5º Domingo da Páscoa

28 de Abril de 2013

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Exultai de alegria, cantai hinos a Deus, F. da Silva, NRMS 97

Salmo 97, 1-2

Antífona de entrada: Cantai ao Senhor um cântico novo, porque o Senhor fez maravilhas: aos olhos das nações revelou a sua justiça. Aleluia.

 

Diz-se o Glória

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Cantemos ao Senhor porque Ele fez maravilhas; salvou-nos pela sua Morte e Ressurreição e fez-nos seus filhos adoptivos. Peçamos ao Senhor que, pela nossa fé em Cristo ressuscitado, alcancemos a verdadeira liberdade e a herança eterna.

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que nos enviastes o Salvador e nos fizestes vossos filhos adoptivos, atendei com paternal bondade as nossas súplicas e concedei que, pela nossa fé em Cristo, alcancemos a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: S. Paulo e S. Barnabé iam fortalecendo as almas dos discípulos, exortando-os a permanecerem firmes na fé. É uma exortação também para nós, especialmente neste Ano da Fé que estamos a viver.

 

Actos dos Apóstolos 14, 21b-27

Naqueles dias, 21bPaulo e Barnabé voltaram a Listra, a Icónio e a Antioquia. 22Iam fortalecendo as almas dos discípulos e exortavam-nos a permanecerem firmes na fé, «porque – diziam eles – temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus». 23Estabeleceram anciãos em cada Igreja, depois de terem feito orações acompanhadas de jejum, e encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham acreditado. 24Atravessaram então a Pisídia e chegaram à Panfília; 25depois, anunciaram a palavra em Perga e desceram até Atalia. 26De lá embarcaram para Antioquia, de onde tinham partido, confiados na graça de Deus, para a obra que acabavam de realizar. 27À chegada, convocaram a Igreja, contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos gentios a porta da fé.

 

Paulo e Barnabé percorrem agora, em sentido inverso, desde o ponto extremo da 1ª viagem missionária, isto é, desde Derbe, na Licaónia, as cidades que tinham evangelizado na Ásia Menor, com o fim de confirmar na fé e organizar as comunidades cristãs aí fundadas. Não faltou a designação de «anciãos», que não eram meros chefes, corno os havia nas comunidades judaicas da diáspora, mas sim homens que desempenhavam o ministério sagrado em virtude do sacramento da Ordem, recebido com a imposição das mãos e «orações» (v. 23).

25 «Perga»: Cf. nota 14 do passado domingo. «Atalia», actual cidade turca Adalia, era um porto da Panfília.

26 «Antioquia», entenda-se, da Síria, donde tinham saído (corresponde hoje à cidade turca de Antáquia).

27 «O que Deus fizera»: Paulo e Barnabé atribuem a Deus a conversão dos gentios, pois Deus tinha-se servido deles como de instrumentos fiéis e dóceis.

 

Salmo Responsorial    Sl 144, 8-13ab (R. 1 ou Aleluia)

 

Monição: O salmo que vamos meditar é um cântico de louvor ao Senhor pela salvação que foi revelada a todas as nações.

 

Refrão:        Louvarei para sempre o vosso nome,

                     Senhor, meu Deus e meu Rei.

 

Ou:               Aleluia.

 

O Senhor é clemente e compassivo,

paciente e cheio de bondade.

O Senhor é bom para com todos

e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.

 

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas

e bendigam-Vos os vossos fiéis.

Proclamem a glória do vosso reino

e anunciem os vossos feitos gloriosos.

 

Para darem a conhecer aos homens o vosso poder,

a glória e o esplendor do vosso reino.

O vosso reino é um reino eterno,

o vosso domínio estende-se por todas as gerações.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Deus enxugará todas as lágrimas dos nossos olhos, nunca mais haverá morte nem luto”. S. João, nesta segunda leitura, tirada do livro do Apocalipse, fala-nos do novo Céu e da nova Terra, avivando a nossa esperança.

 

Apocalipse 21, 1-5a

1Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existia. 2Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. 3Do trono ouvi uma voz forte que dizia: «Eis a morada de Deus com os homens. Deus habitará com os homens: eles serão o seu povo e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus. 4Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; nunca mais haverá morte nem luto, nem gemidos nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». 5aDisse então Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas».

 

O livro do Apocalipse culmina com a instauração de um mundo renovado (Apoc 21 – 22).

