a ter lugar em junho deste ano.

Ao tomar conhecimento do andamento desta iniciativa, já em novembro de 2018, numa audiência com elementos da Fraternidade São Francisco de Assis, o Papa mostrou-se “feliz e comovido” e deixou também uma mensagem a todo o povo da Amazónia”.

“Uma saudação cordial, de coração, a todos os habitantes, a todo o povo da Amazónia, com um carinho muito grande. Vocês que cuidam da terra, que amam a terra e a natureza, sigam em frente”, incentivou Francisco, que endereçou ainda um cumprimento especial a todos quantos vão trabalhar a bordo deste navio, que “vai fazer bem a tantas pessoas”.

“Rezo por vocês e peço que rezem também por mim”, realçou o Papa.

 

 

Etiópia

 

Cardeal católico vai liderar Comissão Nacional

para a Reconciliação e Paz no país

 

O cardeal Berhaneyesus Souraphiel foi nomeado coordenador da Comissão Nacional para a Reconciliação e Paz na Etiópia, que tem como objetivo orientar esta nação rumo a um futuro de estabilidade depois de mais de 20 anos de guerra.

A decisão foi  acolhida “de modo positivo tanto pelo mundo da política como dos vários líderes religiosos”. e tomada pelo primeiro-ministro da República Federal da Etiópia, Abiy Ahmed, recentemente recebido em audiência pelo Papa Francisco, no Vaticano.

O cardeal Berhaneyesus Souraphiel, de 70 anos, é atualmente o arcebispo de Adis Abeba, território que alberga a capital da Etiópia.

A referida comissão foi aprovada no final de 2018, pela Câmara de Representantes do Povo da Etiópia, “inspirada nas experiências na África do Sul e Ruanda, países que tiveram décadas de apartheid e guerra civil”.

Entre as principais atribuições do novo organismo está a defesa dos direitos das comunidades etíopes, a busca da reconciliação entre todos os grupos étnicos presentes no país, salvaguardar a justiça e garantir a unidade nacional.

A Comissão está mandatada para organizar encontros entre as várias forças vivas, políticas e sociais, no sentido de contribuir para a construção de um país mais democrático e inclusivo.

Para vice-presidente da Comissão Nacional para a Reconciliação e Paz da Etiópia foi escolhida a advogada e ativista dos Direitos Humanos Yetnebersh Nigussie, que em 2017 recebeu do Parlamento sueco o Prémio Nóbel Alternativo.

Um galardão (de nome oficial ‘Right Livelihood’) criado em 1980 para distinguir homens e mulheres que, através do seu trabalho, ajudam a encontrar soluções para os desafios da sociedade.

Depois da divulgação dos coordenadores da Comissão, o primeiro-ministro da Etiópia encorajou todos os membros a privilegiarem um trabalho em “plena autonomia e com a máxima liberdade”.

 

 

Filipinas

 

Associação de Imprensa de Inspiração Cristã

e Associação Portuguesa de Imprensa

condenam detenção de Maria Ressa

 

A Associação de Imprensa de Inspiração Cristã (AIC) e a Associação Portuguesa de Imprensa (API) condenaram, em comunicado conjunto, a detenção da jornalista Maria Ressa, que aconteceu em 13 de fevereiro, nas Filipinas.

“A AIC e a API manifestam o seu repúdio pela detenção de Maria Ressa, considerando tratar-se de um atentado ao exercício do jornalismo que deve merecer a condenação de quantos prezam a liberdade de imprensa e de expressão”, escreveram.

Ressa foi considerada uma das “personalidades do ano” pela revista norte-americana Time em 2018 e é uma crítica do regime do presidente Rodrigo Duterte. A jornalista foi detida sob a acusação de “difamação cibernética”, quando trabalhava na redação do portal de notícias Rappler, de que é diretora; antes, tinha sido acusada de fuga ao fisco, mas rejeitara as acusações, afirmando que se tratava de uma perseguição política.

A AIC e a API recordam que Maria Ressa é “uma das mais prestigiadas jornalistas a nível mundial, sobretudo pela coragem e desassombro com que vem denunciando as políticas radicais da administração do presidente Duterte”.

Tinha sido distinguida pela WAN-IFRA com o galardão “Pena de Ouro”, que recebeu durante o Congresso Mundial daquela Associação (de que a API faz parte), que decorreu no Centro de Congressos do Estoril.

 

 

França

 

Bispos católicos criticam proposta

de retirar expressões «pai» e «mãe»

 

A Conferência Episcopal Francesa (CEF) manifestou a sua oposição à proposta governamental que os documentos administrativos nas escolas deixassem de contemplar as opções “mãe” e “pai”.

“Mais uma vez, lamentamos ver uma tentativa no Parlamento que, sob o pretexto de unificar procedimentos administrativos, desconstrói a realidade da família”, refere uma nota assinada por D. Bruno Feillet, presidente do Conselho Família e Sociedade da CEF.

O bispo auxiliar de Reims considera que as referências a “pai” e “mãe” não são “atrasadas” ou “ultrapassadas”, pelo que a escola “deve participar dessa perceção profundamente estruturante”.

“Esta asseptização da vida familiar representa a enésima metamorfose da teoria de género, que desejaria que fosse indiferente ter pais do mesmo sexo ou de sexo diferente. Além disso, em nenhuma família, incluindo as poucas famílias onde há dois adultos do mesmo sexo, ninguém se apresenta como pai 1 e pai 2”, acrescenta o texto, pedindo que o “bom senso” prevaleça.

Alguns deputados da bancada parlamentar do partido do presidente Emmanuel Macron, o República em Marcha, propuseram que os documentos administrativos nas escolas deixassem de contemplar as opções “Mãe” e “Pai”, para que estas fossem substituídas por “Encarregado 1” e “Encarregado 2.

A emenda foi apresentada a 12 de fevereiro e chegou a ser aprovada; os deputados propõem agora que possa ser selecionado, no caso de cada encarregado, a opção “mãe” ou “pai”.

 

 


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