1 «Um novo Céu e uma nova Terra» é o modo de designar todo o Universo novo, isto é, renovado (como indica o adjectivo grego). Esta renovação visa, sem dúvida, o aspecto moral; uma renovação que visa primariamente, a supressão do pecado. Não parece estar excluída também uma renovação física, sobretudo tendo em conta o que se diz em 2 Pe 3, 10-13 e Rom 8, 19-22. A expressão é tirada de ls 65, 17; 66, 22. O que se passará, em concreto, com o Universo no fim dos tempos continua sendo um mistério (cf. Gaudium et Spes, nº 139). De qualquer modo, a renovação de que se fala é de ordem sobrenatural e misteriosa e não fruto dum simples processo evolutivo natural.

2-3 «A Jerusalém nova» é uma imagem da Igreja, a Esposa do Cordeiro (vv. 9-10), «noiva adornada para o seu esposo». Também S. Paulo chama a Igreja «a Jerusalém lá do alto, que é nossa Mãe» (Gal 4, 26). E é frequente, na Tradição cristã – inclusive na Liturgia –, acomodar esta simbologia a Nossa Senhora, a Esposa do Espírito Santo, Mãe e modelo da Igreja. Veja-se também 2 Cor 11, 2; Ef 5, 25; Mt 22, 1; 25, 1; Jo 3, 29. A Igreja aparece-nos aqui na sua fase definitiva e final, celeste e triunfante, mas, desde já, ela é a verdadeira «a morada de Deus com os homens»: esta presença única de Deus inicia-se com a Incarnação e é consumada no Céu.

 

Aclamação ao Evangelho        Jo 13, 34

 

Monição: Jesus, na hora da despedida, deixa aos seus discípulos, a modo de testamento, o mandamento novo.

 

Aleluia

 

Cântico: Ressuscitou com Cristo, C. Silva, NCT 187

 

Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor:

amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei.

 

 

Evangelho

 

São João 13, 31-33a.34-35

31Quando Judas saiu do Cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homem 32e Deus foi glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora. 33aMeus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. 34Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. 35Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».

 

A saída de Judas da Ceia para concretizar a prisão de Jesus, dando início à sua Paixão, aparece como o início da sua glorificação. É que a Paixão e a Morte do Senhor não é urna derrota, mas é uma vitória sobre o demónio e o pecado. Por outro lado, se temos em conta que o verbo glorificar, sobretudo na forma médio-passiva, como é este o caso, tem um sentido manifestativo, em vez de «agora foi glorificado…» poderia traduzir-se: «agora é que se revela a glória…» (cf. Jo 12, 23; 17, 1-5). Sendo assim, o texto joanino indica que na Paixão-Morte-Ressurreição se mostra a glória de Cristo, ao dar, por meio da sua morte, a vida eterna e o Espírito Santo aos que crêem. O dizer que já foi glorificado é uma expressão considerada proléptica, pois dá como já realizado aquilo que com toda a certeza se vai realizar.

34-35 A lei do amor fraterno não era uma novidade (cf. Lv 19, 18), mas Jesus dá-lhe um sentido e uma medida nova, que não é apenas a medida dum coração humano, mas a do coração de Cristo – «como Eu vos amei» –, que entrega a sua vida pela redenção de todos (cf. 1 Jo 4, 9-11). Segundo conta Tertuliano (Apolog. 39), os primeiros cristãos tomaram tão a sério estas palavras do Senhor, que os pagãos exclamavam admirados: «vede como eles se amam!» (cf. Jo 15, 12.13.17; 1 Jo 2, 8; Mt 22, 39; Jo 17, 23; Act 4, 32). Por outro lado, «o mandamento novo» sugere a Nova Aliança, pois então a Lei e a Aliança se consideravam duas noções paralelas; no entanto, aqui, Jesus actua não como um simples intermediário de Deus, à maneira de Moisés, mas com uma autoridade própria e em seu nome próprio, ao dizer: «Eu dou-vos um mandamento…».

 

Sugestões para a homilia

 

1.     O Mandamento Novo.

2.     A medida do amor.

3.     O sinal identificativo dos cristãos.

 

 

1.     O Mandamento Novo.

“Disse então Aquele que estava sentado no trono: “Vou renovar todas as coisas” (Apoc. 21, 5).

O Senhor realiza uma renovada criação, mediante o amor que Ele tem para connosco. À luz do amor divino, que se revelou no divino Salvador, somos chamados a servir os nossos irmãos, seguindo o exemplo de Cristo, pondo em prática o mandamento novo: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 13, 34).

A regra de ouro da caridade é bem conhecida: “O que quiseres que te façam a ti, fá-lo tu também”: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Cfr. Mt 22, 37-40). “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gal 6, 2).

Porque chama Jesus novo a este mandamento? “O ensinamento e o exemplo do Mestre são claros e precisos. Sublinhou com obras a sua doutrina. E, no entanto, tenho pensado muitas vezes que, passados vinte séculos, ainda continua a ser um mandamento novo, porque muito poucos homens se têm preocupado em levá-lo à prática; os restantes, a maioria, preferiram e preferem desconhecê-lo” (S. Josemaria, Amigos de Deus, 223).

 

2.     A medida do amor.

O horizonte da caridade, exigido pelo “mandamento novo”, mede-se pela amplitude do amor divino; a medida deste amor é amar sem medida: “Assim como Eu vos amei”. Tal é a regra do amor dos cristãos: deixar-se atrair por Cristo, amar com Ele, modelar todas as nossas acções segundo a sua infinita generosidade.

Como se concretiza este amor? Jesus exemplifica-o na descrição do Juízo Final: “Tive fome…tive sede…era peregrino…estava nu….estava doente…estava preso” (Mt 25,35-36). As boas obras de que se nos pedirá conta particular no dia do Juízo são as obras de misericórdia. O modelo é o próprio Deus Pai: “Sede misericordiosos como é misericordioso o vosso Pai que está nos Céus” (Lc 6, 36). “Os frutos da caridade são: a alegria, a paz e a misericórdia” (Catecismo da Igr. Católica, 1829).

É próprio da misericórdia derramar-se sobre os outros, tomando os defeitos e as misérias alheias como próprias e intentar arrancá-los delas: “Deus, que é rico de misericórdia, movido pelo excessivo amor com que nos amou, ainda quando estávamos mortos pelos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo” (Ef. 2, 4); “Jesus Cristo – perfeito Deus, perfeito Homem – tomou as nossas fraquezas e levou sobre Si as nossas enfermidades “ (Is 53, 4; Mt 8, 17).

 

3.     O sinal identificativo dos cristãos.

É por isto que todos saberão que sois meus discípulos” (Jo 13,35). Os primeiros cristãos viviam de tal modo este Mandamento Novo que os pagãos, admirados, comentavam uns com os outros: “Vede como eles se amam”.

Jesus Cristo encarnou e tomou a nossa natureza, para se mostrar à humanidade como modelo de todas as virtudes: “Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt 11, 29). “Quando, porém, explica aos Apóstolos o sinal pelo qual os reconhecerão como cristãos, não diz: porque sois humildes…porque sois castos…porque não vos apegastes às riquezas…porque não sois comilões nem bebedores…A característica que distinguirá os apóstolos, os cristãos autênticos de todos os tempos, será: “Nisto - precisamente nisto- conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (S. Josemaria, Amigos de Deus, 224).

O amor que deve existir entre os cristãos provém de Deus, que é Amor: “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade procede de Deus, e todo o que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. O que não ama não conhece a Deus; porque Deus é Amor” (1 Jo 4, 7-8).

Cultivemos a beneficência, tendo particular solicitude com os doentes, com os atribulados, com os que andam sobrecarregados com trabalhos, com os que vivem sós, com os que vivem longe da Pátria…Lembremos a parábola do Bom Samaritano: aproximemo-nos de todos os que precisam de nós; que ninguém sinta jamais a amargura da indiferença.

 

 

Oração Universal

 

    Invoquemos, irmãos,

    com toda a nossa alma, a Deus nosso Pai,

    por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo,

    vencedor do pecado e da morte,

    dizendo:

 

                Ouvi-nos, Senhor!

1.     Para que encha dos Seus dons a Santa Igreja,

    e a prepare para uma nova evangelização,

capaz de dar resposta aos problemas

    e às esperanças do nosso tempo,

    oremos, irmãos.

 

2.     Para que conceda aos governantes o sentido da justiça,

    e aos esposos a coragem para viverem o amor fiel,

    inviolável e fecundo,

    oremos, irmãos.

 

3.     Para que nos ajude a ser clementes e compassivos para com todos,

    Imitando o Seu Coração manso e humilde,

    Oremos, irmãos.

 

4.     Pelas crianças abandonadas,

    pelos doentes e pelos idosos,

    para que encontrem alívio para as suas dores,

    oremos, irmãos.

 

5.     Para que, vivendo a caridade nas suas variadas formas e exigências,

    na vida de cada dia,

    sejamos construtores do novo Céu e da nova Terra,

    oremos, irmãos.

 

6.     Para que os nossos familiares e amigos que já faleceram

    alcancem o descanso eterno nos esplendores da luz perpétua,

    na alegria dos Anjos e dos Santos,

    oremos, irmãos.

 

Deus Pai, que nos destes a salvação em Jesus Cristo,

fazendo-nos Vossos filhos adoptivos,

dignai-Vos ouvir as preces que humildemente Vos dirigimos,

para que conservemos sempre a alegria pascal.

Pelo mesmo Jesus Cristo, Vosso Filho,

    que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Senhor, nós vos oferecemos, B. Salgado, NRMS 5 (II)

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que, pela admirável permuta de dons neste sacrifício, nos fazeis participar na comunhão convosco, único e sumo bem, concedei-nos que, conhecendo a vossa verdade, dêmos testemunho dela na prática das boas obras. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio pascal: p. 469[602-714]ou 470-473

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

O amor de Jesus por nós é tão grande que se nos oferece a Ele mesmo como alimento celeste, na Sagrada Comunhão; a Sua carne é verdadeira comida e o Seu sangue é verdadeira bebida. O pão que Jesus nos dá na Eucaristia é a sua própria carne para a vida do mundo. Se estamos devidamente preparados, recebamo-l’O com fervor.

 

Cântico da Comunhão: Quero amar-Te, meu Jesus, H. Faria, NRMS 46

Jo 15, 1.5

Antífona da comunhão: Eu sou a videira e vós sois os  ramos, diz o Senhor. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, dá fruto abundante. Aleluia.

 

Cântico de acção de graças: Senhor, fazei de mim um instrumento, F. da Silva, NRMS 6 (II)

 

Oração depois da comunhão: Protegei, Senhor, o vosso povo que saciastes nestes divinos mistérios e fazei-nos passar da antiga condição do pecado à vida nova da graça. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Iluminados pela Palavra de Deus e fortalecidos com a Comunhão do Corpo e Sangue de Jesus Cristo, estamos dispostos a viver fielmente o Mandamento Novo, com um amor mais intenso a Deus e ao próximo. Que mereçamos um dia participar da glória de Deus no Céu, depois de uma vida digna e cheia de boas obras.

 

Cântico final: Jesus venceu a morte, M. Carneiro, NRMS 109

 

 

Homilias Feriais

 

5ª SEMANA

 

2ª Feira, 29-IV: S. Catarina de Sena: Uma luz para a Europa.

1 Jo 1, 5- 2, 2 / Mt 11, 25-30

É esta a mensagem que ouvimos a Jesus Cristo, e que vos anunciamos: Deus é luz e nele não há trevas.

S. Catarina de Sena (séc. XIV), Doutora da Igreja, teve uma grande influência na unidade da Igreja e na paz e concórdia entre países e cidades europeias. Foi uma luz que iluminou a Europa do seu tempo.

A Europa precisa da luz de Deus (Ev.): «Nas vicissitudes da história de ontem e de hoje, (o Evangelho) é luz que ilumina e orienta o teu caminho; é força que te sustenta nas provações; é convite a todos, crentes e não crentes, para traçarem caminhos sempre novos que desembarquem na 'Europa do espírito', a fim de fazer dela uma verdadeira 'casa comum' onde haja alegria de viver» (João Paulo II).

 

3ª Feira, 30-IV: A entrada no reino de Deus.

Act 14, 19-28 / Jo 14, 27-31

Através de muitas tribulações é que temos de entrar no reino de Deus.

Paulo tinha acabado de ser apedrejado e deram-no como morto, mas mesmo assim diz que é preciso sofrer para se entrar no reino dos Céus (Leit.). São estas as armadilhas que o 'príncipe deste mundo', o demónio, vai colocando no nosso caminho

Para ultrapassarmos os obstáculos, temos que recorrer a Jesus: «A vitória sobre o 'príncipe deste mundo' (Ev.) foi alcançada, duma vez para sempre, na 'hora' em que Jesus livremente se entregou à morte para nos dar a sua vida» (CIC, 2853). E recorrer também à 'cheia de graça', contra a qual o demónio nada pode.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Alfredo A. Melo

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilias Feriais:                  Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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